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NO TEMPO QUE EU DAVA A BUNDA – O pau do Aurélio

Um conto erótico de Mulekim
Categoria: Homossexual
Data: 09/08/2018 20:20:30
Última revisão: 09/08/2018 20:45:33
Nota 9.75

NO TEMPO QUE EU DAVA A BUNDA – O pau do Aurélio

- Me espera na saída...

Aquilo era uma ordem, mas também era um privilégio . O menino que aparecia na saída ao lado de um dos grandões do Secundário, se tornava seu protegido. Ninguém nunca ia querer arrumar confusão com ele. E além de grande, o Aurélio também era forte. Impunha respeito até mesmo entre os próprios meninos mais velhos. Era muito bom ser seu protegido, eu pensava.

Assim que se aproximou, já foi logo colocando o braço sobre os meus ombros, num gesto fraternal que eu amei, mas nem de longe imaginava o que aquilo pudesse realmente significar ali, no Colégio dos Padres. Fomos andando no meio dos outros meninos e eu percebi que todos já me olhavam de um modo diferente. Iam abrindo caminho pra gente passar e eu me sentia mesmo um reizinho quando subi na garupa da bicicleta do Aurélio.

No caminho, paramos numa casinha velha e bem bonitinha, com um carrinho velho e bem limpinho na garagem. Passamos pelo portãozinho velho, que rangeu e um homenzinho velho saiu pra fora.

- Quem é esse menino bonito? – o velhinho perguntou olhando pra mim com os olhinhos brilhando de alegria, como se eu já fosse amigo dele há um tempão e tinha ido lá só pra brincar com ele.

- É o Claudinho, Vovô! Lá da escola...

Mal a gente entrou no quarto dele e o Aurélio já foi logo tirando o pinto pra fora. Me colocou sentado na cama, trancou a porta e ligou a televisão só pra fazer barulho. Veio pra cima de mim com aquele pintão gigante dele e, segurando na minha nuca, tentava enfiar aquilo tudo pela minha goela abaixo. Credo! Fiquei com nojo.

- Não, Aurélio!... Assim não!... Assim eu não gosto!...- e eu virava a cabeça, fugindo da ponta do pau dele, mas não adiantava. Ele ficava ali esfregando a pica na minha cara e me mandando abrir a boca.

- Chupa aí, Claudinho!... Chupa, vai!... É gostoso!...

Que gostoso o quê? Gostoso uma ova! - eu pensava - Isso é muito é uma nojeira, isso sim!.. Nunca que eu ia deixar ele pôr esse pau sujo de mijo bem lá dentro da minha boca! Eu, hein? Isso deve ter um gosto horrível!...

Mas o Aurélio tanto fez, tanto fez, que acabou conseguindo, o filho da puta! Eu já estava pronto pra morrer de ânsia de vômito, com aquele troço enfiado até a minha garganta, mas, no fim acabei não sentindo ânsia de vômito nenhuma. Sério!... Porque o cheiro da pica do Aurélio era o mesmo que eu já conhecia e até gostava. Isso não me espantava. Era o mesmo cheiro que eu achei bom no pau do Miro, meu primo... O mesmo cheiro que eu senti quando o Aurélio estava lá no banheiro da escola... Aquele mesmo fedorzinho de rola suada de moleque, que ficava pregado na pele da gente e que eu ficava curtindo o cheirinho gostoso de pica na minha mão pelo resto do dia!... Esse eu achava muito bom!...

Mas e o gosto? Bom, pelo certo cacete devia ter gosto do quê? Eu achava que de nada, né? Mas o Aurélio esfregou tanto aquela cabeça de piroca pelo meu rosto todo, pelos meus lábios e tudo, que foi espalhando uma coisinha transparente, uma gominha estranha que saía do pinto, pelo buraquinho do mijo, que quando aquela coisinha bateu na minha língua, aquele gostinho melado me deixou enlouquecido. Sério! Nossa, eu gostei tanto daquilo!

- Chupa! – ele pedia – E eu só falava: Tá bom... tá bom!... Tá gostoso assim?... Quer mais?... E não queria mais que aquele gostinho de rola se acabasse!...

O Aurélio segurou a minha cabeça e eu senti o pinto dele engrossar lá dentro da minha boca. Oba! Era sinal que aí vinha outro chafariz de porra de novo! Legal!... Veio com tanta força, que me deixou engasgado. Tossi e quase botei toda a porra pra fora. Fiquei todo lambuzado, mas mesmo assim eu achei ótimo!

Daí então virou costume, né? Era quase todo dia. Depois da escola a gente corria pra casa do Vovô do Aurélio e lá eu batia longas punhetas pra ele e nunca me cansava de chupar o seu pinto e beber a sua porra a tarde toda.

Mas teve um dia (e sempre tem esse dia...) que a gente vacilou e esqueceu a porta do quarto mais ou menos aberta ...

Acho que eu já estava bem viciadinho naquela rola deliciosa do Aurélio, porque eu não ouvi nenhum barulho. Nenhunzinho mesmo! Nem barulho de passos, nem vozes, nem nada que mostrasse que poderia ter alguém chegando...

De repente eu olho pra cima, com a boca ainda cheia e escorrendo p0rra pelo cantinho, e advinha quem tá lá na porta, vendo tudo? O vovozinho do Aurélio... Acredita?

Agora sim! Agora é que eu tô lascado mesmo!

CONTINUA

Comentários

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12/08/2018 20:41:03
Não vejo a hora da continuação
10/08/2018 15:27:24
Nossa que gostoso o conto como gosto
10/08/2018 04:13:24
show
10/08/2018 00:21:11
UAUU. QUE FLAGRA. VEREMOS O QUE VOVÔ VAI DIZER OU FAZER.