Submisso: Klaus Mikaelson

Um conto erótico de Sex
Categoria: Gay
Contém 1203 palavras
Data: 28/01/2021 13:00:17

A pior coisa que fiz da minha vida foi fazer essa droga de feitiço como forma de retaliação aos vampiros.

“Você precisa de uma coisa bem grande para poder ancorar o que quer nesse feitiço. - Disse Helio estreitando os olhos a me ver.”

“Eu vou fazer de tudo para ter minha vingança. A familia Mikaelson vai pagar pelo que fez com minha família. E de quebra eu vou ridicularizar Klaus Mikaelson. - Rebatei encarando meu amigo bruxo.”

O feitiço que usaria seria algo muito mais pesado do que minha propria magia, mas eu não vou deixar isso impune, essa guerra imbecil onde todo mundo de Nova Orleans foi jogado na guerra das três linhagem.

“Você esta louco! Sei que vem de uma das linhagem de bruxos mais raras do quartel, mas prender e tortura Klaus, você esta ficando louco. - Helio suspirou, eu sentia o medo em sua voz e a insegurança de esta no meio do cemitério para fazer isso.”

Helio era um rapaz de cabelos negros e longos, seus musculos definidos e tatuagem pelo corpo que era mais do que runas, que ele tatou como forma de encantos de proteção contra qualquer coisa. Helio era um rapaz esguio de 26 anos, de olhos escuros e sorriso malandro, de rosto quadrado e maxilar forte, mãos fortes e traços indígenas, que tinha uma sebo em no quartel.

“Eu preciso disso, Helio. E se não for ajudar, não atrapalhe. - Resmunguei para meu amigo. - Agora saia.”

“Se for fazer isso, quero estar pelo menos perto. - Helio andou mais alguns passos para ficar perto.”

A noite estava fria e chuviscava, o cemitério estava silencioso, a cripa que escolhemos era da familia Martins-Chaves que a tantos anos os meus ancestrais estavam enterrados juntos. Canalizar a força dos ancestrais seria algo que eu já teria feito, mas as quedas das bruxas com a guerra das três linhagens fez as bruxas e minha família morrerem.

Corte meu sangue e misturei em varias outros tipos de ingredientes e tive que gastar um pouco do dinheiro que não tenho, para poder pegar o sangue de Klaus. Eu iria matar ele. Ascendi a vela com o nome do Klaus inteiro nela banhado com meu sangue. O fogo crepitou e de vermelho ele tinha virado verde.

"Ancestrais, me ajudem e me concedam esse poder, poder de enfim matar e vingar todas as bruxas que foram mortas, preciso matar Niklaus Mikaelson. - O fogo aumentava e as vozes começaram a zunir em meus ouvidos.”

Todas as vozes deles estavam gritando no meu ouvido, era gemidos de dor, maldições, ultimas palavras de morte, tudo isso misturado com agonia. A dor de cabeça começou a piora, as vozes gritavam mais ainda.

“Daniel, acorda… Daniel… pare com isso… você…”

Eu não ouvia mais Helio e não ouvia mais nada, a não ser uma voz falando comigo.

“A queda dos originais sera dado por quem mais frágil esta, a chegada do forasteiro perdido trás a vinda de uma ameça a familia, o perdido retorna com sangue nas mãos e entrelaçados será dado o ultimo suspiro.”

Meus olhos ardiam, meus ouvidos estalaram, eu suava, meu sistema nervoso estava entrando em confusão, eu não conseguia me manter em pé. Até que a onda de poder invadiu meu peito, tirando meu ar.

Minha mente estava ficando nublada, e eu estava perdendo todo o controle de meu corpo. Até conseguir recitar toda as palavras que tinha que falar.

“Sanguinem insertas eneam iuxtaque animae”

Assim que disse a ultima palavra o fogo se apagou, a chuva cessou, as velas que estavam tremulando e se elevando, pararam e eu enfim conseguir ver a pessoa de quem eu mais tinha ódio acorrentado na minha frente.

Pov Klaus.

“Se achas que é tão importante sem mim, Marcel, esta enganado. Eu fiz você, e além do mais, você já poderia ter me matado, mas olha onde estamos… - Minha voz estava esganiçada, a sede de sangue batia em meu corpo e eu sentia o gosto do pote que Marcel trazia para mim de longe. Abri os bracos. - Você ainda não me matou, Marcel, porque precisa de mim, no final mesmo que por um miseravel final, eu venci. Você queria minha cabeça, mas aqui estou, vivo e rindo por ultimo.

Eu tinha sido preso num maldito circulo de magia, aprisionado e detido. Por um golpe que minha linhagem deu a mim e em minha familia, mas eu mesmo ali naquele esgoto debaixo de minha antiga casa, eu estava me divertindo.

“Deixei você viver, Klaus, só para poder saborear o quão fraco se tornou e em como sua vida esta em minhas mãos, uma mordida Klaus, APENAS UMA E EU FAÇO VOCÊ MORRER, PARA SEMPRE. - Marcel sorriu debochado e encarou no fundo dos meus olhos, aquilo ardia em pura raiva e odio. - Não sou mais de sua linhagem e sabe que posso matar você, mas seria um desperdício fazer isso. Aprendi com você que posso tortura uma pessoa por anos, o que seria mais divertido, e outra, eu sou o dono de Nova Orleans, eu posso pegar seu sangue e barganhar com todo o tipo de vampiro.”

“Com toda certeza, para ter uma nova guerra. Marcelus, parece que não aprendeu nada todos esses anos. - Sorri para ele. - Seus esforços sempre vão ser inuteis, porque eu tirei tudo de você e ainda continua aqui. Como um rei perdido em seu reinado. Eu continuo vivo, continuo ganhando, eu mostrei para você...

Marcel pegou a adaga enfeitiçada de osso branco e encarou ela, riu diabolicamente, o que até eu estava gostando, mas colocou em meu coração. A dor que eu senti era grande, agonia, desespero, era como se eu visse meus irmãos sendo morto na minha frente, a dor de perde-los, a dor de não poder fazer. Agora multiplicada em varias e varias vezes, eu olhava Marcel, mas não conseguia o ouvir, não me mexia, apenas como se meu pai me morde-se varias e varias vezes.

Naquele momento eu jurei que mataria Marcelus, por tudo que aquele desgraçado estava fazendo comigo. Minha mente por um momento se fechou, eu não ouvia mais as vozes, emu corpo relaxou e pude me levantar, estava escuro e sabia que estava sendo observado.

“Outro truque de seus miseráveis bruxos Marcelos?”

“A queda dos originais sera dado por quem mais frágil esta, a chegada do forasteiro perdido trás a vinda de uma ameça a familia, o perdido retorna com sangue nas mãos e entrelaçados será dado o ultimo suspiro.”

A voz recitou aquilo em minha cabeça e comecei a ver uma silhueta masculina e mesmo franzina vindo até mim. Seus cabelos eram negros e encaracolados, seu rosto era triangular e e marcado com cicatriz na bochecha, suas roupas eram desleixadas, e seus ohlos estavam fundos, como se não tivesse dormido. Suas mãos estavam cheias de pulseiras de fitas, suas unhas eram pintadas de pretos e seus lábios eram vermelhos como sangue, de pele morena e sobrancelhas delicadas.

“Até que esse lanche é bonitinho. - Disparei para o bruxo que estava a minha frente.”

Ele riu de sarcasmo. Eu sentia o cheiro de magia, o cheiro de mato molhado.

“Vamos ver até aonde vai Nick.”

O bruxo estalou os dedos e meu corpo se dissolveu em nevoa. Não estando mais em matéria fisica.

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Comentários

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Cara achei meio estranho por isso está nesse site kkk.. sou fã da série The originals... Mas gostei é interessante.. like por ser com Niklaus

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