Eu sempre fui fiel nas minhas relações, tanto que no meu primeiro relacionamento, lá no ensino médio, ela é que me traiu. Fiquei mal com isso e decidi terminar. Quando comecei a namorar sério pela segunda vez, ela era muito legal, mas tinha dois pontos negativos: qualquer coisa era motivo de discussão, e por qualquer bobagem ela já parava de falar comigo. Já teve vez de ela ficar quase a semana toda sem me ver, e foi em uma dessas que eu decidi traí-la, porque não a aguentava mais.
Eu tinha acabado de completar 18 anos, já estava trabalhando e fazia muito exercício físico, porque era muito magro e sofria bullying na escola por isso. Eu tinha uns 1,80 m de altura e pesava 72 kg, tinha um corpo bem definido. Namorava há 5 meses com a Helena, também com 18 anos, 1,70 m, magrinha, branca e de cabelo castanho; usava óculos, ela era linda, mas insuportável.
A gente tinha marcado de sair no sábado para comemorar nosso sexto mês junto no relacionamento. Combinamos que iríamos para o motel da cidade; eu tinha reservado a suíte presidencial para nós, com hidromassagem e tudo. Estava tudo indo perfeito, até que na sexta-feira à noite ela começou a implicar com o meu trabalho, falar que eu estava dando em cima de outras mulheres e que na academia eu não parava de falar com outra mulher — que era a recepcionista, e eu apenas falava "boa noite" para ela e passava pela catraca. Não sei o que deu nela, só sei que ela brigou muito comigo e foi embora para a casa dela a pé, brava. Já estava acostumado com isso. No dia seguinte, mandei mensagem para ela, e ela só falou que não teria nada naquele dia e que, se eu quisesse fazer algo, seria com as "quengas" que eu tinha por aí, e me bloqueou. Eu fiquei muito puto com ela no dia, porque ela tinha me feito gastar um dinheiro alto com a reserva e com um buquê enorme.
Fiquei uma boa parte da tarde pensando se iria sozinho para o motel e aproveitava, se cancelava ou se levava alguém. Até que eu estava no Instagram e passou o story de uma menina com quem eu ficava antes de namorar, a Jhoyce, de 19 anos: cabelos cacheados longos, branquinha, uma bunda enorme e peitos médios. Eu ficava com ela apenas de beijo, porque ela dizia que queria dar apenas para o futuro namorado. Respondi àquele story dela e comecei a puxar assunto. Ela não se mostrou muito interessada, até eu mentir falando que tinha terminado e contar da surpresa que tinha preparado. A partir daí, ela começou a se interessar. Papo vai, papo vem, chamei-a para ir no lugar da Helena, e ela aceitou. Marquei de buscá-la em casa às 20h.
Quando chegou a hora, fui até a casa dela de carro e esperei no portão. Ela apareceu usando uma calça mais larga e uma camiseta maior também; achei estranho, mas não falei nada. Ela entrou no carro e eu disse:
— Faz tempo que não nos vemos, você está mais linda do que da última vez.
Ela me respondeu com um sorriso de canto:
— Muito obrigada, você também está lindo, e mais forte também — disse Jhoyce, passando a mão no meu braço. Fomos direto para o motel. Peguei a chave, parei o carro na garagem e entramos. Quando ela viu a surpresa que eu tinha feito, arregalou os olhos e me disse:
— Como sua namorada teve coragem de terminar assim com você, com você preparando uma surpresa dessas para ela?
Respondi:
— Eu não sei, acostumei com ela me desprezando assim, mas não quero pensar nisso, quero aproveitar hoje com você aqui! — Falei isso para ela ficar com pena de mim, porque ela tinha dito que, se fôssemos para o motel, não iríamos fazer nada demais, só o que prometi por mensagem. Por mim estava tudo bem, mas seria bom se acontecesse algo a mais.
Comecei a encher a hidromassagem para entrar, e ela foi colocar um biquíni. Eu fiquei de sunga mesmo, entrei na hidro e fiquei esperando por ela, até que ela apareceu com um biquíni bem pequeno que só tampava o bico do peito. Ela chegou e perguntou como estava, e eu respondi:
— Nossa, dá uma voltinha para eu ver melhor.
Ela deu uma voltinha, e eu vi aquela bunda enorme em um biquíni fio-dental perfeito. Ela entrou na hidro e eu lhe entreguei uma taça de vinho. Ficamos conversando por bastante tempo, até a conversa esquentar o tom. Fiquei curioso porque via que ela estava na maldade, e perguntei:
— Você ainda é virgem?
Jhoyce me respondeu:
— Não, perdi minha virgindade com um babaca, mas ele metia bem. Desde então, não fiz mais nada com ninguém.
Fiquei surpreso e esperançoso, porque ela não era mais virgem e pensei que pudesse acontecer algo. Fiquei mais próximo dela e, enquanto conversava, passava a mão em sua perna; via que ela estava gostando. Ela falou que estava com muita dor nas costas por causa do trabalho e me pediu para fazer uma massagem. Ela se sentou na minha frente, e eu fiz uma massagem em seus ombros; às vezes dava um beijo no seu pescoço. Fiquei fazendo isso por uns 5 minutos, até ela escorar em meu peito e falar:
— Meus peitos também estão doendo, pode fazer uma massagem!
Nem pensei duas vezes e passei a mão em seus seios enquanto beijava seu pescoço, atrás da orelha, e apertava os seios dela. Nós não aguentamos muito o tesão e logo já estávamos nos beijando. Meu pau estava tão duro que quase rasgava minha sunga; ela só passava a mão por cima e me atiçava cada vez mais. Eu passava a mão na bunda dela e os dedos na sua buceta por cima do biquíni. Ela dava gemidos baixos, bem gostosos, bem no meu ouvido. Ela parou de me beijar e falou que tinha uma surpresa para mim, que era para esperá-la na cama.
Me sequei e deitei na cama esperando por ela. Jhoyce apareceu com uma lingerie vermelha: calcinha fio-dental com um sutiã que tampava só o que era importante, com uma meia de renda que pegava até metade da sua coxa. Eu fiquei sem reação, mas dava para ver que eu tinha gostado por causa do volume na sunga. Eu só me levantei, fui até ela, puxei-a pela cintura e comecei a beijá-la. Dava para ver o desejo dela só ali. Beijava seu pescoço, seu peito e voltava para a boca. Ela começou a beijar meu pescoço, desceu para o peito e foi descendo pelo meu abdômen, até chegar na minha sunga, que ela abaixou e viu meu pau muito duro. Eu tenho um pau médio, de 17 cm. Ela olhou hipnotizada e falou que era maior que o do outro para quem ela tinha dado, e começou a me chupar. O boquete dela era bem melhor que o da minha namorada, um boquete bem babado do jeito que eu gosto. Ela se engasgava com meu pau, e eu batia o pau na cara dela; ela chupava minhas bolas, me deixava louco só me chupando. Eu não transava e nem me masturbava há umas duas semanas, esperando pelo sábado, e acabei gozando na boca dela. Ela sorriu, bateu meu pau na boca e subiu me beijando todo. Não costumo beijar depois do boquete, mas eu nem liguei na hora: beijei e senti o gosto da minha porra. Não era doce, nem amargo, não sei explicar que gosto era.
Continuei beijando ela, até que a peguei, coloquei na cama e falei:
— Agora é a minha vez!
Fui beijando seu pescoço, seus peitos e sua barriga. Beijei a calcinha dela sentindo o grelo, coloquei a calcinha para o lado e dei vários beijos suaves em seus lábios. Ela gemia bem baixinho, e eu sentia o mel dela escorrendo de tesão. Comecei a chupar sua buceta; eu me lambuzava naquela delícia. Nunca tinha chupado uma buceta doce assim; parecia que tinha passado algo ali, mas depois descobri que era apenas alimentação e cuidados certos com o corpo dela. Minha namorada não se cuidava tanto, tinha um gosto meio salgado. Jhoyce gemia enquanto eu chupava seu grelo e colocava dois dedos em sua bucetinha. Fiz ela gozar apenas chupando dessa forma. Ela me pedia toda manhosa para colocar a camisinha e comê-la. Coloquei a camisinha, posicionei bem na entrada e fiquei passando ao redor para provocar e deixar com mais tesão, até que enfiei meu pau. Ela era bem apertada; realmente parecia que fazia tempo que não transava, ou, se transava, era com um pau menor que o meu. Eu metia nela devagar e, conforme ela se acostumava, eu aumentava a velocidade. Ela gemia loucamente enquanto eu metia e dava tapas em seu rosto. Estava tão gostoso que ela quase gozou mais uma vez. Depois, tirei a calcinha dela, coloquei a Jhoyce de quatro e meti o pau na bucetinha dela de novo. Segurava aquela cintura fina e metia. Eu segurava com força e metia forte nela — acho que estava com raiva da Helena. Dava vários tapas na bunda da Jhoyce, que tinha ficado toda vermelha, e aquilo aumentava muito o meu tesão. Depois, ela veio cavalgar em mim. Aquela sentada... Às vezes ainda bato uma lembrando dessa sentada; ela rebolava de uma forma que me deixava louco.
Transamos tanto que a camisinha rasgou (não sabia que era possível isso). Coloquei outra e continuei. Coloquei-a deitada de frente para mim e continuei metendo e masturbando seu grelo, e ela gemia mais ainda, até ter um orgasmo e tremer as pernas. Eu gozei logo em seguida na camisinha. Nós estávamos exaustos e bem felizes. Não parecia que ela só havia transado com um cara, mas eu não me importava, apenas via o quão perfeita foi aquela noite. Antes de ir embora, tínhamos dado outra rapidinha, e foi muito bom, bem melhor do que com a minha namorada. Com certeza teríamos transado bem menos e teria terminado com uma briga à noite se fosse com a Helena. Fomos embora, paguei o motel feliz da vida e deixei a Jhoyce em casa. Ela falou que estava com as pernas moles, mas que foi a melhor noite que já teve com alguém. Continuamos nos vendo depois dessa noite. A Helena nem desconfiava, mas não demorou muito para eu terminar com ela. Ela falou muitas coisas de mim para outras pessoas depois, mas não liguei, estava focado em viver e transar bastante. Aquela noite abriu meus olhos e me mudou...
Essa história é real. Terminei com a Helena e foi uma das melhores coisas que já fiz. Tenho mais histórias com a Jhoyce, depois posso contar mais se vocês quiserem...