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A viagem pós divórcio – 2

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Um conto erótico de Glauco
Categoria: Heterossexual
Contém 3971 palavras
Data: 05/07/2026 02:56:54

A viagem pós divórcio – 2

Após um voo longo, chegamos no resort, era lindo, sofisticado, mas sem exagero, a praia era grande destaque, linda, areia branca, água azul e transparente. O hotel parecia ainda maior que nas brochuras, haviam bastantes hóspedes, mas não era algo que incomodasse.

Após dar entrada na recepção um rapaz carregador de malas, que era um jovem mulato, alto e magro, lindo, nos acompanhou até nosso quarto, Isa logo disse para eu dar uma gorjeta ao rapaz e maliciosamente disse para eu ser generosa. Depois de fechar a porta caí na risada com as meninas. O quarto tinha duas camas de casal, perguntei se estava certo, Veronica disse que não tinha camas de solteiro e que para ficarmos em um quarto, teriam que ser duas camas de casal. Havia uma banheira de hidromassagem com vista para o mar, muito convidativa. O hotel era “all inclusive” e o frigobar estava repleto de vários tipos de bebidas. O quarto também possuía uma suíte, com sofá e cadeiras, um único banheiro com um box enorme e duas duchas. Nos trocamos e fomos para praia.

Ao chegarmos fique encantada, era realmente linda, recifes de corais protegiam a orla, quase não haviam ondas, percebi que pouquíssimas pessoas estavam na areia. Isa tirou a saída de praia e logo chamou minha atenção com um biquini branco, fio dental, com top de alça única, também tirei minha saída de praia e me juntei a Isa na espreguiçadeira do hotel que estava na areia. Veronica destoava do grupo, ela usava um maiô tipo macaquinho, cor uva, não falei nada

Ficamos na areia conversando sobre nossas vidas, fazia calor e Veronica sugeriu que pedíssemos umas bebidas, novamente um lindo garçom, um moço bem jovem, nos atendeu, percebi ele olhando a bunda de Isa, que estava deitada de bruços, bebemos e continuamos nossa prosa.

A bebida começou a fazer efeito e a conversa foi se animando, Isa me questionou como conseguia ficar mais de 1 ano se sexo, eu disse que os últimos anos com Claudio me preparam, revelando que nosso casamento havia esfriado. Também revelei que estava pronta para sair do celibato, mordendo o lábio e olhando para o garçom, revelando também que ele parecia mais interessado em Isa, ou melhor, no bumbum dela, essa hora nós três começamos a rir.

Isa disse que iria pedir mais uma rodada e se posicionou de forma sensual na espreguiçadeira, e quando o garçom chegou sorriu e agradeceu o rapaz, perguntando o nome dele, que disse se chamar Roland. Isa também o questionou (em inglês) sobre o que fazer na ilha a noite, o rapaz logo disse que havia uma vila no lado oposto da ilha, onde haviam opções interessantes, para comer e passear, longe do ambiente homogeneizado do resort. O rapaz pediu licença e disse que tinha que trabalhar. Assim que ele se afastou cutuquei Veronica e disse a ela que a amiga era “papa anjo”, Veronica me interpelou e disse ela é “papa tudo”, caímos na risada.

Depois de muitos drinks, Isa já havia perguntado quando Roland iria terminar o turno dele e se ele também iria estar na vila mais tarde.

Com tanta conversa e paquera, me esqueci de algo exordial, usar o protetor solar, ainda mais com aquele biquini, que deixava partes do meu corpo exposta, que nunca sentiram a luz do sol, comecei a passar o protetor e logo Veronica se ofereceu para me ajudar, pedindo que deitasse na espreguiçadeira, aceitei prontamente. Veronica começou espalhando o protetor em minha nuca, senti sua mão suave e firme, foi acalentador, ela espalhava o protetor de forma ritualística, seus dedos eram firmes e percebi que ela iria levar um tempo, ela espalhou pelas minhas costas, senti como uma massagem, relaxei, só recobrando quando Veronica tocou minha bunda, fiquei com vergonha de falar algo e deixei. Ela desprendeu um bom tempo apertando minhas nádegas, percebi Isa com um sorriso enigmático, com o canudo na boca sugando todo o drink, olhando fixamente a amiga me massagear os glúteos, espalhando o creme. Depois Veronica desceu pelas minhas coxas, percebi como suas mãos eram grandes, achei que ela estava terminando, quando senti seus dedos subirem um pouco, na parte interna da coxa e resvalar na minha ppk, não consegui me segurar e dei um gritinho, Veronica pediu desculpas, mas eu disse tudo bem. Veronica abruptamente levantou-se e foi para água.

Isabela disse que eu tinha causado uma boa impressão em Veronica para ela ter sido a primeira a se levantar para um mergulho. Quando Veronica retornou percebi como ela era linda e muito mais ambientada aquela praia, mesmo com um macaquinho cobrindo seu corpo, a volúpia de Veronica, seus traços exóticos me encantavam.

Fui dar um mergulho, Isa e Veronica me acompanharam, na água, onde Isa parecia soltinha, falava um monte de besteira, dizendo como a viagem seria boa, que iríamos ter muitas aventuras e namorar muito. Quando ela disse isso eu falei que estava ali para relaxar e que até aquele momento era ela Isa, a única que estava paquerando. Isa disse que não era bem assim, me empurrando contra Verônica, que se espantou e me segurou pela cintura, encachando meu bumbum contra seu quadril, senti um calor subindo e me recobrei xingando Isa, chamando-a de bêbada maluca e o começamos a rir, nem percebi que Veronica ainda me segurava e colocou a mão na minha coxa, me soltei olhando para trás, para o rosto de Veronica que pela primeira vez pareceu estar mais a vontade, dizendo que devíamos sair e dar uma volta no resort para conhecer o local.

Ao caminharmos fiquei encantada com o jardim e paisagens, era tudo muito amplo, refinado e de bom gosto, o ambiente se integrava a natureza de forma sofisticada e o bom gosto se destacava, não era um monte de construções que não tinham nada a ver com o ambiente do local, tinha um toque de rusticidade, moldado pela arquitetura local, utilizando materiais de primeira, dando a arquitetura requinte e sofisticação, para melhorar você via poucos hóspedes diante da amplitude do resort.

Fomos para o quarto, Isa não deixava ninguém esquecer que iriamos para o vilarejo para conhecer a realidade local e possivelmente encontrar Roland. Nos vestimos, eu coloquei um vestido soltinho, Isa colocou uma saia curta e uma blusa com um decote sensual, enquanto Veronica estava de short jeans e uma camiseta, saímos e pegamos um serviço de transfer do hotel para o vilarejo.

O Vilarejo era diferente do que eu esperava, estava lotado de jovens mochileiros, oriundos de várias nacionalidades, era uma bagunça cultural, todos os tipos de restaurantes, bares, boates e alguns inferninhos que nem sei o que se tratavam. Optamos por um restaurante de frutos do mar, a comida estava deliciosa, depois fomos caminhar um pouco pelo local. O local tinha um clima de adolescência nostálgica, quando viajava com amigas da faculdade, curtindo baladas e pegações, me trouxe boas lembranças, mas também uma sensação de vazio, pois sabia que este não era mais minha realidade, mas me fiz uma reflexão e considerei que aquela viagem seria de mente vazia e experimentações.

Estávamos quase entrando em um barzinho quando Roland apareceu e segurou o braço de Isa, disse que não acreditava que tínhamos vindo, ela imediatamente o abraçou falando que não podia deixar de vir. Nesse momento tive inveja de Isa, ela era tão espontânea, parecia uma menininha ao ver o primeiro namoradinho, algo que eu acho ter perdido. Roland disse que seria nosso guia e que havia um outro bar muito melhor para irmos, prontamente aceitamos.

O local que Roland nos levou era simples, mas animado, nem de longe estava cheio como outros que passamos, tratava-se de um bar tiki, rústico mas algo bem original, vários surfistas, moradores locais e poucos turistas, sentamos e todos e pedimos um drink que era a especialidade da casa, indicação de Roland. A música era suave, basicamente uma miscelânea de Rock, anosConversamos muito, Roland, disse ter 25, ele era simpático e carismático, nativo da ilha, havia viajado pela Europa, onde ficou um tempo e voltou, disse que não conseguia ficar longe do paraíso. Explicou que o Resort onde nos hospedávamos funcionava de uma forma diferente, 70% era pertencente a um grupo internacional e outros 30% pertenciam aos moradores da ilha, que administravam por meio de uma associação, achei muito interessante.

A boa música e companhia, a leveza do ambiente, fez com que todas perdêssemos a conta de quantos drinks havíamos tomado, até Verônica estava muito mais sorridente que de costume, sentava-se ao meu lado, enquanto Roland e Isa estavam juntos. Em dado momento toco um reggae bem animado e fomos dançar. Isa e Roland permaneceram trocando olhares e sorrisos, enquanto Veronica me acompanhava, ela estava irreconhecível, diga-se de passagem, sorria o tempo todo, ela se exibia em uma coreografia sensual, rebolando com aquele pequeno short, que devido a ação exibia as polpas da bunda da morena, erguia as mãos até a cabeça, prendendo os cabelos e os soltava, não tinha visto ela expressando tanta felicidade desde que chegamos.

Quando volto a olhar Isa me surpreendo com ela e Roland se beijando, um beijo apaixonado, ele apertava a cintura dela, puxando-a para si e segurava seu pescoço, olhei para Veronica e ela também percebeu sua amiga. Nos afastamos, eu e Veronica, discretamente, voltando para mesa, deixando o recém casal se curtir. Comecei a conversar com Veronica, ela parecia estar bem a vontade, sentou tão próxima que sua coxa ficou encostando na minha, pude sentir o perfume da morena, era algo exalava sensualidade. Veronica me contou que se mudou para o Brasil com 13 anos, que sua mãe era são-tomense e seu pai era inglês (daí entendi o motivo de sua beleza ímpar) e que neste período estava em uma transição muito difícil para se encaixar no contexto da cultura local, razão pela qual sua mãe a mandou para morar com uma tia, em Lídice, no Rio de Janeiro

Perguntei como ela havia conhecido Isa, disse que foi em bloco de carnaval, que se cruzaram e enquanto conversávamos justamente sobre Isa, notamos que ela não estava mais na pista de dança. Avistamos nossa amiga em um canto, ela e Roland estavam em um beijo, que agora era lascivo e no maior amasso, fui indiscreta e percebi Roland levantando a mini saia de Isa e apertando as polpas do bumbum dela, revelando as coxas grossas e torneadas dela para quem olhasse. Roland se encachou entre as pernas de Isa, em um sarro escancarado, quando seus lábios se soltavam ele descia sua boca até o pescoço dela e já via uma de suas mãos passeando nos seios de Isa, por cima do decote. Me perdi alguns segundo olhando a cena, senti meu corpo quente, me recobrei ao voltar minha atenção a Veronica, vi que ela me fitava com um sorriso e olhar penetrante, mais interessada em mim do que estava acontecendo com nossa amiga loirinha. O meu voyeurismo me deixou sem graça, mas Isa contornou com maestria, puxando um assunto leve, então voltamos para nosso drink delicioso, que depois fique sabendo chamar-se “Coco d’Amour”, nome conveniente.

O tempo foi passando e a boa conversa e ambiente mais uma vez fez com que perdesse a conta dos drinks, eu deveria ser cirurgiã hepática para transplantar um fígado novo depois dessa viagem. Veronica também não ajudava, a todo momento pedia uma rodada e parecia que ela estava sempre no mesmo copo.

De repente Isa e Roland apareceram, minha colega estava com o cabelo bagunçado e a maquiagem toda escorrida, ela perguntou se poderíamos ir embora, Roland iria nos acompanhar, eu e Veronica respondi que sim, pagamos a conta e voltamos para o resort.

Quando nos aproximamos Isa chamou a mim e Veronica para conversar, perguntou se nos importaríamos de ficar na sala da suíte um pouco, cedendo o quarto para ela e Roland, não preciso dizer que ela perguntou isso super envergonhada, mas nossa camaradagem era a prova do cansaço, claro que concordamos. Antes de entrarmos no hotel Roland disse que teria que se separar do nosso grupo, pois a política do hotel não permitia funcionários entrarem nos quartos naquele contexto, então dissemos até breve. Ao chegarmos no quarto Isa entrou e disse que iria tomar banho, Veronica disse que íamos dar uma volta para conhecer a área da piscina e os snacks bar que estavam abertos, Veronica me puxou, eu estava achando tudo normal, de tão bêbada que estava.

Ao sairmos Veronica olhou para mim e disse, vamos fazer uma loucura, sem me dizer o que se tratava. Ela então deu a volta e entrou no nosso quarto, pela varanda, me puxou e ambas entramos no closet que ficava de frente para a área das camas (eram 3 camas de casal), protestei, chamei ela de maluca, falava e ria ao mesmo tempo, ela só fez colocar o dedo no meu lábio, fazendo o sinal de silêncio. O closet tinha um padrão treliçado para melhorar a ventilação, o que permitia que quem estivesse dentro conseguiria ver tudo do lado de fora.

Isa saiu do banho, vi que ela também havia raspado a PPK, rapidamente vestiu uma lingerie sensual, um sutiã com transparência e calcinha fio dental e colocou um baby doll. Escutamos a porta da frente da suíte bater, ela saiu do quarto para abrir, mas 1min depois Roland entrou carregando Isa que havia prendido as pernas na cintura dele.

Eu não acreditei que Isa me levou para o quarto para ver escondido Isa ser comida por Roland, ela deve ter percebido meu interesse em voyeurismo (que nem eu mesmo sabia que tinha) no bar tiki.

Roland deitou Isa na cama, ele tirou a camisa, revelando ombros largos e braços musculosos, ele puxou o baby doll de Isa, deixando-a de calcinha e sutiã, ela tinha um corpo lindo realmente, olhava para Roland fixamente, quando começaram a se beijar, deitados, ele por cima dela. Enquanto se beijavam vi Roland alisando as coxas de Isa, ele levou as mãos as costas dela e a ergueu o suficiente para abrir o sutiã e tirá-lo, revelando os seios entre médios e pequenos, com auréola pequena e rosa, Roland passou a mamar Isa com suavidade, ela neste momento começou a gemer. Isa arrancou a bermuda de Rolando, o deixando de cueca, era ela agora quem deitou por cima de Roland, beijando os mamilos dele e descendo pelo abdômen, até chegar a cintura, onde puxou a cueca para as pernas de Roland, fazendo com que o pênis dele saltasse já rígido. Vi que era grande, mas sem exageros, na minha pouca experiência chutaria algo em torno de 17x4, mas parecia extremamente duro, o que fez com que Isa parasse em cima das coxas de Roland, apreciando. Isa segurou o pau de Roland com uma das mãos e gradualmente iniciou uma punheta, enquanto ela mesma tocava seus seios com a outra mão e depois, levou os dedos para seu sexo, praticando uma siririca. Ela queria atiçar Roland e conseguiu, pois ele se levantou, segurando Isa e terminando de tirar a cueca, na sequência arrancando a calcinha de Isa e se atirando no meio das pernas dela que agora passou a gemer com muito mais frequência.

Mesmo concentrada naquela cena pornográfica, percebia que Veronica não compartilhava o mesmo interesse, vez ou outra percebi ela me encarando e sorrindo. Eu começava a ceder, estava excitada, tanto tempo sem me negligenciando, meses sem mesmo me masturbar, o clima de sexo, o cheiro, os sons... estavam me trazendo de volta para o mundo dos vivos.

Roland fazia um oral caprichado em Isa, ela estava ofegante e agarrava os lençóis quase os rasgando, vez ou outra conseguia ver a língua de Roland, (quando ele não estava sugando) em contato com a vagina e clitóris de Isa. Subitamente ela dá um grito, que me fez dar um pulo, ela anuncia que vai gozar e segura a cabeça de Roland contra sua buceta. Após o orgasmo dela Roland se afasta e respira, afinal ele quase morre afogado naquele mar que escorria de Isa, eles se abraçam e começam a rir.

Se Isa era o mar eu não estava longe, era o “Amazonas”, estava me sentindo quente e minha calcinha estava ensopada, estava tão absorta no que acontecia do outro lado das portas do closet, que não percebi Veronica se posicionando atrás de mim e de levando as mãos nos meus ombros, aproximando-se da minha nuca. Me virei e ela apenas fez um som: “Shhhh!”. Comecei a fraquejar quando Veronica apertou meus ombros e começou a mordiscar meu pescoço, para mim era uma área altamente erógena e de fácil acesso por eu usar cabelo curto há muito tempo, me deixando molinha imediatamente. Veronica mordiscava minha nuca e as vezes colocava a ponta da língua nas minhas orelhas, segurando meus ombros, até que foi puxando as alças do meu vestido, me libertando, eu fiquei nua da cintura para cima, apenas de calcinha e como Veronica estava atrás eu ainda conseguia ver o que acontecia na cama, entre Isa e Roland.

Após se recobrarem Roland ficou em cima de Isa, se erguendo com os braços, ele levou seu pênis até a entrada da vagina de Isa e foi suavemente introduzindo seu pau, enquanto Isa se arreganhava em baixo dele (ela era bem mais baixa que Roland), fincando as unhas na costa do rapaz. Ele começou a penetrá-la suavemente, demonstrava experiência, Isa gemia agora o tempo todo e de vez em quando ensaiava alguma obscenidade, mandando ele meter que ela aguentava.

Do outro lado do Closet, Veronica se concentrava em meus seios, ela os apalpava, com quatro dedos de cada mão, enquanto os indicadores roçavam suavemente os mamilos, sem parar de mordiscar meu pescoço e orelhas, ela definitivamente sabia o que estava fazendo. Eu também sentia que estava sendo encoxada, Verônica atrás de mim roçava em meu bumbum, sentia algo duro, mas como ela vestia um short jeans, poderia ser algum detalhe da roupa. Veronica soltou meus seios e desceu as mãos pela lateral de meu corpo, ela segurou nas partes externas da minha coxa e depois levou as mãos no meu bumbum, apertando e abrindo as bandas, depois levou uma das mãos de volta ao meu seio direito, que a esta altura estava com o biquinho duro e saliente. A outra mão ela colocou dentro da minha calcinha, fiquei em choque, seus dedos deslisavam fácil pelos meus lábios vaginais, de tão molhada que eu estava, soltei um gemido. Veronica imediatamente soltou meu peitinho e colocou a mão na minha boca. Ela me mantinha imóvel, com aquela força incomum para uma mulher, mesmo do tamanho dela (lembrem-se do que eu disse anteriormente, Veronica devia ter cerca de 1,85m), permitia que eu assistisse tudo que acontecia do outro lado do closet, sem deixar de me dedilhar, me enlouquecendo.

Agora Isa havia mudado de posição e mais uma vez ela estava por cima sentada em cima de Roland, cavalgando a pica dele, enquanto ele apertava o bumbum saliente de Isa e reclinava a cabeça para cima para chupar os mamilos dela. Isa agora gemia e gritava, falando em português e inglês, e misturando os dois, só conseguia entender: “me fode, me fode”. Roland ensaiava até colocar um dedo no cuzinho de Isa, contudo toda vez que ele enfiava, Isa refutava, afastando a mão dele.

Veronica pela primeira vez se colocou de frente para mim, me encarou brevemente e me beijou, sua língua invadia minha boca de uma forma lasciva, as vezes nossos lábios sequer se tocavam, apenas as línguas dançavam... eu precisava daquilo, nem ligava por ser a primeira vez que eu beijava uma mulher. Fechei meus olhos, mas quase imediatamente ouvi Veronica dizer baixo: Não, abra os olhos, veja a Isa ser fodida”. Veronica me empurrou contra a parede do closet, depois se abaixou e começou a chupar meus seios, ela foi suave no início e depois que me acostumei começou a mordiscar os mamilos enquanto sua língua passeava, sua mão também estava de novo na minha xoxota, mas agora Veronica me penetrava com dois dedos, que eram grossos e longos.

Roland puxou Isa violentamente de cima de si, a posicionou de 4, tendo até lambido o cuzinho dela e enfiado três dedos na PPK antes de meter seu pau novamente, ele dava tapas na bunda branquinha de Isa, deixando-a vermelha, eu acho que Roland xingava Isa em algum dialeto local pois não entendia uma palavra do que dizia, mas não precisava também. Roland segurou a nuca de Isa, escorrendo uma mão pelo cabelo dela, para depois gradualmente puxá-la, amansando a égua, aproveitando que a subjugou e satisfazendo-se enfiando 2 dedos no cu de Isa, arrancando um gemido dela.

Eu assistia tudo e sentia Veronica, era tanto uma experiência visual, quanto tátil, estava me aproximando de um orgasmo avassalador. Veronica se ajoelhou entre minhas pernas, de frente para mim, puxou minha calcinha para baixo e me reclinou contra a parede, flexionei meus joelhos, senti a língua comprida dela me invadir, nunca tinha sentido uma boca tão macia e molhada, ela com maestria usava uma única mão para abrir suavemente meus grandes lábios e acessar meu clitóris, ela conseguia sugar na medida a força certa e ao mesmo tempo, de forma cadenciada, passar a língua no clitóris.

Isa parecia já ter tido outro orgasmo, ela estava molinha enquanto Roland metia violentamente mantendo-a de 4, já enfiava 3 dedos no cuzinho dela, eu até achei que ele ia comê-la por trás, mas Roland anuncia que iria gozar, tendo Isa pedido que não gozasse dentro, ele então tirou o pau da buceta da loirinha, que e apontou para o rosto de Isa, que entendeu, levantou-se, pegou a piroca e começou a punhetar com uma mão, enquanto a outra massageava o saco de Roland.

Veronica enquanto me chupava, levantou uma mão e agarrou meio seio direito, a outra mão ela levou a minha buceta e introduziu dois dedos, eu segurava os cabelos de Veronica já quase gozando. Ela então tira um dos dedos da minha PPK e o começa a dedilhar meu cuzinho, aproveitando que o liquido que escorria era mais que suficiente para lubrificar meu canal anal. Quando Veronica introduziu o dedo no meu cu senti desconforto, o dedo dela era excepcionalmente grosso, mesmo que delicado. Mas como ela não mexeu após a introdução eu fui me acostumando, até senti muito prazer atrás também.

Roland abruptamente faz uma careta e começa gozar, Isa não se faz de rogada e abocanha o pau do jovem, sugando enquanto ele se contorce e emite sons de grunhido, Isa abre a boca e lambe o pau de Roland, deixando limpo, ainda mama um pouco o saco enquanto suavemente o masturba e depois volta para o pênis, colocando na boca enquanto amolece.

Veronica continuava me chupando avidamente, também passou a mover os dedos na minha buceta e cuzinho de forma mais intensa, eu não aguentei e gozei, gozei muito, ahhhnnn, foi avassalador, tinha vontade de gritar, berrar, mas me contive, Veronica teve que me segurar ao ver meus joelhos tremendos e se dobrando, sentei em uma prateleira do closet e Veronica veio ao meu encontro, nos beijamos, dessa vez senti apenas carinho dela, o que foi reconfortante.

Poucos minutos se passaram, eu estava sentada no colo de Veronica, nua, ela me fazia um cafuné e de fez em quando trocávamos selinhos, quando escutamos Roland dizer que tinha que ir embora, pois não tinha que trabalhar em poucas horas e não dormir no resort, ele se lavou rapidamente e se despediu de Isa com um beijo apaixonado de adolescente. Isa se levantou e foi para o banheiro.

Eu e Veronica saímos do closet, ela disse que precisávamos de um banho, concordei mas disse que Isa já estava no box, Veronica me ignorou e me puxou, eu não sabia o que estava acontecendo...

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