Casa dos Contos Eróticos

Primeira sessão com meu dono

Autor: slavepoa
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 02/05/2010 20:36:12
Nota 10.00
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Em uma manhã da semana passada eu entrei num chat de Fetiches de um site aqui do Sul; em Porto Alegre mais especificamente; estava sem muita expectativa quando começo a teclar com um Dominador que aceita escravos – em linhas gerais tem 35 anos, 1,80, 78 kg, olhos castanhos, moreno claro, funcionário público; eu tenho 37 anos, 1,72, 71kg, o/c castanhos, pouco pelos , cem por cento passivo, duzentos por cento submisso e nenhuma afetação; quando lhe informei meu msn ele informou que já o teria recebido como indicação de outra pessoa. Conversamos no msn e no tempo que ele achasse conveniente determinaria onde eu deveria ir, tendo como regra geral cu limpissimo, boa apresentação, não abriria a boca a menos que indagado – deixando claro que eu estaria ali para servi-lo, que minha função assim como a de qualquer puto passivo é ser o seu depósito de mijo e porra; e ainda, que ele desceria até a portaria e subiriamos juntos pela escada – eu na frente; ele abriria a porta da sala, eu me encaminharia até o quarto; retiraria toda minha roupa, ficaria de quatro com o cu virado pra porta.

Alguns dias depois, mais especificamente diapróximo ao horário que eu havia lhe informado que estaria livre, recebi o seguinte torpedo: “ Quando estiver liberado limpa o rabo e me avisa! “

Um misto de apreensão tomou conta de mim, uma divisão clara entre o medo e o desejo; a intuição mandando tentar, a razão argumentando – a intuição levou a melhor dessa vez. Assim que o cu estava limpo e eu em condições apresentáveis respondi que estava pronto; e em seguida veio a mensagem “Vem! e no restante o endereço”.

Não tive dúvidas, peguei um táxi e 9 minutos depois me anunciei na portaria para minha primeira sessão com o Mestre que em seguida e desceu; eu sempre de olhos baixos, tentando vislumbrar o vulto mas ciente de que não poderia olhá-lo; ele silenciosamente abre o portão, eu vejo as escadas e subo até o andar por ele indicado. Aguardo-o abrir a porta, sempre de olhos baixos, entro, sigo a indicação pro quarto e tiro toda a roupa: tênis, jaqueta, camiseta, cueca, calça, meias e relógio e coloco-me de quatro com a bunda virada pra porta e aguardo o momento de sua avaliação que aconteceu em seguida.

Ele abriu ainda mais minhas pernas, avaliou o que bem entendeu do meu corpo, senti seu dedo e de repente sua língua entrando no meu cu; e soube que a partir daquele momento meu destino estaria selado: a partir do seu toque eu soube que eu não mais me pertenço.

Como descrever a melhor sessão que já tive em pouco mais de dez anos que pratico BDSM ?? A corrente que sigo do BDSM não dissocia sexo da doutrina, e naquele momento soube que meu atual Mestre, Dono e Senhor sabia exatamente do que preciso e do que sou. Naquele momento tive certeza que tudo o que haviamos teclado eram e são fatos: ele não é um leitador de teclados; tampouco michê que aceita grana ou presentes de escravos por ser humilhante demais tirar dinheiro de puto; soube que como uma cadela ele espera de mim fidelidade e obediência total, que quando atingisse meu limite eu pronunciaria uma palavra determinada que ele pararia, mas também encerraria a sessão.

Ele então tirou suas roupas exceto as meias brancas, deitou-se na cama e mandou que eu adorasse os seus pés – tamanho 41 – então tirei suas meias com as mãos e senti seu cheiro nas meias, em seguida ele mandou que eu lambesse os pés; onde lambi cada dedo, demoradamente, pausadamente, tentando não arranhar com os dentes; minha língua passeou muito pela extensão dos seus pés, por cada milimetro de cada um daqueles pés, não aguentei e com as mãos acarinhei suas pernas. Não posso deixar que nunca vi um pé tão perfeitamente bem cuidado, limpo, a idéia de sua virilidade começa pelos pés – foi a impressão que ficou marcada a ferro e fogo em minha mente.

Quando ele mandou lamber e chupar seu pau, quando mandou cair de boca cem cima daquele musculo grosso, grande, duro o tempo todo, fui ao delírio. Não hesiando eu caí de boca literalmente e me surpreendi pela voracidade com que ele gosta de ser mamado, quando decidia foder minha boca ele o fazia de uma tal maneira que era quase como se eu tivesse que reaprender a chupar um pau; o pau dele parece ter vida própria – ele enfiava até o talo, fazendo com que eu perdesse as contas de quantas vezes engasguei nesse pau; algumas vezes essa voracidade com que ele entrava fazia com que eu roçasse os dentes ; o que desagradou o Dom, razão pela qual levei alguns tapas na cara – eu tenho que prestar atenção , afinal não tenho o direito de me perder no tesão, o prazer do dono é que me interessa, o meu prazer é apenas uma extensão do dele. Também em determinado momento o interfone tocou e o Dom precisou descer, ele vestiu uma roupa e me deixou ali, só no seu apartamento.

Mantive-me imóvel, com um certo receio de que fosse mais alguém pra que eu servisse, bateu uma insegurança, um certo receio até – mas prevaleceu a certeza de que teria que aguardar pois o mnimo que o Dom esperaria de mim seria a reciprocidade da confiança que ele depositou em mim quando me mandou subir. E ali permaneci, ajoelhado, aos pés da cama, cabeça no colchão aguardo infindáveis segundos ou minutos que pareciam séculos. Ele retorna; faz algumas coisas na sala e retorna pro quarto, onde a sessão mamada continuaria.

E engasgos seguidos, e pau entrando, e eu abrindo a boca, e babando, e engasgando – quando em um determinado momento pra minha vergonha eu vomitei no pau dele – justo eu que nunca vomito, que tenho dificuldade pra vomitar – vomitei no seu pau; menos mal que foi só água, mas naquele momento eu senti tanta vergonha, que queria me esconder embaixo da cama. Porém ele riu da situação, com um poder que só quem tem verdadeira vocação pra mandar; me acalmei imediatamente e retomei meu dever: agradar seu pau.; e também foi quando em seguida começou a sessão detapas, fortes, marcando minha bunda de vermelho, seguido por chineladas que alternavam com sua mão.

Também toquei em cada pedaço do seu corpo, a virilidade exala em cada um dos seus poros; em dois momentos quando estava suando pra lhe agradar – não é simples engolir um pau grosso que pulsa a todo momento na boca; ele percebendo meu calor cuspiu na minha cara pra que eu me refrescasse.

E a cada mamada, ele que prestava atenção a um jogo na tv fumando, sinalizava o caminho alternando minha cabeça, as vezes entrando com tudo na minha boca, as vezes acarinhando meus cabelos – e é fato eu perdi as contas de quantas vezes quase tornei a vomitar em seu pau. E também quando ele levantava e alternava as chineladas na minha bunda; chineladas fortes, que tornaram o vermelho a cor de minha bunda.

Também em um determinado momento o telefone tocou, ele atendeu e quando estava finalizando a ligação me pôs a mamar seu cacete de novo.

Quando ele quis, ele me comeu – não tenho por hábito dar sem camisinha, raras vezes fiz isso na vida, sem nenhum moralismo e até o presente momento a única doença venérea que tive foi chato e não peguei via sexual e sim num surto de chato em São Paulo, no hotel – anos atrás. Quando eu senti ele enfiar os dedos no meu cu, senti que o estava preparando pra seu cacete, ele conseguiu enfiar quatro dedos, eu não sou largo ainda - sei que em breve esse fato mudará em minha vida inclusive. Enfim, quando ele enfiou o cacete, dizendo que não gozaria dentro vieram várias campanhas na minha cabeça; várias informações, milhares de pensamentos e ao mesmo tempo uma sensação tão diferente de tudo o que já senti – que me senti incapacitado de pedir pela camisinha;talvez pela certeza de que não faria ou fará qualquer mal pra mim – e pela convicção de que ele sabe o que é melhor pra mim eu apenas senti aquele pau entrar, rasgar, detonar meu cu – uma sensação de primeira vez tomou conta de mim; o que não deixa de ser um fato pois foi a primeira vez que dei o cu sem camisinha pra quem estava conhecendo naquele momento. Nunca senti tanto prazer pelo cu; em alguns momentos eu quase gozei sem me tocar; eu que nunca tive, não tenho e não quero ter controle do meu gozo, eu que raramente me masturbo, eu que gosto de gozar sem me tocar – quando verbalizei que estava quase gozando ouvi que não tinha permissão pra gozar.

E ao ouvir que eu não poderia gozar tive um cagaço – nenhuma outra palavra define tão bem o que senti, como fazer pra não gozar?? E se gozasse seria punido de alguma forma e estaria decepcionando-o. Não sei como consegui não gozar em vários momentos, a cada estocada mais fundo e tals. E eu pensava que bela surpresa a vida me deu, servindo um Mestre que sabe foder como poucos, que sabe extrair de um puto a sua submissão pelo olhar, ele consegue uma entrega que poucos tem o poder de conseguir.

Entremeando a foda, em um momento, o Mestre pegou um consolo de 21 cms e enfiou inteiro no meu cu, em um momento, urrei; o Mestre não teve pena – enfiou inteiro, depois de um tempo quando meteu o seu pau, quando senti seu pau pulsando no meu cu, fui ao paraíso.

Em nenhum momento, o Mestre deixou de bater na minha bunda, que ficou muito vermelha, muito quente, e assim aquecia seu pau.

Em outro momento, o Mestre levantou e falou que eu deveria descansar um pouco – limpando o banheiro, e lá fui eu limpar da melhor maneira que podia o banheiro, ele mandou que eu vestisse tênis e camiseta pra que não me resfriasse, em vários momentos ele me cubriu na cama pra que eu não sentisse frio. Lavei sua louça ,limpei os panos, guardei tudo e alguns momentos depois o Mestre manda com que eu me deite.

Surpreendeu-me que eu nunca sabia o que esperar – se um carinho, um cacete engasgando na minha garganta, um tapão ou as mordidas quem me levaram às lágrimas e deixaram hematomas – hoje 3 dias depois dessa sessão ainda tenho hematomas de suas mordidas nas costas, onde sua barba cerrada alternava mordidas com carinho – explorando cada centímetro das minhas costas, surpreendendo-me em como o Mestre sabe tocar um puto.

Ainda antes de limpar o banheiro, eu me ajoelhei e ele mijou – e mijou muito na minha boca, eu já de camiseta sabia que não poderia deixar cair nenhuma gota, quando ele sinalizou que eu deveria me ajoelhar e abrir a boca, instintivamente soube que não poderia deixar cair uma única gota – pois puto é depósito de mijo e porra – e ambos os líquidos do mestre não devem e nem podem ser desperdiçados.

Em alguns momentos quase não consegui engolir pelo fluxo da vazão que vinha do seu mijo, mas como foi bom conseguir me superar e engolir todo o liquido que ele bebeu durante o dia - e a cada vez que ele bebia algo, ele me oferecia – sinalizando que se importa com o bem estar do escravo para extrair o seu melhor; e eu recusei porque simbolicamente eu quis matar minha sede nos seus líquidos; sei que suas sobras são mais do que suficientes pra mim.

Depois de 4 horas de foda continua, onde seu pau só amoleceu quando ele mandou eu fazer massagem no seu corpo, e assim procedi -cada pedaço do seu corpo foi tocado com muito respetio, carinho e devoção - para que ele relaxasse. Depois de muita ação, noite já feita – ele levantou e depois de pouquissimo tempo despejou em minha cara toda sua porra, pouco macho goza como ele, a quantidade de porra dele foi algo; como foi a primeira vez que eu o servi ele marcou sua porra no meu corpo todo, e seu soube instintivamente que numa próxima vez essa porra toda virá direto na minha garganta, que essa foi a forma dele me mostrar o quanto macho ele é, quanta porra ele produz – pra me preparar porque a quantidade é grande e de alguma forma vou ter que engolir.

Como me arrependo de não ter pego a porra dele com os dedos e enfiado em minha boca como forma de mostrar toda minha gratidão por esse encontro; pensava quando então ele me mandou tomar banho, vestir e ir embora - e assim o fiz.

Hoje sei que enquanto ele achar conveniente que eu o sirva, eu o farei quando ele determinar, não me cabe questionar nada; tivemos uma conversa hoje via msn onde ele esclareceu minhas dúvidas, onde acredito que ele teve certeza de minha seriedade, e também a minha certeza de que não preciso buscar outro mestre: eu conheci a perfeição com ele – eu sai de lá sem gozar, e só vim a gozar essa madrugada quando sonhei com ele, revivendo o que aconteceu – tive uma ejaculação noturna.

Minhas tarefas imediatas são escrever esse relato real do que houve, comprar um dildo – ele não quer nada que não seja tamanho G ou GG - o mestre quer arrebentar rabos e não fazer cócegas; a partir de amanhã relatórios diários de todas minhas atividades com horários pois pra puto submisso dono é sinônimo de controle; e devo também buscar novos escravos – até 40 anos, não gordos que aceitem ficar marcados; mas tem que ser putos e submissos – pq só passivo basta ele entrar no chat que encontra pelo menos vinte, senão a sala toda. A razão dessa busca é que ele quer gastar seu tempo dominando putos ao invés de procurá-los em chat. É a minha conduta é que determinará se ele será severo ou mais severo comigo.

Finalizando afirmo que sai de lá com a bunda marcada, as costas muito marcadas – dia seguinte eu deveria ir pra piscina, e fui! Ainda hoje tenho as marcas roxas nas costas, em um ponto que minha mão não alcança pra passar a pomada; mas isso não tem a menor importância – o fato é que proporcionei prazer ao dono, entrego quem sou pra que ele decida pra onde devo ir, é fato que Ele sabe o que é melhor pra mim.

Muito obrigado Mestre, pela chance de ser seu puto, escravo, de aprender com o Senhor como dar prazer a um macho e como me superar sempre; espero que esse relato esteja a seu contento; estou a Sua disposição quando e onde determinar – respeitosamente de joelhos fica aqui meu relato e agradecimento por seu interesse e tempo gasto comigo.

Comentários

02/05/2017 09:16:40
continua?
02/05/2017 09:12:13
Um escravo completo, submisso e manso...Faltou um açoite bem dado!
20/04/2012 14:31:48
Adorei!!! Vale um 10!!! Veja meus contos clicando em meu nome (em azul) acima... Ou visite http://www.facebook.com/groups/contoseroticos ou http://www.facebook.com/groups/casaisliberais/ ou http://www.clube-de-casais.blogspot.com.br Abraço
05/07/2010 16:58:44
Não houve continuação? Ficou na primeira sessão? Seu primeiro conto foi bom, deixou o desejo de ler a continuação. Ainda pertences a ele? Dom Ewald - domewald@hotmail.com
08/06/2010 16:02:10
Parabéns, linda a sua submissão!!
09/05/2010 20:15:53
Muito bom. Gostei de seu relato, e espero que escrevas sobre a sessão em que vais apresentar ao teu Dom, um irmão de coleira. Tbm sou do sul, Dominador, gosto de submissa a me servir. Sr Greg. (gregoito@hotmail.com)
04/05/2010 16:40:12
bom conto

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