Criada pelo mestre Parte II

Um conto erótico de Huuum my bitch
Categoria: Heterossexual
Data: 21/04/2018 22:16:47
Nota 10.00

LORIN.

Eu entrei no carro com a Srta. Tramell e seguimos viagem em completo silêncio. Acho que ela sabia que apesar de calma, eu estava triste. Fomos direto para o aeroporto internacional da Filadélfia. Entramos em uma área de decolagem privada, onde um jatinho particular nos aguardava.

- Já andou de avião antes, Srta. Clark? - Perguntou a Srta. Tramell, quando saímos do carro, assim que o chofer abriu a porta do meu lado.

- Não. Essa será a primeira vez que vou a algum lugar fora da Filadélfia. - Respondi admirando o jatinho enorme a minha frente.

Ela pousou sua mão no meio das minhas costas e me conduzindo até o avião.

- Vamos, Srta. Clark. O Diogo levará nossa bagagem. - Ela disse apontando para escada, que nos levava para dentro do jatinho.

Lá dentro, eu me lembrei que seria necessário passaporte para sair do país, a não ser que eu estivesse sendo levada ilegalmente. Pensar nisso me fez sentir um frio na espinha e me fez lembrar daqueles relatos de tráfico humano que passavam nos jornais da Tv. Exatamente neste momento apareceu dois homens dentro da aeronave. Os dois nos cumprimentaram. Um deles era o piloto, que seguiu seu caminho para a cabine e outro era um funcionário do aeroporto, que veio autorizar nossa viajem.

Quando ele pediu nossos documentos, eu olhei assustada para a Srta. Tramell. Ela tirou da bolsa, seu passaporte e além dele, ela tinha uma declaração assinada pelo meu pai, que afirmava que ela era minha responsável legal atual. Depois de conferir a autenticidade do documento, ela entregou a ele uma carta. O homem a abriu e depois de ler o que estava escrito no papel, ele assentiu com a cabeça para a Srta. Tramell e entregou a ela um outro papel, que eu não sabia o que era ou para que servia. Depois disso, saiu nos desejando uma boa viagem. Nos acomodamos nas poltronas, sentadas uma ao lado da outra. As portas do avião se fecharam e a decolagem se iniciou. A viagem durou pouco mais de sete horas. Não dissemos nada uma para a outra, a não ser o necessário. Chegando em Londres, outro funcionário do aeroporto, entrou no avião fazendo o mesmo processo de fiscalização de documentos e a Srta. Tramell deu a ele o mesmo papel que o outro homem na Filadélfia havia entregue a ela.

- Tem roupas para você, no quarto no fim da aeronave. Elas serão mais apropriadas para a temperatura lá fora. Vá se trocar, eu vou lhe aguardar aqui mesmo, Srta. Clark. - Disse apontando para um corredor pequeno e estreito.

Eu fiz o que ela mandou. Entrei no quarto, onde haviam roupas para mim dentro de sacolas obre a cama. Elas eram exatamente do meu tamanho. Enquanto me trocava, comecei a me perguntar, a quanto tempo meu pai sabia que eu iria embora. Ele já devia saber a um bom tempo. Ou, pelo menos o suficiente para o Sr. Hunt, se preparar. Ele já tinha contratado uma governanta para cuidar de mim, preparado minha vinda para Londres, minha saída da Filadélfia e até mesmo roupas. Estava calçando um par de botas, que também eram da minha numeração, quando a Srta. Tramell bateu na porta, me perguntando se eu precisava de ajuda. Eu abri a porta e sai totalmente vestida com minhas novas roupas, que a propósito eram lindas, dizendo que já estava pronta. Lá fora, um carro nos esperava. Diogo, o chofer que viajou conosco, estava a nossa espera. Entramos no carro e saímos do aeroporto internacional de Londres.

- Para onde vamos agora, Srta. Tramell? - Eu perguntei olhando pela janela do carro, admirando a cidade incrível, que agora seria minha casa.

- Para o apartamento do Sr. Hunt. Fica na melhor localização da cidade e tem uma vista linda, para o Big Ben e para a London Eye, é aquela famosa roda gigante aqui de Londres. - Explicou ela sorrindo.

- Você já esteve lá? - Perguntei.

- Uma vez. Eu a irmã do Sr. Hunt, somos muito amigas. Estivemos aqui de passagem, durante umas férias na Europa.

- A quanto tempo o Sr. Hunt estava se preparando para me buscar? - Perguntei olhando para ela, com expressão séria, esperando que me respondesse.

- Eu não sei ao certo, Srta. Clark. Ele me contratou a três dias. É possível que ele soubesse a mais algum tempo, mas não posso afirmar.

E nem precisava. Só isso já era o suficiente para eu saber, que meu pai já tinha isso em mente a pelo menos três dias. O resto do caminho aconteceu em silêncio. Realmente o apartamento era incrível. Gigantesco. Meu quarto era lindo. Enquanto eu olhava tudo, a Srta. Tramell ligou para um restaurante e pediu nosso jantar. Diogo não moraria com a gente. Ela disse que o Sr. Hunt não queria nenhum homem na mesma casa que eu. Isso também, incluía a escola. Eu iria estudar em um convento, onde há somente mulheres e meninas.

Eu a questionei sem entender muito do porquê de tudo isso e ela me explicou que o Sr. Hunt, estava me guardando somente para ele, até que eu crescesse. Também disse que talvez futuramente, eu poderia ser sua esposa, algum dia. Fiquei um pouco assustada. Mas pensando bem, ser criada para servir a alguém que talvez um dia seria meu marido, era melhor do que ser a "putinha" dele.

No dia seguinte, saímos para fazer compras. Fomos ao shopping e compramos roupas e sapatos novos para mim nas melhores lojas, sem nem mesmo se importar com o quanto custavam. A Srta. Tramell, me informou que eram ordens do Sr. Hunt. Depois fomos ao supermercado. Ela tinha uma lista em mãos, de alimentos restritos que eu devia comer, para me manter sempre saudável. Também eram ordens do Sr. Hunt.

De volta ao apartamento, enquanto a Srta. Tramell preparava nosso jantar, eu fui até meu quarto para tomar um banho. Chegando lá, em cima da minha cama havia duas caixas grandes de brancas, enroladas com fita de cetim e com um laço perfeito. Na primeira caixa havia três pares do uniforme da nova escola, que a propósito eram bem conservadores, afinal, é uma escola católica. Na segunda caixa, havia uma Macbook e um ipad de última geração. Na mesma, também havia um cartão, assinado pelo próprio Sr. Hunt.

Para facilitar seus estudos.

Boas aulas, pequena Lorin.

- Sr. Hunt.

Depois do jantar, pedi a Srta. Tramell que agradecesse ao Sr. Hunt pelos presentes e por tudo o que estava fazendo por mim. Ela me garantiu que faria. Semanas se passaram e eu estava gostando da minha nova vida. Às vezes eu chorava de saudades do meu pai e de angustia por não saber se ele estava bem, mas logo isso passava. A nova escola, era totalmente diferente do que eu era acostumada. Conquistei novas amigas, as quais podia me encontrar aos sábados à tarde, desde que fosse sob a supervisão da Srta. Tramell e por algumas vezes, dependendo do lugar onde eu iria, o Diogo também estava sempre me vigiando. Além de chofer, ele era meu segurança. Observei por algumas vezes por baixo do paletó, uma arma pendurada ao coldre que ele usava. Não entendia porque tanta proteção, mas eu devia ser fielmente obediente e não questionar tudo ou então, seria severamente castigada. Isso é uma coisa que a Srta. Tramell, fazia questão de me lembrar todos os dias.

Eu tinha apenas uma obrigação. Estudar! O Sr. Hunt, diz que o mínimo que eu deveria fazer, era ter as melhores notas da escola. Assim eu fazia, em todas as provas. Já haviam se passado quase nove meses, minhas amigas começaram a dar seus primeiros beijos e ter seus primeiros encontros no cinema. Eu simplesmente não podia, pelo fato de pertencer ao Sr. Hunt. Era algo que ele deixava bem claro.

Logo algumas delas começaram a namorar, mesmo tendo apenas quatorze anos de idade. Eu comecei a passar mais fins de semanas em casa. Para me manter mais ocupada, o Sr. Hunt decidiu que já era hora de aprender a falar outra língua. Então, comecei a aprender francês. Eu tinha aulas todos os sábados, por seis longas horas seguidas com uma professora particular em casa. Era meio cansativo, mas eu gostava.

O dia dezenove de novembro, chegou e mais uma vez era o meu aniversário. Eu nunca ganhei presentes de aniversário antes, nem mesmo da minha mãe, mas esse ano seria diferente. Eu e a Srta. Tramell nos dávamos muitíssimo bem, ela era como uma mãe para mim, mesmo sabendo que ela faz tudo por ordens do Sr. Hunt. Mas mesmo assim, ela demonstra carinho. Isso me faz sentir querida, por alguém. Ainda tenho minhas dúvidas se o Sr. Hunt me faz sentir assim também.

Quando cheguei em casa, depois do Diogo me buscar na escola, como faz todos os dias, a Srta. Tramell me esperava sorridente na sala. Ela tinha feito meu prato favorito para o almoço. Fettuccine Alfredo. Depois de comermos, ela me entregou uma pequena sacola preta, amarrada com uma fita de cetim vermelha. Dentro, havia uma caixinha de couro preta, com uma corrente de ourou e um pingente em forma de coração.

Era lindo e delicado. Esse foi o presente da Srta. Tramell, para mim. Ela me entregou uma caixa media de veludo azul turquesa. Dentro, havia um envelope que continha duas passagens na primeira classe para Paris. Eu e a Srta. Tramell, ficaríamos por doze dias lá. No fundo da caixa, uma flanela azul, em um tom mais claro do que o do veluda da caixa, cobria algo. Puxando, pude ver uma pulseira de diamantes e ouro rose, apoiada em um molde e um cartão ao canto. Esse era o presente do Sr. Hunt.

Feliz Aniversário, pequena Lorin!

Espero que aproveite Paris, nos

limites que serão impostos a você.

- Sr. Hunt.

Aquilo me deixou muito feliz. Era errado, dizer que no fundo eu sabia que tinha um sentimento pelo o Sr. Hunt? Quer dizer, eu tenho um sentimento por ele, é claro. Respeito e gratidão. Mas esse cartão fez meu coração acelerar por alguns segundos. "Fala sério Lorin, você é uma menina de quatorze anos. Abaixa a bola. São só talvez... hormônios." , repreendi a mim mesma em pensamento. A viagem a Paris foi inesquecível. Tiramos muitas fotos, comemos diversas comidas locais e visitamos todos os lugares possíveis. Inclusive tivemos um jantar no Restaurante 58, na torre Eiffel. Cortesia do Sr. Hunt.

Chegamos de Paris, a doze dias para o Natal. Pela primeira vez na vida, eu teria uma ceia de Natal. Estava muito feliz. Em exceção, o Diogo poderia cear conosco. Algo que o Sr. Hunt, nunca permitiu antes. Ceamos e trocamos presentes, que guardamos por três dias nos pés da árvore de Natal. Foi tudo maravilhoso.

O ano novo chegou e da varanda do apartamento, assistimos a queima de fogos, no lago do Apogeu do Império Britânico. É incrivelmente lindo. Nesse momento, me peguei pensando no meu pai. "Onde ele estaria ou o que está fazendo?" , me perguntei. Ele nunca ficava em casa comigo, em datas assim. Sempre chegava tarde e bêbado de mais. Quando não me acordava passando as mãos estranhamente pelas minhas pernas e com beijos em meu pescoço, ele fazia isso me batendo. Mas logo fui tirada dos meus pensamentos tristes, quando meu presente de Natal do Sr. Hunt, vibrou no meu bolso de trás da calça. Era uma mensagem do mesmo.

Feliz Ano Novo!

- Sr. Hunt.

00:12 a.m.

Foi a primeira vez em que ele falou comigo, sem ser através da Srta. Tramell desde o dia em que entrei naquele carro, na porta da minha antiga casa na Filadélfia. Com exceções dos cartões, é claro.

Obrigada, Sr. Hunt.

Feliz Ano Novo.

- L. Clark.

00:13 a.m.

Foi apenas isso que respondi. Com o celular na mão, eu e a Srta. Tramell ficamos ali por mais algum tempo antes de irmos dormir.

O tempo foi passando mais rápido. Eu e a Srta. Tramell fomos ficando mais íntimas, com o passar dos meses e mais amigas. Ela já me chamava de Lorin e eu a chamava de Jess. Porém, quando ela ia se referir de mim para o Sr. Hunt, me tratava por Srta. Clark. Mais um ano, tinha se passado. Cada vez menos, me lembrava do meu pai.

Cada vez mais, era feliz sem culpa por aqui. O Sr. Hunt, me manda presentes caros e bonitos, em cada data especial. Ele fez questão, que eu aprendesse mais uma nova língua. Espanhol. Por consequência disso, ganhei mais uma viagem com a Jess. Desta vez, fomos para Espanha, por quinze dias. Foi uma viagem incrível!

Agora, eu tenho quinze anos e estou começando a sentir vontade, de ter o que minhas amigas da escola, tem. Um romance! Aí, se o Sr. Hunt, ao menos sonha com isso... Ele me castigaria sem pensar duas vezes. Seja lá qual for seu castigo, já que nunca recebi nenhum. Mas um ano se iniciou e a escola começou a nos preparar, para nos candidatar as Universidades. Eu me perguntei, se vou poder fazer isso. Será que o Sr. Hunt deixaria?

Finalmente dezesseis anos. Minhas amigas todas, tiveram grandes bailes. Com direito a vestidos fabulosos. Seus familiares, amigos e namorados, estavam presentes. Nenhuma delas entende, porque eu ainda não tenho um namorado, já que dizem, que eu sou bonita. Eu não posso, dizer a verdade. O Sr. Hunt, havia perguntado a dois dias atrás para a Jess, o que eu gostaria em uma data especial, como os dezesseis anos.

Um baile, não seria uma opção. Eu não tenho família. Tenho apenas poucas amigas da escola, a Jess e o Diogo. Que graça isso teria? Então, a Jess deu a sugestão de irmos para a Disney, em Orlando. Acho que ela, se divertiu muito mais do que eu. Ela dizia o tempo todo, que estava recordando seus dezesseis anos. Foi maravilhoso! A melhor viagem.

Com o passar de semanas, fiquei cada vez mais curiosa e pensativa de como seria minha vida, com o Sr. Hunt. Esse pensamento, veio depois que uma das minhas amigas, havia me contado em detalhes, que tinha transado pela primeira vez. Como seria, quando eu voltasse para EUA? Então, perguntei de uma vez para Jess.

- Bom... o Sr. Hunt é o que chamam de Dominador. Ele tem sempre uma mulher que fica a sua disposição vinte e quatro horas, sete dias por semana. Ele tem uma espécie de "contrato" com elas. - Ela disse de forma bem natural. Como se já fosse acostumada com isso.

- Elas? Ele sempre tem mais de uma? - Perguntei espantada, erguendo minhas sobrancelhas.

- Particularmente, Lorin. Eu nunca o vi se dedicar a uma mulher, apenas. Eu o conheço, desde os seus dezesseis anos de idade e ele sempre foi assim. Acho que, até onde eu sei. Você é a primeira, por quem ele faz tudo isso.

- Então quer dizer, que estou sendo criada para um homem, o qual terei que dividir com outras mulheres?

- Outras submissas. - Ela respondeu me corrigindo.

A Jess me explicou em detalhes, como funcionava esse relacionamento. Se é, que pode ser chamado assim. Depois que fomos para a cama, não conseguia dormir, estava intrigada com tudo o que ela havia me contado. Em breve, eu faria parte desse mundo. Me sentei na cama e fui procurar na internet, ao que mais me chamou a atenção. Pesquisei por: BDSM. Fui direto as imagens. Fiquei simplesmente chocada com tudo o que vi e li. Algumas coisas, me assustaram, outras, fizeram com que meu corpo ficasse estranhamente quente.

Senti um formigamento, entre meio as minhas pernas. Algo que nunca havia sentido antes. Em meio as imagens, haviam gifs. Aquelas cenas curtas, que se repetiam milhões de vezes seguidas, fizeram com que algo se comprimisse no pé da minha barriga. Meu coração foi disparando aos poucos no peito, eu estava sentindo minhas mãos frias e a boca seca.

Enquanto lia um conto erótico, de um site que falava sobre Dominação e submissão, de repente meu e-mail fez sinal de alerta na tela. Uma nova mensagem. Antes de abrir, olhei as horas e já eram quase uma da manhã. Eu havia me deitado as nove horas da noite. Abri o e-mail e para minha surpresa, era uma mensagem do Sr. Hunt.

"Não pesquise demais. Deixe, que eu irei te mostrar como tudo acontece.

- Seu Mestre, Sr. Hunt."

Meu Deus. Eu sabia que o Sr. Hunt vigiava meus passos, mas não esperava ele hackear meus aparelhos eletrônicos. Horrorizada por estar me sentindo ainda mais quente e molhado entre meio as pernas depois de ler o e-mail, decidi que era melhor ir dormir. Fechei o Macbook, o colocando de lado no chão e tentei me acalmar o máximo possível, até cair no sono.

Mas noites como aquelas vieram. Sem nem mesmo eu precisar abrir a tela do computador, novamente. Bastava lembrar do e-mail e das imagens, que eu ficava daquele jeito de novo. Mas essa noite foi diferente. Eu estava dormindo e sonhei com o sorriso mais perfeito que já vi. Do homem que me tirou, de uma vida de escuridão.

Era como se eu estivesse o vendo agora. Com os olhos azuis incríveis, se destacando aos cabelos negros. Eu pude sentir aquele beijo quente em minha testa, como se fosse nesse exato momento. Acordei molhada de suor e entre meio as minhas pernas, escorriam toda minha excitação. Me olhando no espelho do banheiro, eu vi o quanto estava vermelha.

Acho que se a Jess entrasse aqui agora, iria pensar que estou com febre. Quando na verdade, tudo o que estou sentindo, é tesão. Com certeza! Deus, o que está havendo comigo? Tem sido difícil, desde aquela noite, a quatro meses atrás, ter noites de sono inteiras. As quais, eu não acordo assim. Nunca senti esse ponto na minha vagina, latejar com tanto ardor e pressão. O que eu faço para isso acabar?

Eu juro por Deus, que tem sido difícil até de vestir uma calcinha mais apertada. Tenho sentido ondas de calor, a qualquer hora do dia. Tem feito bastante frio, aqui em Londres e mesmo assim meus cabelos estão constantemente presos. Quando minhas amigas começam a contar suas aventuras de amor e sexo, eu fico tensa. Tento não prestar a atenção. Nove meses depois daquela maldita noite e as coisas só pioram.

Eu tento me tocar, fazendo uma massagem com uma certa pressão no meu clitóris. Mas, mesmo depois de ter um prazer, de contorcer os dedos dos pés, parece que algo está errado. Me parece faltar alguma coisa. Meu corpo chega a queimar, por mais fria que água do chuveiro esteja. Quando penso, no que me falta, só vem em minha mente aqueles olhos azuis. Malditos olhos azuis. Eu odeio essa cor, é oficial!

A Jess precisava ir até o mercado e me pediu que fosse com ela. O que na verdade são ordens do Sr. Hunt, que ela nunca me deixe sozinha. Eu me sentia irritada, por causa da falta de noites bem dormidas. Então, eu disse que estava indisposta e que só dessa vez, eu queria ficar em casa. Que por mim, ela poderia me trancar e levar as chaves, já que só ela as tinha. Depois de tanto pedir e implorar, ela concordou.

Eu estava sentada no sofá, de frente para a lareira, imaginando o que querer no meu aniversário que se aproximava. Quando vagarosamente, passou pela minha cabeça a frase: "Foder com força". Uma coisinha, que escutei de uma das minhas amigas, a alguns dias. Nesse momento, só pensava no Sr. Hunt. Eu realmente estou sendo criada para ele. Era só nele que eu conseguia pensar. Até meu corpo, já sabia disso. Estou sendo criada para o Mestre. "Mestre", foi assim que ele auto se denominou naquele e-mail. Eu farei dezessete anos em alguns dias. Será que se eu pedisse isso a ele de presente... Ele me daria ou me castigaria?

Comentários

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27/04/2019 20:10:11
Demais
21/08/2018 11:10:53
Eu preciso tanto de mais capítulos, está perfeito, to amando
25/04/2018 01:17:00
Excelente continue
24/04/2018 13:53:56
Perfeitooooooo!!! Continuaaaaaaaa!!!