Ola meus amigos, somos o conto 47° mais lido do mês
Os dois rapazes saíram um pouco mais da sombra das árvores, e eu pude ver bem como eles eram. O primeiro era alto, com os ombros largos e o peito bem definido, uma tatuagem escura que subia pelo pescoço; o outro era mais baixo, mas com uma cara de marrento, carregando uma mochila nas costas e um olhar que cortava o ar. Eles não faziam menção de ir embora; estavam parados, de braços cruzados, só secando cada detalhe da Vanessa ali de quatro, com a água escorrendo pela bunda dela.
Eu senti a Vanessa tremer sob o meu corpo. O medo inicial dela passou rápido, dando lugar a uma excitação que eu podia sentir na pele dela. Eu me aproximei, encostei bem na orelha dela e sussurrei, deixando minha voz grave e possessiva:
— Vamos dar um show, amor.
Ela arfou, fechando os olhos por um segundo. Quando os abriu, não tinha mais nada de menina certinha ali. O sorriso que surgiu no rosto dela era pura maldade, cheio de uma confiança que me deixou louco. Ela ficou toda manhosa, rebolando o quadril de um jeito que a buceta dela se abria ainda mais pros caras verem, e soltou um gemido manhoso, quase uma súplica de uma puta querendo atenção.
— É isso que você quer, amor? — ela sussurrou, com a voz falhando de tesão, virando o rosto na direção dos dois estranhos, fazendo questão de mostrar os seios e a bunda. — Então mostra pra eles quem é que manda nessa buceta aqui.
Ela começou a se esfregar contra a pedra, com as mãos no chão, empinando o rabo ainda mais alto e abrindo as pernas de propósito, deixando os dois rapazes de queixo caído. A putinha dentro dela tinha acordado de vez, e ela tava ali, fazendo pose, esperando que eu começasse o espetáculo praqueles estranhos.
Eu mantive meus olhos fixos nos dois caras enquanto começava a socar na bucetinha da Vanessa de novo, mas dessa vez, fazendo questão de ser bruto. O barulho das nossas peles batendo ecoava entre as pedras e o som da água, um ritmo frenético que parecia um convite. O cara alto, com a tatuagem no pescoço, deu um passo à frente, com a respiração pesada, enquanto o outro, o marrento, levava a mão à braguilha, sem nem tentar esconder o volume que já tava explodindo na calça dele.
— Olha bem, rapazes — eu gritei, sem parar o movimento, sentindo a Vanessa gemer de prazer a cada estocada minha. — Vocês queriam ver? Então aproveita, porque vocês nunca viram uma mulher tão gostosa sendo comida desse jeito!
A Vanessa soltou um gemido longo, de rasgar a garganta, e jogou a cabeça pra trás, com os olhos azuis faiscando de luxúria pra cima deles. Ela começou a se contorcer, abrindo as pernas ainda mais, deixando que eles vissem o pau entrando e saindo de dentro dela, babando o líquido branco que se misturava com a água da cachoeira. Ela estava ali, escancarada, rebolando com uma vontade absurda, chamando os caras com o olhar.
— Vem... — ela sussurrou, a voz toda melosa e manhosa, olhando direto pro cara da tatuagem. — Olha como ele me fode... olha como eu tô molhadinha pra você ver... você não quer vir aqui e ver de perto?
O cara da tatuagem não aguentou. Ele começou a tirar a camisa, jogando no chão com pressa, enquanto o outro já estava com o pau de fora, enorme e latejando, sem tirar o olho da buceta da Vanessa. Eles estavam hipnotizados, o desejo de ver e tocar a minha mulher ali, no meio da mata, era maior que qualquer noção de perigo. Eu continuava metendo sem dó, cada vez mais forte, sentindo o prazer da Vanessa aumentar toda vez que ela via que os caras estavam prestes a dar o bote.
Os dois estranhos não aguentaram mais só assistir. O cara da tatuagem, com o peito suado e os músculos tensos, se aproximou da pedra, enquanto o outro, o marrento, ficou logo atrás, babando.
Eu não parei por um segundo. Continuei socando a Vanessa, fazendo ela bater contra a rocha molhada, mas dessa vez, eu puxei o cabelo dela para trás, forçando ela a olhar direto nos olhos do cara tatuado.
— Tá gostando, hein? — eu provoquei o desconhecido, que estava com o pau erguido, pulsando na frente da gente. — Pode chegar. Toca nela. Quero ver se você tem coragem de apertar esse rabo enquanto eu meto fundo.
A Vanessa soltou um gritinho fino, a voz toda melosa. Ela estava amando ser o centro daquelas atenções masculinas. Ela esticou uma das mãos para trás e chamou o tatuado:
— Vem, moço... me aperta. Deixa ele ver que eu sou sua também.
O cara não pensou duas vezes. Ele avançou, cravou as mãos nas bandas da bunda da Vanessa e começou a apertar com uma força bruta, sentindo a pele dela quente e úmida. Enquanto eu continuava dando estocadas fundas, ele começou a passar a mão na buceta dela, misturando a baba dele com o meu prazer. A Vanessa estava uma loucura só, rebolando em cima de mim, enquanto recebia o carinho bruto daquele estranho.
— Ai, Rafa... ele tá me apertando forte! — ela gemia, a voz toda excitada. — Soca mais fundo, não para, fode minha bucetinha!
O outro cara, o marrento, ficou louco vendo aquilo. Ele se enfiou no meio daquela putaria, pegou o pau que estava pra fora e começou a passar na bochecha da Vanessa, fazendo ela lamber a cabeça do pau dele enquanto eu continuava fudendo a buceta dela. Era uma putaria sem fim: eu fudendo ela, o tatuado massageando o rabo dela e ela com a boca ocupada com o pau do outro. Ela olhava pra eles com um olhar de pura luxúria, as pupilas dilatadas, totalmente rendida ao espetáculo.
— Isso, meus amores... — ela sussurrou entre uma lambida e outra, olhando pra eles com uma cara de quem ia gozar ali mesmo. — Me usam, me destroem!
A cena tava num nível de loucura que eu nunca imaginei. O barulho da água da cachoeira quase sumia no tesão daquela safadeza, gemidos e respiração pesada. A Vanessa, com o rosto todo suado, o cabelo grudado no pescoço e os lábios inchados, tava de quatro na pedra, sendo comida por mim enquanto o tatuado apertava o rabo dela como se fosse um bicho. O outro, o marrento, tava ali na frente, com o pau erguido, curtindo a visão da minha mulher se oferecendo.
Ela parou de chupar o cara por um segundo, limpou o canto da boca com as costas da mão e olhou fixo pro marrento, com aquele olhar de quem não tinha mais vergonha nenhuma na cara.
— Ei, gostoso — ela falou, a voz toda manhosa, carregada de um tesão insuportável. — Como é que você se chama?
O cara ficou um segundo parado, hipnotizado, parecendo que tinha levado um choque.
— É Bruno — ele respondeu, com a voz grossa, os olhos cravados nela.
A Vanessa soltou um sorriso bem safado, empinou a bunda mais ainda pra cima, deixando tudo exposto, e deu uma olhada pro pau dele que tava quase explodindo na altura da cara dela.
— Bruno... que nome de homem gostoso — ela sussurrou, passando a língua nos lábios molhados. — Fala pra mim, Bruno... você tá com vontade de foder a minha boca? Quer colocar essa pica enorme na minha garganta enquanto o meu marido me arromba aqui na sua frente?
Ela tava implorando, toda se oferecendo, fazendo questão de deixar claro pro Bruno que ela queria ser usada. O marrento não aguentou. Ele deu um passo pra frente, com as mãos tremendo, já querendo meter o pau na boca dela. Eu, que tava por trás, dei uma penetrada mais fundo ainda, fazendo a Vanessa gritar o nome dele e o meu ao mesmo tempo, enquanto o Bruno se aproximava, pronto pra cumprir o pedido da minha puta.
O Bruno não disse nada. O desejo dele era tão bruto que ele não perdeu tempo com conversa. Ele só soltou um grunhido baixo, daqueles de bicho, e agarrou a cabeça da Vanessa com as duas mãos, firme, como se quisesse garantir que ela não fugisse.
— Abre — ele rosnou, a voz saindo grossa, vibrando quase dentro da boca dela.
A Vanessa obedeceu na hora, com a língua já pra fora, querendo ter a boca arrombada. Ele não teve dó. Empurrou o pau na boca dela com tudo, numa estocada só, forçando a cabeça dela pra trás. A Vanessa deu um engasgo gostoso, com os olhos azuis arregalados, enquanto eu continuava socando por trás, fazendo o corpo dela balançar e bater contra o peito dele.
— É isso que você quer, né, sua vadia? — o Bruno sussurrou, enquanto o pau dele ia e vinha na garganta dela com força. — Mamar o pau de estranho enquanto o teu corninho te arromba?
A Vanessa não conseguia falar, só emitia uns sons abafados, um "nhum-nhum" cheio de saliva, enquanto a garganta dela recebia o pau dele. Ela chupava com uma vontade desgraçada, o rosto vermelho de tanto esforço e prazer. Ela olhava pra cima, pro Bruno, e depois virava o olho pra mim, acompanhando o ritmo das minhas estocadas, com a boca ocupada e a buceta sendo destruída.
— Engole tudo... — ele mandou, segurando o queixo dela com mais força, dando umas estocadas mais rápidas na boca dela. — Quero sentir você babando, sentindo cada centímetro da minha pica.
A Vanessa, pra provocar ainda mais, dava umas lambidas na base do pau dele entre uma estocada e outra, fazendo ele gemer e perder o controle. Ela tava se divertindo com aquilo, sentindo o pau de um estranho na boca e o meu rasgando ela por trás. O barulho de sucção era alto, e cada vez que ela subia a boca, ela fazia um estalo molhado que mostrava o quanto ela tava rendida ali, aos pés daqueles dois homens, enquanto eu via tudo de camarote, sem parar de socar nem por um segundo.
A cena era um caos de puro tesão. O Bruno tava ali, socando o pau na garganta da Vanessa, fazendo aquele barulho de sucção, um nhum-nhum molhado que ecoava nas pedras, enquanto ela se afogava em prazer, balançando a cabeça no ritmo das estocadas dele. A cada vez que o Bruno empurrava, a Vanessa dava um gemido abafado, os olhos azuis revirando, totalmente entregue.
Eu, por trás, não dava trégua. Batia nela com toda a minha força, sentindo a buceta dela contrair e apertar o meu pau cada vez que o Bruno entrava mais fundo na boca dela.
Mas o show tava longe de acabar. Com as mãos livres, enquanto o Bruno se acabava na boca dela, a Vanessa levou as mãos pra trás e agarrou o pau do cara da tatuagem. O cara tava ali do lado, rosnando de vontade, com o pau erguido, babando de tesão. Ela começou a punhetar ele com um talento absurdo, subindo e descendo a mão com firmeza, fazendo o cara arfar e segurar o ombro dela pra não cair.
Ela parou de chupar o Bruno por um segundo, dando aquele estalo de saliva, e com a boca livre, ela olhou pro tatuado com um brilho insano nos olhos, enquanto a mão dela continuava o serviço na punheta.
— E você, hein? — ela sussurrou, a voz toda melosa, ofegante de tanto tesão. — Qual o nome dessa gostosura aqui que tá me deixando assim? Como você se chama, seu safado?
O tatuado soltou um suspiro pesado, o corpo todo tenso, enquanto sentia a mão dela apertando o pau dele com tudo.
— É o Juliano — ele rosnou, a voz saindo grossa, quase um gemido, enquanto via ela dar um sorriso de lado, sabendo que tinha os dois homens ali, na palma da mão, sendo destruída por mim enquanto dava prazer pra eles.
— Juliano... — ela repetiu o nome, sentindo o peso do pau dele na mão, enquanto o Bruno voltava a enfiar o pau na garganta dela sem dó. — Juliano, você não tem noção do que eu vou fazer com você depois que eu terminar com o Bruno... — ela provocou, dando mais um aperto firme no pau dele, me fazendo soltar um urro de tanto prazer.
A situação atingiu um ponto de pura desordem e luxúria. A Vanessa, com o corpo todo suado e a respiração falhando, mudou o foco. Ela se afastou do Bruno, limpou a boca com as costas da mão e olhou pra mim, com aquele brilho insano que só aparece quando ela quer ser destruída de vez.
— Amor... — ela pediu, a voz quase um sussurro suplicante, misturado com gemidos. — Come meu cuzinho. Já faz meses que não lhe dou, mas hoje eu tô muito puta, eu preciso sentir você me rasgando ali.
Eu senti meu sangue ferver, a imagem dela toda aberta me deixou maluco. Mas ela não parou por aí. Antes que eu pudesse avançar, ela mandou o Bruno deitar no chão, de barriga pra cima. Sem hesitar, ela subiu em cima do Bruno, encaixando a bucetinha dela toda molhada direto no pau dele, e começou a sentar com força, cavalgando o cara ali no chão, enquanto o Bruno gemia alto, segurando a cintura dela com as mãos calejadas.
E como se não bastasse, enquanto o Bruno se acabava por baixo, ela virou o pescoço e começou um boquete profundo no Juliano, que tava ali, em pé, travado, esperando a vez. Ela engolia o pau do Juliano com uma vontade absurda, fazendo aquele barulho de sucção, enquanto o quadril dela ia e vinha em cima do Bruno, numa sequência de movimentos que faziam o rabo dela balançar e mostrar o caminho livre pro meu pau.
— Agora, Rafa! — ela gritou, com a boca ocupada pelo pau do Juliano, enquanto se esfolava em cima do Bruno. — vem comer meu cuzinho amor, vem logo, acaba comigo!
Eu me aproximei, com o pau latejando e babando, olhando pra aquela cena onde ela controlava dois estranhos enquanto implorava pela minha investida violenta no cuzinho dela. Eu passei a mão na entrada, senti o calor dela contraindo, e me preparei pra socar tudo, sem dó, vendo a minha mulher ser usada por todos nós ao mesmo tempo.
Eu não perdi mais nenhum segundo. Com a Vanessa montada no Bruno e ocupada com o Juliano, eu não precisei de preparo. Passei a mão na minha própria baba e encostei a ponta do pau na entrada do cuzinho dela, que já estava tremendo de ansiedade. Ela soltou um gemido abafado, cheio de saliva por causa do pau do Juliano, e empurrou o quadril pra trás, me convidando com uma vontade que eu nunca vi.
Eu fui com tudo. A entrada foi apertada e quente, uma resistência que me deu um tesão insuportável. Quando eu empurrei de uma vez, ela deu um grito agudo que foi cortado pelo pau do Juliano na boca dela, e o Bruno soltou um urro de bicho lá embaixo, sentindo a minha entrada profunda empurrar ele contra o chão.
— Isso... isso mesmo, amor! Me rasga! — ela gritava, quase sem fôlego, enquanto o ritmo dos três homens ali transformava aquela cachoeira num inferno de luxúria.
Eu comecei a socar o cu dela com uma violência descontrolada. Cada estocada minha fazia ela quicar em cima do pau do Bruno, e o Juliano, doido, começou a meter o pau na boca dela com mais força ainda, segurando a cabeça dela como se ela fosse um brinquedo. A Vanessa tava sendo destruída por todos os lados. Ela arranhava as costas do Bruno, engolia o Juliano até a garganta e recebia as minhas investidas no cu com uma ferocidade que fazia o meu pau pulsar dentro dela a cada movimento.
O cenário era pura loucura. O Bruno socava ela de baixo pra cima, o Juliano socava ela de frente na boca, e eu socava ela por trás no cu, numa sintonia de puro tesão. Ela tava no limite, o corpo todo tremendo, o suor escorrendo pelas costas e misturando com a água da cachoeira.
— Goza dentro, Rafa! Goza no meu cu, acaba comigo! — ela implorava, a voz toda falhada, enquanto a gente ia chegando no ápice, num ritmo bruto que fazia as pedras da cachoeira tremerem com o impacto dos nossos corpos.
O ambiente ao redor da cachoeira tinha virado um caldeirão de suor e barulho. A Vanessa já estava num estado de transe, o orgasmo dela vindo em ondas, com a bucetinha contraindo freneticamente em volta do pau do Bruno, enquanto a garganta dela apertava o pau do Juliano. Ela gemia alto, uns gritos rasgados e sem fôlego, o corpo todo se contorcendo enquanto a gente não parava um segundo.
Eu estava fora de mim. Ver o meu cuzinho recebendo minhas estocadas brutas enquanto ela, lá na frente, engolia o Juliano e cavalgava o Bruno, me fez perder qualquer noção de controle. Eu socava no cuzinho dela com uma força que fazia o rabo dela balançar e bater com tudo no Bruno, que respondia cada estocada minha com um tranco maior ainda debaixo dela.
— Ela tá explodindo, porra! — o Juliano gritou, a voz toda rouca, enquanto via o rosto da Vanessa ficar vermelho e os olhos azuis revirarem completamente.
Ela soltou um grito prolongado, agudo, que ecoou pela mata. A buceta dela começou a pulsar e a apertar o pau do Bruno num ritmo frenético, e ela, lá na boca do Juliano, começou a engolir e sugar com uma sede desesperada, como se quisesse extrair até a última gota de prazer dele. O corpo dela tremia tanto que ela quase caiu em cima do Bruno, mas a gente segurava ela, cada um no seu posto, enchendo ela de todas as formas.
Eu via o líquido dela escorrer pelas pernas, misturado com a água da cachoeira. Ela estava destruída, mas ela queria mais. Ela rebolava, ela empurrava a bunda pra trás, ela dava sinais pra gente não parar.
— Não para... continua... me destrói! — ela sussurrava entre os soluços de prazer.
O Bruno, lá embaixo, segurou os quadris dela com as mãos calejadas e começou a dar estocadas de baixo pra cima, num ritmo que acompanhava o meu. A gente tava sincronizado, usando ela como um campo de batalha. O Juliano, sem aguentar a pressão de ver ela gozando daquele jeito, começou a socar o pau na garganta dela com uma ferocidade insana. A gente não ia parar enquanto não despejasse tudo dentro dela. O prazer dela era o combustível que fazia a gente socar mais forte, mais fundo, sem dó de nada.
A Vanessa deu um tapa no meu peito, um sinal claro pra eu parar onde eu tava. Ela se desvencilhou do Bruno com uma agilidade que eu nem sabia que ela tinha, num movimento rápido, me obrigou a deitar de costas na pedra rasa. Ela sentou de costas pra mim, cavalgando meu pau que tava latejando de tão duro, e abaixou o tronco, deitando por cima do meu peito.
O meu pau tava lá dentro, arrombando o cuzinho dela, e cada vez que ela se mexia pra se ajeitar, ela gemia contra o meu pescoço, sentindo o prazer da minha investida bruta vindo de baixo pra cima. Enquanto isso, a cena ficou ainda mais insana: ela chamou o Juliano, que se posicionou na frente dela, e ela abriu as pernas, recebendo o pau dele na buceta com uma facilidade de quem já tinha virado uma máquina de prazer.
O Bruno, sem perder tempo, puxou a cabeça dela pra baixo e começou a fazer uma garganta profunda violenta, fazendo ela ficar de cabeça pra baixo, enquanto eu fudia seu cuzinho de baixo para cima, enquanto o Juliano socava a buceta dela de frente e o Bruno a esfolava na boca.
Ela tava ali, esticada, sendo comida de todos os jeitos possíveis. O corpo dela balançava no ritmo dos três, um espetáculo de devassidão. O Juliano metia com força, fazendo o corpo dela vibrar, o Bruno enfiava o pau na garganta dela até o talo, e eu, lá atrás, sentia o cu dela contrair e pulsar em volta do meu pau a cada estocada minha. O som de tudo aquilo era um barulho de carne, de gemido abafado e de água batendo na pedra. A Vanessa tava com os olhos fechados, a boca ocupada e o corpo sendo preenchido por todos os lados, soltando uns gritos de satisfação que faziam a mata inteira parecer que tava em chamas. Ela era nossa, totalmente entregue, um espetáculo de pura safadeza que não tinha fim.
