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Um conto erótico de Lua Mell
Categoria: Heterossexual
Contém 2456 palavras
Data: 07/07/2026 15:50:57

Prazer, me chamo Luanna, 26 anos, com uma vida bem vivida, na qual já passei muito perrengue para hoje poder dizer que vivo sem limites e independente. Tenho um namorado mais velho que eu, e que desde o início não prometi ser uma namorada fiel. Ele sempre amoroso, gentil, topou mesmo assim e vem descobrindo o prazer de ser cuckold, ou como muitos chamam, corninho manso... Após essa breve apresentação, vamos a um conto real que vivi com meu namorado, Julio:

Julio desde que começamos a namorar, não vinha mais praticando atividades que antes eram rotineiras, como corrida, trilhas, camping. Ele sempre gostou e por diversas vezes me falava sobre, muito também para me impressionar, algo comum quando estamos conhecendo uma pessoa. Mostrava fotos de suas aventuras e chegou a me convidar. Não uma, ou duas vezes, mas várias. Eu nunca fui adepta, até que finalmente resolvi aceitar. E para celebrar esse demorado "sim", decidimos subir a Pedra da Gávea, uma trilha que ele já fez e disse ser uma das mais difíceis. Comprei as roupas especialmente para essa minha primeira vez. Bermuda colada ao corpo, top, tênis novos feitos para subidas, com mais tração. Já curti a idéia quando vesti para experimentar, pois a roupa valorizou minhas curvas, minha bunda, meus seios, e me ver daquele jeito no espelho me animou. Mandei fotos para meu namorado e ele não escondeu o quanto curtiu, dizendo que fiquei muito gostosa. Ainda brinquei dizendo:

_ ai, amor, será que não vou chamar muito a atenção lá? - com uma voz bem dengosa...

_ vai, claro que vai. Mas e daí? Nas mulheres você pode causar espanto pela ousadia, e nos homens, tesão. E você sabe o quanto gosto disso.

Dei aquela risadinha maliciosa, embora eu mesma não acreditasse que fosse possível rolar algo sexual em um lugar assim. Bem, eu nunca fiz, só indo para saber como era a vibe.

Chegando o dia, Julio chegou à minha casa cedinho. Fiz um café da manhã especial para a gente, o recebi já arrumada. Acordei empolgada, louca para curtir a paisagem e o prazer de desbravar novos lugares. Acabando, pedimos um Uber e fomos. No caminho, o sol da manhã invadia o carro pelas janelas, na rádio, o motorista escolheu uma rádio de músicas românticas, daquelas antigas. Tudo muito gostoso, um começo de manhã memorável. Chegando lá fiquei espantada com a quantidade de mulheres lindas e homens sarados! Havia um grupo, grande, que subiria com um guia. Em um bate papo rápido ali, na "concentração", fiquei sabendo que há um grupo no Facebook especialmente dedicado às trilhas. Meu namorado já havia feito a trilha antes, então não procuramos um guia, e assim como outros ali presentes, subimos por conta própria. Legal que quando a gente chega tem aquela multidão, e aos poucos cada um em seu ritmo, faz com que a galera se dissipe... No começo foi bem tranquilo, mas os minutos foram passando, virando hora, e nada de sequer estarmos perto de estar lá em cima rs

No caminho, várias pessoas passaram por nós. Casais, pequenos grupos de amigos, e alguns homens sozinhos, até que em um ponto crítico onde tivemos que literalmente nos rastejar para passar por uma enorme pedra, havia um homem perto de nós. Alto, barba bem grisalha, magro e até em forma, com uma barriguinha de leve, provavelmente por conta de cerveja como a maioria dos homens. Mesmo juntos, nesse trecho cada um passa sozinho ali. Meu namorado passou primeiro para me puxar, mas quando fui passar acabei escorregando, para minha sorte, antes da parte que seria fatal! Mesmo assim, devido às pedras escorregadias, eu por pouco não fui parar no chão, caindo de costas, porém esse homem estava pouco atrás de mim e me agarrou, me impedindo de cair. Foi um momento tenso, com a cena dele me segurando e eu caindo em seus braços, ele na pressa de me impedir me pegou pela cintura e sua mão pegou parte da cintura, parte da bunda e acabamos trocando olhares, bem de perto. Nada planejado, mas criou-se aquele clima, mesmo que involuntariamente. Tanto que levei alguns segundos antes de agradecer a ele, e finalmente olhar para meu namorado lá em cima, com cara de apavorado. O moço:

_ foi por pouco hein

_ é, verdade moço. Muito obrigada

_ de nada, jovem. Aqui tem que ter muito cuidado, as pedras estão escorregadias. Choveu por esses dias

Meu namorado, Julio:

_ amigo, muito obrigado, se não fosse você aí ela cairia feio

_ de nada amigo, tô às ordens

Eu:

_ o senhor está sozinho na trilha?

_ senhor? Pode me chamar de você, jovem. Estou sim

Eu falando com meu namorado:

_ amor, ele podia subir com a gente né?

_ tem que ver se ele quer, amor

O moço:

_ seria um prazer. É sempre bom fazer novas amizades

Nisso, o moço me ajudou a subir, dessa vez segurando minha perna, para dar impulso, e depois subiu e se juntou à gente. Enfim nos apresentamos, e ele se chama Maurício. Maurício mora na Barra da Tijuca, não muito longe dali. É solteiro, tem um filho de 7 anos que mora com a mãe, ex dele. Tudo isso fui descobrindo ao longo da caminhada rumo ao topo da Pedra, durante nossa trilha. Meu namorado, mesmo com a experiência de ter feito aquela trilha antes, seguia a maior parte do tempo calado, enquanto eu e Maurício conversávamos animadamente. Achei ele meio misterioso, a gente tem que ir fundo para saber mais dele, mas ao mesmo tempo achei esse jeitão dele muito instigante, o que acabou me dando cada vez mais vontade de conversar e conhecê-lo. Meu namorado só observava, e mesmo a gente estando ali, sem termos uma oportunidade de nos falarmos a sós, eu sabia o que ele estava pensando. E ele sabia o que eu estava sentindo... Por diversas outras vezes, Maurício me oferecia apoio durante a trilha, chegando a me pegar outras vezes, pela cintura, pela mão... O caminho se tornou não mais fácil, porém mais gostoso de fazer. É estranho, né? Essa liberdade que o Júlio me dá é algo muito bom, porém ainda é estranho para mim ver que ele acaba muitas vezes, se tornando um expectador ali. Nesse caso, enquanto eu conversava e me encantava com um outro homem... E Maurício inicialmente conversava comigo olhando para o Júlio, como se esperando alguma reação repentina, como ciúmes ou algo assim. Até que ele percebeu que nada iria rolar da parte dele, e então foi se sentindo cada vez mais a vontade... Foi quando praticamente duas horas depois, finalmente chegamos ao topo da Pedra da Gávea! E que lugar lindo, que vista, que sensação gostosa!! Rodei meu olhar por ali, rápido, eufórica e de tão entusiasmada abracei o Maurício, bem forte. E ele segurando-me por trás da nuca, falou baixinho no meu ouvido: "conseguimos"

Confesso que me arrepiei ao ouvir a voz dele diretamente em meu ouvido, com meu corpo colado ao dele, ali naquele abraço. Sem perceber, ao menos por uns instantes, eu havia ignorado a presença do meu namorado. Então fui até ele e o abracei, ainda mais forte. E o beijei, para amenizar aquele climão que ficou. Mas a empolgação e atenção dispensadas pelo Maurício rapidamente tomaram para ele minha atenção de novo. Era de uma forma tão natural... Quando dei por mim, estava atenta ao seu jeito, sua forma de se movimentar, sua voz, e olhando atenta à sua boca...

Tentei disfarçar um pouco, estava muito na cara. Julio já estava percebendo e vi que ele estava confuso entre deixar ou não.

Começamos a interagir com outras pessoas do local. Tudo ali era favorável, afinal todos de esforçaram muito para chegar lá, e isso amenizou o fogo que começava a me consumir por dentro.

Após alguns horas (sim, precisávamos curtir o momento!) começou a descida. Bem mais tranquila porém nos momentos mais críticos, quem estava lá pra me ajudar era o Maurício, que já parecia não se importar muito com a presença do meu namorado. Havia todo um clima de paquera, nítido. Troca de olhares, uma certa malícia... Ao chegar lá embaixo, estávamos todos exaustos. Maurício pediu nosso contato para marcamos outra trilha ou mesmo outro evento. Me antecipei:

_ olha Maurício, eu amei essa minha primeira trilha mas tô morta! Rs

Quem sabe um rolê, uma resenha, mas trilha nem tão cedo

_ tudo bem, é normal. Vc ainda está no calor do dia, cansaço. Mas vamos marcar sim, me passa o contato de vocês. Curti muito a companhia e amizade que fizemos aqui

_ meu namorado vai te passar

Julio e eu temos um combinado. Qualquer eventual contato masculino dos rolês, fica no telefone dele. Sem vínculos. Claro que tenho meus contatinhos por fora que ele nem sabe mas isso não vem ao caso agora kkkkk Julio anotou e os dias se passaram. Maurício trocava idéia com o Julio, em clima de amizade e sondando um dia que pudéssemos dar um rolê, nós 3. Marcamos em um festival de Rock. Eu sugeri pois amo, Julio tbm, e Maurício ou curte mesmo, ou só queria estar comigo de novo. Não só topou como marcou para nos buscar de carro. Ótimo pra nós, então marcamos o horário. Vesti um cropped vermelho, extremamente decotado, que o Julio me deu de presente. Ele sabe que gosto de exibir meus seios, meu maior orgulho. E tbm um short jeans desfiado na bainha, curto, mas não a ponto de mostrar a polpa da bunda. Maurício chegou no ponto de encontro e nos buscou. Para minha surpresa, ao encostar o carro, Julio falou para eu ir na frente com ele. Juro, fiquei sem entender. Já dentro do carro, Julio falou:

_ o rapaz já está sendo gentil conosco amor. Nós dois aqui atrás pareceria que estamos usando ele de motorista particular. Vai com ele aí, sem problema, estou aqui

A viagem até lá seguiu tranquila, com Rock tocando, para já entrarmos no clima. Chegando lá achamos uma mesa enorme perto do palco onde nos instalamos, junto com outras pessoas. Esporadicamente saíamos para buscar cervejas artesanais, dançávamos, ríamos e interagíamos com outras pessoas ali presentes. Ao fim da apresentação de uma das bandas, no intervalo, Maurício sugeriu que fossemos dar uma volta no evento. Fomos, com o Maurício ao meu lado e Julio um pouco mais destacado. Chegando ao final do percurso, já com pouca gente por ali, Julio, já meio alto por conta da bebida, falou:

_ gente, vamos ser sinceros. Vocês estão loucos pra se curtir um pouco e não vou ser eu que vou atrapalhar. Vai amor, troca uns beijinhos com ele, o clima já tá rolando há um tempão

Maurício:

_ você está falando sério?

Julio:

_ você não quer? Se eu estiver enganado me desculpe. Vamos voltar pra mesa e esquecer o que eu disse

Maurício:

_ não, espera... Não é isso. Só me espanta vc ser tão mente aberta

_ para de perder tempo, pode chegar nela. Ela quer também

Maurício de fato não perdeu tempo. Aproveitando que havia pouca gente, e estava até um pouco mais escuro ali, ele me agarrou e trocamos um delicioso beijo de língua. Julio em pé ali, vendo a cena, mexendo no pau. Cheguei a perder o fôlego... Aquele beijo cheio de desejo, babado, ousado, quente, mexeu comigo. Até voltamos para a mesa e assistimos à apresentação da outra banda. Maurício e eu de casalzinho, Julio parecia apenas um amigo ali. Mas tanto eu quanto Maurício já estávamos com o corpo pegando fogo... Então antes do fim das apresentações, voltamos para o carro. Novamente eu no banco do carona e Julio lá atrás. Maurício dirigiu até um local ermo e seguro. Escuro, deserto, mas ainda assim ele pôs uma espécie de proteção no parabrisa para que não corressemos o risco de ser observados. Maurício tirou a roupa mostrando um pau enorme, duro, branco, gostosinho... Eu tbm tirei o cropped expondo totalmente meus seios. Maurício pegou nos meus peitos, e eu no pau dele. Ele reclinou ao máximo o banco do motorista e entendi o recado. Caí de boca, comecei a chupar o pau dele, botei tudo na boca.. acariciando o saco, enchendo minha mão, enquanto degustava aquele pau duro.

_ sua namorada é uma delícia, amigo

_ é, eu sei. Curte ela amigo, pega com vontade

Meu namorado com uma mão tirava fotos e filmava eu e Maurício nos curtindo e com a outra tocava punheta.

_ amor, pra que vc está filmando?

_ pra eternizar essa putaria gostosa amor - me disse meu corninho

Eu ali manhosa chupava e deixava cada vez mais duro aquele pau delicioso. Maurício pegou uma camisinha no porta luvas e encapou o membro dele. Eu me levantei e direcionei minha raba no pau dele... Sentei, bem gostoso. Senti o pau duro dele invadindo minha bucetinha, todinho dentro de mim. Rebolei com o pau duro de Maurício dentro de mim. Ele pegava de forma delicada minha bunda, como se tivesse medo que eu escapasse rs

Metia, metia, batia... Tapas no bumbum da namorada do corno, bem ali na frente dele, com o pau todo atolado...

Não satisfeito, mesmo com o espaço apertado, Maurício me colocou de quatro e começou a meter fundo no meu rabo... Doendo muito, meu namorado que ficou de frente pra mim, não me deu tempo de gritar e meteu o pau duro como pedra, de tanto tesão em ser corno mais uma vez, na minha boca. Comecei a chupar o pau do meu corno, enquanto Maurício sem jeito meteu no meu cu. Aaaaaaai, como estava doendo... Mas ele não tinha pena, o tesão era grande demais para não meter com força... Minha mão foi direto na minha bucetinha para me tocar enquanto eu dava o cuzinho para ele... Meu namorado não se aguentou e esporrou na minha boca. Eu só gemia, com o cu preenchido por aquele pau duro e a boca cheia de leite... Era a vez do Maurício agora. Maurício mandou eu voltar a mamar ele e empurrando minha cabeça contra aquele pau, parecia fuder minha boca. Tocava punheta com a cabeça do pau enfiada na minha boquinha... Até gozar intenso, na minha boca que ainda tinha resquícios da porra do meu namorado... Eu toda gozada, dois machos safados ali no carro e eu puta dos dois ... Virei pro Júlio e perguntei:

_ gostou amor? - com a cara e a boca cheia de porra

_ gostei não, amei amor. Minha putinha

Os vídeos e fotos dessa noite de sexo quente estão no meu privacy:

https://privacy.com.br/@LuannaMell

E tem mais de 120 outras aventuras sexuais e tudo muito explícito, da namorada mais putinha e infiel... Beijo na boca amores, até breve 🔥

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Comentários

Foto de perfil de Haedrig

O rock no título me atraiu até aqui e fui surpreendido com uma bela história. Muito bom!

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Muito obrigada meu bem ❤️!! Rockeiro tbm? 🥰

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