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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 4

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3451 palavras
Data: 08/07/2026 06:13:56

O entregador não esperou duas vezes. Ele puxou o zíper da calça com força e o pau dele pulou para fora, grosso, cabeçudo e já completamente duro e grande, apontando direto para a cara da Vanessa. O moleque estava até respirando alto, com o olho injetado de vergonha e tesão, sem acreditar na sorte que estava tendo dentro daquela sala.

A Vanessa olhou para aquele pau na frente dela e engoliu seco. O olhão azul dela ficou bem fixo na pica do cara, e dava para ver o peito dela subindo e descendo de tanto tesão. Ela olhou para mim na poltrona, como se estivesse pedindo a última autorização, e eu só dei um aceno com a cabeça, com a mão já dentro da minha calça, apertando meu pau que estava quase estourando de tanta veia saltada.

Ela se arrastou do sofá bem devagar, rebolando aquele rabo gostoso que a camisola curta deixava todo de fora. Ela ficou de pé na frente do motoboy, que era bem mais alto que ela, e deu um passo para frente, colando aquele corpo branquinho na jaqueta de couro dele. Ela subiu na ponta dos pés, passou as mãos pelos ombros do cara e deu um beijo na boca dele. Não foi um beijinho de canto não; foi um beijo molhado, segurando a nuca do entregador, sentindo o gosto de um homem estranho na boca enquanto eu assistia tudo de camarote, com o sangue fervendo na veia.

O entregador deu um gemido abafado e enterrou as duas mãos na bunda da Vanessa por baixo da seda, apertando aquela carne firme com tanta força que os dedos dele afundavam na pele dela. Quando eles desgrudaram a boca, a Vanessa deu um sorriso todo safado, limpando a saliva que ficou no lábio, e foi descendo devagar, escorregando o corpo até ficar de joelhos no tapete da sala, bem na frente do cara.

Ela se ajeitou de joelhos, abriu as pernas para ter apoio e a camisola preta subiu toda, mostrando que a bucetinha dela já estava brilhando, completamente encharcada de tanto fogo. Ela pegou o pau do entregador com as duas mãos branquinhas, sentindo a quentura do pau, e olhou para cima, bem na cara do cara.

— Nossa... que tamanho, amor — ela sussurrou, com aquela voz bem manhosa de puta, fazendo o motoboy dar uma tremida nas pernas.

Ela chegou com a boca bem perto da cabeça do pau dele, deu uma lambida comprida de baixo para cima, pegando todo o melado, e depois desceu a cabeça. A Vanessa abriu bem a boca e abocanhou a metade do pau de uma vez só, fazendo aquele barulho molhado de chupar que ecoou alto na sala escura.

O entregador jogou a cabeça para trás, cravando as mãos no cabelo loiro dela, e soltou um palavrão alto, todo arrepiado. A Vanessa subia e descia a boca com vontade, e com uma das mãos ela começou a puxar e a acariar o saco do cara, botando os ovos dele na palma da mão e dando umas lambidas bem dadas por baixo, limpando tudo com a língua enquanto o moleque quase enfiava o saco na boca dela de tanto desespero. Eu olhava aquilo da poltrona, batendo uma com força, vendo a minha esposa legítima ajoelhada na frente de um estranho, entregue ao puro tesão.

O barulho molhado da boca da Vanessa engolindo o pau do motoboy enchia a sala, até que ela tirou a boca com aquele estalo gostoso, olhando para cima com o batom todo borrado e os olhos azuis brilhando de safadeza. O entregador estava com as mãos cravadas no cabelo dela, respirando fundo, com as pernas até bambas.

— Caralho, loirinha... que boca é essa, porra! — o motoboy mandou, com a voz toda cheia de tesão, olhando para baixo sem acreditar. — Você chupa bem demais, puta que pariu!

A Vanessa deu um sorrisinho de canto, bem manhosa, passando a língua nos lábios molhados e apertando os ovos dele com a mão branquinha.

— Gostou, é? — ela sussurrou, com aquela voz de puta que me deixava maluco. — O pau do meu marido é gostoso, mas o seu é gigante, seu safado... Olha o tamanho dessa cabeça. Dá até medo de engolir tudo.

Eu assistia tudo da poltrona, com a mão descendo o cacete no meu pau, o peito subindo e descendo. Não aguentei e me meti no meio do diálogo.

— Mame direito, Vanessa! Engole esse pau até o final! — eu gritei da poltrona, com a voz rouca de tanto tesão. — Mostra pro motoboy como é que a minha mulher limpa o pau de um estranho na sala de casa!

O entregador olhou para mim, deu uma risada de tarado e empurrou a cintura para frente, enfiando o pau de uma vez na boca dela. A Vanessa deu um gemido abafado, engasgando gostoso, e depois tirou de novo, tossindo de leve e rindo com aquela malícia pura.

— Calma, moço... Não precisa pressa não — ela falou pro cara, olhando bem no olho dele. — Meu marido mandou eu te deixar bem doido primeiro. Quer que eu chupe o seu saco de novo? Olha como o seu ovo tá durinho...

— Quero... Puta que pariu, faz o que você quiser, sua puta gostosa! — o moleque respondeu, jogando a cabeça para trás. — Depois que você terminar aí, eu vou te rasgar de quatro nesse sofá que o seu marido vai faltar morrer olhando!

— Vai mesmo? — a Vanessa provocou, dando uma lambida comprida na base do pau dele. — Então aguenta o tranco, porque eu vou mamar até você quase gozar na minha boca.

Ela abriu o bocão de novo e voltou a engolir o pau com tudo, enquanto o motoboy gemia alto, sem ligar para mais nada, e eu continuava ali, comandando a safadeza da minha própria esposa.

O entregador não aguentou a pressão. A Vanessa subia e descia a boca com tanta vontade, apertando o saco dele, que o moleque começou a dar uns trancos com o quadril, com o olho vermelho de tanto tesão.

— Vou gozar! Puta que pariu, loirinha, vou jogar tudo na sua boca! — o motoboy gritou, segurando a cabeça dela com força.

A Vanessa não soltou. Ela abriu bem a garganta e segurou firme. O cara deu três tremidas violentas e descarregou uma leitada bem no fundo da garganta da minha esposa. Ela engoliu tudo, limpando o pau dele com a língua até a última gota, e olhou para cima com o queixo todo sujo, dando aquele sorriso de puta que me fez quase explodir na poltrona.

O moleque estava anestesiado, mas o cheiro de safadeza na sala deixou ele doido de novo. Ele pegou a Vanessa pelos braços, levantou ela do chão e jogou de quatro no sofá. A camisola de seda preta subiu toda, e aquela bunda gigante que ela ganhou na academia ficou empinada bem na cara do cara, com a bucetinha branquinha com os pelinhos loirinho totalmente exposta e brilhando de tão molhada.

O entregador ajoelhou atrás dela no sofá, agarrou as duas bandas da bunda dela com as mãozolas e enterrou a cara no meio das pernas dela. Ele começou a lamber e a chupar a buceta dela com uma sede de cachorro, enfiando a língua com força lá dentro. A Vanessa jogou a cabeça para frente no encosto do sofá, cravando as unhas no couro, soltando uns gemidos altos que ecoavam na sala inteira.

— Ai, caralho... Isso, chupa! Chupa a minha buceta! — ela gritava, rebolando a bunda na cara do motoboy.

O cara dava umas estaladas com a língua que parecia que ia engolir ela viva. Não demorou dois minutos e o corpo da Vanessa começou a tremer inteiro. Ela deu um grito agudo, a buceta dela começou a piscar e ela gozou na boca e na cara do entregador. O moleque limpou o rosto com a língua, rindo feito um tarado, adorando o gosto do mel dela.

A Vanessa se virou de lado, com o cabelo todo bagunçado, o peito subindo e descendo esgoelando na camisola preta, e olhou para mim na poltrona. Os olhos azuis dela estavam completamente mudados, cheios de uma safadeza que eu nunca imaginei ver na minha mulher. Ela passou a mão na própria bunda e me perguntou, com aquela voz de puta, toda provocante:

— Amor... e agora? Você quer que ele me coma de verdade aqui na sua frente?

Ela deu uma olhada para o pau do motoboy, que já estava erguendo aceso de novo, e completou olhando bem no meu olho:

— Com camisinha ou sem, meu gostoso? Fala como você quer ver minha bucetinha sendo rasgado por ele!

Eu olhei para os dois ali no sofá, com o meu pau latejando tanto que chegava a doer, e perdi totalmente o juízo.

— Sem camisinha, amor! — gritei da poltrona, com a voz rouca de tanto tesão. — Quero ver esse pau enfiar tudo na sua buceta no pelo! Enche a minha mulher de leite, chefe!

O entregador deu um sorriso de canto, todo tarado, e arrancou a jaqueta de couro e a calça de uma vez só, ficando completamente pelado. A Vanessa se levantou do sofá com as pernas bambas, puxou a camisola de seda preta pela cabeça e jogou no chão. Ela ficou ali, inteiramente nua na luz da sala, com a pele branquinha contrastando com o corpo do motoboy.

O cara não perdeu tempo. Ele mandou ela ficar de quatro de novo no sofá, se posicionou atrás daquela bunda gigante e mirou o pau cabeçudo direto na entrada da bucetinha dela, que já estava ensopada. Ele segurou o quadril dela com força e empurrou de uma vez.

— Ai, caralho! Espera, moço! Não entra tudo não que dói! — a Vanessa deu um grito agudo, arqueando as costas para frente, sem aguentar a grossura do pau de primeira. O pau do cara era grande demais e entrou rasgando.

O motoboy deu uma segurada, puxando o pau para fora devagar. A Vanessa, sentindo o fogo queimar, se virou de joelhos rapidinho, pegou o pau dele com as duas mãos e começou a chupar com força, engolindo a cabeça e babando o pau inteiro. Ela passou muita saliva, lambendo de baixo para cima até deixar o pau dele extremamente escorregadio e molhado.

— Pronto... vai, agora vai que tá molhado — ela sussurrou com a voz toda manhosa, virando de costas e empinando o rabo lá no alto de novo.

O entregador veio com tudo. Com o pau todo babado, ele encaixou na buceta dela e empurrou até o talo, entrando bem gostoso e macio. O barulho da pele batendo ecoou forte na sala: tapa, tapa, tapa.

— Puta que pariu, que delícia! Me racha no meio, seu gostoso! — a Vanessa começou a gemer alto, jogando o quadril para trás para receber a pirocada inteira.

O motoboy começou a socar com vontade, segurando com força na cintura fina dela. A Vanessa estava completamente enlouquecida com o tamanho do pau dentro dela; ela jogava as mãos para trás, arranhando o corpo do cara, e cravou as unhas compridas nas costas dele, rasgando a pele do entregador enquanto ele metia sem dó.

— Grita, sua puta! Grita pro seu marido ouvir! — o motoboy mandava, dando uns trancos violentos, com o suor dele pingando nas costas dela.

— Eu sou uma puta, Rafa! Olha o tamanho do pau desse homem dentro de mim! — ela gritava, chorando de tesão e arranhando as costas do cara com tanta força que começava a marcar tudo vermelho. — Soca mais forte, moço! Me arromba na frente do meu homem!

Eu continuava na poltrona, batendo uma num ritmo frenético, assistindo a minha esposa branquinha de olho azul levar uma surra de pica de um estranho.

O entregador segurou firme na cintura da Vanessa e a puxou para o centro do tapete, deitando-se de costas. Ela, com as pernas bambas e a pele completamente corada pelo calor do momento, não perdeu tempo. Passou a perna por cima do corpo dele e montou, sentando-se devagar sobre o pau duro do cara.

À medida que o pau entrava por completo, a Vanessa jogou a cabeça para trás, soltando um gemido longo e agudo que ecoou pelas paredes da sala. Ela cravou as unhas nas coxas dele e começou a cavalgar com ritmo, subindo e descendo com força, jogando o quadril para frente e para trás para fazer o encaixe ser ainda mais profundo.

O motoboy subiu as duas mãos, segurando a nuca dela para puxá-la para baixo, enquanto elevava o próprio peito. Ele alcançou os peitos fartos e firmes da Vanessa, que balançavam ao ritmo frenético da cavalgada. O homem abocanhou um dos mamilos dela, chupando com força, usando a língua para circular a pele quente, enquanto a outra mão apertava e massageava o outro seio.

A mistura da penetração profunda com a boca dele sugando seus peitos fez a Vanessa perder totalmente o controle. Ela acelerou os movimentos, descendo com força total, enquanto choramingava e gemia alto, sem fôlego.

O clima na sala estava completamente denso, abafado pelo som da respiração acelerada e pelo ritmo da entrega dos dois no tapete. O entregador, com as mãos firmes na cintura da Vanessa enquanto ela ditava o ritmo por cima dele, olhou para cima, encarando o rosto suado e os olhos azuis dela.

— Caralho, loirinha... Você encaixa direitinho, porra — o motoboy soltou, a voz rouca, quase sem fôlego enquanto sentia o aperto dela. — Cavalga assim, vai... Olha pro seu marido e fala o que você tá sentindo com o meu pau todo dentro de você.

A Vanessa deu um solavanco para baixo, cravando as unhas no peito do homem, e soltou um gemido sibilante antes de conseguir juntar as palavras. Ela virou o rosto na minha direção, com as bochechas vermelhas e o cabelo castanho colado na testa.

— Rafa... Meu Deus, Rafa... É grande demais, meu amor — ela choramingou, com uma voz manhosa que misturava a vergonha com o Puro fogo. — Olha o que você fez eu fazer... Olha como ele tá me pegando na sua frente!

Eu continuei na poltrona, com os olhos fixos em cada movimento do quadril dela subindo e descendo, a adrenalina correndo nas minhas veias.

— É isso que eu quero ver, amor! — respondi, a voz saindo falhada e grossa. — Cavalga com vontade no pau do cara! Mostra pra ele como vc ta se tornando uma puta! Diz pra ele de quem você é!

O entregador deu um risada sacana, puxando o corpo dela mais para baixo para abocanhar o seio dela de novo. Depois de dar uma chupada forte que fez ela arquear as costas e soltar um grito agudo, ele limpou a boca e falou direto na cara dela:

— Fala pro seu homem, loirinha... Fala que você ta sendo fudida por um homem de verdade!

— aiii amor, o moço... ta me fudendo muito, mas o pau dele tá me enlouquecendo! — ela gritou, acelerando a cavalgada com uma força desesperada, jogando o quadril com tudo para baixo. — Vai, Rafa, me olha... Olha a sua puta sentando com força no pelo! Deixa ele me encher de leite, amor! Deixa!

— Eu deixo amor, Deixo tudo! — gritei da poltrona, a voz completamente rouca, descendo a mão com força no meu pau. — Quero ver esse cara te encher inteira! Goza no pau dele, descarrega tudo na minha frente!

Ouvir a minha autorização no meio daquela loucura foi o empurrão que faltava para ela quebrar a última barreira. A Vanessa soltou um grito rasgado, agudo, que ecoou alto na sala. O corpo inteirinho dela travou por um segundo em cima do motoboy; as pernas tremeram tanto que ela perdeu o equilíbrio, e a bucetinha dela começou a contrair e a morder o pau do cara num orgasmo violento. Ela desabou com o peito choramingando de tanto tesão em cima do peito do entregador, completamente anestesiada pelo prazer.

Mas o motoboy ainda estava no veneno. O cara não ia deixar ela descansar.

— Ah, não vai parar agora não, loirinha... — o cara mandou, com a respiração cortada, rindo com aquela malícia de tarado.

Ele segurou a Vanessa pela cintura, num movimento bruto de pura força, deitou ela de costas no tapete, sem dó. Ele se ajoelhou por cima dela e puxou as duas pernas grossas dela para cima, dobrando os joelhos dela até encostarem quase nos seios branquinho, deixando ela na posição de galinha assada, com a bucetinha toda escancarada, piscando cheia do mel do orgasmo dela, apontando direto para o meu camarote.

O cara mirou a pica cabeçuda bem na entrada e empurrou com tudo de uma vez só, descendo o peso do corpo dele.

— Ai, caralho! — a Vanessa deu um grito que faltou ar, revirando os olhos azuis pro teto enquanto o pau do cara entrava até o talo.

— Olha aqui, corno! Olha bem de perto o que eu vou fazer com a sua mulher agora! — o motoboy gritou para mim, segurando as duas pernas dela bem abertas lá em cima e começando a socar com uma força violenta, fazendo um barulho de pele com pele que parecia um tiro dentro da sala.

A Vanessa estava totalmente entregue, com as pernas presas lá no alto, o rabo levantado do tapete recebendo as bombadas brutas, gemendo e gritando meu nome sem parar enquanto o entregador maltratava ela na minha frente.

Os gemidos da Vanessa tomaram conta da sala, misturando-se ao som abafado do impacto dos corpos no tapete. Com as pernas presas no alto, ela mal conseguia respirar entre as estocadas profundas. Os sons que saíam de sua garganta eram agudos, cortados pelo ritmo forte que o entregador fudia ela.

— Ah... Meu Deus... Rafa! — ela soltava em meio a arquejos, a voz rascante de tanto esforço. — Não dá... É muito fundo... Ah!

A cada movimento, o peito dela subia e descia rapidamente, e os gemidos manhosos davam lugar a gritos curtos de surpresa e prazer sempre que o homem afundava o peso do corpo contra o dela. Ela tentava puxar o ar, mas o ritmo não dava trégua. O som ecoava pelas paredes, preenchendo o ambiente com a entrega total daquela cena diante da poltrona.

A Vanessa, com as pernas ainda firmes lá no alto e recebendo as estocadas violentas do motoboy, virou o rosto na minha direção. misturando o choro de tesão com uma urgência que vinha do fundo da alma. Ela esticou um dos braços trêmulos na minha direção, abrindo e fechando os dedos, me chamando desesperadamente.

— Rafa... Vem cá, meu gostoso... Vem perto da minha boca, por favor! — ela gritou, a voz saindo toda tesuda e falhada por causa das bombadas do cara. — Eu tô sentindo que vou morrer de tanto fogo... Vem cá e bota esse seu pau na minha boca agora! Quero que você goze na minha garganta enquanto eu sinto esse homem me arrombar!

Ouvir aquele chamado foi o ápice do tesão para o final daquela loucura. Eu levantei da poltrona com as pernas bambas, com o pau latejando tanto que parecia que ia rasgar de vez, e me ajoelhei no tapete, bem do lado da cabeça dela. Aproximei meu pau duro da boca da Vanessa, e ela não esperou: abriu o bocão com tudo e engoliu metade de uma vez, chupando com uma vontade desesperada, os olhos fixos nos meus enquanto a bunda dela continuava lá no alto, sendo fudida pelo o cara.

O motoboy percebeu que o clima tinha chegado no limite de nós três. O cara cravou as mãos com força nos quadris da Vanessa, estufou o peito e começou a dar as últimas metidas, as mais brutas e rápidas da noite, fazendo as penetradas estalar alto na sala.

— Vou gozaaaar! Segura, loirinha, que eu vou te encher inteira de leite! — o entregador urrou, o pescoço cheio de veias saltadas.

Naquele mesmo segundo, o tesão entre nos 3 estava no limite. A Vanessa soltou o meu pau da boca com um estalo e deu um grito agudo, chorando alto enquanto a bucetinha dela contraía com uma força absurda, entrando num orgasmo totalmente descontrolado. O motoboy deu três penetrada violenta, enfiando até o talo, e descarregou e jatadas de leite bem fundo na buceta dela, tremendo inteiro em cima do corpo branquinho.

Ver a minha esposa gozando daquele jeito, com a buceta cheia de esperma de um estranho, foi o meu limite. Eu segurei a nuca dela com força, apontei meu pau e dei as últimas três pulhetada, despejando uma leitada grossa e quente direto na boca dela. A Vanessa abriu bem a garganta, recebendo todo o meu leite com gosto, engolindo tudo sem deixar cair uma gota, com os olhos azuis revirando de puro prazer.

A sala ficou num silêncio absoluto, quebrado apenas pelo som da respiração cansada de nos três, jogados ali no tapete no meio daquela cena que mudou a nossa vida para sempre.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 70Seguidores: 164Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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É mano... Tua vida , agora, será dividir essa gostosa com geral.

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Que perigo, quanta irresponsabilidade em fazer sexo sem proteção com um estranho. Vale mesmo o risco? E se ela engravida ou pega uma doença por isso, vai ter válido a pena? Você é um louco irresponsável por levar a pessoa que diz amar a esse risco, homem que promove isso para a esposa não a ama de verdade.

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Calma mano Kiquinho , na hora do tesao é foda mesmo.

O conto esta super erótico

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