Eu estava no banho com a estonteante ruiva Suzi, que sempre quis como namorada, mas tinha sido esnobado anos por ela. Ser mais velha 4 anos e melhor amiga de minha irmã Monica eram barreiras concretas, mas ela parecia não ter mesmo interesse por um pirralho como eu, apesar de eu ter 1,85 m, corpo grande e tonificado sendo bem maior do que ela.
Depois dos primeiros orgasmos com um homem que proporcionei a ela com minha língua e meu pau, esse durando minutos e a deixando esfolada, sua ideia sobre mim mudou e ela se justificou que minha proposta dela me amarrar, para não ter receios de ser agredida como foi pelo antigo namorado, deu um click em sua mente.
O pecado foi que sua bucetinha após um orgasmo de minutos com ela descontrolada pulando nele, ficou em carne viva também pelo creme inapropriado que usou, então troquei as vezes que faltavam por dormir com ela e usar seu corpo como quisesse, sem penetração.
Suzi me surpreendeu dizendo que aceitava, mas que também queria fazer as duas vezes que faltaram em uma próxima vez quando estivesse curada, pois sabia que seria ainda mais gostoso. Após nos beijarmos pela primeira vez e ela me soltar, fomos para aquele banho, em que eu estava estático a vendo sob a ducha com os cabelos ruivos úmidos e gotas pelo corpo como a pequena sereia.
Sua primeira atitude enquanto eu não reagia, foi lavar bem o interior de seu canal com seus dedos só com água para o limpar bem. Foi a primeira vez que a vi falar palavrões, pois sentiu muita dor e ardor. Meu pau ficou duro a vendo se penetrar entre os pelinhos molhados laranjas.
– Ahhhiiiiiiii deus. Dói pra cacete. Ainda bem que valeu muito a pena, falou olhando para mim sorrindo e sofrendo.
Quando enfim se livrou de todo o creme interno e a deixou limpinha, pegou a esponja e me deu.
– Você não quer me lavar?
Nem respondi e a pegando fui direto para seus seios tirando um sorriso nosso. Eram simplesmente maravilhosos. Os apalpando e os acariciando por minutos já a avisei de minhas intenções.
– Continuo querendo mamar eles em meu colo, mas agora sem penetração.
– Aceitei qualquer coisa. Sei que vai ser gostoso.
– Você está ardida e dolorida só por dentro ou também por fora.
– Só por dentro, mas inclui a entrada. Porque?
– Você pode só se esfregar enquanto brinco com eles. Talvez até consiga gozar. Até eu talvez consiga.
– Vamos tentar.
Foi um longo banho e delicioso podendo lavar seus seios, seus pelinhos ruivos, seu bumbum redondo e cada sarda linda. Suzi também aproveitou tudo que pode e ficou minutos lavando meu pau, o admirando, o sentindo e o apertado.
– É impressionante. A única vez que peguei um pau fora aquele boquete, foi o de meu namorado no dia que ele tirou minha virgindade. As coisas foram esquentando, ele me tocou lá embaixo e me pediu para toca-lo. Com os toques, perdemos o controle e me deitando no sofá aqui de minha casa ele fez o que você já sabe, sabendo que minha mãe não estava. Sabe, não pode ser considerado segurar a mesma coisa pois a diferença é enorme. Sei lá, cada uma é uma, mas não concordo com aquela teoria das mulheres que tamnho não importa. Quem diz isso é porque não sentiu um como o seu. Mesmo toda dolorida, não vejo a hora de quando poderei o sentir novamente.
– Como eu também não vejo a hora de voltarmos a fazer isso. De 4, papai e mamãe e em meu colo. Como foi você quem interrompeu teremos que recomeçar e fazer as 3 previstas, a provoquei.
Suzi gargalhou ainda segurando meu pau.
– Também vou querer 3 ou mais, mas tenho medo de me viciar nele e será complicado para mim sem poder usá-lo, se é que já não viciei.
– Eu estou definitivamente viciado por esse corpo. Para todos os usos.
O banho levou mais uns 10 minutos e quando terminou, nos enxugamos e Suzi toda feliz me levou para seu quarto.
– Esse é meu quarto. Queria que você o conhecesse.
Era um quarto muito feminino, com posteres de grupos musicais e cheio de decorações. Sua cama de solteira tinha muitas almofadas e me decidi que seria lá que a faria sentar em meu colo enquanto me esbaldaria com aqueles peitos empinados e firmes.
– Fico nua ou coloco uma lingerie para você tirar quando quiser?
– Tem vermelha para combinar com você?
– Tem, mas não daquelas sensuais. Calcinha biquini e sutiã de lycra lisa. Nem o vermelho é tão intenso.
– Perfeito.
Sentado em sua cama a vi o vestir e não sabia como ela ficava mais gostosa.
– Você fica demais com ele. Se eu tivesse te despindo, acho que não teria paciência e o rasgaria, o que seria uma pena.
– Eu não me importaria. Ser violento comigo é inadmissível, mas com minhas roupas mostrando o quanto me deseja me excitaria muito.
– Anotado, falei dando a indireta que talvez fizesse isso na próxima vez.
Sorrindo, Suzi girou e parou de costas mostrando aquela bunda linda e cheia com a calcinha vermelha enterrada. Pura provocação.
– Que bunda linda e gostosa. Nunca se atreva a dizer novamente que ela é grande demais.
– Você gosta dela então?
Nem respondi fazendo aquele sonzinho que significa “é clarooooo”.
– Não parece. Você nem pegou muito nela, nem ficou dizendo todo o tempo que a deseja.
– Não peguei, fora o banho porque estava amarrado e não fiquei falando, pois se já aconteceu de machucar sua bucetinha, imagine seu bumbum. Fora que se se sentiu melhor me amarrando para penetrar nela, nem imagino o que precisaria fazer para a deixar tranquila se tentasse o penetrar.
– Estou machucada, não só porque ele é grande, mas porque fui imprudente pulando sem parar e usando o creme errado. Você já se masturbou imaginando comendo meu bumbum
Devo ter ficado vermelho como um tomate entregando minha resposta.
Suzi veio e me montou ficando sentada em meu colo com meu pau duro como aço em sua bucetinha protegida por aquela lycra vermelha. Ela me beijou como uma namorada apaixonada em um beijo delicioso, então parou e olhou safadinha para mim.
– Vamos tentar na próxima vez. Compre um gel apropriado. Se não conseguirmos, paciência, mas queria te dar minha última virgindade. Sei que é loucura, mas não custa tentar.
Suzi sentiu meu pau quase explodindo contra sua fenda quente, fervente.
– Com uma condição. Para não ficar assustada, como vai ser a primeira vez, você me amarra de novo e controla.
– Você não me quer de 4, falou decepcionada.
– Para entrar será mais fácil assim e se conseguirmos, depois terminamos de 4.
– Oh deus Vik. Não deveríamos fazer planos. Parece que estamos namorando.
– Namore comigo até amanhã quando eu for embora e no próximo encontro. Assim você terá sido minha primeira namorada como sempre desejei.
– Você é demais. Está bem, somos namorados. Sua primeira, falou me empurrando para que deitasse em sua cama e ficamos até a hora do jantar dando muitos amassos e beijos.
Eu nu e ela as vezes parcialmente nua, quando afastava seu sutiã e brincava com seus mamilos, sem os mamar ainda ou afastava sua calcinha para sentir aqueles pelinhos macios.
Depois que Suzi fez uns sanduiches para nós com minha ajuda, fomos para a sala ver algo na TV bem agarradinhos como namorados. Eu já tinha posto minha cueca e após a digestão feita, ela olhou safadinha para mim e me surpreendendo tirou minha cueca e sua calcinha vermelha, montando sobre meu pau duro como aço pelas pegações.
Sua única roupa era seu sutiã vermelho a deixando espetacularmente sensual. Devagar conforme sua lubrificação descia foi se esfregando em meu pau para sentir se suportaria as possíveis dores externas.
– Aaaahhhiiiii. Dói um pouco, mas é muito mais gostoso. Vou continuar e gozar. Goza comigo.
Salivando a boca, tirei seu sutiã e decidi que acontecesse o que acontecesse, gozasse quanto gozasse, ficaria de 15 a 20 minutos brincado com eles, os beijando, lambeando e sugando.
Primeiro lambi suas infinitas sardas, preferencialmente onde o sol não pegava e elas eram mais evidentes e me deliciei com todas as possibilidades. Quando suguei seu mamilo pela primeira vez, o estiquei e cada sugada. Suzi levou suas mãos a minha nuca e a segurando gozou.
– Estou gozaaaaaandoooooooooo. Qualquer jeito é bom com você.
Não tinha como responder e por mais uns 10 minutos os devorei e me excitei sentindo seu caldo vazar em um pau o deixando ensopado. Por fim, Suzi decidiu me fazer gozar e começou a se esfregar mais rápido e com mais pressão em meu pau e em seus gemidos era visível que sentia um pouco de dor.
– Goza para sua namorada, goza. Amanhã cedo vou chupar seu pau e te fazer gozar e será o primeiro de quem vou engolir, falou destruindo minha resistência querendo durar mais.
– Estou gozandooooooo, falei rapidamente largando seu seio, mas logo voltei a chupar de leve seu mamilo até que meu gozo terminou.
– É bom gozar se esfregando, não é?
Balancei a cabeça concordando ainda sob o efeito da prostração daquele gozo.
– Não gostei nada, nada de fazer boquete naquele stripper, mas valeu a pena ou nãp estaríamos aqui.
– Vi que você demorou muito para o fazer gozar.
– Porque não estava querendo nem gostando, mas não quis estragar a brincadeira.
Segurando sua cintura fina e quente, me lembrei do que Livia tinha dito.
– Se eu fizesse todas as outras gostarem, talvez elas não briguem com quem quiser repetir comigo, como a Livia disse.
– Para ela talvez funcione, pois são todas parentes, mas pouco me importo se as outras brigassem comigo, mas a Monica você não vai conseguir convencer e ela me odiaria e acabaria a amizade. Ela é minha melhor amiga e mesmo se eu não me importasse, sempre encontraríamos com ela em seus encontros de família e seria pesado e não quero perder a amizade dela. Quando fui agredida pelo namorado, ela esteve a meu lado o tempo todo.
– É do jeito que terminou com a Monica e por ela logo estar casada, não tem como deixar de estar furiosa comigo. Vamos aproveitar o que pudermos.
Nos limpamos, nos vestimos e assistimos mais TV bem abraçadinhos comendo umas gostosuras. Quando deu a hora fomos fazer a higiene e depois para sua cama pais, onde deitamos abraçados e apertados só deixando a luz fraca do abajur. Ter aquela ruiva voluptuosa totalmente nua me meus braços era uma sensação deliciosa, como foi com Livia.
Nada melhor para dormir bem do que uma mulher linda e nua abraçada toda feliz e satisfeita. Dormimos rápido, mas várias vezes acordei naquela noite quase caindo da cama e a abraçava de volta para não cair.
Fui acordado com seus movimentos e assim que abri os olhos vi aquela deusa ruiva com os cabelos alaranjados todo desarrumado, ainda assim linda demais, mas seu sorriso feliz ajudava muito.
– Bom dia, falou descendo por meu corpo até chegar a altura de meu quadril puxando o lençol e expondo meu pau duro como aço.
– Bom dia. Maravilhoso dia. Não vai me amarrar, falei percebendo o que faria.
Suzi pegou meu pau o levantando.
– Não, não estou com nenhum receio de você me fazer mal e estou fazendo o que eu quero, não o que estou sendo obrigada. Na próxima, faço isso te amarrando, me provocou.
– Vou cobrar.
Suzi levantou a cabeça e começou a lamber ao redor de meu pau sem pressa nenhuma. Era sábado, não tínhamos aula e seus pais estavam na praia.
– Hummmmm. Hummmmm. Queria tanto dentro de mim, mas ainda está ardendo e doendo muito, interrompeu as lambidas para me falar.
Sabia que poderia a assustar, mas foi impossível não levar minha mão entre seus cabelos ruivos volumosos em sua nunca, mas só a mantive lá sem controlar o que fazia. Eu a acariciava e ela parecia gostar.
– Hummmmmmmmmmmm. Hammmmmmmmmm.
Por pior que fosse, a ter fazendo um boquete em mim já seria maravilhoso. Como no vídeo, senti que ela não tinha muita pratica, nem perto de Livia e não como Monica, as duas mais experientes. Ela também ainda não olhava para mim, concentrada em fazer o melhor possível.
Foi então que me lembrei de nossa conversa da noite anterior que ela seria minha namorada até a próxima vez quando finalizaríamos seu compromisso comigo, já que não consegui a comer mais do que uma vez. A senti parar de lamber e tentar colocar meu pau fundo em sua boca, sem conseguir.
– Ahhhhhhh, minha namorada linda. Está gostoso demais, não precisa exagerar.
Suzi parou de chupar e levantou a cabeça olhando para mim.
– Você não esqueceu que somos namorados, falou feliz.
– Jamais. Talvez eu esqueça que tenhamos que terminar o namoro na próxima vez, isso sim. Agora me chupa gostoso como estava me chupando, mas olha para mim.
Suzi se ajeitou melhor, virou um pouco o corpo em angulo e assim que o engoliu novamente, me olhava com aqueles olhos verde cristalinos e seus cabelos alaranjados adornando seu rosto lindo.
– Ohhhhuuuuuuuuuuu, porque fui pedir isso. Assim vai ser muito rápido.
A safadinha ao invés de ir com calma acelerou, mas me veio outra coisa em mente que eu queria fazer com ela e não tinha feito com Monica e Livia. Esse pensamento me fez aguentar a ponto de desfrutar daquela visão maravilhosamente erótica e de suas chupadas que ficavam mais gostosas e esfomeadas.
Quando percebi que poderia gozar sem fazer o que eu queria, tirei a mão de seus cabelos.
– Para Suzi. Para.
Ela parecia não querer, mas me atendeu.
– Vira o corpo e vem por cima de mim. Vamos gozar juntos. Vai ser minha primeira vez assim.
Sorrindo, largou meu pau e veio de gatinha por cima de mim.
– Muito menos eu que nem fiz oral em meu namorado. Adorei sua ideia.
Em um 69 inexperiente de nós dois, mas fomos pegando o jeito, eu amando lamber de novo aquela aranhinha alaranjada e me deliciava novamente com seu sabor e seu aroma a lambendo por tudo enquanto ela degustava meu pau mais o chupando do que lambendo.
No ar só nossos gemidos abafados. Eu via a portinha de seu canal que estava ainda muito vermelha, mas no fim até gostei o que tinha acontecido, pois seria a desculpa perfeita para termos uma segunda e última vez.
Adiamos ao máximo o final, mas quando gozei um mar de esperma matinal, Suzi se empenhou a engolir tudo o que conseguia, mas senti um pouco escorrendo por meu pau. Eu, da mesma forma engolia tudo o que conseguia daquele néctar exótico que escorria em abundancia devido a seu orgasmo muito intenso.
Quando meus jorros terminaram, Suzi o tirou da boca e foi em busca do esperma que não tinha conseguido engolir bem safadinha e assim meu pau jamais iria diminuir, mas tinha que acalmar porque sua bucetinha estava impossibilitada.
Quando o deixou limpo, o largou e veio se deitar em meu peito para nos recuperarmos daquele prazer imenso.
– Eu gostei. Gostei muito. Não é que seja o melhor sabor, mas o todo do momento o torna gostoso, ainda mais nessa posição dando e recebendo. Ainda mais em minha cama onde sempre vou me lembrar.
– Também adorei. Tinha ficado triste que ia degustar essa bucetinha ruiva só uma vez, mas consegui a segunda e com certeza, farei de novo na próxima.
– Você pode o que quiser com sua namorada, mas teremos mesmo que terminar o namoro no final da próxima vez.
– Eu sei. Vou ficar triste e muito enciumado quando arrumar um namorado. Não quero nem ficar olhando você com outro. Sei que é muito egoísmo meu porque disse que poderia ter outras mulheres se te namorasse, mas não consigo não pensar assim.
Ela me olhou com uma carinha triste.
– Eu também vou ficar mal olhando para você com outro namorado a meu lado. Sempre vou pensar que preferiria você. É triste, mas vamos ter que evitar nos vermos após a próxima vez.
– Tem razão. Triste, mas mais fácil para nós. Do jeito que a Monica está puta comigo, vai ser difícil nos encontrarmos. Estou pensando em não ir nem ao casamento.
Ela me deu um olhar de espanto.
– Mas você é padrinho e irmão dela.
– Um irmão que ela não quer vem nem pintado de ouro. Um irmão que toda vez que olhar para mim no casamento vai a fazer se lembrar que traiu o marido com quem casou. Com certeza ela não me quer lá.
– Não sei o que dizer.
– Não precisa. É algo que eu tenho que resolver com ela. Estou decidido e quando chegar em casa, mesmo sem ela falar comigo, vou avisar para arrumar outro padrinho e que não vou estragar o casamento dela, mas antes quero tomar um último banho com você. Podemos?
– E precisa me pedir.
Felizmente não foi um banho de despedida, mas até breve, muito breve porque para manter a desculpa teria que ser antes do casamento depois de 2 semanas. Novamente curti cada centímetro daquele corpo lindo e voluptuoso e nos despedimos com um beijo gostoso. No entanto, assim que fui sair para pegar minha moto, me fez uma pergunta.
– Quer algo especial para a próxima vez? Tipo uma lingerie.
– Você ficou linda de lingerie vermelha, mas elas tapam boa parte das sardas que eu adoro. Você já é especial como é. E você quer algo especial?
Suzi sorriu safadinha.
– O que você tem de especial, muito especial, já me basta também. Só não esqueça de comprar o gel, me provocou.
– Com certeza absoluta não vou esquecer. Tchau.
– Tchau.
Ao chegar em casa, não vi o carro de minha mãe que devia ter ido com minha tia, filhas e sobrinha ao clube ou ao shopping. O carro de meu pai estava lá como o de meu tio na garagem de sua casa vizinha.
Quando entrei, encontrei apenas Monica tomando café da manhã tardio, com certeza esperando seu noivo para os últimos afazeres do casamento como aconteceu nos últimos finais de semana e especialmente naqueles últimos dias.
Ela olhou para mim e desviou o olhar me ignorando, o que me deu mais certeza do que eu devia fazer.
– Sei que você não vai falar comigo, então apenas ouça o que tenho que falar que é importante e não vai durar mais de um minuto.
Monica continuou me ignorando sendo impossível não ouvir.
– Não vou estragar seu casamento e sabendo que não vai ficar feliz em me ver lá, não vou mais ser padrinho e nem vou comparecer. Você tem duas semanas, o que é tempo suficiente para me substituir.
Por fim, ela levantou os olhos e me encarou surpresa. E por fim falou comigo.
– Não disse que não te quero lá. Nem que não o quero como padrinho.
– Vamos ser realistas. Esqueça as preocupações dos comentários que vão surgir por causa de meu não comparecimento. Você não olha para mim, não conversa comigo, está me odiando e se eu for vai ficar lembrando do que te fiz fazer toda vez que olhar para mim. Como posso ir? Como posso ser o padrinho, que são as pessoas mais próximas dos noivos? Não se preocupe que vou assumir toda a responsabilidade para nosso pai e os familiares. Não para as mulheres próximas, porque todas saberão os motivos.
Talvez ela quisesse falar algo mais, mas não dei nem chance e seria irredutível, mesmo com a pressão de meus pais. Naquele momento tinha algo importante para fazer e saí sem me despedir.
Fui para meu quarto só para ver se minha mãe e minhas irmãs não estavam mesmo. Como não as encontrei tinha a certeza que tinham saído com minha tia e prima. Também não encontrei meu pai e era evidente que tinha ido na casa de meu tio.
Imaginei os pegar em flagrante e filmar e se não tivessem fazendo nada demais, inventaria algo para dizer na hora justificando minha rara visita a eles. No fundo de sua casa, na área de lazer, meu tio tinha construído uma pequena oficina para fazer iscas de pesca Fly, aquelas imitações de insetos que ele tinha muita habilidade de fazer e fazia para os amigos pescadores. Tinha também sofá e cadeiras pois recebia muitos deles ao mesmo tempo próximo as pescarias para verificarem os seus equipamentos.
No entanto meu pai sempre ia até lá e passavam um tempo dando a justificativa que faziam essas iscas para uma próxima pescaria. Antes jamais alguém pensou que pudessem estar lá fazendo algo além de coisas de homens e os deixavam tranquilos, muitas vezes fechados naquela oficina. Até eu levantar a suspeita na conversa com Livia, pois na hora analisando tudo que faziam, aqueles momentos me pareceram muitos suspeitos, muito, muito mais após os ver entrando juntos em um Motel.
Fui até a casa de meu tio e entrei já pela lateral da piscina. A área de lazer tinha a porta de vidro frontal a piscina e a porta da oficina era na parede lateral direita, mais privativa. Como sabia que tinha uma janela de vidro atrás, mas era alta, peguei uma cadeira e fui sorrateiro em silencio pela esquerda.
Quando cheguei debaixo da janela, meu coração disparou porque ouvi gemidos suspeitos. Em silencio subi na cadeira e quando vi o que acontecia, fiquei em choque, mas conseguia já posicionar o celular já gravando, pois o tinha ligando antes.
A bancada ficava a direita da janela, o sofá a esquerda e lá de frente os armários das varas e apetrechos e eu sabia que tinha outro armário embaixo das janelas com mais ferramentas de meu tio.
Tinha amigo gay, sabia o que ele fazia e sempre aceitei com naturalidade, pois cada um faz o que quer. No entanto aquela cena me provocou um nojo enorme, uma mal estar instantâneo, não pelo que faziam, mas o que faziam com as esposas.
Meu pai chupava o pau de meu tio de bom tamanho todo empolgado, ajoelhado entre suas pernas com meu tio sentado no sofá. Não bastasse a cena, meu tio o segurava pela nunca o controlando e falando obscenidades.
– Vai minha vadia. Você adora meu pau, não adora?
– Hum, hum meu pai gemeu.
Fiquei tão mal que me recusei a continuar assistindo, mas continuei gravando mantendo o celular na posição. Depois de um tempo escutei meu tio gozando e fui olhar e vi meu pai engolindo tudo.
Fiquei ainda mais abalado por achar que meu pai era exclusivamente passivo, mas após engolir todo o esperma de meu tio, tomou a inciativa, se levantando.
– Agora é sua vez vagabunda.
Meu tio se virou onde estava e ficou de 4 no sofá se apoiando no encosto e meu pai, com pau também grandinho, mas menos do que meu tio o penetrou. De novo não consegui assistir, só mantendo o celular esperando que não me vissem, mas estavam tão entretidos no que faziam, que não havia perigo de me verem.
Naquela situação estava pouco me lixando se me pagassem, pois quem fazia algo muito errado eram eles. Escutei meu pai gozando na bunda de meu tio e logo querendo sua parte.
– Também quero. Vamos aproveitar que elas vão demorar.
Eles deram um tempo, mas meu tio logo estava duro e fez o mesmo comendo a bunda de meu pai. Não conseguindo assistir, gravava tudo e quando acabaram, se vestiram e como se nada tivesse acontecendo começaram a mexer nas coisas de pesca. No entanto o assunto era outro e foi meu tio quem entrou nele.
– Estou com cada vez mais dificuldade de ter ereções com a Fabiana. Já não consigo disfarçar que não me excito mais com mulheres e há muito tempo não a penetro.
– Tenho a mesma dificuldade com a Laura. Do jeito que vai, ela logo pede o divórcio.
– Será? Elas são tão família, meu tio perguntou.
– Elas são novas e bonitas. No auge sexual. Talvez até já tenham amantes por não estarem nos cobrando.
– Pode ser. Ficamos o dia todo fora e não se incomodam mais com nossos compromissos.
– É. Talvez estejamos levando chifre, mas se for ver bem, é uma boa solução. Mantemos as aparências e estaremos seguros.
Essa frase foi pior do que os ver fazendo sexo. Para mim, meu pai e meu tio tinham acabado, mesmo se ainda dependesse de meu pai. Parei de gravar e em silencio, levei a cadeira de volta ao lugar e fui para minha casa e meu quarto.
Fiquei arrasado. Arrasado. Trocaria o sexo que tive com as 3 mulheres maravilhosas e o que teria com as outras cinco, para que meu pai e meu tio não estivessem fazendo o que faziam. Se minhas irmãs e minhas primas descobrissem ficariam tão arrasadas quanto eu. Minha mãe e minha tia, nem se fala.
Só então me dei conta que tinha os vídeos de minha família toda aprontando. As mulheres com aqueles boquetes e os homens em uma relação homossexual de traição. Não me achei diferente deles todos pelo que eu estava fazendo com elas. Cheguei ao fundo do poço e não saí do quarto o resto do sábado e todo o domingo. Não queria ver meu pai em minha frente e minha mãe e minhas irmãs não queriam me ver também.
Sobrevivi com umas barrinhas de proteína e água da torneira do banheiro, pois nem fome eu tinha. Ninguém apareceu para ver se estava vivo ou morto. Por mais de 100 vezes decide contar a minha mãe e depois desisti, pois se ela não acreditasse teria que mostrar o vídeo que nem eu tive coragem de assistir de tão chocante.
No domingo à noite, enfim preocupada, ela bateu na porta que sempre ficava destrancada e perguntou se estava tudo bem e não querendo que ela visse como eu estava péssimo e me perguntasse o motivo, apenas disse que sim sem a deixar entrar.
Na segunda-feira pela manhã não saí do quarto para ir a faculdade, pois queria falar com ela e quando apareci na cozinha onde arrumava as coisas do café da manhã que todos tomaram, entendeu tudo errado.
– Porque não foi na faculdade? Ainda não estou preparada mentalmente para atender a chantagem de meu filho pervertido.
Se eu tinha dúvidas se iria contar, ela a desfez sendo agressiva e não se importando por eu não estar visivelmente bem.
– Não tinha como eu ser diferente com minha mãe e meu pai pervertidos.
Sabia pôr a ter visto no vídeo o quanto ela relutou mesmo bêbada para fazer aquele baquete sob muita pressão, mas ainda assim não tinha o direito de falar daquela forma comigo.
Plaft, senti o ardor em minha face com seu tapa.
– Veja como você fala comigo e com seu pai. Porque o está colocando nessa conversa? Só falta essa para você aprontar.
– Você não sabe mesmo porque o estou colocando na conversa? Se não sabe é uma idiota.
Plaft, ganhei mais um tapa na segunda vez que apanhei na vida de minha mãe. Poucos segundos depois da primeira vez.
Não foi nada como planejei contar a ela tentando amenizar o impacto do que mamãe descobriria, indo contando devagar e talvez nem mostrando o vídeo se ela acreditasse em mim, mas da forma que me tratou, peguei o celular, liguei o vídeo que começava comigo subindo na cadeira e logo pegando meu pai fazendo um boquete em meu tio e entreguei a ela, que me olhou não entendendo porque eu fazia aquilo.
Quando entendeu, seu olhar foi de horror, completo horror e junto com o choro instantâneo, percebi que ela iria cair ao chão e a segurei.
– Melhor você não ver o resto porque vai ficar muito pior.
– Não se atreva a me impedir.
Como ela cairia, a peguei nos braços e pensei em a levar ao sofá, mas duvidando que quisesse fazer mais alguma coisa naquele dia, a levei para sua cama, onde ela poderia ficar chorando as magoas com privacidade, mesmo quando minhas irmãs voltassem da faculdade. Ela só não teria como escapar de enfrentar meu pai quando ele chegasse à noite.
Em meus braços até seu quarto e depois na cama, duvidei que mamãe tivesse se dado conta que eu a tinha levado lá, pois não tirou os olhos do vídeo em momento algum. Para não a deixar sozinha em um momento tão terrível, sentei-me lá na ponta do colchão bem longe dela.
Mamãe assistiu aos quase 30 minutos de vídeo que eu tinha gravado e quando chegou ao final, como eu, ficou mais chocada com a conversa que tiveram especialmente quando meu pai disse que seria bom que ela e minha tia tivessem amantes, porque não complicaria a relação deles.
Depois que o vídeo terminou de vez, jogou meu celular no colchão a seu lado e ficou olhando para o nada sentada apoiada nos travesseiros de sua cama ainda desarrumada.
Após uns 5 minutos de silencio total, onde só se ouvia sua respiração acelerada, mamãe olhou para mim com as feições totalmente alteradas.
– Você tem 3 horas até suas irmãs voltarem. Dou tudo o que você quis das outras e mais o que conseguir aguentar nesse tempo. Sem restrições. Vamos ver se você tem mesmo esse pau que sua prima e sua irmã contaram.