Com mamãe em meu colo indo e vindo em meu pau, tínhamos acabado de gozar juntos assistindo aquele vai e vem excitante, mas o que nos levou ao gozo antes da hora foi ela me pedir para leve-la ao Motel e a comer o dia inteiro fazendo as sacanagens que não conseguiríamos fazer naquelas horas. Era seu modo de se vingar de meu pai indo também com um amante, eu, ao Motel que ele a traia com meu tio.
Após o orgasmo, o seu terceiro, um deles imenso e meu segundo a abracei amorosamente sentindo seu corpo gostoso nu. Se não fosse minha vontade enorme por seus seios, até poderia deixar como estava já que iriamos ao Motel, mas nem que fosse só para brincar com eles sem gozar, eu queria.
– Há tanto tempo não sou abraçada assim. Não é só o sexo que faz falta.
– Mãe, posso te dar tudo que ele não te dá. De verdade. Você não vai mesmo pedir o divórcio?
Mamãe se afastou para me olhar nos olhos.
– Suas irmãs ficariam arrasadas se descobrissem o motivo. Por mais mente aberta que possam ser, ser com o pai muda tudo e ele sempre foi um bom pai, presente e cuidador. Se eu quisesse casar de novo, talvez pedisse a separação, mas não quero. Não queria antes do que aconteceu conosco e muito menos agora.
– O que você decidir, eu apoio.
– Só preciso resolver com sua tia, pois se ela contar as suas primas, não adianta nada esconder. Quando vai mostrar o vídeo a ela?
– Não sei. Como aconteceu com você, não quero que ela pense que estou mostrando só para ela se entregar a mim. Seria muita canalhice isso, por isso tentei evitar hoje com você.
– E percebi. Que tal? Foi bom ter aceito meu pedido, perguntou sorrindo.
– Melhor decisão de minha vida, falei com meu pau com uma semi-vida pulsando em sua bucetinha.
– Para mim também, foi uma ótima decisão minha. Eu ia ficar muito mal pelo vídeo, mas agora só estou chateada comigo mesmo de não ter percebido.
– Sério mãe? Nenhuma vez pensou que o papai e meu tio pudessem ter algo.
– Como? Um tem 4 filhos e o outro 2. No começo era um casamento como os outros e quando começou a diminuir o sexo, também parecia um casamento como de minhas amigas. A amizade dele e seu tio fazendo tudo juntos, nos fixou, eu e sua tia, na ideia que tinham amantes, mas era só uma desconfiança. Era o disfarce deles, pois evidentemente ninguém os pegou em flagra com uma mulher.
– Verdade. Era quase impossível mesmo. Eu também achava que tinham amantes, mas nunca fiquei sabendo de nada, até ir atrás. Como a titia vai reagir?
– Ficará furiosa. Ao longo dos últimos anos ela foi tendo muito menos sexo do que eu, porque, agora sabemos o motivo, eles estavam bem menos interessados, mas eu nunca fui passiva no sexo e tomando a iniciativa seu pai não tinha como recusar. Sua tia não, ela é passiva. Não submissa que sente prazer quase sendo um objeto sexual. No caso dela, nunca gostou muito de tomar a atitude e no sexo ela gostava que seu tio fizesse isso, mas como ele não fazia mais, ela ficava sem. Por ser assim, seria ainda mais difícil para ela arrumar um amante que satisfizesse as necessidades dela. Quem sabe você consiga.
– Eu mãe, perguntei surpreso por minha mãe dar aquela sugestão.
– Você não vai fazer sexo com ela? Se não foi assim com as outras, com ela seja quem determina tudo. Além de seu pau ela vai adorar seu modo de agir e vai querer repetir. Não precisa nem mostrar o vídeo de seu pai e seu tio antes, porque ela vai sucumbir. Depois de a deixar feliz e satisfeita, aí você mostra se ela quiser assistir.
Aproveitando que tinha se afastado de meu peito levei novamente as mãos a seus seios.
– Eu os amo, falei sorrindo.
– Você foi o último filho, então tecnicamente ainda são seus.
– Só vou gozar mais uma vez hoje e vai ser os mamando, usando as duas coisas gostosas que a tornaram minha mãe, mas vou ser um pouco sacaninha como aperitivo para quando formos a um Motel.
– Então faz logo filho. Seu pau já está quase duro novamente, falou levando a mão a minha nuca e me puxando para seu seio.
Abri os lábios e senti aquele mamilo durinho se encontrando com minha língua lá dentro. Por minutos me refestelei com aquelas delicias usando-os e os saboreando de todas as formas possíveis. Algumas vezes parei e esticando o pescoço beijei mamãe com fogosidade.
Quando me dei por satisfeito, por aquele dia sabendo que teria mais, me concentrei em lamber, sugar e dar mordidinhas só nos mamilos.
– Ahhhhh filho. Estou tão tarada com seu pauzão em minha bucetinha e você mamando.
Vendo sua excitação percebendo que poderia gozar mais uma vez, iniciei a pequena sacanagem que prometi como amostra para o Motel. Fiz o que não tinha feito com Monica, Livia e nem Suzi. Soltando a mão direita de sua cintura onde a ajudava no ir e vir, dei um tapa em seu bumbum redondo, como vi em vídeos pornográficos.
Plaft.
– Aiiiihhhhhhhhhhhhhh. Bate mais filho, bateeeee. Mamãe foi muito má com você, então desconta os tapas que te dei.
Eu não tinha como responder, mas a atendi.
Plaft
– Aaaahhhhiiiiiiii.
Plaft
– Aaaahhhhiiiiiiii.
Plaft
– Aaaahhhhiiiiiiii.
Plaft
– Aaaahhhhiiiiiiii.
Mamãe gostava, mas essa não era ainda a sacanagem que prometi. Eu também adorava mamando em seu seio divino, sentindo sua bucetinha pulsar mais forte e se inundar de seu caldo fervente que vazava em abundancia.
Com a mão esquerda, envolvi sua cintura a puxando para mim interrompendo o vai e vem e comecei a levar para cima e para baixo em um movimento curto que pouco desencaixava de meu pau, mas o suficiente para o que eu queria. Parei os tapas e com a mão direita entrei por seu rego e cheguei a meu pau totalmente melado e aquele sobe e desce de seus lábios traziam mais lubrificação para baixo.
Encharquei os dedos e levei dois a seu cuzinho já bem melado, mas o melei mais e depois repeti mais umas 3 vezes, cada vez ameaçando a penetrar. Seus gritos ficaram mais altos.
– Aaaaaaaahhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu. Aihhh. Aihhh.
Meu pau grosso ocupava o espaço, mas com dificuldade coloquei a ponta do primeiro e fui afundando devagar.
– Seu safado. Seu safado. Assim você vai me deixar com vontade de cometer a loucura de experimentar esse seu pau em meu bumbum, falou gemendo.
Continuei lá mamando esfomeado e tentei colocar o segundo dedo, mas não entrou. Nem precisava depois do que mamãe falou. Quando consegui o enterrar todo e estiquei seu mamilo com os lábios, mamãe não aguentou.
– Estou gozaaaaaando mais uma vez.
A soltei de meu abraço e ela empolgada ia e vinha quase fazendo meu pau escapar, o que me fez gozar junto, mas a deixei sentir meu esperma e meus gemidos abafados porque não larguei seu mamilo.
– Isso amor, isso. Goza de novo na mamãe. Sorte que estou protegida.
Seu comentário me enlouqueceu pensando na possibilidade não presente de a engravidar, mas excitante.
Se ia sobrar um pouco de porra em meus testículos, seus músculos ordenharam tudo para fora me secando. Meu gozo extasiante acabou, mas só tirei o dedo de seu bumbum e parei de a mamar, quando o seu terminou não muito tempo depois, afinal era seu quarto em menos de 2 horas, um deles muito longo.
Dessa vez foi ela quem se inclinou cansada em meu peito e se acomodou. Meu pau murchou de verdade não cumprindo minha promessa de ficar três horas duro por ela. Brinquei me justificando.
– Ele só acalmou antes da hora, porque sei que vamos repetir, senão ia aproveitar cada momento e pelo menos mais duas vezes.
Mamãe nem se afastou de meu peito.
– Sei que é brincadeira, mas depois de tudo que me deu não precisa se justificar e vamos repetir isso para sempre. Agora a buceta da mamãe é sua. Você quer? Ou melhor todo meu corpo é seu.
– Claro que quero. O corpo mais lindo que já vi ser meu é o melhor presente de minha vida. Da Monica é igual ao seu, mas ainda falta um pouquinho para ficar idêntico. O da Livia é lindo também, de modelo. Adoro o corpo dela, mas o seu é além da comparação. O da Suzi é diferente, voluptuoso, lindo também e adoro as sardas, mas também não se compara. Se fosse dar notas o seu é um 10 perfeito, da Monica 9,9 e da Livia e da Suzi 9,8. O da titia é bem parecido com o seu, mas só o conheço de biquini.
– Obrigado filho. Você não sabe como isso é importante para minha autoestima, em um momento desses, ainda mais vindo de um jovem lindo de 18 anos. E o que você acha das outras irmãs e de sua prima Victoria?
– As três são mingnonzinho. Pequenas, tudo redondinho, bonitinho, perfeitas. Lindinhas demais. São diferentes de vocês e também só as conheço de biquini ou calcinha e sutiã. Quando os conhecer melhor acho que também terão 9,8. Lindos e gostosos em uma embalagem menor, cada uma com alguma característica diferente.
– Falando delas, você precisa mesmo fazer sexo com elas? Elas são virgens e talvez você as machuque, mamãe falou se afastando de meu peito.
– Precisar eu não preciso mãe e elas tem 20, 21 e 22 anos, idade em que a mulher atual normalmente perde a virgindade se não perdeu ainda. A Morgana e a Victoria são mais meigas, dóceis, amáveis e frágeis e se elas não me procurarem não vou cobrar, mas a Moana não vou perdoar e nem vocês deveriam.
Mamãe sabendo de meu histórico de atritos com Moana, nenhum dos dois santos nessa história.
– Se não fosse a perdoar, hoje a perdoaria depois do que aconteceu, pois se não fosse ela hoje não estaríamos aqui. Como disse, sou mãe e conheço meus filhos. Essa birra é porque vocês gostam muito mais um do outro do que deveriam e ficam assustados com esse sentimento e por isso brigam tentando se afastar.
Olhei para mamãe totalmente surpreso. Nunca tinha pensado nisso, mas sempre soube que amava Moana, só que como as outras.
– Nunca pensei nisso mãe. Te juro.
– Não é consciente, mas tenho certeza. Só nunca falei porque não queria dar más ideias a vocês por serem irmãos, mas agora vai acontecer mesmo. Só não a machuque e ela vai ficar bem mais amável com você e com certeza com ciúme das outras.
– Não sei não mãe. Veremos. A próxima é tia Fabiana. Amanhã vou tomar a atitude com ela e ver se é como você falou. Se não ceder, mostro o vídeo para ela que será quem vai decidir quando acontecerá. Até agora foram vocês que escolheram o momento. Cada uma das quatro.
– Ela vai ceder. Você vai ver.
Descansada, mamãe se desencaixou e se deitou a meu lado e também deitei a abraçando para aproveitar os 45 minutos que ainda tínhamos. Às vezes, um de nós não tínhamos a última aula e voltávamos mais cedo, mas não haveria surpresa nem drama se fossemos pegos porque minhas irmãs sabiam que ia acontecer. Normalmente era Monica por estar no último ano onde as faltas de professores aconteciam mais e ela já tinha passado por essa experiencia sexual comigo.
– Sabe, seu eu pudesse escolher iria ser egoísta e te querer só para mim, mas vendo o que o filho que gerei está fazendo com as mulheres, sinto uma excitação enorme por ser minha responsabilidade você existir e as fazer quererem se entregar a você, mesmo mais novo do que todas. Além de excitação sinto orgulho e ciúme, mas a excitação é maior, mamãe falou sorrindo.
– Também sinto orgulho por ser tão linda por fora e por dentro. Minha mãe, minha mulher perfeita, falei a beijando na bochecha.
Nus, ficamos conversando sobre outros assuntos até um que me deixou desconfortável.
– Você não vai mesmo no casamento da Monica.? Ela é sua irmã.
– Estou fazendo isso por ela mãe. Ela não me quer ver na frente e se eu fosse, toda vez que me visse ficaria com raiva e pensando no que eu a fiz fazer. É o dia dela ser feliz e não quero atrapalhar.
– Difícil para mim concordar como mãe, mas você tem razão. Que pena. Pelo menos você me salvaria de ter que ficar muito tempo com seu pai.
– Vou perder muita coisa, mas é o melhor para ela
– Precisamos ir Vik. Logo elas chegam para o almoço. Vem almoçar junto. Chega de almoçar separado.
Fiquei feliz por seu convite.
Monica ficaria de cara virada, Moana enfezadinha e Morgana só estava brava comigo por causa das outras, mas sabia que como Victoria, não levariam muito longe mesmo se fizessem sexo comigo sem ser por suas vontades.
No almoço eu já estava lá após ajudar mamãe arrumar a mesa. Elas se surpreenderam e Monica olhou para mamãe cobrando sua decisão que não deixou por menos.
– O que foi? Vocês têm o direito de o tratarem como quiser, mesmo que eu prefira meus filhos unidos como antes, mas ele é meu filho e não vou ficar brava com ele a vida toda, afinal fiz o que não devia e dei chance ao azar.
Monica percebeu que tinha acontecido algo.
– Ele ficou em casa? Vocês..... ?
– Sim. Não era o que eu tinha que fazer para salvar seu casamento? Minha parte está feita.
Foi tão evidente na cara de Monica que ela sabia porque mamãe não estava mais zangada comigo, afinal com ela também tinha acontecido, mas Moana e Morgana não se tocaram e a Moana que minha mãe falou que me amava mais do que como irmão, foi a Moana de sempre.
– Você pode ficar de bem com ele mãe, mas não espere que eu ficarei.
Mamãe sorriu parecendo ver o futuro que só ela imaginava.
– Tudo bem filha. Jamais iria te obrigar.
Mesmo com essa treta inicial, foi um almoço tranquilo, mas minha única conversa foi com mamãe elogiando sua comida. Quando terminamos, sob os olhares atônitos das outras a ajudei a deixar tudo em ordem sem muitas conversas com mamãe para não as irritar e depois fui para meu quarto.
Entrei em contato com amigos da faculdade e felizmente não tinha perdido nada importante demais. Em sua Lua de Mel Monica perderia 10 dias de aula, então ninguém de casa iria me cobrar faltar um dia, ou melhor dois, pois eu tinha compromisso de dia inteiro com mamãe em um Motel. Só precisava descobrir o melhor dia, mas não segunda-feira para não perder as mesmas aulas e não muito perto do casamento onde ela teria muitos compromissos com Monica.
Depois de um descanso, antes de ver as matérias que os amigos passaram, decidi testar a teoria de mamãe sobre titia Fabiana. Desde novinho ela até brincava pois sabia que quando eu queria algo a chamava de titia e tia para o resto. Se mamãe disse que ela gostava de atitude, não poderia parecer estar querendo algo.
<Oi tia. Amanhã à tarde vou a sua casa para que resolvamos sua pendencia. De um jeito da Victoria estar aqui com a primas>
A resposta que imaginei seria “tenho até o casamento, então vou decidir o melhor momento”, afinal mesmo eu tendo atitude era seu sobrinho muito mais novo e lhe devia respeito. A resposta que veio estava de acordo com a previsão de sua irmã mais nova, mamãe.
<Está bem. Melhor mesmo resolver isso logo>
Meu coração acelerou. Minha musa maior das punhetas para tentar não pensar em mamãe já que eram parecidas seria minha próxima mulher, mas sairia de minha zona de conforto não tendo uma relação de iguais como tive com as outras. Para a cativar e depois não ficar triste quando descobrisse sobre o marido, além de meu pau teria que dar as cartas. Mal podia esperar, mas por aquela segunda-feira eu estava tremendamente satisfeito e após atualizar as matérias, só o que pensei foi nos momentos com mamãe.
A não ser por dois momentos quando recebi mensagens de Livia e Suzi perguntando o porquê desapareci, mas para não contar ainda a Livia sobre nossos pais, disse que precisaríamos nos encontrar para que eu contasse o que descobri. Para Suzi, disse que estava tentando ver um horário para terminarmos o que faltava. As duas ficaram felizes porque nos encontraríamos em breve.
Para dormir fiquei pensando em Fabiana, minha linda tia. Dois anos a mais do que mamãe e parecidas, ambas tendo puxado minha avó.
Também morena com cabelos cacheados, olhos esverdeados, nariz reto e boca carnuda, mas as maçãs do rosto não tão proeminentes.
O corpo também esbelto, falso magro, com curvas intensas em uma cintura fina e um quadril muito redondo pouca coisa menor do que mamãe. Seu bumbum igual, cheio e arrebitado mais os seios grandes em forma de gotas. Sua barriga retinha e suas coxas longas torneadas, completavam aquele avião de mais de 1,70 m.
Acordei feliz e fui tomar o café da manhã com mamãe e minhas irmãs, mas fiquei quieto em meu canto para nãos as provocar. O pouco que falei com mamãe, mas claro que mesmo não falando comigo fez Moana não se aguentar de boca fechada.
– Quem vai ser a vítima de hoje?
Lembrando do que mamãe falou, comecei a testar sua teoria.
– Porque? Quer ser você? Eu cancelaria com qualquer uma para te atender irmãzinha.
Moana não esperava minha resposta e demorou longos segundos para sair de sua estupefação e responder gaguejando sob o olhar de suas irmãs, mamãe e meu.
– Credo. Até parece. Vou adiar até não puder mais e só vou fazer para não ferrar as outras. O que você está fazendo conosco é nojento.
– Quem sabe você tenha sorte e após fazer com todas as outras não queira mais você. Aí te dispenso.
Foi pura provocação porque como falei a mamãe Moana seria a única que eu não dispensaria por nosso eterno joguinho de poder, pela ideia de mamãe porque eu gostava de minha irmã além do que eu pensava gostar.
Se antes ficou sem palavras por segundos, desta vez ficou desconcertada. Olhei para mamãe que deu um sorrisinho parecendo me apoiar.
– Vou rezar para que isso aconteça e me livre desse abuso, falou se levantando brava, pegando suas coisas e indo para a garagem esperar Monica e Morgana no carro.
Logo elas saíram se despedindo só de mamãe. Ficamos as sós, mas tinha que ir embora também.
– Tentei, mas não aguentei não responder e a provocar.
Mamãe sorriu.
– Fez bem e pode ter certeza que ela ficou preocupada com o que você disse e não feliz.
– Vamos ver. Só para te avisar, vou na tia Fabiana após o almoço. Fiz como você falou, tomei a atitude e disse o que eu queria.
– Cuide bem dela como cuidou da mamãe. Ela vai precisar estar muito satisfeita e feliz para ver aquele vídeo nojento. Você disse a ela que quer que ela te espere de alguma forma especial?
– Nem pensei nisso mãe. Com nenhuma de vocês preciso de nenhum estimulo especial. São todas gostosas.
– Você não precisa, mas para ela é importante. Mande uma mensagem e diga como você quer que ela te espere. Lingerie, maquiagem, cabelo.... Como te disse ela não é submissa subserviente, mas espera que um homem haja como homem, a deseje e tome todas as atitudes. Se fizer isso, mais ser lindo, jovem e ter esse pauzão, ela vai comer em suas mãos. Como eu, sorriu.
Meu coração até acelerou com as coisas que mamãe falou e já comecei a pensar em como iria querer titia. Dei um selinho em mamãe e me fui para a faculdade naquela terça-feira.
No intervalo já tinha em minha mente a mensagem que fiquei elaborando nas aulas anteriores e a enviei.
<Oi tia. Tudo certo para hoje a tarde. As duas estarei aí para termos tempo antes de meu tio voltar>
Após a enviar, enviei a que realmente queria que ela recebesse.
<Acho você linda demais de verdade ao ponto de não precisar nenhum adorno, mas quero que você me espere com uma lingerie bem sensual, de preferência preta. Por cima um Robby ou uma camisa. Se tiver meias finas e salto alto, use-os. Faça uma maquiagem a arrume os cabelos como se fosse sair para uma festa e faltasse só o vestido. Foi assim que sempre te desejei em minhas fantasias>
Meu coração ameaçou sair pela boca quando a enviei. Se minha tia gostava de atitude, estava dando. Se gostava de ser desejada, assim que lesse se sentiria muito desejada pela forma como a queria vestida e por minha confissão de minhas fantasias com ela.
Não desgrudei os olhos da tela do celular até que ela leu minhas mensagens uns 10 minutos depois e quando vi que escrevia uma resposta tive um pico de ansiedade. Quando chegou, dizia pouco, mas tudo o que precisava.
<Estarei como quer>
Com mamãe na manhã anterior não tinha dado certo fazermos oral um no outro, mas com nosso compromisso de ir a um Motel, nem me importei. Com titia eu queria e pensei em tomar atitude de assim que estivéssemos sós, mandaria que me fizesse gozar com a boca e depois enquanto me recuperasse faria o mesmo com ela com sua lingerie sensual.
Voltei para casa e almocei com mamãe e minhas irmãs além de Victoria que certamente sua mãe tinha mandado vir almoçar conosco, o que na verdade acontecia sempre. Ela também, toda meiga, se mostrava brava comigo, mas sabia que me perdoaria depois de tudo terminado.
Não ajudei mamãe pois era dia da ajudante estar em casa e fui para meu quarto me preparar. Tomei um banho, coloquei minha boxer e uma calça jeans e camiseta básica. Queria parecer o jovem que eu era, para que titia se excitasse por alguém com 23 anos menos do que ela a desejar como eu mostraria que a desejava.
As duas em ponto, bati na porta e não entrei como normalmente. Quando a abriu para mim, ficou escondida atrás para que ninguém da rua pudesse vê-la, mas quando entrei e a fechou meu queixo veio ao chão diante daquela exuberância de mulher extremamente sensual.
Na primeira vez com Monica, ela tinha vindo de pijaminha em meu quarto. Com Livia ela estava de camisetão e nua por baixo. Suzi vestia calça jeans e camiseta básica e por baixo calcinha e sutiãs brancos discretos e por fim com mamãe ela vestia legging, camiseta larga e lingerie bege básica. Então jamais tinha visto pessoalmente uma mulher vestida tão sensual e esplendorosamente e meu queixo caiu enquanto a admirava.
Tia Fabiana vestia um Robby, meias, sapatos de saltos todos preto e pelo decote, vi que seu sutiã também da mesma cor. A maquiagem leve, mas realçando muito sua beleza e seus olhos verdes e os cabelos cacheados pretos brilhantes. Em nenhuma das centenas de vezes que a imaginei me masturbando ela esteve tão linda e gostosa.
Meu olhar de cobiça extrema subia e descia por seu corpo não sabendo para onde olhar, mas adorando suas coxas quase totalmente aparentes com aquelas meias pretas transparentes, eram a resposta do que eu sentia, mas sabia que como mulher ela queria ouvir e falei até tremendo de emoção.
– Tia, você está deslumbrante. Linda. Sensual e muito gostosa. Sério que não tenho palavras para descrever o que sinto. Nunca nenhuma mulher se vestiu assim para mim. Nenhuma delas, porque todas estavam furiosas comigo. Você não está?
– Estava, mas do jeito que você agiu comigo, não estou mais e fui ao shopping assim que você enviou a mensagem porque não queria usar para você nada que já tinha usado.
Titia não confessou sua passividade, mas deixou nas entrelinhas. Para ela iria representar um papel que não era eu, mas que segundo mamãe e sua atitude, ela iria adorar. A pegando na cintura por cima daquele tecido de seda preto a encostei na porta e pressionei meu corpo grande espremendo contra o seu não tão pequeno com pouco mais de 1,70 m.
– Sou jovem ainda, mas já sei o que quero. Assim que gosto de mulher titia. Como você agiu. Mulher tem que atender o que eu peço. Aceitar minhas iniciativas. Jamais vou as obrigar, mas com certeza se não forem assim perderei meu interesse.
Dado o recado a beijei com voracidade expondo todo o desejo que sentia por ela naquele instante. Sem exagero titia parecia uma atriz ou celebridade famosa.
Surpresa com minha intensidade demorou um pouco a reagir, mas sentindo o desejo com que a tomava da forma que gostava, se entregou, agarrou meu pescoço e me beijou na mesma volúpia. Foi o primeiro beijo mais selvagem entre todas, mostrando o quanto estava tarada e necessitada, mas eu já sabia disso.
Depois de alguns minutos de um beijo vibrante, pegado, com mordidas nos lábios de lado a lado, dei um espaço entre nossos corpos ferventes e comecei a correr minhas mãos a apalpando. Logo chegaram aos seios por cima da seda e de um sutiã que eu não tinha visto. Tão firmes como os de minha mãe, mostrando que a genética de vovó era mesmo impressionante.
Uma mão deixei lá e a outra fui descendo sentindo sua barriga reta, depois a calcinha e então espalmei sua bucetinha quente. Entrei pelo vão do Robby só amarrado na cintura e espalmei novamente afundando um dedo em sua fenda quente levando o tecido junto.
Titia não conseguiu mais beijar e me empurrou com seu corpo tremendo todo.
– Aaaaaahhhhhaaaaa. Há quanto tampo não me sinto assim, falou visivelmente descontrolada de tanto tesão.
– Se você for boazinha, vou te fazer sentir muito mais do que isso titia. Vou te contar um segredo. Entre tantas mulheres lindas da família, você foi a maior musa de minhas punhetas, falei esfregando seu clitóris protegido, mas sensível.
Foi o golpe fatal. Titia começou a tremer e percebi que iria gozar, então coloquei mais pressão no clitóris e apertei seu mamilo saliente no tecido.
– Seu safadoooooooooooo. Estou gozaaaaaaaaaaaannnnnnnnddddddooooooooooooo.
Até sorri mentalmente pela felicidade de a fazer gozar tão facilmente e era intenso, tanto que nem consegui a beijar novamente devido a seus gemidos e respirações ofegantes durante o orgasmo.
Para não machucar seu clitóris com o tecido, o deixei, mas meu dedo ia e vinha em sua fenda úmida protegida pela calcinha. Mal podia esperar vê-la e come-la com aquela lingerie sensual, mas antes queria aquela atriz de cinema ajoelhada a minha frente me chupando e engolindo meu esperma.
Dei todo o tempo que ela precisou gozando e depois se recuperando aproveitando para a beijar gostoso. Quando percebi que se aguentaria sozinha sobre aqueles saltos imensos, antes de agir fiz uma confissão cheia de mistérios.
– Sabe titia, não é só sexual o que sinto por você. A desejo muito, mas também a amo como amo todas as mulheres da família mesmo que esteja me comportando mal com vocês. Em tudo que meu pai e meu tio falharem com mamãe e com você eu posso substitui-los e vou adorar porque as amo.
A mensagem estava nas entrelinhas e titia era inteligente.
– Também te amo Vik. Você é o filho homem que não tive.
Enquanto falava foi surpreendida ao desencosta-la da porta, nos girarmos juntos até que eu tomasse seu lugar encostado e ela o meu lugar de frente para mim. Coloquei as mãos em seus ombros e coloquei pressão.
– Agora quero sua boca, a boca de uma atriz de cinema porque você parece uma e das mais lindas.
Titia sorriu feliz pelo imenso elogio e não hesitou um segundo se ajoelhando a meus pés.