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Virei fêmea por causa das amigas - parte 4

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Um conto erótico de lauraberta
Categoria: Crossdresser
Contém 2372 palavras
Data: 01/08/2026 06:36:28

Nos primeiros dias, o corpo de Duda ainda carregava memórias de Eduardo. Mas elas foram se apagando como tinta diluída em água quente. Laura apresentou os frascos no segundo dia: comprimidos pequenos, cremes de textura sedosa e injeções que Fernando aplicava com mão firme na nádega direita todas as manhãs, logo após o café. “Suplementação”, ela explicava com um sorriso suave, os dedos já passando o creme frio sobre os mamilos ainda pequenos. “Para deixar a pele mais macia. Os seios mais sensíveis. A bunda mais redonda. O resto… o resto a gente deixa a natureza e o desejo fazerem.”

Duda tomava tudo. Sem questionar. Cada manhã, depois da injeção, sentia um calor suave se espalhar pela pele — um formigamento doce que começava na nádega e subia até o peito. Os mamilos começaram a latejar com mais frequência, ficando constantemente úmidos por baixo do sutiã de renda. Um fio fino de umidade escapava sempre que o tecido roçava neles, deixando o tecido um pouco transparente e grudado. A pele do peito ficou mais fina, mais quente ao toque, quase febril quando esfregada contra a renda. O pênis — agora apenas um pinto pequeno, macio e rosado — tornou-se ainda mais sensível e menos capaz de endurecer. A cabeça ficava constantemente úmida, um fio transparente escorrendo sempre que alguém a tocava ou mesmo quando o ar frio do ar-condicionado passava pela calcinha. Parecia cada vez mais uma boquinha fechada, uma fenda delicada escondida entre as coxas, tão pequena e macia que Fernando brincava dizendo que já não era pau de menino, era quase uma bocetinha tímida.

A bunda ganhou volume devagar — não era só a imaginação. As nádegas ficaram mais macias, a pele mais lisa e quente, a temperatura interna mais alta. Quando se sentava, sentia o calor se concentrar ali, entre as coxas, como se o corpo estivesse sempre um pouco excitado, sempre um pouco pronto. Os quadris pareciam alargar um milímetro por dia. A cintura, antes reta, ganhava uma curva suave. A pele inteira ficava mais receptiva: qualquer toque deixava um rastro de calor, qualquer tecido fino deixava marcas rosadas que demoravam a sumir.

Ela não ganhara quarto próprio. A orientação era clara desde o primeiro dia: dormia no meio. Fernando de um lado, Laura do outro. Todas as noites o corpo dela era usado — não com violência, mas com uma possessividade calma e constante, quase carinhosa. Às vezes Fernando entrava primeiro, lento, fundo, o mastro grosso afundando centímetro por centímetro enquanto Laura se ajoelhava atrás e chupava o cu já aberto, a língua quente e úmida limpando e estimulando ao mesmo tempo. Duda ficava de bruços, as pernas abertas, o pinto pequeno latejando mole contra o lençol, os mamilos molhados grudados no sutiã. Fernando empurrava até as bolas baterem, gemendo baixo no ouvido dela: “Assim, cadelinha… abre pra mim.” Laura, do outro lado, chupava com devoção, a saliva escorrendo pela entrada já dilatada, misturando-se ao calor que Fernando deixava dentro. Depois Laura limpava com a língua, chupava o pinto pequeno até ele latejar sem conseguir endurecer — a cabeça úmida e sensível como uma bocetinha — e se posicionava por cima, esfregando a própria umidade quente contra a entrada ainda aberta de Duda. Outras noites era o contrário. O casal se turnava, se beijava por cima dela, falava baixo sobre como a nova cadelinha da casa estava ficando cada dia mais macia, mais quente, mais feminina. Duda sentia o corpo dominado, entregue, e ao mesmo tempo amado. O romance estava ali: no jeito como Fernando beijava a nuca dela depois de gozar, no modo como Laura passava os dedos pelos cabelos curtos e sussurrava “minha menina”.

Duda sentia por eles um amor estranho e profundo. Por Fernando, uma devoção quase animal — o cheiro dele, a força das mãos, a forma como ele a segurava pela cintura enquanto o pau grosso afundava devagar, abrindo caminho. Por Laura, uma gratidão misturada com desejo. A mulher a vestia todas as manhãs, escolhia a calcinha de renda mais fina, o sutiã que deixava os mamilos molhados marcados, a camisola ou o vestido curto. Passava creme nos seios ainda pequenos, massageava os mamilos até eles ficarem duros, úmidos e sensíveis, aplicava óleo quente na bunda para deixar a pele brilhante e a temperatura ainda mais alta. Duda olhava no espelho e cada dia reconhecia menos o menino que fora. A pele estava mais macia, quase aveludada. Os quadris pareciam um pouco mais largos. O pinto pequeno, quando ela tentava tocá-lo sozinha no banheiro, parecia menor, mais delicado, quase decorativo — uma fenda úmida e rosada que já não respondia como antes.

A família aceitou com naturalidade surpreendente. Marina, ao voltar da faculdade no terceiro dia, encontrou Duda de camisola de seda e meia-calça fina na cozinha preparando café. Parou, olhou de cima a baixo — os mamilos molhados marcando o tecido, a curva nova da bunda, o jeito como o pinto pequeno fazia apenas um volume suave sob a renda — e apenas sorriu.

— Então você ficou de verdade. Legal. Mamãe e papai merecem uma cadelinha só deles.

Luana foi um pouco mais demorada. Observou, aproximou-se, cheirou o perfume doce que Laura colocara na nuca de Duda e murmurou, os olhos brilhando:

— Nossa… você realmente parece uma menina agora. A pele está diferente. Cheira diferente. Até o jeito de andar… mais mole, mais… feminino.

E foi embora para a piscina como se nada de extraordinário tivesse acontecido, mas não sem antes passar a mão de leve na bunda de Duda, sentindo o calor e a maciez novos.

No fim da primeira semana, Duda já não pensava em Eduardo. O nome soava estranho, distante, como alguém que ela conhecera numa vida anterior. Ela era Duda. Às vezes Eduarda, quando Laura a chamava com carinho enquanto passava o creme nos mamilos úmidos. O corpo respondia cada vez mais como o de uma fêmea: a umidade constante entre as pernas, o formigamento doce nos mamilos sempre que alguém olhava, a forma como a bunda se movia quando ela andava de salto baixo pela casa — um balanço suave, quente, quase convidativo. O pinto pequeno quase nunca endurecia de verdade; ficava macio, sensível, pingando sempre que era tocado ou mesmo quando o tecido da calcinha o roçava. Parecia mesmo uma bocetinha fechada, uma fenda delicada que só sabia receber. Os seios, ainda pequenos, doíam de um jeito doce quando Laura passava o creme. A pele inteira parecia mais fina, mais receptiva ao toque, mais quente.

A casa era grande, silenciosa durante o dia, cheia de empregados discretos que já tinham recebido a orientação de tratar “a senhorita Duda” com o mesmo respeito devido à família. O dinheiro vinha do ramo de combustíveis — postos, distribuidoras, contratos antigos que Fernando administrava com mão firme. Nada faltava. Roupas íntimas novas chegavam todas as semanas: calcinhas de renda tão finas que a umidade dos mamilos e do pinto pequeno as atravessava, sutiãs com bojo suave que deixavam os bicos molhados marcados, bodies de seda, meias-calças transparentes. Tudo escolhido por Laura. Tudo usado por Duda.

Mas havia um mundo lá fora que ainda a esperava.

Eduarda — agora só Eduarda — tinha deixado a faculdade no silêncio. O curso de administração que Eduardo frequentava ficou para trás. A família biológica, distante e fria, recebeu apenas uma mensagem curta: “Estou bem. Mudando de vida. Não se preocupem.” O antigo emprego de meio período numa loja de eletrônicos foi abandonado sem explicação. Os colegas de sala, os poucos amigos de bar, os parentes distantes… todos ainda a conheciam como Eduardo. E o pensamento de se apresentar de novo, com a pele macia, os mamilos sempre úmidos, o pinto pequeno escondido sob a renda e a voz já mais aguda, gerava um suspense doce e assustador no peito dela. Como olhariam? Como reagiriam ao ver a curva nova dos quadris, o balanço da bunda, o jeito submisso de cruzar as pernas?

Ela dormia todas as noites entre o casal. Acordava com o pau de Fernando já duro contra a coxa, ou com a boca de Laura já entre as pernas, limpando a umidade noturna do pinto pequeno e do cu ainda aberto. O sexo era diário, às vezes mais de uma vez. Fernando gostava de afundar o mastro devagar enquanto Laura chupava o cu ao mesmo tempo, as duas bocas e o pau trabalhando juntos até Duda tremer, dominada, os mamilos molhados escorrendo, o pinto pequeno latejando como uma bocetinha sensível. O romance estava nos beijos depois, no modo como Laura a abraçava e sussurrava “minha menina linda”, no jeito como Fernando beijava a testa dela e dizia “nossa cadelinha”.

E mesmo assim, no fundo do corpo, algo pedia mais. Uma inquietação doce e constante. Uma fome que o casal saciava só em parte.

Foi no décimo dia que Luana chegou com o namorado.

O rapaz se chamava Rafael. Vinte e três anos, estudante de engenharia, cabelo curto, sorriso fácil. Luana o apresentou no jantar como se Duda fosse apenas mais uma prima distante que mora com a família. Rafael cumprimentou com educação, mas os olhos dele demoraram um segundo a mais na forma como a camisola de seda descia sobre os seios pequenos e os mamilos molhados, na curva quente da bunda quando ela se levantou para buscar mais vinho, no volume quase inexistente do pinto pequeno sob a renda.

Mais tarde, depois do jantar, o clima na casa ainda carregava o perfume doce do vinho e o calor suave das luzes baixas. Fernando e Laura conversavam na sala, sentados no sofá grande, as vozes baixas e intimistas, como se o mundo lá fora não existisse. Luana, animada, puxou Rafael pela mão e o levou para conhecer o jardim iluminado, rindo baixo enquanto apontava as árvores e o caminho de pedras.

Duda ficou um momento sozinha no corredor do segundo andar, o vestido curto de seda que Laura escolhera para ela naquela noite escorregando suave sobre a pele. O tecido fino marcava cada curva nova do corpo: os mamilos constantemente úmidos, que deixavam dois pontinhos escuros e brilhantes sob a seda; a bunda macia e quente, que ganhara volume e balanço; e, entre as coxas, o pinto pequeno, quase invisível, apenas um volume suave e delicado sob a calcinha de renda. Ele latejava mole, a cabeça sempre úmida, como se fosse uma bocetinha fechada e sensível, escondida e pronta.

Rafael voltou sozinho. Luana tinha descido para buscar mais vinho. Ele subiu as escadas devagar, os olhos já procurando. Quando a encontrou no corredor, a luz baixa da parede iluminava o brilho da seda e o leve tremor nas pernas dela. Parou. Olhou por longos segundos. O sorriso fácil de antes deu lugar a algo mais escuro, mais faminto.

Sem dizer quase nada, ele a puxou pela cintura para dentro do quarto de hóspedes vazio. A porta fechou com um clique suave.

Ali, de pé contra a parede fria, Rafael a beijou com urgência contida, a boca quente e apertada. As mãos desceram pelo vestido, levantaram a barra de seda e encontraram a calcinha de renda já úmida. O pinto pequeno latejou mole dentro do tecido, a cabeça escorrendo um fio transparente. Rafael riu baixo, surpreso e excitado ao mesmo tempo, os dedos explorando o volume quase inexistente.

— Então é verdade o que a Luana contou… você é a cadelinha dos pais dela. Olha isso… parece até uma bocetinha. Tão pequeno. Tão macio.

Ele a virou de frente para a parede, puxou a calcinha delicadamente para o lado e entrou de uma vez. Duda mordeu o lábio para não gemer alto. O pau dele era mais fino que o de Fernando, mas entrava fácil no caminho já acostumado, quente e úmido. A umidade interna dela o recebeu como uma boca faminta, apertando e puxando. Rafael fodeu rápido, curto, escondido, o corpo colado nas costas dela, uma mão tapando a boca de Duda para ela não fazer barulho. Cada estocada fazia os mamilos molhados roçarem na seda fria da parede, a bunda quente tremer, o pinto pequeno balançar mole e sensível entre as coxas.

Quando gozou, encheu-a profundamente, o calor se espalhando por dentro. Saiu devagar, a porra escorrendo pela coxa interna, quente e pegajosa, manchando a meia-calça fina e o pinto pequeno já molhado.

— Não conta pra ninguém — sussurrou ele, ajeitando a calça, a respiração ainda pesada. — Eu volto.

Duda ficou ali, apoiada na parede, o vestido ainda erguido, a calcinha de lado, a umidade mista escorrendo lenta pela pele quente. O coração batia forte. O corpo inteiro latejava: mamilos molhados e sensíveis, bunda quente e macia, pinto pequeno latejando como uma fenda delicada. Mesmo depois de ter sido usada pelo casal naquela manhã, mesmo depois de ter dormido todas as noites entre Fernando e Laura, ainda queria mais. A fome não diminuía. Só crescia.

Nas noites seguintes, Rafael voltava. Sempre escondido. Sempre rápido. Sempre deixando o cheiro e a umidade dele dentro dela. Às vezes Luana sabia e apenas sorria de longe, os olhos brilhando de cumplicidade. Às vezes Marina aparecia no corredor, via a porta entreaberta e entrava só para observar, a mão dentro da própria calcinha, enquanto o namorado da irmã usava a cadelinha da casa. Duda nunca recusava. Não conseguia. O corpo pedia. Os mamilos doíam de desejo, sempre úmidos sob o sutiã. A bunda latejava, quente e macia. O pinto pequeno pingava constantemente, parecendo cada vez mais uma bocetinha fechada e sensível. A pele inteira parecia mais quente, mais fina, mais feminina a cada dia de hormônios e de uso constante.

E mesmo assim, no silêncio da madrugada, quando Fernando e Laura já dormiam e o corpo dela ainda pulsava entre os dois — o cu ainda aberto e quente, os mamilos molhados grudados no sutiã, o pinto pequeno latejando mole —, Duda pegava o celular escondido sob o travesseiro. Abria a tela. Digitava a primeira pesquisa.

O cursor piscava. A fome batia mais forte.

Ela ainda não sabia o que exatamente estava procurando.

Mas sabia que precisava de mais.

E sabia, com um frio doce na barriga, que em breve teria de se apresentar ao mundo antigo — aos colegas, aos parentes, aos que ainda chamavam Eduardo — com a pele macia, os mamilos sempre úmidos, o pinto pequeno escondido sob a renda e o corpo inteiro gritando, em silêncio, que agora era só Duda.

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