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Domada com Vara - Capítulo 7: Deixada na Mão

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Um conto erótico de Zur
Categoria: Heterossexual
Contém 2059 palavras
Data: 21/07/2026 13:02:00

Já é quinta-feira.

O desgraçado do Damien disse que eu voltaria no dia seguinte implorando por mais rolada.

E eu realmente voltei, mas ele que não apareceu. Nem na terça nem na quarta.

Me produzi toda nos dois dias para acabar na siririca.

Mesmo assim, aqui estou novamente, toda produzida com uma calcinha bem fininha, esperando que dessa vez ele apareça.

Meu coração dispara no instante em que vejo seu carro entrando na garagem.

Imediatamente, já estou atravessando o jardim em direção à sua porta.

Assim que abre, o amaldiçoo.

"Desgraçado, onde você esteve???"

Damien nem sequer parece impressionado com a recepção.

"Não é da sua conta."

A resposta mal termina de sair de sua boca e ele já me pega pelos cabelos, me jogando para dentro.

A porta bate atrás de nós com força.

Mal tenho tempo de me recuperar, e já estou sendo colocada em seu ombro.

Levada em direção ao seu quarto como quem carrega um animal abatido, minha saia e blusinha sendo arrancadas no meio do caminho.

Chegando lá, ele não me coloca em sua cama; ao invés disso me pega pelo tronco e me ergue ainda mais alto, se posicionando entre minhas pernas, apoiando-as sobre seus ombros.

Ergo as mãos e encontro o topo de seu armário para me segurar, o corpo suspenso no ar, exposto e vulnerável.

Ele afasta a calcinha para o lado com a ponta dos dedos, e sua boca ataca minha boceta. Deslizando fácil de tão molhada.

Jonas me chupa às vezes, raramente, mas chupa.

Lambe minha uretra por dois minutos, e depois já vem com o seu pintinho para se acabar em mais dois.

Damien não.

Ele sabe exatamente o que está fazendo.

Sua língua grossa e quente lambe devagar as dobras inchadas.

Cada movimento parece deliberado, como se mapeasse meu prazer ponto por ponto.

O calor úmido se espalha.

A língua achatada deliciosa enquanto pressiona contra meu clitóris inchado.

Circulando devagar.

Depois chicoteando a pontinha sensível com toques rápidos que me fazem contorcer toda acima dele.

Minhas coxas ficam inquietas nos seus ombros largos, mas ele me segura no lugar com mãos fortes nas nádegas, abrindo-me para me devorar.

Meus gemidos criam uma sinfonia de prazer crescente, que toca pelo quarto.

Me entrego cada vez mais.

“Ah… Damien… assim… Ah!”

O prazer sobe como uma onda inevitável, o corpo inteiro tenso, até explodir em um orgasmo devastador, minhas coxas tremendo enquanto grito, meu corpo erguido em êxtase, me dando a sensação de levitar.

Conforme vou voltando à realidade, ainda ofegante e amolecida, Damien desce meu corpo com delicadeza até a altura de sua cintura, me mantendo entrelaçada com minhas pernas o abraçando.

Em seu colo, agora sim ele me leva para sua cama, mas não no colchão.

Me posiciona sentada no chão, encostada na peseira, minha boca na altura da protuberância da sua calça, sempre evidente sob o tecido.

"Abre a boca"

Ele exige enquanto começa a tirar suas roupas, seu cinto já em cima da cama.

Obedeço prontamente, abro bem a boca e coloco a língua para fora, bem submissa, esperando para recebê-lo.

Sua calça e cueca caem juntas em um empurrão, liberando de uma vez o que eu tanto anseio.

Ele me dá um beijo rápido nos lábios. Quando se afasta, vejo sua mão alcançar o cinto que havia deixado sobre a cama.

Antes que eu entenda o que pretende fazer, o couro passa por trás da minha nuca. As duas pontas permanecem uma em cada mão. Começo a ser conduzida como uma égua em sua rédea.

Suas investidas já começam profundas, o pau grosso chegando ao fundo da garganta.

Damien fode a minha boca sem cautela, babo e engasgo com a largura me entalando.

Mas isso só faz eu recuperar o meu fogo.

Coloco a mão dentro da calcinha e começo a me tocar, circulando o clitóris com a ponta dos dedos.

Com meu rosto todo babado, Damien me pega pelos cabelos e coloca todo o seu pau até o fundo.

Sou mantida lá.

Os segundos se arrastam, mas ele não sai.

O ar rareia enquanto engulo sua espessura.

"Quer que eu foda a sua boceta?"

Sem poder falar, apenas balanço a cabeça positivamente, os olhos marejados e suplicantes.

Damien tira o seu pau de uma vez. Um fio de saliva ainda nos liga por um instante antes de se romper.

Minha respiração continua descompassada. Recebo alguns tapas leves no rosto. Primeiro com a mão, depois algumas pauladinhas com seu pau.

"Eu vou foder a sua boceta."

Ansiosa com a promessa, sou colocada de costas sobre a cama.

Minha calcinha desaparece em um único puxão, me deixando só com o sutiã, as taças mantidas abaixadas pelos bicos dos meus peitos expostos e endurecidos.

Ele levanta minhas pernas, me abrindo inteira, evidenciando a boceta molhada e vermelha.

Depois desliza seu eixo sobre meu sexo, lubrificando-se com meu mel.

"Pede pra eu te foder."

Não hesito.

"Vem, enfia essa rola preta em mim. Vem. Me arregaça..."

Ele entra com cautela, sua cabeça grossa me alargando devagar.

Meu Deus, como eu tava com saudade dessa sensação.

Seu pau preenche cada centímetro, minhas paredes sensíveis sendo esticadas ao máximo. Sem conseguir resistir, levo os dedos ao clitóris e o acaricio enquanto ele me fode.

O ritmo cresce lentamente para estocadas longas e mais profundas, preenchendo-me mais e mais.

Vou ficando mais ofegante, os gemidos escapando mais altos, como se cada estocada me roubasse um pedaço do controle.

Damien toma esse controle.

Segura minha cabeça como um apoio e leva o dedão ao meu clitóris, esfregando com pressão circular enquanto me fode mais forte.

Minhas pernas tremem involuntariamente.

A euforia se acumula rápido, como uma fogueira sendo atiçada com gasolina.

"Cacete... isso é tão bom... Eu vou gozar..."

Nesse instante, Damien se desencaixa de mim.

Imediatamente leva os dedos ao meu clitóris e o esfrega de maneira frenética, quatro dedos pressionando e vibrando rápido, tornando impossível de acompanhar.

Caralho!!! O que está acontecendo???

Meu orgasmo vem vazando como esguichos, espalhando o gozo por toda a minha anca, molhando a cama e suas mãos, o corpo convulsionando em ondas incontroláveis.

Damien não me dá muito tempo para respirar.

Ele fica de joelhos, e abraça meu corpo inteiro, agarrando-me por baixo das coxas, as pernas sendo dobradas em seu bíceps.

Novamente içada, ele volta a me penetrar, seus movimentos ainda mais intensos, o pau batendo no colo do útero a cada estocada selvagem

Grito de prazer em mais um orgasmo que sobe novamente em tão pouco tempo.

Ele também goza, com um grunhido grave, enchendo minha bucetinha laceada com sua semente quente.

Deitada na cama de Damien, o corpo ainda lânguido e suado do sexo intenso, sinto o lençol macio grudando levemente na minha pele úmida, o ar do quarto carregado com o cheiro almiscarado de nós dois.

Meu coração ainda pulsa devagar, voltando ao ritmo normal, enquanto o latejar residual entre as pernas me lembra do quão forte ele me possuiu.

Damien acaba de voltar para a cama com uma garrafa de uísque, o líquido âmbar brilha sob a luz fraca do abajur enquanto ele serve os copos.

Dou um gole generoso, o álcool queima a garganta e se espalha pelo peito como um fogo lento, relaxando ainda mais meus músculos fatigados pelo sexo intenso.

Damien apoia a mão na minha coxa nua. Seus dedos quentes e possessivos traçando círculos preguiçosos na pele ainda umedecida pelo meu orgasmo.

Dá um gole na sua bebida, e inicia uma conversa com um tom carinhoso. O assunto, porém, passa longe de ser discreto.

"Como foram os dias sem mim, princesa? Dedou o corno?"

Reviro os olhos e encaro o teto por um instante, incomodada pelo desrespeito ao homem que eu amo.

Mas também não estou em posição de reclamar. Continuo voltando aqui. Continuo me pondo nessa situação.

Solto um pequeno suspiro, viro o rosto na direção dele e começo e começo a contar, a voz baixa e hesitante:

"Sim..."

Um sorriso constrangido surge no canto da minha boca.

"Fiz ele gozar de quatro, com o meu dedinho no cu como você mandou. E, para falar a verdade, nunca vi o Jonas gozando tão forte..."

Damien ri baixinho, uma risada grave e confiante.

"Eu te disse, conheço um frouxo como o seu marido só de sentir o cheiro."

"Para de falar dele assim!", brigo, com expressão mais fechada.

Ele ri de novo e balança a cabeça, tomando mais um gole do uísque, como se nada o abalasse.

Reviro os olhos. Mesmo assim, um sorriso acaba escapando, traidor como sempre.

Giro o copo entre os dedos, ouvindo o gelo bater contra o vidro.

"Pois é... na terça e quarta foi a mesma coisa. Jonas chegou se engraçando para cima de mim quando estávamos vendo televisão. Ele nem tentou me comer, só foi se esgueirando como um pedido para que eu o masturbasse daquele jeito novamente."

Damien vira o rosto para mim, ergue a sobrancelha com um ar mais sério, os olhos escuros me perfurando.

"E você?"

"Na verdade achei bem patético, mas acabei aceitando. O peso na consciência por ficar vindo aqui bateu..."

A mão na minha coxa é removida. Damien parece agora mais irritado.

"Você fez o seu corno gozar na punheta 3 dias seguidos?"

Fico meio confusa com a mudança de comportamento.

"Quatro se você contar a de domingo. Por que?"

Damien não responde.

Apenas toma mais um gole do uísque e deixa o copo sobre a cabeceira. O gesto é calmo, mas alguma coisa mudou.

"Vem."

Ele se senta na cama.

"Eu sei o que esse corno precisa. Nós vamos sair."

Piscando algumas vezes, tento processar o que acabei de ouvir.

Antes que ele consiga se levantar, seguro seu pulso.

Ele olha para minha mão o segurando.

Parece a de uma criança tentando segurar um adulto. Ele poderia se soltar quando quisesse.

"O quê?! Você quer sair em público?!" Questiono, desesperada.

"Sim."

Meu coração acelera, o pânico subindo como bile na garganta.

"Você sabe que eu não posso ser vista em público com você!"

Mas Damien segue impassivo, o rosto inabalável como uma máscara.

"Eu já disse que nós vamos."

O ar sai dos pulmões em um sopro quente.

O sexo com Damien é maravilho, mas os riscos são demais.

Tento acalmá-lo, traçando os dedos pelo seu braço com a outra mão, a voz mais serena.

"Mas… onde você quer ir?"

"Você vai saber quando chegar lá."

Eu não sei o que eu falei para ele ficar assim. O ar no quarto parece até mais pesado.

"Damien… Você sabe que não posso ir, meu amor…"

"Quer saber."

Sua voz é cortante.

"Pegue suas coisas e vá para casa então."

Ele pega novamente seu uísque e vira o copo de uma vez, o líquido desce com um som audível na garganta dele.

Quando termina, volta os olhos para mim.

"Ainda aqui?"

Meu coração aperta por irritá-lo.

"Espera… Não faz assim, Damien..."

Ele apenas me encara em silêncio, os olhos escuros deixando claro que não está disposto a negociar.

Acabo cedendo, como sempre.

"Ok, vai… Só me dá 20 minutos para eu me arrumar. Por favor…"

"Você tem cinco."

Ele afirma, já está se levantando da cama.

"Vou esquentando o carro."

Sem esperar minha resposta, ele começa a se vestir.

Salto da cama também. A ansiedade acaba rapidamente com a moleza que o álcool e o sexo tinham deixado no meu corpo.

Pego minha calcinha no canto do quarto – úmida e amassada –, e saio catando minhas outras roupas pela escada, as vestindo de qualquer jeito enquanto desço as escadas.

Segundos depois já estou em casa, atravessando o corredor quase correndo.

Vou direto para o quarto e troco de roupa o mais rápido que consigo. Escolho uma calça escura e uma blusa solta, algo discreto o bastante para não chamar atenção.

Os óculos escuros vêm logo em seguida.

Por um instante considero pegar um chapéu também, mas desisto. Provavelmente só iria chamar mais atenção.

Faria uma maquiagem se tivesse mais tempo.

Prendo o cabelo em um coque rápido, ignorando alguns fios rebeldes que escapam, e saio de casa apressada.

Quando alcanço o carro de Damien, o motor já está ligado, ronronando impaciente à frente da minha casa.

Como o próprio dono.

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Espero que tenha gostado. Se quiser ler esse e mais contos com gifs e imagens, é só acessar o meu Blog: https://contosdefeminizacao.blogspot.com/

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