Somos o 32° conto mais lido do mês, obrigado a todos 😍😍
De repente, a expressão de Vanessa travou. O rosto, antes corado de prazer e desafio, sofreu uma mudança rápida. O brilho nos olhos azuis não sumiu, mas foi tomado por uma névoa de pânico instintivo: as pálpebras tremeram e o maxilar ficou tenso, criando uma expressão perturbadora de medo misturado com uma excitação que ela não conseguia esconder.
Um homem alto, negro, com uma voz grossa que fez os pratos na mesa vibrarem, parou ao nosso lado. Ele olhou para Vanessa com um sorriso que não chegava aos olhos.
— Vanessa... quanto tempo, não é? — ele disse, com um tom autoritário que fez ela encolher os ombros.
— Oi... Everaldo — ela respondeu, a voz saindo falha e bem nervosa.
Ela respirou fundo, tentando retomar a postura, e, com as mãos trêmulas, apontou para mim.
— Professor Everaldo, esse é o meu marido, Rafael. Rafa, esse é o Everaldo, meu antigo professor.
Everaldo me analisou de cima a baixo, ignorando completamente minha presença enquanto seus olhos voltavam para Vanessa. Ele soltou uma risada grave.
— Marido? Caramba. Na época da escola, ela era uma aluna tão aplicada, tão magrinha, sempre sentada na primeira fila... Mudou bastante, hein? Cresceu onde precisava.
Vanessa abaixou a cabeça, com um olhar meio tímido, sem saber para onde olhar. Everaldo continuou, com um tom de quem sabe demais:
— E então, Vanessa, ainda está estudando alguma coisa?
— Não, Everaldo... parei com tudo — ela respondeu rápido, sem conseguir encará-lo.
Ele soltou uma piada sem graça, dando uma piscada sugestiva para ela enquanto seus olhos desciam, sem nenhuma vergonha, para as coxas dela marcadas pelo shortinho jeans.
— Pelo visto, a gente precisa voltar com as aulas, mas agora particulares, né?
Vanessa tentou ser firme, embora a voz estivesse entregando seu nervosismo.
— O tempo de aula já acabou, Everaldo. Agora a vida é outra, a gente seguiu caminhos diferentes.
Ele se aproximou mais, invadindo o espaço da mesa, e soltou com um sorriso malicioso:
— Aula nunca termina, Vanessa. Só muda o conteúdo.
Ele piscou para ela de novo. Vanessa ficou visivelmente mexida, o rosto alternando entre o nervosismo e uma excitação que ela tentava disfarçar a todo custo. Eu, assistindo aquilo tudo sem entender a dinâmica estranha entre os dois, soltei uma tosse seca, forçada, tentando chamar a atenção dele.
Everaldo nem se abalou. Ele se virou para mim, com um ar de deboche.
— Você tem muita sorte em ter uma mulher como a Vanessa, rapaz. Ela sempre foi muito dedicada ao que se propõe.
Ele tirou um cartão de visita do bolso interno do paletó e colocou sobre a mesa, empurrando-o com o dedo na direção dela.
— Vanessa, estou dando aulas por fora. Se você quiser aprender línguas diferentes ou quiser um reforço no que esqueceu... é só passar lá.
Ele se despediu, deixando o ar da mesa pesado. Eu fiquei em silêncio absoluto, vendo o homem se afastar, sentindo um ciúme doentio borbulhar. Olhei para ela e disparei, direto:
— Vanessa, por que você está tão nervosa assim?
Ela respirou fundo, as mãos ainda tremendo sobre o colo, e respondeu num sussurro:
— Quando a gente chegar em casa, eu te digo tudo.
O trajeto até em casa foi um silêncio cortante. Vanessa não desgrudava o olhar da janela, os dedos tamborilando nervosamente na própria coxa, exatamente onde o Everaldo tinha olhado. Ela estava inquieta, mudando de posição no banco a todo instante, como se estivesse tentando escapar de uma sombra que a seguia. O clima dentro do carro estava tão denso que eu podia sentir o cheiro do nervosismo dela se misturando ao perfume que ainda restava daquela tarde.
Assim que entramos, ela foi direto para o meio da sala, sem nem tirar os sapatos. Eu fechei a porta, tranquei tudo e fui direto ao ponto.
— Vanessa, agora fala. O que foi aquilo? Por que você ficou desse jeito, a ponto de mal conseguir respirar perto daquele cara?
Ela parou, respirou fundo e passou a mão pelo rosto, desfazendo o coque que mantinha o cabelo preso. Ela parecia pequena ali, no meio da sala, mas os olhos denunciavam que a mente dela estava longe, num tempo que eu não conhecia.
— O Everaldo não era só meu professor, Rafa — ela começou, a voz saindo baixa e embargada. — Ele era muito rígido, todo mundo tinha medo dele na escola. Ele mandava em tudo, exigia perfeição... e eu, na minha inocência de adolescente, acabei me apaixonando por aquela autoridade toda.
Ela deu uma risada amarga, balançando a cabeça.
— Foi o meu primeiro amor, aquela paixão boba de menina que acha que o mundo gira em torno de um homem só. Eu vivia pra ele, fazia de tudo pra ele me notar, pra ele me dar atenção naquelas aulas. Era uma coisa infantil, né? Uma admiração que eu não sabia explicar na época. Eu passava o dia todo pensando nele, imaginando como seria se ele me desse uma chance.
Ela me olhou, e vi que ela estava sendo sincera.
— Quando ele apareceu lá na churrascaria hoje, tudo aquilo voltou. Aquela menina que ficava tremendo só de ouvir a voz dele apareceu de novo. Eu vi aquele homem e, por um segundo, não era a mulher casada que estava ali, era a aluna que ainda sentia aquele frio na barriga. Por isso eu fiquei nervosa... não é só o medo dele, Rafa. É que, ver ele depois de tanto tempo, me mostrou que aquele poder que ele tinha sobre mim ainda existe. Eu achei que tinha superado, mas quando ele me olhou daquele jeito... eu me senti uma menina de novo, pronta pra obedecer.
Ela se aproximou de mim, os olhos azuis carregados de uma confusão que me dava um tesão indescritível.
— E o pior — ela sussurrou — é que a ideia de ser controlada de novo agora, por um homem que sabe exatamente como me dobrar... me assusta e me excita de um jeito que eu não sei te explicar.
A confissão dela caiu na sala como uma faísca em um barril de pólvora. Eu fiquei parado, olhando para ela, sentindo aquela mistura insana de raiva e excitação. O fato de ela ter admitido que aquele velho ríspido ainda tinha controle sobre ela, mesmo depois de tudo o que a gente tinha vivido, só serviu para atiçar o que eu sentia.
— Você quer ser a aluna dele de novo, é? — perguntei, a voz saindo grossa, dando um passo em direção a ela. — Você quer que ele te trate como se você não fosse de ninguém, como se você fosse só uma menina assustada na sala de aula dele?
Vanessa suspirou, o peito subindo e descendo rápido, e assentiu devagar, com os olhos vidrados.
— Rafa, eu não sei o que tá acontecendo comigo. Quando ele me olhou na churrascaria, quando ele falou daquela forma... eu me senti de novo naquele ambiente, com aquele medo que me fazia querer agradar. Ele sabe o meu ponto fraco. Ele sabe que se ele mandar, eu obedeço. E saber que você tava ali, olhando tudo, vendo ele fazer isso comigo... me deixou sem defesa nenhuma.
Eu cheguei bem perto dela, segurando os ombros dela com força, olhando fundo naqueles olhos que tavam brilhando de um jeito que eu nunca tinha visto. O sangue tava fervendo, a raiva do professor misturada com aquele tesão sujo que a gente não conseguia mais segurar.
— Vanessa, olha pra mim — eu falei, com a voz baixa e carregada. — A gente já foi longe demais pra fingir que não sabe o que você quer. Você tá toda molhada só de falar nele, só de lembrar do olhar daquele velho em você.
Ela tentou desviar o olhar, mas eu não deixei. Puxei ela mais pra perto, colando o corpo dela no meu, sentindo o calor que emanava dali.
— Fala a verdade pra mim, de uma vez. Você quer isso, não quer? Você quer que ele te foda? Você quer sentir aquele velho te pegando, te dominando, fazendo tudo que ele quiser com você enquanto eu fico lá olhando?
A Vanessa parou de respirar por um segundo. As pernas dela tremeram tanto que ela teve que se apoiar em mim. Ela não respondeu na hora, só ficou me encarando, com a boca meio aberta, processando o que eu tinha jogado na cara dela. Depois de um tempo, ela soltou um gemido baixo, quase um choro, e enterrou o rosto no meu pescoço.
— Eu quero, Rafa... — ela sussurrou, a voz toda trêmula, carregada de uma urgência que eu nunca tinha sentido. — Eu quero muito. Eu quero que ele me trate como se eu fosse nada, quero que ele me use. Mas eu preciso que seja você lá, me vendo. Eu preciso que você me entregue pra ele, porque só assim eu vou sentir que ainda sou sua, mesmo enquanto ele me destrói.
Eu apertei ela contra mim, sentindo um fogo desgraçado subir pela espinha. Aquele era o nosso jogo, o nosso limite que já tinha sido quebrado faz tempo.
— Então tá decidido — eu respondi, sentindo o pau latejar de tanta vontade. — Amanhã a gente vai lá, e eu mesmo vou entregar você na mão dele. Você vai ser a putinha dele.
Ela se soltou um pouco, me segurando pelos ombros com uma força que eu não esperava. Os olhos dela estavam arregalados, brilhando de uma forma que misturava pavor e uma entrega total. A blusa branca que ela ainda usava estava aberta, e eu via o peito dela subir e descer num ritmo frenético, como se ela tivesse acabado de correr uma maratona.
— Rafa... — ela soltou, com a voz falhando, quase um choro de puro tesão. — Você tá falando sério mesmo? Você vai deixar ele me usar? Você vai deixar aquele velho me tocar, me mandar, me foder na sua frente?
Ela me olhou como se quisesse ter certeza absoluta de que não era um delírio. Ela queria ouvir da minha boca, queria que eu confirmasse aquele absurdo, porque era isso que fazia o desejo dela explodir.
Eu não vacilei. Segurei o rosto dela com firmeza, olhei bem no fundo dos olhos azuis e respondi, sem nenhuma pena:
— Eu vou. Eu vou deixar ele fazer tudo o que ele quiser com você, Vanessa. Vou deixar ele te dobrar, te humilhar, te usar exatamente como ele quiser. E eu vou estar lá, no cantinho, vendo cada detalhe, curtindo ver como você obedece ele. Você vai ser dele por algumas horas, mas vai ser pra mim que você vai voltar, toda destruída, pra me contar como foi sentir o pau daquele velho em cima de você.
Ela soltou um suspiro longo, que terminou num gemido baixo, e se colou em mim, buscando o meu calor como se tivesse acabado de descobrir que esse era o destino final de toda a nossa loucura. Ela não pediu para eu mudar de ideia. Ela só se entregou, sabendo que, a partir daquele momento, tudo tinha virado de vez.
Vanessa tremia inteira, mas não de medo. Ela se jogou no sofá, com as pernas abertas, olhando pro teto como se tivesse vendo o futuro. Ela tava toda excitada, passando a mão pelo próprio corpo, imaginando o velho vindo pra cima dela. Ela me olhou com uma cara de quem tava pedindo pra ser marcada, pra ser usada até não aguentar mais. Eu fui chegando perto, tirando minha camisa, sentindo o ar da sala ficar pesado.
— Rafa, você vai ficar lá mesmo? Você não vai ter ciúme de ver ele me pegando? — ela perguntou, com a voz toda manhosa, já começando a desabotoar o shortinho jeans, revelando a calcinha que ela tava usando.
— Ciúme? — eu dei uma risada curta, sentando do lado dela e puxando ela pro meu colo. — Ciúme é coisa de quem não entende nada. Ver você ali, entregue pra ele, obedecendo cada comando, sendo comida por aquele cara enquanto eu assisto de camarote... Isso é o que me deixa mais louco. Você vai ser a boneca dele, Vanessa. E o melhor de tudo é que você vai estar pensando em mim o tempo todo, querendo que eu te tome de volta assim que ele terminar.
Ela soltou um gemido grosso, se esfregando em mim, sentindo o meu volume na calça. Ela tava insaciável. A ideia de ser "treinada" pelo Everaldo tava fazendo ela enlouquecer. Ela pegou a minha mão e levou até a calcinha dela, já toda molhada, implorando pra eu sentir o estado que ela tava.
— Então me prepara logo — ela pediu, quase num grito. — Me deixa prontinha pro amanhã. Eu quero chegar lá na casa dele já querendo ser fodida. Eu quero que ele sinta que eu já tô acostumada com pica, que ele veja que você me deixou bem treinada pra servir qualquer um que você mandar.
Eu não esperei. Enfiei a mão dentro da calcinha dela e comecei a mexer, sem dó. Ela arfou, jogando a cabeça pra trás no sofá, as unhas cravando no meu braço. O quarto tava quente, o cheiro de suor tava forte, e o clima era de pura sacanagem. A gente não tava mais brincando de casal. A gente tava preparando o terreno pra uma parada que ia marcar a gente pra sempre.
— Amanhã, quando você entrar naquela porta, você vai esquecer que é minha mulher — eu sussurrei no ouvido dela, sentindo ela tremer sob o meu toque. — Você vai ser só a aluna dele. E ele vai te tratar como ele quiser. Vai ser a melhor aula da sua vida, Vanessa. E eu vou estar lá pra garantir que você não perca nem um segundo de prazer.
Ela tava quase gozando, o corpo todo tenso, a buceta pulsando na minha mão. Ela me olhou com aquele brilho de puta, toda bagunçada, pronta pra obedecer. Amanhã, a cidade inteira podia girar, mas o nosso mundo ia ser aquele quarto, aquela casa do Everaldo e a nossa doentia vontade de ver o limite ser quebrado. A Vanessa tava pronta. E eu também.
Ela soltou o corpo no sofá, com os olhos vidrados de tanto tesão. A respiração tava curta e o peito subindo e descendo rápido, batendo contra o meu braço. Ela passou a mão no meu rosto, me puxando pra um beijo cheio de baba e urgência, como se quisesse sugar a minha vontade pra dentro dela.
— Rafa, amanhã... você vai me ver lá, né? Você vai ver ele me pegando? Você vai ficar atrás da porta, olhando tudo, vendo cada detalhe do que ele vai fazer comigo? — ela perguntou, com a voz falhando, as pernas bambas de tanto fogo.
— Vou, amor. Não vou perder um segundo. Vou ver ele te mandar fazer tudo, vou ver ele te botar de quatro, vou ver ele te encher de leite. Quero ver você fazendo exatamente o que ele pedir, sem hesitar. Quero ver você sendo a puta dele enquanto eu assisto de perto.
A Vanessa deu um gemido longo, o corpo inteiro dando espasmos. Ela começou a se esfregar em mim com uma força bruta, querendo mais, querendo que eu parasse de falar e começasse a agir. Ela já tava no limite, a buceta molhando todo, o corpo pedindo uma surra de pau que ela sabia que ia levar amanhã.
— Pode deixar, amor. Eu vou ser a melhor aluna que ele já teve. Vou fazer ele ficar doido, vou fazer ele querer me comer até ele não aguentar mais. Mas quando a gente voltar pra casa, você vai ter que me recompensar. Você vai ter que me foder como se eu fosse a única mulher da sua vida, pra tirar o cheiro dele de mim, pra me marcar todinha.
— Vou te foder até você esquecer o nome dele, Vanessa. Vou te marcar tanto que ele vai saber que você é minha, não importa o que ele faça. Amanhã é o dia, gata. Amanhã a gente vai viver a parada mais insana da nossa vida.
Ela se agarrou em mim, me jogando pro lado, eu comecei a comer ela ali mesmo, sem cerimônia, sem frescura. O barulho de pele batendo, o gemido dela alto pra todo mundo da vizinhança ouvir, era só o começo. A Vanessa tava entregue, pronta pra amanhã, pronta pra tudo o que o Everaldo quisesse fazer. E eu, ali, socando com gosto, só conseguia pensar na cara que o velho ia fazer quando visse a puta que eu tava entregando pra ele. A gente ia dormir, mas o amanhã já tava desenhado na cabeça da gente como a noite mais suja que a gente ia passar.
A gente dormiu agarrado, mas foi um sono agitado, cheio de sonhos sujos que faziam a gente acordar toda hora. De manhã, a casa tava num silêncio que parecia até um aviso. O sol nem tinha subido direito e a Vanessa já tava de pé, andando pela casa de um lado pro outro, sem roupa mesmo, como se tivesse se exibindo pra parede. Ela tava num estado de nervosismo que dava pra ver de longe, mas era um nervosismo que deixava ela ainda mais gostosa, com aquele cheiro de tesão que não saía do corpo dela.
— Rafa, você acha que ele vai ficar surpreso quando me ver lá? — ela perguntou, vindo pra cima de mim enquanto eu tomava o café, passando a mão no meu cabelo e descendo pro meu peito.
— Ele vai ficar é louco, Vanessa. Ele tá esperando a aluna comportada, mas vai ver uma mulher pronta pra tudo. O velho tá se achando o dono do mundo, mas ele não tem noção do que a gente tá preparando pra ele. Só não vacila. Quando chegar lá, faz exatamente o que ele mandar. Se ele quiser te botar de quatro, você obedece. Se ele quiser falar no seu ouvido, você escuta. O meu prazer vai ser ver você sendo mandada por ele.
Ela deu um sorriso safado e começou a se vestir, sem pressa nenhuma. Ela escolheu uma roupa que não deixava nada pra imaginação: um shortinho jeans curto, quase uma calcinha, e aquela blusa branca fina, sem sutiã, que a gente sabia que ia deixar o velho babando. Ela se olhou no espelho, ajeitou o cabelo, e veio pra perto de mim, deixando o corpo dela todo à mostra.
— Tô pronta, Rafa. Tô pronta pra ser a puta que ele quer, e pronta pra ser sua assim que a gente sair de lá. Vamos logo, antes que eu perca a coragem e comece a tremer de novo.
A gente entrou no carro e foi pro endereço dele. O caminho foi um silêncio tenso, ela toda hora passando a mão entre as pernas, inquieta, como se tivesse sentindo falta de um pau ali dentro. Quando chegamos, o carro parou na frente daquela casa velha. O coração dela batia tão forte que parecia que ia rasgar a blusa. Eu olhei pra ela, dei um tapa de leve na bunda dela pra dar coragem e vi ela saindo do carro, pronta pra entrar na casa. Eu fiquei lá atrás, vendo ela subir os degraus e tocar a campainha, sabendo que a partir daquele momento, a vida da gente ia virar um caos total.
