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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 3

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3298 palavras
Data: 07/07/2026 06:49:10

O instrutor bombadão ficou ali, com as duas mãos grudadas na cintura da Vanessa, curtindo a viagem. Ele dava uns toques de leve na coxa dela, fingindo que estava explicando qual músculo ela tinha que contrair. A Vanessa descia no agachamento bem devagar, jogando aquele rabo gigante na direção do pau do cara, e o marmanjo já estava até mudando de cor, com o olho fixo na fenda que a calça cinza fazia na bunda dela.

Eu continuava de longe, com o pau tão duro dentro da calça que estava até me machucando. Minha mente estava voando alto, imaginando aquele cara grandão indo lá para casa, entrando no nosso quarto e jogando a Vanessa na cama de qualquer jeito enquanto eu ficava na poltrona só assistindo a foda.

A Vanessa terminou a série, deu uma rebolada para se ajeitar e olhou para o instrutor por cima do ombro, com aquele sorrisinho sacana.

— Obrigada, viu, professor? Minha postura melhorou muito com você pegando assim — ela soltou, com uma voz que era pura provocação.

— Que isso, Vanessa... Se precisar, é só chamar. Eu faço questão de acompanhar o seu treino de perto — o cara respondeu, todo bobo, estufando o peito de frango e limpando o suor da testa, achando que estava abafando.

Ela deu as costas para ele e veio andando na minha direção, bem rebolado, sabendo que o bombadão e mais metade da academia estavam limpando a baba do chão vendo ela passar. Quando ela chegou perto de mim, fingiu que ia pegar a garrafinha de água e sussurrou bem baixo, com o bafo quente na minha orelha:

— Você viu o tamanho da mão daquele cara na minha cintura, Rafa? Ele apertou com força. E você ficou aí, só olhando com essa cara de tarado e o pau marcando na calça, né?

— Vi, amor... Eu vi tudo — respondi, com a voz toda cheia de tesão, olhando bem no fundo do olho azul dela. — O cara quase te comeu viva ali no meio de todo mundo. E o pior é que eu gostei. Gostei demais.

— Então se segura, meu amor — ela disse, dando uma piscadinha sacana. — Porque no próximo exercício eu vou fazer quatro apoios ali no colchonete, bem de cara para o espelho, e vou deixar ele vir me empurrar de novo. Quero ver se você aguenta até chegar em casa.

A Vanessa se virou e foi andando pro canto dos colchonetes, rebolando aquele rabo que parecia que ia rasgar a calça cinza. Eu fui logo atrás, com o pau latejando tanto que eu já estava andando meio torto pela academia. Ela pegou o colchonete, jogou no chão e ficou de quatro, bem na posição de fazer o exercício de glúteo, empinando aquela bunda gigante direto na direção de onde os caras marombavam.

Eu me abaixei perto dela, fingindo que estava ajudando a ajustar a caneleira, mas com a cabeça fervendo de tanta safadeza. Olhei bem de perto para o rosto dela, que já estava suado e com as bochechas vermelhas de tesão.

— Vanessa... — chamei bem baixinho, com a boca colada no ouvido dela para ninguém em volta escutar.

— Quê, Rafa? — ela sussurrou de volta, olhando para mim de lado, com aquele olhão azul cheio de malícia, soltando a respiração curta.

— Você viu como aquele bombadão ficou doido quando encostou em você, né? O cara tá ali no canto até agora, fingindo que tá bebendo água, mas de olho nesse seu rabo empinado.

— Eu vi, amor. Ele tá seco em mim. Por quê? — ela provocou, dando uma mexidinha com o quadril, fazendo a calça cinza entrar ainda mais na bunda.

Eu engoli seco, sentindo uma descarga de adrenalina que quase me deu tontura. Soltei a pergunta mais suja que já tinha passado pela minha cabeça:

— Se eu chamasse esse cara lá para casa... se eu quisesse ver ele te pegando na nossa cama enquanto eu olho... você teria coragem de ajoelhar na frente dele e pagar um boquete bem gostoso no pau daquele bicho na minha frente?

A Vanessa travou na hora. Ela parou o movimento da perna no ar, abriu bem os olhos e olhou para mim. Dava para ver o peito dela subindo e descendo esgoelando no top preto, o coração dela batendo tão forte que dava para notar pelo pescoço branquinho. A pergunta bateu nela que nem um choque de puro fogo.

Ela engoliu em seco, olhando para os lados bem rápido para ver se ninguém tinha escutado. O rosto dela ficou vermelho que nem um pimentão, e a respiração veio ainda mais curta, esgoelando no top preto. Ela deu uma abaixada no corpo, fingindo que estava descansando o braço no colchonete, e colou a boca bem perto do meu rosto.

— Rafa... ta louco amor, não fala uma coisa dessa aqui no meio de todo mundo — ela sussurrou, com a voz toda trêmula e nervosa de tanto fogo. — A gente conversa sobre isso em casa, pelo amor de Deus... Eu tô para morrer de tesão aqui com essa sua conversa, mas eu sou muito tímida, você sabe. Só de imaginar fazer isso na sua frente eu fico toda boba.

Ouvir aquilo me deu um choque que fez meu pau latejar tanto que quase deu uma fisgada. Ela não disse "não". Ela disse que era tímida, mas que estava morrendo de tesão com a ideia.

— Tá bom — respondi, com a voz sumindo na garganta, o suor descendo grosso na minha testa. — Vamos terminar esse treino logo.

A Vanessa se ajeitou e começou a fazer o exercício de quatro apoios. Bicho, parecia que ela estava fazendo de propósito para me castigar. Ela empinava aquela bunda gigante para cima, a calça cinza marcando o bumbum e a buceta, e cada vez que ela subia a perna, o instrutor bombadão dava uma olhada de canto do balcão, engolindo seco. Eu ficava ali do lado, com a mão no bolso para disfarçar o volume na calça que já estava ridículo, imaginando a minha mulher de joelhos na nossa cama fazendo o que eu tinha acabado de perguntar.

A gente mal malhou o resto. Fizemos mais dois exercícios correndo, com os dois sem conseguir se olhar direito de tanto fogo que estava rolando entre a gente. A Vanessa pegou a garrafinha de água, limpou o suor do pescoço e me olhou toda excitada.

— Vamos embora, amor.. Não dá mais não. Meu corpo tá queimando — ela disse baixinho, pegando na minha mão com os dedos todos suados.

Cruzamos a academia de volta. O recepcionista e mais dois caras do leg press ficaram cuidando da retaguarda dela até a gente passar da porta da rua. Entramos no carro e, antes de eu ligar a chave, a Vanessa já jogou a mão direto no meu zíper, apertando meu pau com força por cima do pano.

— vamos para casa, Rafael. O caminho hoje vai ser o mais longo da sua vida — ela mandou, mordendo o lábio inferior, de um jeito que eu nunca tinha visto na vida.

Eu dei a partida no carro , o motor roncava alto na rua escura, mas antes mesmo de eu engatar a terceira marcha, a Vanessa se soltou do cinto e escorregou do banco. Ela veio de joelhos, e colou o corpo dela no meu painel, me olhando de baixo para cima com aqueles olhos azuis enormes, cheios de um carinho misturado com uma safadeza que eu nunca tinha visto.

Ela abriu o meu zíper bem devagar, com cuidado, e puxou meu pau para fora. O ar frio da noite bateu e ele deu um pulo, duro feito uma rocha. A Vanessa deu um suspiro, passou a mão de leve, limpando o suor da minha coxa com carinho, e olhou bem no meu olho antes de abocanhar tudo de uma vez.

— Caralho, Vanessa... — eu soltei, dando um solavanco no banco, segurando o volante com uma mão só enquanto a outra foi direto no cabelo molhado dela.

Ela começou a chupar com vontade, subindo e descendo a boca, fazendo aquele barulho molhado que ecoava dentro do carro abafado. Ela usava as duas mãos para segurar a base, subindo a língua bem devagar na cabeça, me fazendo perder a direção do carro por um segundo de tanto prazer. Ela não estava bruta que nem na cama; ela estava manhosa, me agradando, com os olhos vidrados nos meus enquanto engolia tudo o que conseguia.

Eu sentia minhas pernas tremerem no pedal da embreagem. Ela deu uma paradinha, tirou a boca com aquele estalo gostoso, limpando o cantinho do lábio com o dedão, e falou com aquela voz bem mansa, bem carinhosa, olhando no fundo dos meus olhos:

— Você quer que eu chupe outro pau assim, é, meu gostoso? Você quer minha boca fazendo isso na sua frente com um cara lá em casa?

Nossa, meu mundo girou. Ouvir ela me chamando de gostoso e propondo aquela loucura com aquela voz tão doce, enquanto me tratava daquele jeito, me deu um choque na espinha que eu achei que ia gozar ali mesmo no painel do carro.

— Quero, Vanessa... Puta que pariu, eu quero sim — respondi, com a respiração toda cortada, apertando a nuca dela para ela voltar para o meu pau. — Eu quero ver você fazendo exatamente isso com alguem, e eu ali, do lado, te chamando de minha.

Ela deu um sorriso lindo, todo malicioso, e voltou a chupar com ainda mais força, sabendo que tinha o controle total do meu corpo e da minha mente naquela estrada deserta.

A Vanessa parou de chupar por um segundo, deixando meu pau todo molhado do lado de fora, e apoiou o queixo na minha coxa. Ela me olhou de baixo para cima, bem mansinha, fazendo um biquinho todo carinhoso que me deixou mole por dentro, mas com o pau explodindo de duro.

— Mas ó, amor... deixa eu te falar uma coisa — ela soltou, com aquela voz bem manhosa, quase num sussurro, passando a mão de leve no meu peito. — Com o bombado da academia eu não tenho coragem, não. Fico com muita vergonha porque eu vejo ele todo santo dia, frequento muito aquele lugar e ia ser muito chato olhar na cara dele depois.

Ela deu uma pausa, subiu a mão e deu uma acariciada carinhosa na ponta do meu pau, me fazendo dar um estalo com a língua de tanto tesão.

— Mas assim... um estranho, alguém que mal convive com nós, sabe? Tipo um cara de fora, um viajante, ou alguém que mesmo se um dia contasse para os outros, ninguém nunca ia acreditar, porque nós somos o casal certinho da cidade... Aí sim, amor. Se for desse jeito, para te ver feliz e morrendo de tesão, eu teria coragem até de dar a bucetinha para ele bem na sua frente, enquanto você assiste tudo do nosso lado.

Cara, quando ela falou "dar a bucetinha" com aquela voz doce, de menina mimada, minha cabeça deu um nó tão grande que eu quase joguei o carro no acostamento. O coração parecia que ia quebrar o meu peito de tanta adrenalina. A minha mulher, a branquinha de olho azul que casou comigo, estava ali, no assoalho do meu carro, se oferecendo para dar para um desconhecido só para alimentar a minha loucura.

— Você... você faria isso mesmo, Vanessa? — gaguejei, com o suor descendo pelo pescoço, o pau latejando tanto que parecia que ia rasgar a pele.

— Faria, meu gostoso... tudo para ver você doido por mim desse jeito — ela sussurrou, com um olhar que era pura perdição, e voltou a abocanhar meu pau com tudo, me deixando sem ar no meio daquela estrada escura.

A Vanessa deu mais umas chupadas bem gostosas, me fazendo dar uma tremida nas pernas, e tirou a boca devagar, limpando o lábio com as costas da mão branquinha. Ela continuou ali de joelhos, se apoiando na minha coxa com aquele olhar todo manhoso.

— Amor... — ela falou com aquela voz bem macia, quase num sussurro. — Já que é de noite e a gente tá aqui morrendo de fome e de tesão, bem que você podia pedir uma pizza quando a gente chegasse em casa, né?

Na mesma hora, parece que uma lâmpada acendeu na minha cabeça. O sangue correu tão rápido nas minhas veias que me deu até um arrepio na espinha. Olhei para ela na penumbra do carro, o motor roncando alto na estrada, e soltei o ar devagar.

— Vanessa... tive uma ideia, amor. O entregador de pizza. Ele é um desconhecido completo, um cara que o povo nunca ia acreditar se ele saísse espalhando por aí. Quem é que vai acreditar? É perfeito.

Quando eu falei isso, a Vanessa travou o corpo na hora. Ela deu um gemido bem baixinho, bem tímido, e escondeu o rosto na minha calça por um segundo, toda encabulada com a coragem da minha mente. Ela subiu os olhos devagar, com a bochecha vermelha de vergonha, mas com uma faísca de puro fogo nas pupilas.

— Safado... Nossa, amor, você tá muito louco — ela disse, com a voz bem trêmula de tesão, dando um risinho sem jeito. — Você quer mesmo me dar para um entregador de pizza? O que... o que você quer que eu faça com o entregador, Rafa? Me fala o que eu vou ter que fazer com ele quando ele chegar com a comida...

Eu encostei o carro na garagem de casa, com o coração parecendo uma bateria de escola de samba. Desliguei o motor, mas não fiz menção de descer. Olhei bem nos olhos azuis dela, segurando o queixo dela com firmeza, sentindo a pele dela quente por causa do mormaço que estava dentro do carro.

— É o seguinte, Vanessa — falei, a voz saindo grossa, sem rodeios. — A gente vai entrar, você vai pro quarto e vai tirar essa calça de academia. Vai botar só aquela camisola de seda preta que eu te dei, aquela bem fininha, sem calcinha nenhuma por baixo. Eu vou ligar na pizzaria e pedir uma de calabresa. Quando o motoboy buzinar lá fora, eu vou abrir o portão e mandar ele entrar para receber o dinheiro na sala, dizendo que eu tô caçando o cartão.

A Vanessa engoliu em seco, com as mãos apertando a minha coxa com força, completamente hipnotizada pelo meu plano.

— E aí, Rafa? — ela sussurrou, o peito subindo e descendo, esgoelando no top. — O que eu faço?

— Aí você vai estar sentada no sofá, com as pernas cruzadas, deixando aquela camisola subir até sua coxas. Quando ele entrar com a caixa, você vai levantar para pegar a pizza, fingindo que tá distraída, e vai deixar o peito marcar bem no pano fino. Quero que ele morda a isca na hora. Se o cara for esperto e olhar com aquela cara de tarado, eu vou chegar por trás e mandar a real: "Gostou da minha mulher? Quer levar ela pro quarto agora ou vai dar uma mamada nela aqui mesmo na sala?".

A Vanessa deu um gemido longo, abafando o rosto no meu peito, o corpo todo tremendo de vergonha e de um tesão que ela nunca tinha experimentado na vida.

— Meu Deus, Rafael... Eu vou morrer se você falar isso pro homem — ela choramingou, me arranhando de leve. — Mas o que... o que eu faço se ele aceitar? Eu vou ter que chupar o pau dele na sua frente?

— Vai, Vanessa. Você vai ajoelhar no tapete da sala, com a camisola subindo, e vai mamar o cara bem gostoso enquanto eu fico na poltrona do lado, só assistindo e comandando o show — joguei na cara dela, sentindo meu pau pulsar tanto que chegava a doer. — E depois ele vai te jogar de quatro naquele sofá para eu ver o rabo da minha mulher apanhar de um estranho. É isso que você quer?

Ela não respondeu com palavras. Ela simplesmente abriu a porta do carro, com as pernas bambas, e foi andando em direção à porta de casa, rebolando tudo na calça cinza, me deixando com a certeza de que o telefone da pizzaria ia ser a ligação mais louca da nossa vida.

Entramos em casa e aquele tesão gostoso estava na casa. A Vanessa foi direto pro quarto, com as pernas meio bambas, e eu fiquei na sala com o celular na mão, com os dedos tremendo tanto que quase errei o número da pizzaria do centro. Liguei, pedi uma pizza qualquer e dei o endereço, sabendo que aquele motoboy ia mudar a nossa vida de casado para sempre.

Meio hora depois, a Vanessa saiu do quarto. Rapaz, quando eu olhei, meu pau ficou duro na hora que quase rasgou a calça. Ela estava só com a camisola de seda preta. era tão curto que mal cobria a polpa daquela bumbum gostoso e virgem. O pano era fininho, transparente, e dava para ver perfeitamente que ela estava sem calcinha nenhuma por baixo, com os bicos dos peitos quase furando o tecido.

— Assim tá bom, meu gostoso? — ela perguntou, com aquela voz bem manhosa, sentando no sofá de couro e cruzando as pernas bem devagar, deixando a camisola subir até o meio das suas coxas branquinha.

— Tá perfeita, Vanessa. Tá uma puta de uma gostosa — falei, com a voz com o maior tesão do mundo, sentando na poltrona do lado. — Agora aguenta o coração, que a moto tá chegando.

Dito e feito. Uns 10 minutos depois, o barulho da entrega ecoou na rua escura e a buzina tocou duas vezes no portão. Meu sangue ferveu. Eu levantei, fui até a janela e gritei pro cara:

— Pode entrar, meu amigo! O portão tá encostado, entra aqui na sala que eu tô caçando a carteira para te pagar!

A Vanessa deu um gemido tímido, se ajeitando no sofá, o peito subindo e descendo numa velocidade que dava para ver o coração batendo por baixo da seda. Ela abriu um pouco as pernas, mostrando bem a sua buceta raspada em formato triângulo com os pelos bem loirinho.

A porta da sala abriu e o entregador entrou. Era um moleque de uns 25 anos, forte, com os braços queimados de sol da rua e jaqueta de couro. Ele vinha com a caixa térmica na mão, mas assim que pisou no tapete e bateu o olho na Vanessa jogada daquele jeito no sofá, o cara simplesmente paralisou. Ele travou o passo, engoliu seco e o gogó dele subiu e desceu. Os olhos do moleque colaram na transparência da camisola preta, descendo até aquela bunda empinada de lado e as pernas grossas dela.

— Boa noite... deu 35 reais — o cara falou, com a voz toda gaguejada, sem conseguir tirar o olho do bico do peito da Vanessa que apontava na direção dele.

Eu dei dois passos, me aproximei por trás do sofá da Vanessa e botei a mão no ombro dela, sentindo a pele dela queimando de tanto tesão e vergonha. Olhei bem na cara do entregador, que estava com a boca aberta, limpando a saliva, e mandei a real, sem frescura nenhuma:

— Ô garoto, esquece a pizza um minuto. Tô vendo como você tá secando a minha mulher. Gostou do que tá vendo, né? Ela tá sem calcinha nenhuma aí por baixo, só te esperando. Fala a verdade... Você quer botar essa sua mãozona na bunda dela e comer ela aqui na minha frente agora ou vai preferir que ela ajoelhe aí no tapete e mame esse seu pau até você gemer gostoso?

A Vanessa soltou um suspiro rasgado, escondendo o rosto na almofada, com a bunda empinada tremendo inteira de vergonha, mas a buceta dela já estava brilhando de tão molhado. O entregador olhou para mim, achando que era pegadinha, viu o tamanho do meu pau marcado na calça e o rabo da Vanessa oferecido daquele jeito. O cara largou a caixa da pizza no chão com tudo e a mão dele foi direto no zíper da calça dele.

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