Eu, minha esposa e meu amigo da adolescência 47

Um conto erótico de Julioepatricia
Categoria: Grupal
Data: 10/10/2018 11:55:18
Nota 9.97

Beto riu e concordou. Se ajoelhou na cama ao meu lado e pediu pra Pat deitar de bunda pra cima e colocou um travesseiro debaixo do quadril dela, pro rabinho ficar mais exposto. Ele estava numa felicidade só e passou a mão nas nádegas da Pat, sentindo a textura daquela bunda redonda e durinha, e passou os dedos no reguinho dela. Pat já se mexia sentindo prazer, daí ele pediu:

>”pisca o cuzinho, Pat”, repetindo o pedido que tinha feito na casa da praia.

E assim a Pat fez, piscando como se estivesse convidando pra ele meter, e quando ela fazia força pra fora aparecia aquela pelinha rosa que fica logo pra dentro da portinha do cu. Beto não perdeu tempo e deu uma linguada. Quando terminou, peguei o KY e passei no cu dela, e fui enfiando devagar o dedo indicador. Eu tinha que participar também, oras, afinal a namorada é minha. Passei mais KY e coloquei o polegar, e fiquei massageando lateralmente, no intuito de relaxar a parede do ânus.

Beto pegou a xilocaína e eu dei a vez pra ele. Ele começou da mesma forma que eu e falou que ia demorar uns minutos pra fazer efeito. Olhei pra ele como quem diz ‘eu não sabia que você entendia disso’, e ele sorriu mostrando que era conhecedor do assunto. Com um pau grosso assim, já devia ter usado mesmo em outras meninas. Como conhecimento é poder, deixei então ele manusear o cuzinho da Pat a vontade, e fiquei observando ele enfiar um dedo e depois dois dedos untados de xilocaína junto com KY. Daí ele não resistiu e foi por trás da Pat e passou o pau na buceta e levou o pau com líquido vaginal e ficou passando a cabeça no rego dela e fazendo pressão na portinha do cu só de brincadeira, e voltou a enfiar os dedos com KY e xilocaína. Fui dar um beijo na Pat e perguntei se ela estava gostando, daí ela sorriu pra mim mostrando uma carinha de prazer e falou:

>”to adorando, amor. Me chupa enquanto o Beto passa o creme”.

E abriu a perna pra mim. Fui baixando, dei uma chupada nos seios e caí de boca na buceta dela. Dali eu via com perfeição o Beto enfiando os dedos lentamente, brincando com o cu dela, dando tempo pra xilocaína fazer efeito, e a Pat rebolava devagar, curtindo a minha chupada e os dedos do Beto no cu. Coloquei dois dedos na buceta e dava pra sentir os dedos do Beto fazendo pressão na parede do cu. Pat se contorceu de prazer e falou:

--“isso, amor, chupa gostoso, enfia seu dedo na minha bucetinha” .... “que delícia, Beto, continua”, e rebolava o quadril.

Beto chegou mais pra frente e foi passar novamente o pau no cu dela. A cena era muito excitante, ver o pau do Beto tão de perto forçando no anelzinho da Pat enquanto eu lambia o clitóris. Ele jogou o corpo um pouco mais pra perto de mim e veio passar o pau na buceta dela e ficou roçando também nos meus dedos que estavam ali. O pau dele ficou perto demais da minha boca, praticamente separado pelos meus dedos, então cheguei um pouco pra trás, tirei os dedos da buceta e fiquei massageando o clitóris. Olhei pra ele, que sorriu pra mim como se estivesse fazendo a coisa mais normal do mundo, e passou a mão na minha cabeça, como quem diz pra eu relaxar e curtir a brincadeira. Eu estava tranquilo aquela noite, talvez por influência da bebida, e tinha prometido a ele dias antes que eu iria deixar as brincadeiras acontecerem sem me preocupar com consequências, então deixei rolar pra ver até onde ele iria. Ele segurou o pau com a mão esquerda, e com a direita ficou enfiando os dedos com xilocaína, massageando o cu dela.

Não demorou e ele veio passar o pau mais acima e ficou encostando nos meus dedos novamente, agora no clitóris. Olhei pra ele rindo, como se estivesse falando ‘você não tem jeito’, e ele se aproveitou do momento, vendo que eu não estava chateado ou fugindo, e tirou a mão do pau e pegou a minha mão e colocou no pau dele, e foi passando o pau na extensão da buceta e mantendo a minha mão segurando o pau dele. Pat percebeu a movimentação e perguntou:

--“o que vocês tão fazendo aí hein?”

-“o Beto tá safado igual a você, colocando a minha mão no pau dele”.

--“que delícia, amor, deixa ele bem durinho pra comer meu rabinho”

Eu e Beto nos olhamos e rimos, e eu respondi:

-“tá bom, sua safadinha”.

Eu não estava com nojo e não queria estragar a brincadeira, então deixei ele a vontade, e Beto percebendo que eu não estava tentando tirar a minha mão do pau dele, soltou a minha mão e ficou passando a mão na minha cabeça e ficou mexendo o quadril pra minha mão mexer no pau dele. Não tirei a mão do pau dele de imediato, continuei passando a mão e apertando, até que eu senti que a brincadeira já estava de bom tamanho e tirei a minha mão e ele afastou o pau, se concentrando novamente em anestesiar o cu da Pat. Isso deve ter durado um ou dois minutos, daí ele perguntou a Pat se ela ainda sentia os dedos dele no cu, e ela falou:

--“já estou sentindo anestesiado, Beto, acho que dá pra gente tentar”.

Beto pediu pra ela deitar de bunda pra cima novamente, e colocou os dois travesseiros debaixo do quadril dela. Se posicionou como na posição papai mamãe, e se apoiou num braço, mirando o pau no cu da Pat, e foi fazendo pressão. A cabeça nem tinha entrado e Pat já fazia carinha de dor. Acho que ele estava atento ao combinado comigo, e perguntou:

>”tá doendo?”

E ela falou entre os dentes:

-“tá, mas pode continuar mais um pouquinho”.

Daí ele me pediu:

>”Julio, passa mais xilocaína”.

Não dava pra ele passar por causa da posição em que estava, e ele não afastou o pau do cu da Pat. Peguei a bisnaga e passei na região entre a cabeça do pau dele e o cu da Pat, mas eu tinha que espalhar, daí passei o dedo espalhando pela cabeça do pau dele. Ele foi empurrando, e a Pat foi reclamando de dor. Vi a cabeça entrar, mas a Pat estava quase chorando de dor. Ele olhou pra mim e eu não sabia o que falar, daí ele tirou, e a Pat chegou a relaxar a bunda sobre os travesseiros, e falou:

--“nossa, tava doendo muito”, e olhou pra mim rindo da própria situação.

>”Pat, deita de lado novamente”.

E assim ela fez, deitando de lado e flexionando as pernas. O cu já parecia mais abertinho que o normal. Beto começou tudo de novo, colocando xilocaína e KY nos dedos e enfiando no cu, primeiro um, depois dois e três dedos. Pat já estava aceitando melhor os dedos, e o Beto bateu uma siririca pra ela devagar, enfiando os 3 dedos até o fim, depois passou mais KY na cabeça do pau e foi enfiar novamente. Ele colocou um travesseiro debaixo da anca dela e ficou ajoelhado, e com as pernas abertas, com o pau mirando o cu dela. Encostou a cabeça e começou a empurrar, e pediu a Pat pra piscar o cu novamente. Eu cheguei quase a deitar pra ver de pertinho a saga do pau do Beto contra o cu da Pat, e ele falou:

>”vai, pisca esse cuzinho gostoso que meu pau tá entrando”.

E Pat fazia o esforço com a bunda, e visivelmente estava sentindo dor, mas não falou nada. Beto foi metendo e tirando, bem devagar, e de repente já tinha entrado uma parte do pau dele. Pat perguntou:

--“já entrou muito?”

>”um pouco menos da metade, mas vou bem devagarzinho, tá?”

--“tá”, e me chamou: “amor, tá doendo, mas eu quero dar pra ele”.

Fui lá dar um beijo nela, e vi como ela ainda estava de pilequinho. Tinha plena consciência do que tava acontecendo, mas o álcool ainda falava alto no cérebro dela.

Beto continuou enfiando aos poucos, mas eu acho que ele preferiu não enfiar tudo. Depois de meter bastante devagar, e da Pat ir acostumando bem aos poucos, ele começou a aumentar a velocidade, mas deixando uns 5 ou 6 centímetros sem enfiar. Pat não tinha mais a expressão de dor, e virou o rosto pra ele e perguntou:

--“você tá gostando de comer meu cuzinho?”

>”to adorando, sua putinha. Que cu apertado, delicioso. De quem é esse cuzinho hein?”

Enfim Pat deu uma risadinha, e respondeu:

--“é seu, delícia”.

>”e você tá gostando de ser arrombada?”

--“tá doendo um pouquinho ainda, mas tá gostoso. Você tá gostando de ver, amor?”

Eu olhei pra ela com cara de quem não sabe a resposta, e disse:

-“eu quero ver se eu vou conseguir brincar nele depois”.

E o Beto deu um sorriso e esticou a mão pra nos cumprimentarmos. Sorri pra ele e demos aquele soco de punho cerrado, daí a Pat me falou:

--“vem cá, amor, que eu quero te chupar”.

Fui pra perto dela, meu pau tava duro o tempo todo, e falei:

-“eu to quase gozando, me segurando desde de manhã”.

--“tadinho, goza na minha boca, amor”.

E enquanto Beto comia o cu da Pat, ela foi me chupar, e rapidinho eu disse que ia gozar. Tirei o pau da boca dela e bati uma punheta de frente pro rosto dela, gozando na bochecha, lábios, orelha, cabelo. Enfim, satisfeito, deitei na cama e deixei a cara dela toda lambuzada. Instantes depois o Beto falou que queria gozar também, e Pat falou:

--“goza no meu cu, Beto. Quero sentir a sua porra lá dentro”.

Saí de onde eu estava e fui lá ver a metida do Beto. Ele acelerou os movimentos e começou a urrar, gozando dentro do cu da pat, e ficou ali respirando fundo, sorrindo pra mim e pra Pat, e falou:

>”que cu delicioso, Pat. Vou querer mais hein”.

Ele foi tirando o pau de dentro do cu da Pat, e quando o pau saiu por completo vi o rombo que ficou, com as pregas alargadas. Ele viu que fiquei impressionado e pegou nas laterais do rego e abriu, mostrando o buraco que tinha ficado. Nisso o esperma começou a aparecer. Ele soltou as nádegas, o buraco deu uma fechada e a porra ficou saindo devagar, sujando o lençol. Pat ficou imóvel olhando pra minha cara de espanto. ‘Tadinho do cu da minha namorada, nunca mais seria o mesmo’, pensei. Deitei do lado dela, e o Beto deitou do outro lado. Ela riu pra mim e foi virando pro Beto falando:

--“nossa, que pau grosso. Achei que ia me rasgar”.

>”mas no final você sentiu prazer?”

--“no final eu gostei, seu pirocudo”, e foi dar um beijo nele.

Pat tinha limpado a minha porra do rosto com o lençol, mas ainda dava pra ver um pouquinho de porra, principalmente no cabelo, e o Beto tinha visto com certeza. Eu fiquei olhando pros dois se aproximando pra beijar. Eles deram um beijo rápido, mas de língua, e quando terminou o beijo ele deu uma olhadinha pra mim e falou rindo:

>”você gosta, né Julio?”

Eu não tinha o que responder. Ele sabia que eu tava torcendo pra ele beijá-la com o rosto gozado. Só sorri pra ele também, e a Pat perguntou sem entender o que tava acontecendo:

--“que foi, que eu não entendi?”

>”e você é uma safadinha, que veio me beijar com essa cara gozada do Julio”.

--“ahh, vocês dois ainda tão nessa? Te beijei por que tava com vontade, gostosão”.

Pat falou isso com tanta inocência, que mostrava que pra ela isso era algo sem importância. Então se virou pra me beijar também. Nos beijamos da mesma forma e ela falou:

--“vocês dois são os homens mais deliciosos do mundo. Quero esses dois paus pra sempre. Você vai deixar, Julio?”

-“vou, sua safada, mas você tem que arrumar uma bucetinha pra mim também”

--“você tem a Fabi, bobinho. O Beto vai deixar, né?”

>”não, a Fabi é só minha”.

Rimos da piadinha e a Pat foi pro banheiro se limpar, e eu e Beto fomos pra área da piscina.

++

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Comentários

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14/02/2019 22:36:41
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27/01/2019 22:29:41
MUITO BOM!!!
10/11/2018 10:14:30
tem como dar nota????esta putaria à três é o melhor de todos... parabéns
08/11/2018 13:43:29
Enfim correu tudo bem, nasceu mais um cuzinho largo.
03/11/2018 01:48:16
conto muito bom gostei beijos
03/11/2018 01:38:35
O Bicho começou a PEGAR!!!!!!!! hummmmmm
03/11/2018 01:27:31
Excitantemente narrado... Parabéns ! Já está devidamente votado !
03/11/2018 01:05:35
Adorei o conto.Votei
14/10/2018 08:50:18
Obrigado pelo 10, Helo, Marcia e Dandan. To colocando o 48 agora. Bjs
14/10/2018 03:49:27
Adoro seu jeito de escrever mano, continua que ta ficando cada vez melhor.
14/10/2018 01:04:04
Comecei a ler sua história na última quinta-feira e devorei os 47 capítulos em dois dias. Já li muitas sequencias muito boas, mas a sua é disparada a melhor. Seu jeito de narrar as cenas é lindo e cativante, cheio de detalhes. E assim a gente vai se apaixonando pelas personagens. Eu to aqui torcendo para que o Beto avance ainda mais na intimidade com o Julio e vice-versa. E que os dois percebam logo que o que existe entre eles é mais que amizade, é paixão e tesão. Pelo menos é que eles me transmitem. Já sonho com um beijo apaixonado entre os dois. E a Pat virou minha diva. Menina doce e safadinha na medida perfeita. Autor, seu lindo, não demora tanto pra trazer a Fabi pra perto da gente. Dois capítulos sem ela em cena é uma tortura. Ansiosa pela continuação da história. Bjus.
13/10/2018 14:51:56
Uau, acho que este capítulo foi o clímax da série. A Pat finalmente recebendo o bem dotado Beto no cuzinho. Foi muito forte, sexy e excitante. Se tivesse nota maior que dez eu daria. Parabéns. Um beijo!
12/10/2018 17:05:13
Acompanho desde o início, a forma de como começou, a insegurança, curiosidade e o desejo é muito interessante. Parabéns pelo contos. Ainda tem muito pra explorar. Sem perder a essência!!
12/10/2018 17:00:55
aquela dominação.. Faltou aquela sede do Beto meter no cuzinho da Pat!!
12/10/2018 12:29:45
Obrigado, Bello Moreno, Casal JR e Lih, Jair ucas, Jack Zero, Flores e Observador.
12/10/2018 01:56:25
Cara, seus contos são perfeitos!!! Tô amando... Aguardo ansioso pelos próximos capítulos!!
11/10/2018 20:54:13
Que delícia de conto amigo, continue estamos nos vendo cada vez mais neste seu conto parabéns
11/10/2018 20:21:00
Jon, boa noite. Reiterando o meu comentário anterior, eu nunca disse que eu sobreponho o relacionamento liberal ao P&B no sentido da felicidade conjugal ou da qualidade do relacionamento. Eu fiz uma constatação matemática de que a vida liberal proporciona uma diversidade maior de aventuras. Disse maior e não melhor, pois qualidade é um julgamento subjetivo. E repito: minha vida conjugal é 95% P&B e é excelente. Aventuras liberais são igual almoço em churrascaria, é uma vez ou outra pra curtir algo diferente. <<>> quanto ao "frustrado", juro que nem li isso no seu texto, e inseri no meu só pra exempllificar que qualquer um pode pensar o que quiser sobre os outros. <<>> Sobre o liberal viver escondido, eu inverto a culpa, que não é do liberal e sim da sociedade hipócrita moralista e julgadora que acha que tem que regular a vida dos outros, condenando quem curte estas aventuras e nos colocando no rodapé moral da sociedade, assim como até pouco tempo colocavam os homossexuais. <<>> Sobre me ofender, fique tranquilo. Tem um vídeo do Leandro Karnal no youtube que reflete bem meu pensamento quanto a isso: "Só posso me ofender se não me conhecer". Abração
11/10/2018 18:58:39
Muito bom! Muito bem escrito. Espero, como disse o Observador43, que ainda estejemos longe do fim. Espero que ainda falte muito para o fim. Me parece que tem muito para explorar.
11/10/2018 18:52:42
Olá Julio, obrigado pelo retorno em minha colocação, fico realmente grato pela atenção. Acredito que o JorgeReis tenha entendido uma de minhas principais colocações desde que comecei com meus questionamentos a você, que por sinal sempre foram prontamente respondidos e sempre com polimento, o que sou realmente grato. Mas peço desculpas por ter inserido o termo "frustrado" na colocação, acho que você ficou chateado e com razão, mas acho que não expus a palavra com contexto, pois quis dizer que a frustração foi pelo fato que algumas vezes como citou o Jorge você sobrepõe a vida "Liberal"... desculpe pôr em aspas, mas não acho tão liberal assim, pois quem pratica esse tipo de relacionamento se esconde de todos o que acho foge do contexto de liberal, mas como eu ia dizendo.. Você sobrepõe essa vida a vida que denominam P&B, como se fosse uma fuga a uma vida monótona e sem graça, que acredito deveria ser a de vocês antes de praticarem esse pseudo-liberalismo (minha opinião claro), e esquece que a maioria dos casamentos são monogâmicos e as pessoas conseguem viver plenamente. Mas boa parte do que disse aqui você já expôs abaixo, então minha intenção não foi dizer que você seria frustrado na vida, afinal nem sei quem é você ou onde e como vive, tudo o que cito aqui é puramente baseado em interpretações próprias fundadas em suas palavras que como você mesmo disse, nem sempre é tudo verdade, mas apenas hipérboles para melhor contextualizar os contos. Em fim, não fique chateado, pelo jeito você realmente é um cara tranquilo e centrado, parece realmente ser legal, não quero nem de longe ofendê-lo com minhas duras palavras e nem mesmo me tornar de nenhuma forma seu algoz aqui na CC. Um abraço e boas sorte.