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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 16

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2836 palavras
Data: 20/07/2026 07:11:02

A Vanessa não perdeu tempo. Ela puxou a blusa pra baixo, deixando os seios à mostra, colocou para eu chupar. Eu ataquei na hora, sugando com vontade, enquanto sentia a Camila se ajeitar em cima de mim. O Mauro estava vindo lá de dentro, o barulho dos passos dele no piso parecia um trovão, mas a gente nem ligou.

Nisso, o Mauro apareceu na porta da cozinha com a cara confusa.

— Ei, pessoal, o gelo tá uma pedra, tá grudado no fundo do freezer. Alguém tem alguma coisa pra ajudar a soltar? Uma faca ou algo assim?

A Vanessa parou na hora. Ela estava louca de tesão, com os seios úmidos pela minha boca, e a interrupção deixou ela possuída de ódio. Ela se levantou bufando, com raiva de ter que parar o que estava fazendo, e caminhou até o Mauro, dando uma bronca nele pra disfarçar o nervosismo:

— Poxa, Mauro, é só bater com força, tem que ter jeito pra tudo nessa vida! — ela disse, andando até ele e empurrando o cara pra cozinha, querendo ficar longe da gente pra não perder a cabeça.

Foi a deixa que a Camila precisava. Ela agiu na hora. Com o Mauro distraído, ela deu um puxão na calcinha fio-dental dela, jogando o fio de lado, e encaixou o meu pau direto. Ela sentou devagar, descendo bem lenta, sentindo cada centímetro entrar, soltando um gemido abafado que me deixou transtornado.

— Fode logo... fode logo, Rafa... — ela sussurrava no meu ouvido, a respiração quente e ofegante, enquanto a gente se movia num ritmo lento, mas profundo.

Ela subia e descia, rebolando em cima de mim, com aquele rosto de menina inocente mas com uma pegada que era puro vício. A gente estava num risco absurdo, a qualquer segundo o Mauro podia voltar e ver a namorada dele montada em mim.

De repente, a voz da Vanessa ecoou pelo quintal, vindo lá da cozinha, num grito forçado pra avisar que ela estava vindo:

— Já estamos voltando, pessoal! Achei o gelo!

A Camila não teve nem meio segundo de dúvida. Ela deu um pulo do meu colo, puxou a calcinha de volta pro lugar, ajeitou o vestido e sentou na cadeira dela, fazendo cara de paisagem. Ela estava ofegante, com os olhos brilhando de prazer, enquanto eu tentava esconder o meu pau, que parecia que ia explodir dentro da calça. A Vanessa apareceu na porta logo atrás do Mauro, com uma cara de poucos amigos, mas quando o olhar dela encontrou o da Camila, ela deu um sorrisinho de lado. A gente tinha acabado de escapar de uma cena que teria acabado com tudo, mas a adrenalina só tinha deixado a gente com mais vontade ainda.

O Mauro chegou na mesa todo animado com o saco de gelo na mão, sem nem desconfiar do que tinha acabado de rolar ali na cadeira dele.

— conseguimos! Tava colado no fundo, mas dei umas pancadas e soltou — o Mauro falou, rindo.

A Vanessa tava do lado dele, com uma cara de quem tava morrendo de ódio por ter tido que sair do meio da sacanagem. Ela me olhou e depois olhou pra Camila, que tava ali, sentada com as pernas cruzadas, fingindo que tava tudo na santa paz, mas com o rosto ainda todo corado. Eu tava tentando controlar a respiração e disfarçar o volume na calça que tava parecendo que ia estourar a qualquer momento.

— Valeu, Mauro — eu falei, tentando manter a voz grossa. — A gente tava aqui morrendo de calor.

A Vanessa se sentou e, na primeira oportunidade, deu um chute na minha perna por baixo da mesa, quase me fazendo gemer de dor e tesão ao mesmo tempo. Ela tava pilhada. Ela queria que a gente continuasse, não importava o risco.

A Camila pegou o copo dela, deu um gole na cerveja e, quando o Mauro virou pra colocar o gelo no balde, ela me deu um olhar que dizia tudo. Ela tava lá, ainda sentindo o calor do meu pau, toda molhada e fingindo ser a namorada santa. O Mauro tava lá, todo bobo, achando que as férias iam ser tranquilas.

— Rafa, chega aqui — a Vanessa falou, baixinho, chamando a minha atenção.

Eu me aproximei, ela inclinou a cabeça e sussurrou no meu ouvido:

— Você viu a cara dela? Ela tá querendo mais. O Mauro vai beber daqui a pouco e vai apagar. Quando ele cair, a gente termina o que começou.

O coração disparou. Eu olhei pro Mauro, que tava servindo mais uma dose, e depois pra Camila, que tava mordendo o lábio inferior, me encarando fixo. A safadeza ia mudar de nível. A casa ia virar um caldeirão, e o Mauro, coitado, tava com os dias contados naquela tranquilidade toda. Eu tomei um gole da minha cerveja, senti a garganta seca, e soube que aquela noite ia ser histórica. A gente ia fazer o Mauro de otário e as duas iam ficar na minha mão.

O Mauro começou a cambalear depois da quinta dose. O cara, com aquele tamanho todo, apanhou feio pra bebida. Não deu outra: ele caiu no sofá da sala, pesado que nem um saco de cimento, roncando alto, totalmente apagado.

A Vanessa me deu aquele sinal, com os olhos brilhando de maldade. Ela puxou a Camila pela mão e as duas foram direto para o quarto. Eu fui atrás, trancando a porta.

As duas não me deram nem tempo de respirar. Assim que a gente entrou no quarto e trancou a porta, a Vanessa me empurrou contra a parede e a Camila começou a puxar a minha camisa, quase rasgando.

— Finalmente, né? — a Vanessa soltou, com a voz rouca, já jogando a minha roupa longe. — Agora é a nossa vez.

Eu fiquei lá, parado, enquanto elas desciam a calça e puxavam a minha cueca. Quando eu fiquei pelado, a Camila não perdeu tempo. Ela se ajoelhou na minha frente, com aquele jeitinho tímido que ela guardava só pra quando a gente tava sozinho, e começou a lamber os meus ovos com uma vontade que me fez arrepiar. A língua dela era quente, e ela ia subindo devagar, enquanto a Vanessa, toda safada, pegou o meu pau na boca, chupando com tudo, indo lá no fundo.

— Hummm, Rafa... olha pra gente — a Vanessa pediu, parando um pouco, com a boca toda babada. — Olha como você tá gostoso.

Eu olhei pra baixo e vi a cena: a Camila, lá embaixo, chupando os meus ovos com uma calma que me deixava louco, e a Vanessa, com o rosto colado na minha virilha, fazendo um trabalho que me deixava quase sem ar.

— Chupa mais, as duas... — eu mandei, com a voz falhando.

A Camila deu uma lambida mais forte, me fazendo soltar um gemido curto, e a Vanessa acelerou o ritmo, batendo a boca no meu pau com um som que ecoava no quarto.

— A gente quer você todo, Rafa — a Camila falou, sem tirar a boca de lá de baixo, olhando pra mim por baixo. — A gente quer sentir você explodindo na nossa boca.

Eu sentia a língua delas trabalhando juntas, uma em cada canto, criando uma sensação que eu nunca tinha sentido antes. Era puro vício.

A Vanessa me beijava com uma fome que eu nunca tinha visto, as mãos dela apertando minhas costas, enquanto a língua dela dançava com a minha. Ela se separou um pouco, o rosto colado no meu, a respiração pesada:

— Olha pra ela, Rafa. Olha o que ela tá fazendo com você.

Eu abaixei o olhar e vi a Camila. Ela tava com o meu pau nas mãos, batendo o meu pau contra as bochechas e os lábios com um ritmo rápido. O som da pele batendo era constante. Ela levantou o rosto, com um brilho maluco nos olhos:

— Gosta, né? Gosta eu passando seu pau na minha boca? — ela perguntou, a voz saindo abafada porque ela logo voltou a bater o meu pau contra a boca, sentindo a ponta entrar um pouco.

— Chupa com vontade, Camila! — eu ordenei, sentindo o sangue subir pela cabeça.

A Vanessa deu um tapa leve no meu peito e soltou uma risadinha, voltando a me beijar com força:

— Ela é toda sua, Rafa. Pode tratar como quiser. Ela gosta é disso, de ser usada enquanto eu cuido do resto.

A Camila soltou o meu pau por um segundo só pra lamber a ponta, provocando:

— A Vanessa tá certa... Eu quero sentir você em cada canto. Bate mais forte, me faz sentir que você é o dono disso tudo.

Eu não aguentei, segurei o cabelo da Camila e guiei o movimento, batendo o meu pau contra a boca dela com mais vontade. A Vanessa, sentindo a cena, puxou meu cabelo pra trás pra me beijar de novo, num ritmo frenético. O quarto era só o som das respirações ofegantes e das batidas.

— Me beija, Rafa! — a Vanessa exigia entre as bocadas!

— Vocês são umas viciadas... — eu falei, rindo baixo enquanto sentia as duas me devorando ao mesmo tempo.

A Camila, com a boca toda suja, deu uma última batida forte contra o próprio rosto e olhou pra Vanessa:

— Ele é nosso, né? E o Mauro não vai saber de absolutamente nada.

As duas riram, um riso baixo e sujo, e continuaram o serviço, sem parar um segundo, enquanto eu me deixava levar pela loucura.

A Vanessa me puxou pelos ombros e me jogou na cama, com as pernas abertas, me encarando com aquele olhar faminto que não aceitava recusa.

— Agora é a minha vez, Rafa — ela disse, puxando meu rosto pra perto da virilha dela. — Eu quero que você coma tudo isso aqui. Come a minha bucetinha de galinha assada, do jeito que eu gosto, com vontade.

A Camila, que ainda tava ali do lado, começou a lamber o meu pescoço, acompanhando a cena.

— Isso, Rafa, lambe tudo — a Camila incentivou, enquanto passava a mão pelo corpo da Vanessa. — Deixa ela louca.

Eu fui pra cima, começando a lamber e chupar sem nenhuma frescura. A Vanessa arqueou as costas na hora, afundando as unhas no lençol.

— Isso! — ela gemia alto, com a voz falhando. — É exatamente assim que eu quero! Chupa, não para não!

Eu não dava descanso, usando a língua com toda a força enquanto a Vanessa se contorcia. O som que vinha dali era um barulho bem úmido e sujo, exatamente como ela queria.

— Ai, meu Deus, Rafa... você é um safado! — a Vanessa gritava, as pernas dela tremendo sem parar. Olha Camila, olha como ele me trata!

A Camila tava lá, assistindo de camarote, passando a mão no próprio corpo e se provocando.

— Ele é demais — a Camila falou, ofegante.

Eu me joguei na cama, de barriga para cima, e as duas já vieram pra cima de mim, prontas para o ataque. A Camila não perdeu tempo: ela subiu em cima de mim, ajeitou a posição e encaixou a buceta dela no meu pau, descendo devagar, sentindo cada centímetro entrar.

— Ai, meu Deus... que delícia, Rafa... entrou tudo! — a Camila soltou, fechando os olhos e começando a rebolar em cima de mim, num ritmo gostoso.

Enquanto a Camila sentava com tudo no meu pau, a Vanessa se ajeitou do outro lado, sentando bem na minha cara, virada para o lado oposto. Ela abriu bem as pernas e pressionou a buceta dela contra o meu rosto.

— Agora é a minha vez de você me servir, Rafa! — a Vanessa mandou, já começando a se esfregar com vontade. — Chupa, não faz cerimônia, quero sentir sua língua em tudo!

Eu comecei a fuder as duas ao mesmo tempo. Eu chupava a Vanessa com toda a força, sentindo o gosto dela, enquanto as minhas mãos seguravam a cintura da Camila, ajudando ela a encaixar cada vez mais fundo.

— Nossa, Rafa, que força! — a Camila gemia, batendo a buceta contra o meu quadril, cada vez mais rápida. — Você está me destruindo, que tesão!

A Vanessa, sentindo minha língua trabalhar, começou a se contorcer na minha cara.

— Chupa, chupa mesmo! Isso, desse jeito! — a Vanessa gritava baixo, arqueando as costas e pressionando a buceta dela contra o meu nariz. — Você é muito bom, não para!

Eu não parava um segundo. O quarto era uma mistura de gemidos e o barulho da pele batendo. A Camila continuava sentando com força no meu pau, subindo e descendo com vontade, enquanto a minha língua não dava descanso para a Vanessa.

— Vocês duas estão me deixando maluco! — eu disse, com a voz abafada pelo meio das pernas da Vanessa.

— É pra você ficar maluco mesmo, gostoso! — a Vanessa respondeu, dando um tapa na minha perna. — Faz a gente pedir por mais!

A Camila se inclinou para frente, me beijando enquanto continuava sentada no meu pau, e a cena era uma loucura total. As duas me dominando, eu dominando as duas, e ninguém lá fora sabendo de nada.

A Camila não parava de quicar, o ritmo dela tava ficando cada vez mais pesado, e a cada descida ela soltava uns gemidos que enchiam o quarto. Eu sentia cada detalhe daquela buceta apertada sugando meu pau. Enquanto isso, a Vanessa tava no meu rosto, me cobrindo inteira, me obrigando a lamber cada canto dela sem parar. Eu tava fazendo um trabalho sujo na língua, sentindo o gosto dela ficar mais forte, mais intenso.

— Fode ela mais forte, Rafa! — a Vanessa gritou, perdendo a linha, enquanto se sentava mais fundo na minha cara, esfregando o clitóris direto na minha língua. — Mostra pra ela quem manda aqui!

A Camila, ouvindo aquilo, começou a sentar com o quadril dela no meu pau com toda as força, os peitos pulando e o cabelo bagunçado.

— Ele é meu agora, Vanessa! — a Camila falou, ofegante, olhando pra cima enquanto sentia meu pau bater no fundo da buceta dela. — Olha como ele tá entrando, olha como ele tá me rasgando!

Eu segurei a cintura da Camila com as duas mãos e comecei a socar forte, sem dó, batendo no fundo dela sem parar. O som da carne batendo na carne tava abafando até os gemidos delas. A Vanessa, sentindo o tranco, começou a se mover junto, rebolando na minha boca, me sufocando com a buceta dela enquanto me mandava chupar mais.

— Isso! Isso! — a Vanessa gemia, as mãos dela apertando o meu cabelo, me puxando pra mais perto. — Eu quero sentir sua lingua em mim, quero que você sinta meu gosto!

A Camila tava quase chegando lá, o corpo dela tremia todo e ela começou a rebolar num ritmo alucinado.

— Eu vou gozar, Rafa! Eu vou gozar! — a Camila gritava, apertando as coxas no meu quadril.

Eu não parei. Estoquei mais forte ainda, sentindo a Camila contrair lá dentro, sugando tudo o que podia. A Vanessa, ao mesmo tempo, começou a se contorcer na minha cara, os dedos dela cravados no meu ombro, enquanto ela explodia também. O quarto tava uma loucura, suor escorrendo pra todo lado, e a gente ali, sem limite nenhum, num ritmo que não dava pra parar. A gente tava se destruindo de tesão, e nada importava além daquele momento.

A Camila travou em cima de mim, o corpo dela tremia todo e ela começou a contrair lá dentro, sugando o meu pau com uma força que eu achei que ia me deixar louco. Ela soltou um grito abafado enquanto gozava.

— Ai, Rafa! Eu tô gozando! Eu tô gozando tudo! — ela gritava, se apertando em mim.

Eu não aguentei mais. Segurei o quadril dela e comecei a dar estocadas profundas, uma atrás da outra, até que senti o meu pau explodir lá dentro dela. Ao mesmo tempo, a Vanessa, que tava na minha cara, começou a se retorcer, soltando um gemido longo e alto enquanto gozava direto na minha boca.

Ficamos ali, os três, ofegantes, aquele silêncio de quem acabou de fazer uma loucura. Foi quando a gente ouviu um barulho abafado do lado de fora da porta. Um gemido curto, um som de respiração pesada, como se alguém estivesse ali parado colado na porta.

Eu e a Vanessa levamos um susto, o sangue sumiu da cara da gente na hora. A gente congelou, olhando pra porta, achando que o Mauro tinha pegado a gente no flagra. Mas aí, a Camila começou a rir. Uma risada gostosa, tranquila.

— Calma, gente, relaxa — ela disse, limpando o rosto com o lençol. — Desculpa não ter falado nada antes, mas é que o Mauro tem um tesão absurdo de me ver com outro homem. A gente tava só na fase de mostrar, de exibir, mas nunca tinha acontecido de verdade assim. Ele tem vergonha de alguém saber desse fetiche dele, entende?

Eu e a Vanessa ficamos paralisados, sem acreditar. Eu olhei pra porta e a Camila nem esperou a gente digerir.

— Pode entrar, Mauro — ela falou alto.

A maçaneta girou devagar. A porta abriu e o Mauro tava ali, parado, com a calça aberta, a cara vermelha de vergonha, mas com um brilho no olho que não deixava dúvida nenhuma. Ele tava ali, babando, observando tudo o que a gente tinha acabado de fazer.

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