Obrigado a todos, somos o 6° conto mais lido do mês
O silêncio no quarto era quase insuportável. O Mauro estava parado na entrada, segurando a porta, com a respiração ainda pesada e o rosto vermelho. Ele não conseguia desviar os olhos da gente.
A Camila saiu da cama, sem se preocupar em se cobrir, e caminhou até ele com aquele gingado de quem sabia exatamente o poder que tinha. Ela parou na frente do grandalhão, que parecia um menino diante dela, e passou as mãos pelo peito largo dele. Ela deu um beijo longo, molhado.
Quando se afastou um pouco, ela manteve as mãos no pescoço dele e perguntou com aquela voz mansa:
— Amor, você ouviu? Você ouviu eu dando para o meu cunhado agora pouco? Era assim que você queria, desse jeito?
O Mauro ficou sem fala por uns segundos, apenas olhando para ela com uma mistura de choque e tesão pura. Ele engoliu seco, com dificuldade, e finalmente conseguiu soltar um som rouco, quase um sussurro:
— Foi... foi melhor do que eu imaginava, Camila. Eu nunca pensei que ia ouvir... que ia ver você assim.
A Vanessa ainda estava sentada na cama, meio pálida, tentando processar que o cara estava ali ouvindo tudo o tempo todo. Eu também não sabia bem como reagir, mas a Camila estava totalmente no comando. Ela voltou a beijar o pescoço do Mauro, sussurrando perto do ouvido dele, sem se importar com a gente ali:
— Viu só? Eu te prometi que ia ser especial. O Rafa não teve pena nenhuma, Mauro. Ele me destruiu lá na cama. Você gostou de ouvir meus gemidos? Gostou de saber que ele tava socando forte enquanto você tava aqui fora?
O Mauro fechou os olhos por um instante, como se estivesse revivendo cada segundo que ouviu atrás da porta.
— Eu quase morri aqui fora... — ele confessou, a mão dele tremendo enquanto tocava o quadril da Camila. — Eu queria ter entrado. Eu queria ter visto cada detalhe.
A Camila deu um sorriso de lado, olhando para trás, para mim e para a Vanessa, e voltou a encarar o namorado:
— Pois agora você já sabe como é. O Rafa é muito melhor do que qualquer cena que a gente via na internet, não é? Agora você vai ficar só olhando ou vai querer participar de verdade?
O Mauro não aguentou. ele se sentiu intimidado, mas o tesão falou mais alto. Ele caminhou até a beira da cama, olhando para mim com uma mistura de inveja e tesão, enquanto a Camila continuava ali, grudadinha nele, fazendo carinho no braço dele.
— Eu não sabia que ia ser tão gostoso assim — o Mauro falou, com a voz falhando, olhando para nós. — Ver vocês dois assim... é um negócio que eu sempre imaginei.
A Vanessa, que tava estática até agora, começou a soltar uma risada nervosa. Ela se ajeitou na cama, puxando o lençol só pra esconder o básico, e olhou pro Mauro como se tivesse avaliando o pau dele.
— Então você tava aí fora esse tempo todo, ouvindo a gente gemer? — ela perguntou, com um sorriso de deboche. — Você gosta de ouvi a gente se pegando, né, seu safado?
O Mauro ficou vermelho na hora, mas não desviou o olhar.
— Gosto... gosto pra caralho — ele admitiu, olhando pra buceta da Vanessa.
A Camila deu um empurrãozinho nele, quase fazendo o ele tropeçar.
— Então para de ser tímido, amor. Ninguem aqui vai te morder. Se você quer participar, entra logo. A Vanessa tá doida pra ver se você aguenta o tranco junto com a gente.
Eu me senti num filme de louco. Eu ali, acabado de comer a mulher dele, e o cara tava na minha frente, quase pedindo permissão. A Vanessa deu um tapinha do meu lado, no colchão, chamando o Mauro.
— Vem, Mauro. Sobe aqui. Se você gosta tanto de ver, vamos ver se você consegue fazer melhor do que o meu marido.
O cara tirou a camisa de uma vez, mostrando aquele corpo enorme de armário. Ele tava tão excitado que a calça dele tava marcada pra caramba. Ele subiu na cama, que rangeu toda com o peso dele, e se posicionou perto da Vanessa. A Camila se jogou no meio da gente, toda animada, como se a noite tivesse acabado de ganhar um fôlego novo. Ali a gente tava pronto pra virar a casa do avesso de vez.
A Vanessa, que até agora tava processando a loucura, se ajeitou na cama, puxou o lençol pra cobrir o peito e soltou uma risada incrédula, olhando pros dois.
— Espera aí, deixa eu ver se entendi — ela falou, gesticulando pro Mauro e pra Camila. — Vocês combinaram essa safadeza toda antes de vir pra cá? Como foi isso? Vocês já tavam planejando me fazer de bibae usar o meu marido pra realizar essa fantasia de vocês, rsrs?
O Mauro, meio sem jeito, coçou a cabeça, enquanto a Camila dava aquele sorrisinho de canto, já esperando a pergunta.
— Não foi bem um plano, Vanessa — o Mauro tentou explicar, com a voz grossa meio embaraçada. — A gente sempre conversou sobre isso, sabe? É algo que a gente queria experimentar, mas nunca teve a chance real. Quando a gente resolveu passar uns dias com vocês, a Camila disse que o Rafa tinha o perfil que a gente queria... e a gente veio na esperança de que rolasse.
A Vanessa virou pro lado e encarou a Camila, que tava se divertindo com o climão.
— E você, Camila? — a Vanessa perguntou, com um brilho desafiador nos olhos. — Você veio pra cá já com o meu marido na mira? Você sabia que o Rafa ia topar assim, tão fácil?
A Camila deu de ombros, sem nem um pingo de vergonha.
— Eu não tinha certeza de nada, maninha. Eu só joguei o verde. O Rafa é um homem com tesão, eu vi isso de longe. E você... bom, eu sabia que você também gostava de uma safadeza, só não sabia que ia ser tão fácil. Eu só preparei o terreno, deixei as coisas acontecerem.
Eu fiquei ali, só ouvindo, ainda tentando entender o tamanho da cilada em que eu tinha me metido. A Vanessa soltou um suspiro, olhou pra mim e depois pro Mauro, que tava babando de ver a gente conversando sobre isso.
— Então vocês dois usaram a gente? — a Vanessa perguntou, rindo de um jeito meio maníaco. — Que coisa mais suja.
— Usamos, mas a gente sabe que vocês adoraram — o Mauro respondeu, perdendo a timidez e olhando fixamente pra Vanessa.
A Vanessa soltou uma risada alta e rouca, jogando a cabeça para trás no travesseiro. Ela olhou para o Mauro com um deboche que eu nunca tinha visto, depois fixou os olhos em mim, aquele brilho de quem tava adorando o caos.
— Peraí, Mauro! — ela disse, ainda rindo. — Você acha que é só você que tem esse fetiche? Você não conhece o Rafa direito. A gente já tá nessa vida faz tempo, meu querido. O Rafa é muito pior que você!
O Mauro ficou confuso, mas a Vanessa não deu trégua, se aproximando dele e apontando para mim com o dedo.
— Você acha que é o único que gosta de ver? O Rafa adora! Ele mesmo já me botou pra dar pra um monte de gente pra ele ficar só olhando e se excitando. Já deixei o meu marido me ver dando para o entregador de lanche, lá na cozinha mesmo.
Eu só fiquei ouvindo, relaxado, vendo ela expor tudo sem nenhuma vergonha. A Camila tava boquiaberta, vidrada na história.
— E não para por aí, não — a Vanessa continuou, gesticulando com as mãos. — Teve uma vez na cachoeira, e ele deixou dois caras estranhos, dois caras que a gente nem conhecia, me comer ali no mato, enquanto ele comia meu cuzinho. Sem falar na vez que ele organizou tudo para eu dar para o melhor amigo dele, um cara que amigo do rafa desde da infancia. E quer saber do ápice? Ele deixou eu dar para o meu professor das antigas, um senhor que ele pagou para ver o que eu era capaz de fazer.
O Mauro ficou branco e depois vermelho, olhando para mim como se nao acreditasse no que ja fizemos.
— É sério isso? — o Mauro perguntou, com a voz embargada de surpresa e tesão.
— É a mais pura verdade — eu respondi, abrindo um sorriso cínico para o grandalhão. — Eu não curto só participar, Mauro. Eu gosto de ver a minha mulher sendo usada pelos outros. Eu gosto de sentir que ela é desejada e que ela tá ali, dando prazer pra quem eu escolho.
A Vanessa me deu uma piscadela e virou pro Mauro.
— Então, viu só? Não somos novatos, não. A gente só tava esperando alguém com coragem para abrir o jogo. Agora que a gente já sabe de tudo, o que você quer fazer? Porque, sinceramente, a noite só tá começando.
A Camila não pensou duas vezes. Ela engatinhou até o Mauro, abaixou a cabeça e começou a chupar ele com vontade, fazendo um barulho molhado que ecoava pelo quarto. O Mauro fechou os olhos, soltando um gemido grave, e apontou pra mim:
— Rafa, come a buceta dela agora. Eu quero ver você enfiando o pau nela enquanto eu sinto ela chupando o meu. Quero ver essa cena agora!
Eu fui pra cima da Camila na hora, puxando o cabelo dela pra trás e começando a lamber a buceta dela sem dó. Ela tava ensopada, soltando gemidos que se misturavam com o barulho da boca dela no pau Mauro.
A Vanessa, vendo aquela cena, não aguentou ficar de fora. Ela se arrastou até o Mauro, ignorando a gente, e parou na frente dele, com os olhos fixos nos lábios dele.
— Ô, sua irmãzinha putinha... — a Vanessa falou, com uma voz cheia de deboche e luxúria, enquanto passava a mão pelo corpo do Mauro. — Tá aproveitando bastante, né? Mas agora, querido, é a minha vez. Eu quero beijar o seu marido, quero sentir o gosto dessa boca.
Ela nem esperou o Mauro responder. Ela puxou o rosto dele pra baixo e começou a dar um beijo daqueles, enfiando a língua, sugando o Mauro com uma fome. A Camila, mesmo com o pau do Mauro na boca, soltou uma risadinha abafada e continuou chupando ele, enquanto eu comia ela com toda a força, deixando o Mauro enlouquecer com a visão da namorada e da vanessa fazendo o serviço completo na gente. A bagunça tava completa.
O Mauro tava fora de si, com as mãos na cabeça da Camila e na da Vanessa, sem saber pra onde olhar. A Vanessa tava pendurada no pescoço dele, dando uns beijos que faziam barulho no quarto todo, enquanto a Camila, com a boca toda suja, não parava de chupar o cara.
— Isso... isso é do caralho! — o Mauro soltou, a voz saindo cortada, desesperado. — Rafa, olha pra isso! Olha as duas fazendo isso comigo!
Eu tava ali, entre as pernas da Camila, comendo ela com vontade, sentindo ela tremer toda cada vez que eu dava uma lambida mais forte. Eu olhei pra cima e vi o Mauro, aquele brutamontes, todo entregue pras duas.
— Você tá gostando, né, seu safado? — eu falei, rindo enquanto dava uma penetrada funda na Camila, que quase soltou o pau do cara de tanto gemer. — Você queria ver, agora aguenta!
A Vanessa separou o beijo por um segundo, olhou pro Mauro com uma cara de deboche total e falou:
— Tá vendo, Mauro? Eu sou putinhaa. O Rafa já me treinou bem, agora a gente faz o que quer. E a sua namoradinha aqui... ela tá doida pra fuder.
A Camila deu uma risadinha, soltou o pau do Mauro e olhou pra Vanessa:
— Ele sabe que eu sou uma safada, Vanessa! Eu sempre quis isso, alguém que me deixasse fazer esse tipo de safadeza. Rafa, não para! Continua me comendo, eu quero ver você me comer enquanto eu vejo o Mauro se acabando na boca da minha irmã!
A coisa virou uma suruba frenética. A Vanessa começou a esfregar os peitos no rosto do Mauro, enquanto ele gemia alto, sem conseguir se segurar. O ar no quarto tava tão pesado que dava pra sentir o cheiro de tesão.
A Vanessa parou de beijar o Mauro, deu um tapa leve no peito dele e soltou uma risada safada.
— Chega de beijinho, eu quero e chupar esse seu pau— ela disse, já descendo o corpo.
Ela se ajoelhou do lado da Camila e as duas ficaram ali, uma de cada lado, olhando para o pau do Mauro que tava duro e balançando. A Camila deu uma piscada pra Vanessa, e as duas atacaram ao mesmo tempo. A Camila pegou a base, a Vanessa pegou a cabeça, e as duas começaram a chupar em sincronia, fazendo aquele barulho de sucção que enchia o quarto todo.
O Mauro fechou os olhos e jogou a cabeça pra trás na cabeceira da cama, soltando uns gemidos longos.
— Ai, caralho... Vanessa! Camila! Vocês duas tão me matando! — o cara gritava, todo entregue.
Eu continuei ali, ainda enfiado na Camila, mas agora eu tava de espectador, vendo o Mauro ser devorado. Eu olhei pra cara dele e falei:
— E aí, tá bom ou quer que elas acelerem?
O Mauro nem conseguia falar direito, só fez um sinal com a mão pra continuarem. A Vanessa olhou pra cima, com a boca toda suja e a língua de fora, e falou entre uma chupada e outra:
— eita, amor! Deixa eu chupar meu futuro cunhadinho. Ele tá precisando é de um trato de verdade, né, Mauro?
A Camila soltou o pau dele um segundo, lambeu o rosto dele todo e disse:
— Ele é todo nosso agora, Vanessa. Vamos fazer meu amorzinho gozar nas nossas boquinhas!
As duas voltaram a chupar com força total, uma batendo na outra, uma querendo chupar mais fundo que a outra, enquanto o Mauro gemia igual um bicho, totalmente rendido na mão e as bocas das duas.
