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Agora todo mundo quer comer minha mulher parte 1

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3448 palavras
Data: 05/07/2026 08:49:12
Última revisão: 05/07/2026 09:24:39

Depois do sucesso "comi a esposa gostosa do meu sobrinho", vem ai " agora todo mundo quer comer minha mulher"

O sol mal tinha nascido e eu já estava de pé, arrumando as coisas para ir trabalhar. Trabalho na roça desde moleque, pegando firme na fazenda que herdei dos meus pais. Apesar de termos a nossa casa na cidade, o serviço pesado debaixo de sol não para, mas que engraçado: mesmo nesse batente, eu e a Vanessa sempre fomos magrelos. Aquela carcaça fina, corpo de adolescente que nunca pegou num peso de academia. Eu me chamo Rafael, com meus 23 anos, tenho 1,75 de altura e sou branco, e ela com 18 anos, 1,60 de altura, bem branquinha de olhos azuis e loirinha. A gente casou cedo, se curtia demais. A nossa rotina era cuidar da terra, voltar para o nosso canto na cidade e se pegar. O sexo sempre foi bom, aquela coisa gostosa de casal jovem que tem fogo no sangue.

Só a rotina vai cansando, a gente se olha no espelho e quer mudar. Um dia, conversando na janta, a gente resolveu entrar numa academia que abriu perto da cidade. No começo foi aquele baque, preguiça, corpo doendo. Mas passou uma semana, duas, e depois uns meses. E aí, bicho, o negócio mudou de figura.

O corpo da Vanessa começou a responder muito rápido. Aquela menina que era toda retinha, magrinha, começou a ganhar corpo. As pernas engrossaram, a bunda empinou e ficou durinha, a cintura continuou fina, mas com tudo no lugar certinho. Ela começou a usar aquelas roupas coladas de malhar, shortinho curto, top que deixava a barriga de fora.

Um dia, ela saiu do banho e foi se trocar na minha frente. Eu olhei e engoli seco. Ela estava maravilhosa, uma delícia de mulher. O corpo dela mudou totalmente, virou um violão. Só que, junto com o desejo absurdo que eu senti por ela, veio um sentimento diferente, uma parada que eu nunca tinha sentido antes.

Foi ali, vendo ela abotoar o shortinho jeans que agora esgoelava nas coxas grossas, que a ficha caiu. O ciúme não veio sozinho; veio acompanhado de uma percepção cortante. Se eu, que estava acostumado com ela magrinha, quase bati biela olhando aquele espetáculo, imagina os caras da rua? Imagina os marmanjos da academia?

O primeiro teste de fogo veio no sábado seguinte, quando decidimos ir ao único pagodinho que rolava no centro da cidade. A Vanessa passou um perfume doce, soltou os cabelos castanhos e vestiu um vestido vermelho colado. Curto. Muito curto. Quando ela desceu o salto, meu peito deu um nó. Ela não era mais a menina da roça; era uma mulher que parava o trânsito.

Chegamos ao bar e, no segundo em que pisamos no recinto, eu senti o peso dos olhares. Sabe quando o ambiente muda de temperatura? Foi exatamente isso.

O segurança da portaria, um cara com o dobro do meu tamanho, nem olhou na minha cara. Os olhos dele colaram no decote da Vanessa e desceram até as pernas torneadas dela. Ele deu aquele sorriso de canto de boca, malicioso, que me fez apertar o punho no bolso da calça. "Boa noite, casal. Fiquem à vontade", disse ele, com a voz mansa, direcionada puramente para ela.

Caminhamos até uma mesa perto do balcão. Para onde eu olhava, tinha um pescoço virando. O Tião, um mecânico que me conhecia desde guri, parou a conversa com os amigos dele no ato. O grupo de uns cinco caras simplesmente paralisou. Dava para ver a saliva secando na boca deles. Eles mediam a Vanessa de cima a baixo, sem o menor pudor, cochichando entre si. Um deles soltou um "Jesus amado" audível que me fez congelar.

Pedimos duas cervejas. O garçom, um rapaz novo, chegou tremendo. Ele tentava manter os olhos no bloco de notas, mas o olhar dele teimava em descer para as pernas da Vanessa. Ele se inclinou mais do que o necessário para servir o copo dela, quase encostando o braço no ombro dela.

— Mais alguma coisa, linda? — ele soltou, a voz meio trêmula, me ignorando completamente.

— Só isso por enquanto, obrigada — respondeu ela, sorrindo simpática. Ela era inocente demais para notar a maldade, ou talvez estivesse adorando a nova atenção.

Eu olhava para o lado e via o dono do bar, atrás do balcão, fingindo limpar um copo enquanto secava a bunda da minha esposa com os olhos. Um cara de camisa colada na mesa da frente não disfarçava: olhava para ela, depois olhava para mim, com uma cara de deboche, como se pensasse: "Como é que esse magrelo tem uma mulher dessas?". Era um misto de cobiça e desrespeito explícito.

Naquele momento, uma mistura louca explodiu na minha cabeça. Uma raiva absurda por ver todo mundo desejando o que era meu, uma vontade de quebrar a cara de cada um daqueles marmanjos. Mas, por outro lado, uma vaidade bizarra e primitiva começou a subir pelo meu peito. Todo mundo ali queria comer a minha mulher. Todos os caras daquele bar estavam babando por ela, imaginando ela sem roupa. Mas no final da noite, quem ia levar aquele monumento para casa, quem ia deitar na cama com ela e ouvir ela gemer no ouvido, era eu.

O desejo que eu senti por ela ali, no meio daquela selva de olhares famintos, triplicou de tamanho. Olhei para a Vanessa, que sorria bebendo a cerveja, completamente alheia (ou não) ao fato de que tinha se tornado a carne mais cobiçada do pedaço. A partir daquela noite, o nosso casamento nunca mais seria o mesmo.

Quando o pagode começou a tocar mais alto, o clima no bar parecia ter ficado ainda mais denso. A Vanessa, animada com a música e com as duas cervejas que já tinha tomado, começou a balançar o corpo na cadeira. Cada movimento dela parecia um ímã. Os caras da mesa ao lado, aqueles mesmos que cochichavam, começaram a se empinar na cadeira, rindo alto para chamar atenção, estufando o peito como se fossem galos de briga disputando território.

— Rafa, vamos dançar? — ela pediu, segurando a minha mão, com aqueles olhos azuis brilhando sob a luz pisca-pisca do bar.

Eu balancei a cabeça que sim, mas as minhas pernas estavam meio duras. Quando nos levantamos e fomos para o espaço perto do palco, foi como se uma passarela tivesse se aberto. O vestido vermelho dela acompanhava cada curva milimetricamente. Eu passei a mão pela cintura fina dela, colando o corpo dela no meu, num gesto puramente possessivo. Queria deixar claro para cada par de olhos ali dentro: *é minha*.

Mas os caras não recuavam. Enquanto a gente dançava um pagode mais lento, um homem alto, de barba aparada e relógio de ouro — claramente um dos sujeitos endinheirados da cidade —, se posicionou estrategicamente atrás da Vanessa. Ele fingia dançar com um copo de uísque na mão, mas o olhar dele estava cravado na nuca dela, descendo pelas costas abertas do vestido. Ele chegou tão perto que eu conseguia sentir o cheiro do perfume caro dele. O cara simplesmente me encarou por cima do ombro da Vanessa, sustentando o olhar com uma audácia que me deu um soco no estômago. Ele não tinha medo de mim; ele só queria o que era meu.

A Vanessa deu uma jogada de quadril para o lado, seguindo o ritmo, e o cara deu um sorriso sacana, mordendo o lábio inferior. Minha espinha gelou. Eu apertei a cintura dela um pouco mais forte, rodando o corpo dela para tirá-la da linha de visão dele.

— Tá tudo bem, amor? — ela perguntou, colando o rosto no meu pescoço, a voz abafada pela música.

— Tá ótimo — menti, com a voz rouca.

Na verdade, minha cabeça estava um turbilhão. A raiva estava ali, quente, queimando minhas veias, mas aquela sensação nova e esquisita também crescia. Ver o desespero daqueles homens, ver a forma como eles babavam e se humilhavam mentalmente por um toque daquela mulher que estava se esfregando em mim, começou a me dar uma onda de poder bizarra.

Quando a música acabou, ela disse que precisava ir ao banheiro. Meu coração disparou.

— Eu vou com você até a porta — eu disse, sem pestanejar.

Caminhamos pelo corredor estreito. No caminho, o Tião mecânico, já meio alterado pela bebida, esticou o braço de leve e tocou no ombro da Vanessa quando ela passou.

— E aí, Vanessa! Sumida da roça, hein? Tá bonita, bicho — ele disse, com a voz arrastada, mas os olhos dele foram direto para o decote dela, sem o menor pudor.

Ela parou, educada: — Oi, Tião! Pois é, estamos trabalhando muito. Obrigada!

Eu dei um passo à frente, me colocando sutilmente entre os dois, cortando o campo de visão dele. Olhei bem nos olhos do Tião. Ele percebeu a minha encarada, levantou as mãos em sinal de paz, dando risada, mas com aquele olhar de quem sabia exatamente o que estava fazendo.

Fiquei esperando a Vanessa na porta do banheiro unissex. Enquanto ela estava lá dentro, dois caras que fumavam perto da saída de emergência não me viram ali no canto escuro do corredor. Eles começaram a conversar.

— Rapaz, você viu a mulher do Rafael da roça? — um deles falou, soltando a fumaça.

— Vi, bicho. Que que é aquilo? O moleque tirou a sorte grande. Aquela bunda não cabe na minha mão. Se eu pego uma mulher daquela, não saio de casa por um mês.

— Nem me fale. O shortinho dela na academia deve ser um crime. O Rafael de bobeira ali e a cidade inteira querendo dar o bote. Se ela der mole, eu sou o primeiro.

Minha respiração ficou curta. Minhas mãos suavam. Eu podia ter saído dali e voado no pescoço dos dois, mas as palavras deles, em vez de me fazerem partir para a briga, causaram uma reação completamente diferente no meu corpo. Um calor forte subiu pela minha barriga. A humilhação de ser visto como "o magrelo de sorte" se misturou com uma excitação violenta. Eles queriam. O bar inteiro queria. A cidade inteira queria.

A porta do banheiro abriu e a Vanessa saiu, retocando o batom, exalando aquele perfume doce.

— Vamos embora? — eu perguntei, pegando no braço dela com uma força que eu mesmo desconhecia.

— Já? Mas a gente acabou de chegar, Rafa...

— Vamos. Agora — ordenei, com os olhos fixos nos dela.

Ela percebeu o tom da minha voz e engoliu em seco, assentindo. Cruzamos o bar novamente sob os mesmos olhares famintos. O segurança da porta nos olhou sair, mantendo os olhos travados na retaguarda dela até entrarmos no carro.

Entrei no meu Gol quadrado, bati a porta e dei a partida sem falar uma palavra. O silêncio no carro era tenso. A Vanessa me olhava de lado, meio assustada, meio curiosa com a minha reação. Eu dirigia rápido, com as mãos firmes no volante, mas a verdade é que eu só conseguia pensar em uma coisa: chegar em casa e possuir aquela mulher de um jeito que eu nunca tinha feito antes, sabendo o tamanho do tesouro que todos os outros homens queriam roubar de mim.

O trajeto até a nossa casa na cidade pareceu durar uma eternidade. O silêncio dentro do Gol quadrado era quebrado apenas pelo ronco do motor e pela respiração acelerada de nós dois. A Vanessa olhava pela janela, mas pelo reflexo do vidro eu via que ela me observava de canto de olho, mordendo o lábio inferior. Ela sabia que tinha causado um terremoto, só não sabia ainda a magnitude do estrago.

Estacionei o carro de qualquer jeito na garagem. Mal desliguei a chave e ela já estava abrindo a porta. Entramos em casa e, assim que bati a porta da sala, a escuridão do ambiente foi cortada apenas pela luz da rua que entrava pela janela.

— Rafa, você tá bravo comigo? — ela perguntou, a voz mansa, dando um passo atrás enquanto jogava a bolsa no sofá. — Eu fiz alguma coisa?

Eu não respondi com palavras. Dei três passos rápidos, encurtando a distância entre nós, e segurei a cintura dela com as duas mãos, colando o corpo dela na parede da sala. O impacto leve fez ela soltar um gemido curto de surpresa. Olhei bem no fundo daqueles olhos azuis, que pareciam ainda mais brilhantes na penumbra.

— Você não tem noção do que aconteceu lá dentro, né? — falei, a minha voz saindo mais grave e rouca do que o normal.

— Do que você tá falando? — ela sussurrou, as mãos espalmadas no meu peito, sentindo o meu coração batendo feito um tambor.

— O bar inteiro, Vanessa. O segurança, o garçom, o Tião, aqueles caras no corredor... Todo mundo. Cada homem naquele lugar passou a noite inteira engolindo você com os olhos. Eles estavam babando, imaginando o que eu faço com você entre quatro paredes. Eles querem você. A cidade inteira quer comer a minha mulher.

As palavras saíram cruas, diretas, sem filtro. Eu achei que ela fosse ficar assustada ou brava, mas o que vi nos olhos dela me pegou de surpresa. As pupilas da Vanessa dilataram. Aquela menina branquinha sentiu o rosto corar, uma onda de calor subindo pelo pescoço dela. Ela não desviou o olhar; pelo contrário, sustentou a minha encarada, e a respiração dela ficou tão curta quanto a minha.

— E você... o que você sente vendo eles me olharem assim? — ela provocou, num sussurro audaz que eu nunca tinha ouvido vindo dela. A academia não tinha mudado só o corpo dela; tinha mudado a sua confiança.

— Me dá uma raiva desgraçada — confessei, apertando meus dedos na pele da cintura dela, sentindo a firmeza dos novos músculos que ela tinha ganhado. — Mas me dá uma vontade ainda maior de te deixar marcada, para nenhum daqueles desgraçados esquecer de quem você é.

A Vanessa soltou um suspiro pesado, os lábios entreabertos. Ela passou os braços pelo meu pescoço, se suspendendo na ponta dos pés. O vestido vermelho subiu ainda mais, revelando as coxas grossas e torneadas que os marmanjos do bar passaram a noite cobiçando.

— Então me pega, Rafa... Mostra que eu sou sua. Só sua.

Aquele foi o estopim. Toda a tensão acumulada na roça, a rotina cansativa, os meses de academia e, principalmente, a overdose de testosterona e ciúme daquela noite explodiram. Eu a puxei pela nuca e a beijei com uma ferocidade que nunca tínhamos experimentado nos nossos cinco anos juntos. Não era o beijo carinhoso de sempre; era um beijo de posse, faminto, misturando o gosto do batom dela com o calor da nossa pele.

Minhas mãos desceram pelas costas dela, sentindo a curvatura acentuada do seu novo corpo de violão, e agarraram a bunda firme, levantando-a do chão. A Vanessa entrelaçou as pernas na minha cintura, se prendendo a mim como se a vida dela dependesse daquilo. Eu a levei dali direto para o quarto, sem acender as luzes, guiado apenas pelo instinto e pelo desejo absurdo de possuir a mulher que era o objeto de consumo de toda a cidade. Aquela noite estava apenas começando, e eu ia garantir que ela lembrasse exatamente a quem pertencia.

Eu a joguei na cama sem o menor cuidado, e ela caiu rindo, com o vestido vermelho todo bagunçado, subindo até a cintura. Subi logo em cima dela, prendendo os seus braços acima da cabeça, sentindo o calor do corpo dela contra o meu. Voltei a beijar o seu pescoço, descendo até a linha do decote, distribuindo mordidas leves que faziam ela arquejar as costas.

— Eu sinto uma raiva que me queima por dentro, Vanessa... — sussurrei, com a boca colada na orelha dela, a respiração fustigando a sua pele. — Uma raiva desgraçada de ver aqueles marmanjos te secando. Mas, ao mesmo tempo... me dá um tesão absurdo.

A Vanessa travou o corpo na hora. Ela parou de se mexer embaixo de mim, abrindo bem aqueles olhos azuis na penumbra do quarto. A surpresa estava estampada na cara dela.

— Tesão?? — ela perguntou, a voz saindo num fio, meio confusa, meio chocada com o que tinha acabado de ouvir. — Como assim, Rafa? Você sente tesão vendo os caras olharem para mim com maldade?

Eu soltei os pulsos dela e apoiei as minhas mãos no colchão, ficando cara a cara com a minha esposa. O meu coração parecia que ia sair pela boca, mas não dava mais para esconder aquela verdade crua.

— Sinto. Sinto um tesão do caralho quando vejo os caras olhando para você — confessei, olhando bem no fundo dos olhos dela, deixando toda a minha luxúria e posse expostas. — Ver aqueles desgraçados babando, os caras da academia morrendo de vontade, o segurança do bar quase quebrando o pescoço para ver você passar... Sabendo que eles estão todos ali, imaginando você na cama deles, mas sabendo que ninguém encosta. Que quem morde essa sua boca, quem aperta essa sua bunda e quem te ouve gemer a noite toda sou eu. Ver o desejo deles só me faz te desejar mil vezes mais.

A Vanessa engoliu em seco, processando as minhas palavras. Uma onda de choque pareceu passar pelo corpo dela, mas não foi de negação. A respiração dela, que já estava acelerada, ficou ainda mais pesada. O peito dela subia e descia, o decote do vestido vermelho acompanhando o ritmo frenético.

A ideia de ser o centro das atenções, de saber que o próprio marido se excitava com o fato de ela ser a mulher mais cobiçada do pedaço, pareceu ligar uma chave na cabeça dela. O choque deu lugar a um sorriso de canto de boca, uma expressão maliciosa que eu nunca tinha visto na minha menina da roça.

— Então você gosta que eles olhem, é? — ela sussurrou, provocando, subindo as mãos lentamente pelo meu peito até agarrar a gola da minha camisa. — Gosta de saber que todo mundo quer comer a sua mulher, Rafael?

— Eu odeio eles... mas eu amo ver o quanto eles sofrem por não poderem ter o que é meu — respondi, a voz já sumindo no meio do calor que dominava o quarto.

Ela não disse mais nada. Com um movimento rápido, a Vanessa puxou a minha cabeça para baixo, me calando com um beijo molhado, profundo e cheio de uma urgência nova. Aquela confissão tinha quebrado qualquer barreira entre nós. Agora, o jogo tinha mudado, e a nossa noite seria muito mais selvagem do que qualquer uma que já tínhamos vivido.

A Vanessa grudou a boca na minha com uma força que quase cortou meu lábio. O beijo mudou de figura, virou uma parada bruta, sem carinho nenhum, só safadeza pura. Ela enfiou as unhas nas minhas costas por dentro da camisa, me puxando para cima dela como se quisesse me engolir.

Eu rastejei a mão pela coxa dela, sentindo aquela pele lisinha e quente, e puxei a calcinha dela de lado com tudo, sem nem querer saber de tirar o vestido vermelho. Ela deu um gemido alto, daqueles de rasgar a garganta, e cravou os dentes no meu ombro.

— Vai, Rafa... faz o que você quiser — ela sussurrou, com a voz toda rascante, colada no meu ouvido. — Me pega logo de uma vez.

Eu não esperei ela falar duas vezes. Abri o cinto da calça, joguei pro lado e fui com tudo. Quando eu entrei, a Vanessa jogou a cabeça para trás no travesseiro, soltando um palavrão que ela nunca tinha falado na vida. O corpo dela, que agora estava todo durinho da academia, começou a tremer inteiro embaixo de mim.

O quarto virou um caldeirão. Era barulho de pele batendo com pele, a cama rangendo alto e a respiração dela saindo aos socos. Eu olhava para o rosto dela na penumbra, o cabelo todo bagunçado, os olhos azuis meio abertos, revirando de prazer. E na minha cabeça só vinha a imagem dos caras daquele bar, do mecânico nojento, do garçom babando. Pensar na cara de tacho daqueles otários se eu estivesse filmando aquilo me dava uma força que parecia que eu ia quebrar a cama.

— Você é minha, porra! — eu dizia, dando uns tapas firmes na bunda dela que estalavam no quarto escuro. — Fala de quem você é!

— Sou sua, Rafa... sou sua! Puta que pariu, continua! — ela gritava, jogando o quadril para cima com uma força que eu nem sabia que ela tinha, me apertando tanto que eu quase não aguentava.

A gente se pegou ali de um jeito bicho, sem frescura nenhuma, suando muito. Ela arranhava meus braços, mordia meu peito e gemia tão alto que eu tive que tapar a boca dela com a mão para os vizinhos não chamarem a polícia. O fogo que a gente sentia antes era fichinha perto do que estava rolando ali. Aquela conversa tinha libertado um monstro na gente, e nenhum dos dois queria parar.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 67Seguidores: 149Seguindo: 37Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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E assim nasce mais uma vadia e um corno manso e frouxo, todos na cidade vão comer a nova piranhazinha, menos o corno manso, pra ele vai sobrar somente porra de macho na buceta dela pra ele beber kkkkkkk

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Conto bem escrito e super erótico

3 estrelas

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Isso ainda vai render...mais uma puta na cidade!

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Opa meu amigo Daniel, esse conto vai da o que falar igual o comi a esposa gostosa do meu sobrinho

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O último conto foi muito bom mais só gostei que por mais que o casal estava armando o tio antes de saber também errou então dois errados não fazem um certo

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Verdade rafa

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Por favor que não seja mais um conto de corno manso vcs escrevem tão bem pra fazer mais do mesmo

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Então pode parar de ler, pois pelas tags essa guria vai ser a maior vagabunda da cdc e o marido tão corno q não vai nem conseguir manter a cabeça erguida

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