A viagem pós divórcio – 3
Ao entrarmos no banheiro Isa, ao me ver nua e de mãos dadas com Verônica, disse: “pelo visto alguém mais se deu bem hoje a noite”. Aquele comentário me deixou sem graça, Veronica repreendeu Isa, lhe chamando de “babaca”, ambas riram. Isa nos chamou para tomar banho, para aproveitarmos que o box era enorme, eu entrei e comecei a me molhar.
Veronica ainda estava vestida, ela começou a tirar a roupas parecia tímida, primeiro tirou a camiseta, usava um sutiã meia taça, rendado, seus seios eram lindos, diria que usava tamanho 46”, ela tirou o short jeans, usava um caleçon que fazia conjunto com o sutiã, deixava atrás era semi fio, as polpas da bunda ficavam para fora, e por falar em bumbum, aquela morena tinha uma bunda linda, era grande e empinada, que bunda perfeita. Veronica como não canso de dizer era alta, tinha uma cintura fina, pernas longas e não tão grossas como as de Isa, mas eram lindas. Na sequência Veronica tirou o sutiã, seus seios eram morenos e as auréolas eram em um tom mais escuro, seus biquinhos estavam salientes, também notei que ela havia colocado prótese nos seios, parabéns ao cirurgião, pois ficou perfeito, a cicatriz era ínfima e imperceptível.
Quando Verônica tirou o caleçon, olhando para mim, de forma séria eu, eu, eu... “PUTA QUE PARIU”, saltou um pênis, um pau, digo, uma tora, era algo descomunal, sou médica e não sabia que havia algo assim, estava mole, mesmo assim o dobro de qualquer coisa que eu já havia visto. Eu estava tão embasbacada que não percebi Isa se aproximando por trás de mim e dizendo em meu ouvido: “surpresa”. Me dei conta do óbvio, ela já sabia que a amiga, com quem morava, tinha um canhão.
Veronica ficou ruborizada com minha atitude, perguntou se queria que ela saísse. Eu vi que ela ficou um pouco triste naquele momento, então me recobrei e pedi desculpa, é que eu não esperava por aquilo, Isa se adiantou e a chamou para tomar banho. Dentro do box eu não conseguia tirar os olhos daquela obscenidade, me perguntava como conseguia esconder. Isa se aproximou de Veronica, se abraçaram e trocaram um selinho, ficaram me olhando sem falar nada, mas eu entendi, só não tinha imaginação suficiente para entender como funcionava aquele casal.
Começamos a conversar sobre tudo água estava quente, assim como a conversa, Veronica explicou que fora este o motivo de ter vindo morar no Brasil, quando quis buscar sua identidade. Isa falou que logo depois de ter divorciado, curtindo um bloco de carnaval, regado a muito álcool, conheceu Veronica e as coisas daí para frente explodiram, falou que nunca esteve tão feliz. Ambas disseram que o relacionamento era aberto e que funcionava de forma peculiar, com poucas regras, se adaptando a ocasião. Neste momento Veronica revelou uma regra, se aproximando novamente de Isa e apertando a bunda da amiga, disse: “Ei, não se esqueça, esse cuzinho é só meu... eu vi o que Roland estava tentando fazer”.
Enquanto o clima esquentava eu vi elas se beijarem agora com mais afinco, via as duas se agarrando, nuas, aliás, a diferença de tamanho de Veronica e Isabel era acentuada, meu voyeurismo mais uma vez estava me excitando. Quando se separaram novamente veio o baque, o pênis de Veronica agora estava semi rígido, era algo escandaloso, não sei como uma mulher suportava aquilo.
Veronica falou algo no ouvido de Isa, mas consegui escutar, era tipo: “eu ainda não gozei”. Elas se aproximaram de mim, Isa falou pra mim que estava com ciúmes, disse que eu tinha que compensá-la por ter namorado a companheira dela, eu ainda estava sem palavras e se não fosse pelo álcool e pelo sexo gostoso que Veronica me proporcionou eu já teria saído correndo. Veronica novamente se aproximou por trás de mim, senti seu pau encostando na minha bunda e descia quase até pouco acima dos meus joelhos. Veronica perguntou se queria brincar, eu ri e disse que ainda não estava preparada, que precisava de um tempo para assimilar tudo que estava acontecendo e que as coisas estavam indo rápido demais para mim. Veronica disse que entendia, mas que faria algo que ela tinha certeza que eu iria amar, ela então colocou seu pênis no meio de minhas pernas, era tão grande e grosso que tive que abrir um pouco para dar passagem aquela pica, ela passava minha xoxota e saía do outro lado e sobrava muito ainda, era como eu tivesse um pênis também. Senti seu pênis encostando nos lábios vaginais, era algo indescritível, Veronica começou a fazer movimentos para frente para trás, aquilo estava roçando diretamente na minha PPK, abrindo meus lábios vaginais. Isa se aproximou e disse: apenas relaxe e curta um pouco, ela me beijou logo em seguida, colocando sua língua na minha boca, eu cedi e comecei a retribuir o beijo. Isa continuava mexendo seu pau para frente para trás eu até consegui sentir o membro dela endurecendo, comecei a escorrer meus fluídos, facilitando os movimentos.
Isa desataca o beijo e vai para meus seios, chupando, enquanto eu ouço Veronica dizer em meu ouvido: “sua buceta tá toda melada, que delícia”. Isa se abaixa e desce até minha xoxota, de onde brotava o pau de Verônica, ela lambe a glande, eu fico olhando o tempo todo, Isa mal consegue colocar metade da cabeça na boca, então ela passei com a língua pela extensão do pau de Veronica, em dado momento ela encosta o meu clitóris, me arrepio toda, Veronica me abraça e aperta meus mamilos, ao mesmo tempo que me encoxa. Os movimentos de Verônica se intensificam, aquela esfregação toda está me levando ao limite, a minha frente Isa segura a piroca de Veronica, masturbando a parte que passa por mim. Veronica anuncia que está quase gozando, ela solta meus peitinhos e puxa meu abdômen contra si, fazendo com que eu empine minha bunda, ela desliza a outra mão e alcança meu bumbum, apertando firmemente e depois deslizando um dedo para meu cuzinho, fazendo movimentos circulares na entrada. Minha respiração fica pesada eu pela primeira vez me permito gemer. Isa continua punhetando Veronica com a ponta da glande na boca. Quando Veronica anuncia o gozo, ela enfia dois dedos no meu cu, sinto dor, mas essa dor serve como faísca para me incendiar em um gozo que me faz gritar.
Quando olho para baixo vejo Veronica despejar muita gala na boca de Isa, a loirinha não se faz de rogada e tenta abocanhar tudo, quase se engasgando, enquanto ouço Veronica berrar. Fico com a buceta toda esfolada, e digo que aquilo foi uma loucura. Falo para as meninas que jamais teria coragem de encarar um pau daquele tamanho e em seguida peço desculpas a Verônica, que diz: “jamais diga nunca” e depois cai na gargalhada. Vocês são doidas.
Isa se levanta, me puxa para um beijo, só aí percebo que a boca dela está cheia de porra, ela me passa um pouco enquanto nossas línguas dançam, eu a solto e digo que quando voltar vou ter que gastar muito com terapia. Veronica também me beija.
Pergunto se agora podemos terminar o banho como pessoas normais, elas então riem para mim e fala, olha aqui, Isa apontando para o cacete de Veronica, que estava dando sinais de vida. Isa agarra aquele mastro e fala, vamos para cama. Eu falo que vou deixa-las sozinha, que preciso me recobrar, mas Isa toca no meu calcanhar de Aquiles, dizendo: “vamos para o quarto, só para você “olhar””. Eu aceito.
Fomos para o quarto, me acomodei em uma poltrona, Veronica deitou com Isa na cama, a morena e loirinha se atracaram em um beijo, depois vi Isa sugando os seios de Veronica com muita intensidade, ela chupava e soltava, fazendo ploc... Isa disse: “ela gosta assim”, essa puta curte tudo com força. Veronica retrucou: “logo você vai ver minha força gostosa”. Isa mamava e Veronica gemia gostoso, o pau de Veronica começou a endurecer de novo, e eu não parava de me assombrar com aquilo. Isa desceu para a piroca e novamente começou a tentar colocar pelo menos a glande na boca, ela estava realmente empenhada. Eu que estava atrás pude ver como a buceta de Isa estava vermelha, pela foda mais cedo com Roland, mas mesmo assim, o caldo da xoxota dela escorria pelas coxas grossas da loirinha. Isa pede a Veronica que fique de quatro, falou: “quero ver sua bunda”. Tudo naquela morena era superlativo, que nádegas.
Isa dá um tapão no bumbum de Veronica, que e depois outro, depois enfia a língua no cuzinho da morena, enquanto ordenha a pica ela, ela chega a abrir o anus de Veronica com uma mão, para enfiar a língua mais fundo, arrancando suspiros da morena, “ahinn, que gostoso”, me come com essa língua gostosa”. Agora ao invés de abrir Isa enfia um dedo no cuzinho babado de Veronica, que imediatamente empina mais a bunda.
Eu começo a me masturbar vendo aquela loucura, são duas mulheres lindas fazendo um sexo que eu nem imaginava existir, algo que eu ainda precisava digerir para me colocar no lugar.
Veronica diz que agora é a vez dela e segura a mão de Isa, deitando-a, e abrindo as pernas dela, colocando-as uma em cada ombro de Veronica, Isa fica toda arregaçada então ela pede o inimaginável para mim. “minha ppk tá ardida amor, fode meu cuzinho”, mas com carinho”. Isa fala que adora aquele cu, e depois olha para mim, percebendo que estou me masturbando.
Veronica passa a pica na entrada da buceta da amante, deixando a glande toda babada, depois leva para entrada do cuzinho, ela força um pouco, Isa geme. Veronica repete, tira o pau do cuzinho de Isa e coloca novamente na entrada da PPK, molhando e depois leva novamente para o cuzinho, forçando um pouco mais, mas não entra.
Isa pede socorro para mim, “amiga pega por favor o lubrificante na gaveta na minha necessaire, está em cima do criado mudo. Eu atendo e pego um lubrificante a base d’água. Quando vou entregar a Veronica ela fala para mim: “passa no meu pau por favor”. Eu espremo bastante lubrificante na minha mão e começo a espalhar naquela tora, fico embasbacada, além de grande é muito grossa, não é possível alguém aguentar aquilo, ainda por cima no cuzinho, imagino que Isa depois de ser fodida vou ter que fazer uma cirurgia de reconstrução de reto.
Me perco enquanto espalho o lubrificante no pau de Veronica, pego mais um pouco e espalho novamente, pois tinha muito pau para lubrificar. Veronica me pergunta, “estou vendo que gostou, tem certeza que não quer participar?” Eu fujo e me posiciono novamente na poltrona.
Veronica começa a colocar novamente o cacete na entrada do cuzinho de Isa, Ela tem experiência, ela força um pouco, depois retira, faz isso umas 3 vezes, até que força novamente, mas não retira, deixa parado pressionando a entrada do ânus, que começa a ceder. Isa grita: “Ai puta, nunca me acostumo com isso”, amiga me ajuda, segura minha mão, eu me aproximo e seguro a mão de Isa. Verônica pressiona mais um pouco, as pregas de Isa começam a ceder, seu anus começa a envolver parte da glande da piroca da morena. Isa me engana, ela puxa minha mão, levando até sua xoxota e faz como se quisesse que eu ficasse esfregando seu clitóris, ela seguro meu ante braço, não me permitindo afastar, eu cedo vou meio que sem jeito fazendo o que ela quer. Veronica aproveitando a distração dá um solavanco, agora a glande entra no cuzinho, Isa geme, Ahinnn!
Agora que aquela cabeçorra passou Veronica começa a enfiar ela em dado momento puxa minha mão e leva até seu pau, eu sinto ele entrando no cu de Isa, depois Veronica me conduz levando minha mão até a xoxota de Isa Novamente. Após algum tempo Verônica começa a se mover, para frente e para trás, percebo até o abdômen de Isa inflar toda vez que Veronica enfia o pau dela.
Isa geme muito, dizendo que está sendo arrombada, pede para eu não parar. Veronica agora está com uma expressão transtornada, concentrada olhando o cu da amiga, começa a mover-se mais vigorosamente, enquanto masturbo Isa, ela aproxima seu rosto e suga meio seio esquerdo, eu também estou me envolvendo naquela loucura, chego a enfiar um dedo no boceta de Isa e sinto o monstro invadindo o cu dela.
Veronica coloca Isa de quatro, pede mais lubrificante, eu espalho no pau dela todo babado, fico até punhetando ele, arranco alguns gemidos de Veronica, quando Isa protesta, “agora esse pau é meu, me come amor, fode meu cuzinho”. Veronica atende e se posiciona de joelhos atrás da loirinha, abre as bandas da bunda de Isa, me permitindo ver o estrago em seu cuzinho, estava todo arregaçado. Veronica em seguida dá um tapa, fazendo Isa gemer, depois vai colocando seu pau no anus da loirinha. Eu levo meus dedos por baixo e começo novamente a masturbar Isa, vejo que Veronica não consegue enfiar todo seu pau, um pouco mais que a metade entra. Os gemidos vão ficando mais fortes, eu cinto a buceta de Isa se contrair quando ela grita e logo depois Veronica anuncia que vai gozar e tira o pau do cu de Isa, ela vira e tenta me puxar mas eu me afasto, Veronica goza nos peitos de Isa, uma porra farta e cremosa, sendo que logo depois a morena fica batendo no rosto de Isa com seu pau pesado, chamando sua amante de gostosa.
Nós 3 estamos exaustas, caímos na cama por uns instantes e amanhecemos todas melecadas de porra, lubrificante e fluídos corporais, Isa berra, “puta que pariu Veronica, você fez de novo”. Me lembro de já ter escutado esta frase.