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Eu, a esposa gostosa do meu chefe e os vizinhos deles - Parte 03 - [ARCO DO FUTEBOL - PARTE 4]

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Um conto erótico de Vinícius
Categoria: Heterossexual
Contém 9476 palavras
Data: 05/07/2026 00:08:44
Última revisão: 05/07/2026 00:09:24

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui acontecem em 31 de julho de 2025 (quinta-feira).

Eu sou o Vinícius. Nunca fui muito de falar de mim mesmo, mas se eu tivesse que me apresentar, diria que sou um cara normal. 25 anos, 1,76m, moreno claro, cabelo castanho-escuro meio ondulado (bagunçado quase sempre), olhos castanhos. Gosto de coisas tranquilas, observar mais do que falar, aprender no meu ritmo. Não sou o mais confiante, mas também não sou bobo. Trabalho em um cargo júnior numa empresa de importação e exportação. Fui efetivado há pouco tempo, depois de dois anos de estágio puxado.

Meus chefes são o Rogério e a Lorena. Nepobabies, sócios e donos/cofundadores da empresa. Jovens, bonitos, carismáticos e, meu Deus, absolutamente caóticos. Trabalhar com eles é como estar numa versão brasileira de “The Office”, onde os dois alternam aleatoriamente os papéis de Jim e Dwight. Às vezes um é o cara sensato que resolve tudo com calma; no dia seguinte, o mesmo está organizando uma competição de quem consegue equilibrar mais potinhos de café vazios na cabeça. E o pior: o outro embarca.

Ela e o Rogério me apresentaram uma amiga deles, Lisandra. Só de pensar nela, eu sinto meu coração acelerar. Tem 23 anos, mas carrega uma maturidade que me desarma. E, de alguma forma, quis namorar comigo. Talvez seja porque, assim como eu, ela também precisou batalhar muito cedo. Pele clara, olhos que lembram o mel sob a luz do sol, e aqueles cabelos loiros, lisos, que caem sobre os ombros. Mas o que mais me deixa sem ar é a boca dela. Lábios carnudos, rosados, sempre convidativos. Sem mencionar o corpo dela. Alta, coxas firmes que denunciavam horas de movimento e trabalho. A cintura dela é fina, desenhando uma curva perfeita até os quadris. Uma bunda que desafia qualquer homem a não virar o pescoço quando ela passa. Os seios pequenos.

O nosso capítulo começa na quinta-feira de noite.

Cheguei à praça de mãos dadas com a Lisandra, junto com Rogério, Lorena, Jéssica e Tatiana.

A Lisandra também era parte do time. Usava o uniforme preto com o número 22. A camisa entrava por dentro do calção e deixava sua cintura marcada. O tecido acompanhava os seios pequenos e naturais, enquanto o calção destacava a bunda arredondada que ela geralmente escondia sob calças folgadas. As pernas longas estavam cobertas pelos meiões até pouco abaixo dos joelhos. Ela estava linda e parecia feliz. O cabelo loiro tinha sido preso num rabo de cavalo alto, deixando o rosto todo exposto. Algumas mechas já escapavam perto das orelhas.

O Rogério caminhava alguns passos à nossa frente. Parecia pronto para assumir o controle de qualquer situação. A camisa preta ficava justa nos ombros e no peito. A Lorena seguia ao lado dele, também vestida para jogar, com a camisa dobrada na cintura e o calção mostrando as coxas torneadas. A barriga definida aparecia quando ela levantava os braços para prender melhor o cabelo. A bunda dela era firme, arredondada e proporcional ao corpo magro e atlético.

A Jéssica também estava de uniforme. O tecido preto marcava os seios cheios e as coxas robustas. O calção apertava sua bunda redonda e musculosa. A Tatiana vinha mais atrás, olhando tudo com atenção. Era magra, atlética e tinha pernas esguias. O calção preto acompanhava a bunda firme e alta, enquanto a camisa parecia folgada até demais pros seios pequenos. Ela carregava o celular na mão e conversava com a Jéssica.

O local estava lotado por moradores e curiosos. Pessoas ocupavam os bancos e se espalhavam ao redor da grade. Alguns tinham levado cadeiras dobráveis. A maior parte das camisas era branca, cor do Time Enéias. Nosso grupo de preto parecia bem menor.

Meu estômago apertou quando vi o gol onde eu jogaria. Eu tinha aceitado ser goleiro pensando nas peladas em campo pequeno, onde bastava fechar o ângulo, esticar um braço e torcer pra bola bater em algum lugar do corpo. Aquela trave era o tamanho oficial e eu não fazia ideia de que seria capaz de não levar uns quinze frangos.

A Lisandra apertou a minha mão quando percebeu onde eu olhava.

— Relaxa, Vini — disse ela, chegando um pouco mais perto. O ombro dela encostou no meu braço. — E, caso tome um frango, eu ainda vou continuar namorando você.

— “Ainda” passou uma confiança enorme.

Ela me deu um beijo rápido e soltou a minha mão. A presença dela deixava meu nervosismo mais controlável. Ainda sentia o corpo tenso, só que agora tinha alguém para procurar do lado de fora sempre que precisasse lembrar que aquela partida continuava sendo uma brincadeira entre moradores.

Enéias já estava perto do círculo central, cercado por vários companheiros. A presença dele explicava parte da torcida. Era alto, sarado, bronzeado e bonito num nível quase inumano. Muitas mulheres perto da grade acompanhavam cada movimento dele. Eu o conhecia pouco, embora já tivesse ouvido histórias suficientes vindas do Rogério e da Lorena. O Rogério o chamava de babaca e a Lorena, de demônio na Terra.

Mais na frente, encontrei Rodolfo, Dênis e Tiago terminando de calçar as chuteiras. O Rodolfo estava sentado no banco, curvado sobre os cadarços. Os braços grossos marcavam as mangas da camisa. O Dênis já estava pronto e observava o campo com a rigidez de quem tinha decorado todas as variações táticas possíveis. O Tiago alongava a perna encostado na grade, meio torto e relaxado.

— Tá nervoso, goleiro? — disse Rodolfo, levantando-se para me cumprimentar.

— Estava tranquilo até ver o tamanho do gol — respondi. Apertei a mão dele e olhei novamente para as traves.

— O importante é não ficar parado esperando o chute — disse Dênis. Ele falou sério, ajeitando a gola. — E precisa avisar quando a defesa tiver alguém nas costas.

— Eu vou gritar — garanti.

O Tiago soltou uma risada e parou de alongar.

— Já começa errado dando esperança pro Dênis.

Ter colegas de trabalho ali deixava a situação familiar e piorava o medo de passar vergonha. Caso eu falhasse, ouviria comentários durante semanas. Qualquer defesa boa também renderia exageros, então a memória coletiva do escritório seria 8 ou 80 de qualquer forma.

O Rogério chamou meu nome e fez um gesto para que eu me aproximasse. A Lisandra veio junto e parou perto de mim.

— Vinícius, você já conhece todo mundo? — perguntou Rogério. Ele apontou pro primeiro homem. — Esse é o Antônio.

O Antônio era enorme. Forte, largo e com pernas que pareciam capazes de derrubar alguém só pela mudança de direção. A camisa preta ficava apertada nos braços e no peito.

— Prazer, cara — disse ele, apertando minha mão. — Qualquer coisa, manda um chutão pra mim lá na frente.

O Rogério indicou o homem ao lado dele.

— Esse é o Érico. Ele vai começar pela direita.

Érico tinha uma expressão simpática e ligeiramente preocupada, como se já tivesse imaginado várias maneiras de falhar. Eu me identifiquei na hora. Ele me cumprimentou e olhou pro gol.

— Vou tentar impedir que cheguem perto de você — disse. Depois respirou fundo. — Mas foca no parte do “tentar”.

Depois, apresentou o capitão, Carlos. Tinha os ombros firmes e se movimentava com disposição.

— Fica tranquilo e faz o simples — disse Carlos, apertando minha mão.

O Carlos passava uma segurança calma. Entendi por que tinha recebido a faixa de capitão, apesar do Rogério ser o líder mais óbvio.

A última pessoa era Andréia. Ela estava vestida de goleira, com uma camisa laranja de mangas compridas, calção preto e meiões escuros. Usava luvas amarelas e já tinha prendido os cabelos loiros. Aos 41, parecia mais jovem e muito mais intimidadora do que eu esperava. Os seios grandes preenchiam a camisa mesmo com o corte folgado. As coxas robustas davam a impressão de força. A bunda enorme, redonda e projetada ficava marcada pelo calção sempre que ela se virava. Era uma raba imensa e pesada, acompanhada por coxas grossas de quem conseguiria fechar um ângulo inteiro apenas abrindo as pernas.

Ela me analisou de cima a baixo e ergueu as mãos enluvadas.

— Então, você é o titular — disse Andréia. A voz saiu firme. — Não vacila no gol. Se vacilar, eu entro, defendo essas merdas e depois te bato.

Eu fiquei alguns instantes tentando descobrir se ela estava brincando. O sorriso no canto da boca indicava algum humor, mas todo o resto indicava que eu iria apanhar no meio da praça se levasse um frango.

Ela bateu uma luva na outra e apontou pro campo.

— Repara no gramado. A bola corre mais rápido perto das áreas. Se vier rasteira, espalma pro lado. Se deixar no meio, eu te bato duas vezes.

— Certo. Pro lado.

— E sai nos cruzamentos. Você é mais alto que metade deles.

— Eu tenho 1,76.

— Pois pule mais alto que ele.

A Andréia se afastou em direção ao banco. A bunda dela se mexia sob o calção a cada passo, pesada e firme. Eu olhei pro Rogério, esperando alguma explicação.

— Ela está animada — disse ele. — Normalmente, ela só fica assim em época de Copa, mas o jogo acordou ela.

Eu tinha crescido achando que as mulheres pouco se importavam com futebol. Aquela ideia vinha de comentários antigos, conversas entre homens e uma visão bem limitada do mundo. Olhei ao redor. Talvez a Andréia fosse uma exceção, mas tinham dez ali que estavam dispostas a entrar em campo.

Depois que todos se afastaram, fui colocar as minhas luvas. Enquanto ajustava o velcro, ouvi uma voz atrás de nós.

— Você é o goleiro do Time Rogério?

A reação da Lisandra disse bastante. Ela parou de rir, os ombros ficaram tensos e um arrepio visível passou pelos braços claros. Quando virei, vi um homem de uniforme branco se aproximando. Tinha porte atlético, cabelo bem cuidado, mais alto e mais bonito que eu. Ele olhou para mim. Em seguida, os olhos foram pra Lisandra. Pelo rosto dela, entendi antes que alguém dissesse o nome.

Cleber. O ex-namorado dela, que morava na Torre B. O cara que tinha começado a namorá-la acreditando que Lisandra era alguma riquinha que morava na Torre A. Quando descobriu que ela trabalhava como diarista, terminou e passou a tratá-la como uma interesseira que tinha tentado enganá-lo. Ouvir Lisandra contar tudo isso tinha me deixado com raiva. Ver o homem pessoalmente fez a raiva ganhar rosto.

— Sou eu — respondi. Fechei o velcro da luva direita e fiquei diante dele. — Por quê?

O Cleber sorriu como se estivesse prestes a prestar um favor.

— Queria saber quem vai tomar os gols. — Ele apontou pra Lisandra com o queixo. — E aproveitar para te avisar uma coisa. Aquela putinha vadia é boa de cama, só que você precisa tomar cuidado.

O silêncio ao redor chegou rápido. O Rodolfo parou de conversar. O Tiago e o Dênis pararam e olharam para nós. O Rogério virou o corpo inteiro. A Jéssica ficou com a expressão dura. A Lorena deu um passo à frente, embora ainda estivesse distante o suficiente para nós respondêssemos primeiro.

O Cleber continuou com o mesmo sorriso.

— Ela não tem cara de diarista. Engana bem. Mas é uma interesseira doida pra tentar um golpe de pensão. Quando começar a fazer papel de coitadinha, lembra que eu avisei.

Senti o sangue subir pro rosto. A minha primeira reação foi querer acertar a boca dele. Eu nunca tinha sido bom de briga. O Cleber parecia melhor preparado. Nada disso diminuiu a vontade. As palavras dele tinham atingido um lugar que eu conhecia bem.

A Lisandra segurou o meu antebraço. O toque dela impediu que eu avançasse. Os dedos estavam frios.

Olhei pro Cleber e respirei pelo nariz. Precisava responder sem transformar o campo numa briga antes do jogo. Também me recusava a deixar aquilo passar.

— Ela é minha namorada — falei firme. — Se você chamar ela de puta mais uma vez-

— Só estou te ajudando. Essa daí, eu já comi. Sei como funciona o esquema. Ela já te contou que é bi? Aproveita que é tua chance de rolar uns ménages.

Foi preciso a Lisandra me segurar com mais força pra eu não avançar dessa vez. O Cleber deu de ombros e se virou pra sair.

— Quem avisa amigo, é. Não esquece a camisinha, amigão. Essa daí está louca por uma pensão. Isso se já não for mãe solteira...

A Lisandra continuava segurando meu braço. A respiração dela estava rápida. Ela chamou o Cleber, que se virou pra ela.

— O que é teu, tá guardado — ameaçou. — Espera a partida começar.

Cleber olhou diretamente para ela e começou a rir e se virou. A Lisandra mantinha o corpo firme. Eu conhecia o suficiente para perceber o esforço envolvido. Aquilo aumentou a minha raiva. Eu estava pra começar a briga e melar a partida ali mesmo quando o Rogério apareceu do nosso lado.

— Já chega, Cleber. Volta pro seu time.

A calma dele carregava um aviso. O Rogério evitava brigas e fazia esforço para manter qualquer conflito na conversa. Mas estava pronto pra melar a partida e começar um quebra-pau ali mesmo.

— E. Nunca. Mais. Fale. Com. A. Lisandra. Assim.

O Cleber sabia do que o Rogério era capaz. Tinha visto o vídeo dele contra o Maurício e sabia que ele não tinha se esforçado nada ali. Lorena parou ao lado da Lisandra.

— Pode chamar o time todo, se quiser — disse. O jeito leve de sempre tinha sumido. — Some daqui.

Cleber engoliu o orgulho, se virou e voltou pro lado branco do campo. O Enéias estava mais distante, com as mãos na cintura. Quando Cleber se aproximou, ele falou alguma coisa que eu não consegui ouvir e apontou pro aquecimento. Cleber respondeu com um gesto irritado.

Durante alguns segundos, ninguém ao nosso redor disse nada. Eu acompanhava Cleber com os olhos, tentando controlar a respiração. Minhas mãos estavam fechadas dentro das luvas. A vontade de bater nele continuava forte. A Lisandra tocou meu peito.

— Olha para mim — pediu. A voz saiu baixa. Quando virei, ela aproximou o rosto. — Eu estou bem.

— Você se arrepiou quando ouviu a voz dele.

— Foi susto. Eu sabia que ele estava no outro time, só esperava que tivesse vergonha suficiente pra ficar longe.

— Ele chamou você de...

— Eu ouvi. — Ela respirou fundo e passou a mão pelo meu braço. — E você respondeu. Obrigada.

— Eu queria ter respondido com a mão.

— Com essas luvas, o máximo que você conseguiria era dar um tapa acolchoado nele.

A piada tirou um pouco da pressão.

Passei um braço pela cintura dela e a puxei para perto. A camisa do uniforme apertou os seios contra meu peito. Senti o cheiro do cabelo e beijei sua testa.

— Ele não tem direito de falar de você daquele jeito.

— Deixa ele comigo.

Ela me beijou. O beijo começou curto e ficou mais demorado quando segurei sua cintura. A língua dela encostou na minha por alguns instantes. Afastei o rosto antes que o uniforme revelasse mais do que devia.

Fomos pro campo. Andréia já estava dentro do gol chutando pequenas porções de grama com a ponta da chuteira. Ela examinava as traves como se tivesse sido contratada para encontrar defeitos.

— Confere você também — disse quando me aproximei. — Goleiro precisa saber se a bola entrou de verdade ou saiu por algum buraco.

Passei as mãos pela rede e verifiquei as laterais. O tecido estava firme. Perto da trave direita, o gramado tinha uma parte mais solta. Pisei algumas vezes e senti a terra ceder sob as travas.

— Aqui está ruim.

— Então lembra quando for apoiar o pé. — Andréia pegou uma bola e caminhou para fora da área. — Vai pro gol.

Ela começou com chutes leves. A primeira bola veio no meio. Agarrei junto ao peito. A segunda foi rasteira à esquerda. Desci e espalmei para fora, lembrando da ameaça.

— Melhor — disse ela. — Levanta rápido.

Outro chute veio alto. Saltei e toquei com as duas mãos por cima do travessão. A bola caiu atrás da rede.

— Você podia ter segurado — reclamou Andréia.

Ela pegou outra bola. O calção subiu um pouco nas coxas quando se curvou, destacando ainda mais a bunda enorme. Eu desviei os olhos pro campo porque a Lisandra provavelmente continuava observando e eu não queria ser flagrado encarando a raba da goleira reserva.

Depois, o Carlos chamou todos os titulares para perto e organizou o esquema tático.

O árbitro chamou os capitães. O Carlos ajeitou a faixa e caminhou na frente. O Time Enéias já ocupava sua metade, todo de branco. Ouvi a torcida crescer quando Enéias entrou. Respirei fundo e fui pro gol.

O Time Enéias começou pressionando e eu passei os primeiros minutos tentando organizar a defesa e evitar que a bola chegasse na área. Fiz uma boa defesa num chute cruzado do Gerônimo, porém falhei logo em segunda numa finalização fraca do Cleber. A bola passou por baixo do meu braço e entrou. Um frango ridículo. Fiquei com o rosto queimando de vergonha e ainda errei uma reposição logo depois, quase entregando outro gol. A minha cabeça ficou presa na falha, duvidando até defesas simples.

Consegui me recuperar quando o Pedro cabeceou forte perto da linha e eu espalmei no reflexo. Isso devolveu um pouco da minha confiança, então adiantei a minha posição e voltei a orientar o time com mais firmeza. Mas ainda estava tenso, o frango ainda me incomodava. Com 15 minutos, o Jonas sofreu uma entrada forte, caiu segurando a perna, claramente lesionado.

O Rogério veio até mim durante a paralisação. Ele caminhava rápido e manteve a voz baixa, pra conversa ficar entre nós. A nossa goleira reserva, Andréia, deu a volta pelo campo e apareceu perto do gol. Engoli seco, crente que ia tomar um esporro e ser substituído.

— Olha pra mim, Vinícius — disse Rogério. Esperei ele chegar mais perto e ergui o rosto. — Acabou aquele lance. Fica no jogo. A gente precisa de você inteiro.

— Foi muito fraco — respondi. — Mas eu hesitei e-

A Andréia tocou o meu ombro com força.

— Você pegou a cabeçada depois. Guarda isso. Aquele gol passou. Esquece. Os próximos chutes a gol é que importam — disse sem tirar a mão do meu ombro.

O Rogério apontou pro campo.

— Fala com a defesa. Mantém todo mundo ligado no que tu precisa. Esquece o placar — disse ele. — Eu confio em você.

— A gente confia em você — disse Andréia.

O Rogério bateu uma vez no meu peito e eu assenti. A Andréia voltou pro banco e o Rogério correu pro meio. Eu respirei fundo e esperei o reinício da voltei torcendo pra paralisação ter esfriado o Time Enéias.

O Carlos mudou o jeito do time jogar. Passou a controlar a bola no meio, trouxe a Letícia pra perto e deixou o Érico atacar com mais liberdade pela direita. O Antônio começou a segurar os zagueiros na frente, enquanto o Rogério e o Rodolfo ofereciam passes curtos. A pressão diminuiu na nossa defesa e eu aproveitei para recuperar a cabeça depois do frango. Quando recebia algum recuo, tocava simples e voltava pro gol. Ainda pensava em compensar o erro com um lançamento decisivo, só que entendi que ajudar o time significava evitar outra falha.

O empate saiu numa jogada construída desde o meio. O Carlos acelerou a cobrança de lateral, a Letícia veio por dentro e o Rodolfo abriu pro Érico. Ele chegou à linha de fundo e cruzou entre o goleiro e os zagueiros. O Antônio atacou o primeiro poste e marcou mesmo com Sílvio tocando na bola. Comemorei de longe e atento ao reinício, porque o Time Enéias ainda conseguia atravessar o campo em poucos passes.

Eles voltaram a atacar pelo centro. Defendi uma cabeçada do Pedro contra o movimento do meu corpo e desviei um chute rasteiro do Enéias com a ponta dos dedos. O Gerônimo também apareceu sozinho diante de mim, e esperei o chute para bloquear com o pé. Já nos acréscimos, O Almir acertou uma pancada na direção do ângulo. Recuei, saltei e consegui tocar nela antes de bater no travessão e sair. Terminei o primeiro tempo cansado, mas com a confiança recuperada.

No intervalo, caminhei até o banco. Procurava uma garrafa de água quando a Lisandra apareceu com uma na mão. A camisa justa acompanhava os seios e marcava a cintura fina. O short terminava no alto das coxas longas, apertado nos quadris e na bunda arredondada. O cabelo loiro estava preso num rabo de cavalo, com alguns fios grudados no rosto. Ela estendeu a garrafa.

— Bebe devagar.

Bebi vários goles enquanto olhava para ela. Aquele uniforme mostrava as curvas que as roupas folgadas costumavam esconder. Eu sabia que Lisandra era gostosa, mas vê-la assim fez o meu pau reagir um pouco. Uma colaboração inútil do meu corpo durante uma partida. Joguei água no rosto pra esquecer disso por ora.

— Você está bem?

— Cansado. E puto com aquele gol.

— Foi um frango — disse ela. — Mas depois você salvou duas bolas difíceis. Aceita e continua.

A sinceridade dela ajudava mais que qualquer elogio inventado. Eu tinha errado feio e melhorado depois.

— Fiquei com medo de olhar para você depois que a bola entrou.

— Eu xinguei você. De todos, tinha que frangar justo praquele merdinha?

— Ele me pegou desprevenido. Ele quase nunca chega na área.

A Lisandra passou a mão pelo meu cabelo e empurrou os fios para trás. Depois me deu um beijo.

— Volta com a cabeça no lugar — disse ela.

Ela tomou a garrafa da minha mão. Antes que se afastasse, a Jéssica chegou e apontou pro banco.

— Senta um pouco.

Sentei e ela se abaixou diante de mim. A camisa justa marcava os seios cheios e a barriga firme. O short apertava as coxas grossas e a bunda larga. Os cabelos castanho-claros estavam presos num rabo de cavalo alto. Ela colocou outra garrafa na minha mão.

— Alguma tontura?

— Só cansaço.

— Nada no ombro.

— Nada.

— Ok. Bebe um pouco de isotônico.

Ela ficou observando o meu ombro enquanto eu bebia só pra confirmar se eu não tava escondendo uma lesão. Depois que ela saiu, a Andréia apareceu.

— Você melhorou, moleque. Mantém assim. E parabéns pelas defesas.

Ela bateu as luvas e saiu em direção à linha lateral junto da Jéssica. Eu olhei pras bundas das duas rebolando nos shorts enquanto se afastavam e tentei desviar os olhos pra garrafa antes da Lisandra perceber. Tarde demais.

— Eu te vi olhando pras bundas das duas.

— Eu estava olhando pra elas, não pras bundas delas.

A Lisandra pegou a toalha e passou pelo meu rosto com um pouco mais de força do que precisava.

— Presta atenção na bola. — Ela se inclinou perto do meu ouvido. — Que depois do jogo, você pode olhar pra minha bunda.

O calor subiu pelo meu pescoço. A Lisandra se afastou com um sorriso discreto. O short continuou colado na bunda cheia. Acompanhei por alguns passos antes de voltar a olhar pro campo. O árbitro chamou os times.

Passei pela Lisandra, dei um beijo rápido nela e caminhei de volta ao campo. Atravessei a linha da área e conferi as traves. O árbitro levou o apito à boca e iniciou o segundo tempo.

Logo nos primeiros minutos, defendi duas finalizações seguidas do Pedro, a segunda quando já estava caído. Nosso time cresceu e chegou ao 2 a 1 depois que o Érico bateu cruzado e a Letícia completou na segunda trave. Pouco depois, o Érico machucou o tornozelo e teve que sair. A Natália entrou no lugar dele e a Lisandra entrou na lateral esquerda para marcar o Cleber. Fiquei preocupado, porém ela começou bem, fechando o espaço e evitando que ele entrasse livre na área.

O Time Enéias aumentou a pressão. Defendi um chute quase sem ângulo depois de uma jogada sobre a Lisandra e consegui desviar outra finalização da Enéias na trave. O Cleber passou a atacar direto pelo lado dela, e eu precisei salvar duas vezes na mesma jogada, primeiro no chute cruzado e depois no rebote do Gerônimo. A Lisandra já mostrava cansaço, embora continuasse acompanhando o adversário e obedecendo às minhas orientações. Aos poucos, o cansaço foi batendo. O Enéias aproveitou uma bola que atravessou nossa defesa e empatou.

Logo depois do 2 a 2, a Lisandra tentou cortar outra arrancada do Cleber e prendeu o pé no gramado durante o carrinho. Ela saiu mancando, com dor no joelho, e a Lorena entrou no lugar. A Natália marcou o terceiro após uma bola dividida dentro da área e passamos os minutos finais defendendo o resultado. Fiz outra defesa pelo alto durante os acréscimos, já com a perna direita quase falhando. Quando o árbitro encerrou a partida, caí sentado no gramado, exausto mas feliz.

O time inteiro me cercou. Tínhamos vencido por 3 a 2. O Wagner agarrou minha cabeça. O Antônio passou um braço pelos meus ombros e o Rodolfo bateu nas minhas costas. Tiago e Dênis chegaram logo atrás, ainda discutindo alguma coisa que eu nem ouvi direito. Eu só tentava recuperar o fôlego.

— Você salvou a gente, cara — disse Wagner.

— Aquelas bolas do Enéias já estavam dentro — disse Rodolfo.

O Antônio apertou minha nuca.

— Você fechou o gol quando precisava.

Assenti. O Rogério abriu espaço no meio do grupo e segurou o meu braço.

— Você foi herói, Vini! Cresceu no jogo e segurou a vitória!

Olhei logo pra Lisandra. Ela vinha correndo pra nossa direção, sem mancar. O cabelo loiro estava bagunçado. A camisa preta colava nos seios e o calção curto deixava as coxas longas expostas. O alívio veio primeiro. O tesão, logo depois.

— Seu joelho? — perguntei quando ela chegou.

A Lisandra abriu um sorriso.

— O Seu Raimundo fez uma massagem nele e resolveu. Quando levantei, a dor sumiu e eu estava boa.

— Que tipo de massagem milagrosa foi ela?

— Ela segurou o joelho, deu uma olhada, segurou as minhas duas coxas, apertou com força procurando algo, foi subindo por dentro até chegar na... Os detalhes não interessam. Mas o importante é que foi milagrosa e me curou com três dedos pressionando um único ponto. Até o meu cansaço passou!

A Jéssica vinha ao lado dela. A camisa grudava nos seios cheios, enquanto o calção marcava a bunda redonda.

— Eu vi e não acredito — disse ela. — Ela está andando normal. A medicina não explica isso.

Peguei a mão da Lisandra e a puxei pra perto.

Do lado dos perdedores, o Cleber passava perto do outro banco, de cabeça baixa. Tinha marcado contra mim e ainda sairia derrotado. A vitória ficou melhor quando percebi isso.

A Andréia abriu caminho entre os outros jogadores. A camisa de goleira escondia parte dos seios grandes e o calção preto fazia pouco pra disfarçar sua bunda enorme. As coxas grossas estavam sujas de terra. Ela parou diante de mim e colocou a mãos enluvada no meu ombro.

— Parabéns, moleque! Você é bom mesmo!

— Bem. Mas qualquer coisa, nós tínhamos a senhora.

Ela me encarou séria.

— Digo, nem sei por que o Rogério não te colocou como titular.

Ela deu uma gargalhada e sussurrou no meu ouvido.

— Eu nunca joguei futebol na vida. Tudo que eu conheço é de torcer pro Brasil desde a Copa de 1990. Mas a Lorena me falou que você precisava de uma sombra e eu decidi encarnar a Taffarel pra te fazer pegar no tranco.

Quem é Taffarel?

— Fui uma boa atriz, não? Você resolveu tudo direitinho. — Ela olhou pros lados e sussurrou. — Mas guarda esse segredinho do Carlos. Ele realmente achou que eu poderia entrar se fosse necessário.

A Andréia me puxou pra um abraço forte, soltou e voltou pro grupo. A bunda pesada se mexeu dentro do calção a cada passo. Acompanhei por reflexo e senti a Lisandra apertar a minha mão.

Quando o barulho diminuiu, a Lorena veio da lateral e se juntou a nós, junto com Rogério e Lorena. Conversamos mais um pouco.

— Precisam de carona? — perguntou Rogério.

— A gente vai pra casa do irmão da Lisandra — respondi.

— Então vão descansar.

A Lorena abraçou a Lisandra antes de se despedir. A Jéssica fez o mesmo e o Rogério me abraçou. Eu e Lisandra seguimos pra saída de mãos dadas pela praça enquanto ela chamava um Uber.

Poucos minutos depois, entramos no apartamento do Miguel. Eu ainda estava parecendo um marca-texto humano com a camisa e a calça neon-verdes de goleiro, e a Lisandra, toda de preto. Ela fechou a porta atrás de nós e largou a bolsa perto do sofá.

Ela abriu um sorriso enorme. O cabelo loiro estava preso de qualquer jeito, com alguns fios grudados na testa pelo suor. As bochechas estavam vermelhas, as sardas mais aparentes e a camiseta preta colava no corpo. Mesmo cansada e descabelada, ela continuava sendo a mulher mais linda que eu já tinha visto.

Ela me abraçou tão forte que quase perdi o equilíbrio.

— Você foi incrível — falou perto do meu ouvido.

— Eu só fechei os olhos e torci pelo melhor.

Ela riu e me apertou mais. Senti o corpo dela contra o meu. A minha boca ficou perto do pescoço dela. Por alguns segundos, fiquei com vontade de beijar aquela pele clara, bem abaixo da orelha.

O problema era que nós dois precisávamos urgentemente de um banho.

— Você toma primeiro — falei.

A Lisandra se afastou e olhou pro meu uniforme.

— Você parece um cone de trânsito suado. Vai você.

— O apartamento é da sua família.

Na verdade, por causa da proximidade com a faculdade e os empregos, a Lisandra era quase uma roomate do “irmão de consideração”, Miguel. Só algumas coisas mais pesadas ainda permaneciam na casa dos pais dela, do outro lado da cidade bem na periferia.

— Exatamente. Por isso posso decidir que você vai primeiro.

Fui pro banheiro com uma toalha que ela tirou do armário do Miguel. Debaixo do chuveiro, tentei diminuir a ansiedade. Nós já tínhamos conversado sobre sexo. Eventualmente, iria rolar. Mas eu tentava não criar expectativas apenas porque estávamos sozinhos.

Coloquei uma bermuda e uma camisa do Miguel que ela emprestou. Tanto a bermuda quanto a camisa ficaram um pouco largas. Deu pra notar que ele era mais alto e mais forte, melhor não irritar ele. Quando saí, a Lisandra passou por mim carregando roupas limpas. Ela fez um cafuné no meu cabelo molhado e entrou no banheiro.

Fiquei na sala olhando o apartamento com mais atenção. O lugar tinha a bagunça controlada de alguém que sabia onde tudo estava, mesmo que ninguém mais soubesse. Havia controles remotos sobre a mesa e copos esquecidos perto da televisão. Eu ajeitei as almofadas por puro nervosismo.

A Lisandra voltou alguns minutos depois usando um short de algodão e uma camiseta larga. Os cabelos molhados caíam até o meio das costas. O tecido escondia parte das curvas dela, porém as pernas longas ficavam totalmente expostas. A cintura aparecia quando ela levantava os braços para prender o cabelo e o short acompanhava a bunda arredondada de um jeito que acabou com qualquer efeito calmante do meu banho.

Ela percebeu que eu estava olhando, embora não parecesse constrangida. Ficou parada perto do sofá enquanto terminava de prender o cabelo molhado, com os braços erguidos e a camiseta subindo um pouco. A cintura fina apareceu, seguida pelo começo da curva da bunda. O short de algodão se ajustava ao corpo e deixava claro o volume que as roupas largas dela costumavam esconder.

A Lisandra tinha pernas longas, coxas firmes e uma bunda grande, redonda, com bastante projeção na parte de cima. Era o tipo de corpo que fazia qualquer short parecer menor do que realmente era. Ela se virou para pegar o celular sobre a mesa e eu acompanhei o movimento da bunda dela antes de conseguir disfarçar.

— Pode olhar, Vini. Eu sei que você está olhando.

Ela falou com naturalidade. Se sentou ao meu lado e encostou a perna na minha. Ficamos conversando por alguns minutos. Aos poucos, as frases ficaram mais espaçadas. Eu sentia a coxa quente dela contra a minha e, aos poucos, a Lisandra apoiou a cabeça no meu ombro. Passei o braço por sua cintura, sentindo os cabelos úmidos contra o meu pescoço.

— Cansada?

— Do jogo. De você, ainda não.

Ela levantou o rosto e me beijou. Começou quase como selinhos, com os lábios dela tocando os meus e se afastando só o suficiente para mudar o ângulo. A Lisandra parecia saber exatamente o que queria. Segurou a minha nuca e aprofundou o beijo enquanto passava uma perna por cima das minhas.

Não era a minha primeira vez, óbvio. Mesmo assim, eu estava ansioso porque nunca tinha transado com uma mulher tão linda. Ao mesmo, seu sentia que a Lisandra assumia o controle sem querer demonstrar que estava fazendo isso. Ela se acomodou no meu colo e esfregou a bunda contra mim. Meu pau endureceu dentro da bermuda. A Lisandra percebeu e continuou se movimentando devagar.

— Faz tempo que eu não faço isso — disse perto da minha boca.

— Quanto tempo?

— Desde março.

Realmente um tempo bem longo. Até eu já tinha transado com umas ficantes ali por volta do final de maio.

— Você parece bem tranquila.

— Estou com vontade faz tempo. E confio em você.

Aquilo diminuiu parte do meu nervosismo e aumentou todo o resto. Segurei a sua cintura e a puxei com mais firmeza. A Lisandra levou as minhas mãos para trás, colocando-as sobre a bunda dela. Apertei por cima do short e senti o volume cheio não caber nas minhas palmas. Ela soltou o ar contra a minha boca e voltou a mexer a bunda sobre o meu pau.

As minhas mãos percorreram a curva arredondada, apertando com mais força quando ela se aproximava. A bunda dela era macia na superfície e firme por baixo, com uma forma que eu já tinha imaginado diversas vezes. A realidade era melhor. Cada movimento dela fazia o short subir um pouco entre as nádegas.

A Lisandra puxou minha camiseta pela barra e passou as mãos pelo meu peito. Eu não tinha um corpo enorme ou definido como atleta de revista. Tinha os ombros razoavelmente largos, braços firmes e alguma definição na barriga. O futebol tinha deixado as minhas pernas pesadas e ainda existiam marcas vermelhas das defesas no chão. Ela percorreu meu corpo sem pressa, com uma atenção que me deixou exposto de um jeito bom.

— Gosto do seu corpo.

Segurei a barra da camiseta dela e esperei que erguesse os braços. A Lisandra deixou que eu a despisse e ficou sentada no meu colo, com o tronco nu e os cabelos molhados caindo sobre os ombros.

Os seios dela eram pequenos, naturais e de base larga. Tinham formato arredondado, com uma queda suave e mais volume na parte inferior. As aréolas rosadas faziam pouco contraste com a pele clara, e os mamilos já estavam duros. A pinta escura no centro do esterno atraía meu olhar.

Ela acompanhou a minha reação enquanto eu passava as mãos pela cintura fina e subia devagar. Segurei um dos seios, sentindo o peso leve e quente na palma, e passei o polegar pelo mamilo. A Lisandra respirou mais fundo, porém deixou que eu escolhesse o toque. Só inclinou o peito um pouco pra frente quando queria mais pressão.

Beijei o pescoço dela e desci pela pele clara do colo. A minha boca passou pela pinta entre os seios antes de alcançar um dos mamilos. A Lisandra segurou a minha nuca e abriu mais as pernas sobre o meu colo.

Passei a língua pelo mamilo e chupei devagar. Ela gemeu perto do meu ouvido, mexendo a bunda sobre o volume preso dentro da minha bermuda. Troquei de seio e apertei o outro com a mão. A Lisandra arqueou as costas e esfregou a buceta contra o meu pau por cima das roupas.

— Continua assim.

Eu prestava atenção na respiração dela, na força dos dedos na minha nuca e na forma como suas coxas apertavam o meu corpo. A Lisandra conhecia bem o próprio tesão e mostrava o que funcionava com movimentos curtos, me deixando descobrir o restante.

Ela abriu a minha bermuda e passou a mão por dentro, segurando o meu pau com firmeza. O contato arrancou um gemido meu e ela sorriu perto da minha boca.

— Está gostando?

— Sim.

Ela me tocou durante alguns instantes, observando o meu rosto e diminuindo o ritmo sempre que eu começava a perder o controle. A segurança dela me excitava. A Lisandra sabia quando apertar, quando parar e como me manter perto do limite sem deixar que eu gozasse.

Ajudei ela a tirar o short. A Lisandra ergueu a bunda do meu colo e puxou o tecido pelas pernas. A calcinha ficou exposta, fina e já úmida no meio. Passei os dedos por cima dela, sentindo o calor da buceta, e a Lisandra abriu mais as coxas.

Puxei a calcinha devagar. Ela levantou de novo e deixou que eu a tirasse por completo. Em seguida, abriu a minha bermuda e empurrou o tecido junto com a cueca. O meu pau saltou duro entre nós.

Era a primeira vez que um via o outro pelado.

A Lisandra baixou os olhos pro meu pau e o segurou pela base. Apertou com firmeza, passou a mão pelo comprimento e parou por um instante na cabeça. A expressão dela mostrava que tinha gostado do que viu.

Eu também precisava de alguns segundos para contemplar o corpo dela inteiro. A Lisandra era alta, com pernas longas e coxas firmes. A barriga era plana, a cintura fina e a bunda grande, redonda, com bastante projeção na parte de cima. Os seios pequenos combinavam com o tronco estreito. Entre as pernas, os pelos loiros estavam aparados e deixavam a buceta carnuda visível, com os lábios externos cheios e rosados.

Ela continuou mexendo a mão no meu pau, observando a minha reação.

— É grosso — disse. — Combina com essa sua cara de comportado.

Segurei a sua cintura e a trouxe de volta pro meu colo. Beijei a sua boca enquanto apertava a bunda nua com as duas mãos. As nádegas cheias se espalharam entre os meus dedos. A Lisandra passou a buceta molhada pelo meu pau, esfregando os lábios na cabeça e pelo comprimento sem deixar que ele entrasse.

O meu pau ficou melado com ela. Apertei a sua bunda e ajudei o movimento, a puxando pra frente e pra trás. A Lisandra gemeu dentro da minha boca, com os seios roçando no meu peito.

Mudei nossa posição e a deitei no sofá. Ela abriu as pernas quando me coloquei entre elas. Apoiei uma das coxas longas no encosto e passei a mão pela parte interna da outra, subindo até a buceta. Afastei os lábios com os dedos. Ela estava muito molhada. Passei o polegar sobre o clitóris e observei a barriga dela se contrair.

— Seu irmão vai se incomodar com a gente transando no sofá?

A Lisandra deu uma risada, ainda com as pernas abertas.

— Nunca aponte luz negra pras paredes deste apartamento.

Baixei a cabeça entre as pernas dela. Passei a língua pela buceta aberta, do começo dos lábios até o clitóris. A Lisandra soltou um gemido alto e segurou o encosto do sofá. Repeti o movimento antes de fechar a boca sobre o clitóris.

De vez em quando, ela mexia a bunda para ajustar o ângulo ou pressionava a minha nuca quando eu acertava.

Enfiei um dedo na buceta enquanto chupava o clitóris. Ela estava quente e apertada, contraindo ao redor do meu dedo. Coloquei o segundo e curvei os dois, mantendo a língua no mesmo ritmo.

— Aí, Vini. Continua.

Os gemidos ficaram mais altos. A Lisandra perdeu qualquer preocupação com o volume e começou a empurrar a buceta contra a minha boca. Suas coxas apertaram a minha cabeça. Os dedos dela se fecharam no meu cabelo enquanto eu mantinha a língua firme e movimentava os dedos dentro dela.

A buceta ficou ainda mais molhada. Eu ouvia o som dos meus dedos entrando junto com a respiração quebrada dela. A Lisandra arqueou as costas e abriu a boca num gemido comprido.

— Isso... Continua...

Mantive tudo igual. O corpo dela endureceu sob mim. A barriga se contraiu, a buceta apertou os meus dedos e as pernas tremeram dos dois lados da minha cabeça. A Lisandra gozou gemendo alto, sem a almofada para abafar, enquanto empurrava a buceta contra a minha boca.

Continuei até ela afrouxar as coxas e começar a puxar a minha cabeça para cima. Quando levantei o rosto, a Lisandra estava vermelha, ofegante e com os olhos semicerrados.

— Está se achando? — perguntou.

— Bastante.

Ela me puxou pela nuca e me beijou. Sua língua passou pela minha boca enquanto a mão dela descia pro meu pau. A Lisandra o segurou ainda mais duro e começou a bater uma punheta lenta.

Depois me empurrou contra o sofá e ficou de joelhos entre as minhas pernas. Passou a língua pela cabeça do meu pau, limpando a umidade que ela mesma tinha deixado e fechou os lábios ao redor dele.

A Lisandra sabia usar a língua junto com a mão, sem perder o ritmo. Ela alternava a pressão da boca enquanto segurava a base do meu pau, prestando atenção em cada mudança da minha respiração.

Segurei os seus cabelos sem forçar a cabeça. Quando ela olhou pra cima com meu pau na boca, senti o corpo inteiro ficar tenso.

— Porra, Lisandra...

Ela soltou o meu pau com um som molhado e subiu sobre mim. Virou de costas, apoiou os joelhos dos dois lados da minha cabeça e voltou a se inclinar sobre o meu corpo. A bunda grande ficou a poucos centímetros do meu rosto. A buceta continuava molhada e aberta diante de mim.

— Assim fica justo.

Agarrei a sua bunda e trouxe a buceta de volta pra minha boca enquanto ela engolia meu pau outra vez. As nádegas se espalharam nas minhas mãos. Passei a língua entre os lábios e senti Lisandra gemer ao redor do meu pau.

O 69 virou uma disputa para ver quem perdia o ritmo primeiro. Quando eu chupava seu clitóris com mais força, ela parava por alguns instantes e deixava o meu pau escapar da boca. Quando Lisandra descia mais fundo, eu precisava me concentrar pra continuar lambendo a buceta.

Dei um aperto forte na bunda dela e separei as nádegas. A Lisandra empinou mais, esfregando a buceta no meu rosto. Ela retomou o meu pau com a boca, usando a mão no que ainda ficava para fora.

Depois de mais alguns minutos, ela saiu de cima de mim e sentou ao meu lado. Os cabelos estavam bagunçados e os lábios úmidos. A Lisandra respirou fundo enquanto mantinha a mão fechada ao redor do meu pau.

— Gostei muito.

A mão dela voltou ao meu pau, deixando claro que ainda não tinha terminado comigo.

Ela pegou uma camisinha na gaveta do irmão e abriu a embalagem. Antes de colocar, passou a mão pelo meu pau mais uma vez, apertando a cabeça com o polegar e espalhando a umidade.

Eu a trouxe pra perto e beijei a sua boca. A minha mão desceu pelas costas até a bunda. Apertei uma das nádegas enquanto ela desenrolava a camisinha pelo meu pau, cobrindo-o até a base.

A Lisandra se preparou para subir no meu colo, mas segurei a sua cintura e a deitei no sofá. Eu queria ver o rosto dela quando entrasse. Ela aceitou a mudança com um sorriso curto e abriu as pernas.

Fiquei entre as suas coxas e esfreguei a cabeça do pau na buceta. Passei pelo clitóris, desci entre os lábios e voltei. A Lisandra já estava tão molhada que a camisinha ficou coberta. Ela segurou meu braço.

— Devagar no começo.

Apoiei uma mão ao lado de sua cabeça e usei a outra para segurar o pau. Pressionei a cabeça contra a entrada da buceta e comecei a entrar lentamente.

A Lisandra prendeu o ar. Seus dedos apertaram o meu braço enquanto a buceta cedia ao redor do meu pau. Entrei mais alguns centímetros e parei, prestando atenção ao rosto dela. Ela respirou fundo, abriu um pouco mais as pernas e mexeu a bunda pra encaixar melhor.

Continuei devagar até o meu pau entrar por completo. A buceta quente e apertada fechou ao redor dele. Fiquei parado por alguns segundos, sentindo as contrações internas e tentando manter o controle.

— Vai.

Comecei devagar. Saía alguns centímetros e voltava, sentindo a buceta se abrir e apertar o meu pau. A Lisandra acompanhava levantando a bunda do sofá, procurando o melhor contato.

À medida que ia me sentindo mais seguro, fui aumento o ritmo das estocadas. O som molhado da buceta ficou audível junto com nossos corpos batendo. Os seios pequenos balançavam pouco e os mamilos duros roçavam o meu peito quando eu me inclinava para beijá-la.

A Lisandra envolveu a minha cintura com as pernas. Cada vez que eu entrava fundo, ela soltava um gemido perto da minha boca. O volume cresceu junto com o ritmo. O sofá começou a ranger sob nós. Passei uma mão por baixo da coxa dela e a levantei. A nova posição abriu mais a buceta e deixou o meu pau entrar num ângulo diferente. A Lisandra gemeu alto e arranhou as minhas costas.

A buceta apertava o meu pau a cada metida. Mudei de posição antes de perder o controle. Sentei no sofá e puxei Lisandra pro meu colo. Ela abriu as pernas ao redor da minha cintura e segurou o meu pau para encaixá-lo de novo.

Segurei a sua bunda e a fiz descer devagar. A Lisandra fechou os olhos quando a cabeça entrou. Continuei baixando seu corpo até o meu pau ficar todo enterrado na buceta.

Ela começou a se mover, porém as minhas mãos permaneceram firmes nas nádegas. Eu levantava seu corpo e a puxava para baixo, escolhendo o ritmo. A Lisandra acompanhava com facilidade. Mudava a inclinação do tronco e contraía a buceta quando eu entrava mais fundo.

Os seus seios ficavam diante do meu rosto. Chupei um mamilo enquanto apertava a bunda com força. A pele clara começou a ficar marcada pelos meus dedos.

A Lisandra gemia cada vez que descia. O som da bunda batendo nas minhas coxas ficou mais alto. A buceta molhada deslizava pelo meu pau, apertando com força na subida e engolindo tudo outra vez.

— Mais forte.

Agarrei as duas nádegas e aumentei o ritmo. A Lisandra apoiou as mãos nos meus ombros. Seus cabelos molhados grudaram no pescoço enquanto ela gemia sem tentar diminuir o volume.

O meu pau batia fundo dentro dela. A bunda se espalhava sobre as minhas pernas a cada descida. Eu sentia os músculos das coxas trabalhando e as contrações da buceta aumentando. Quando percebi que estava perto demais, segurei a Lisandra parada no meu colo. Ela continuou rebolando de leve, mantendo o meu pau enterrado.

— Você ainda não vai gozar.

— Fica parada então.

Ela riu sem fôlego e pausou por alguns segundos. Beijei o seu pescoço, respirando fundo enquanto o meu corpo se acalmava. Depois a tirei do colo e a coloquei de joelhos no sofá.

Lisandra apoiou os braços no encosto. A cintura fina terminava na bunda grande, redonda e empinada. As nádegas se separavam um pouco naquela posição, deixando a buceta inchada e molhada visível entre as coxas.

Passei as mãos pelas costas dela e desci até a bunda. Apertei as duas nádegas, sentindo o peso macio contra as palmas. A Lisandra afastou mais os joelhos. Segurei o pau e passei a cabeça pela buceta antes de entrar. Ela empurrou a bunda para trás assim que sentiu a primeira pressão. O meu pau voltou a ocupar a buceta aos poucos, até as minhas coxas encostarem na parte de trás das pernas dela.

Retomei devagar, segurando a sua cintura. A Lisandra acompanhava cada metida com a bunda, usando os braços no encosto para se apoiar. O som dos nossos corpos se chocando já preenchia a sala.

Passei a acelerar as metidas. A bunda dela batia contra mim e tremia a cada choque. Os cabelos loiros cobriam parte das costas. Os gemidos saíam altos, interrompidos sempre que o meu pau entrava fundo.

Dei um tapão na nádega direita e a Lisandra empinou ainda mais.

— De novo.

Acertei a outra nádega. A pele clara ficou rosada quase na hora. Ela gemeu e empurrou a bunda contra meu corpo, fazendo o meu pau entrar até a base. Dei mais alguns tapões alternados, sempre acompanhando a reação dela. A Lisandra gostava. A buceta apertava o meu pau logo depois de cada estalo e os gemidos ficavam mais roucos.

Segurei a sua cintura e comecei a enfiar com mais força. A bunda batia contra o meu corpo num ritmo pesado. O sofá rangia, a pele se chocava e a buceta fazia um som molhado a cada metida.

— Isso. Não para.

Mantive o ritmo das metidas. A Lisandra levou uma mão entre as pernas e começou a mexer no clitóris. Eu me inclinei sobre suas costas, segurei um dos seios e continuei estocando tão fundo quanto podia.

Ela sabia combinar o movimento da mão com as metidas. Também sabia mudar a posição da bunda poucos centímetros para fazer meu pau atingir outro ponto. A buceta começou a se contrair. A Lisandra perdeu o apoio por um instante e afundou o rosto no encosto. Seus gemidos ficaram mais altos.

Segurei os seus cabelos perto da nuca, sem puxar com força, e mantive seu tronco erguido. Dei outro tapão na bunda. Ela gritou o meu nome e voltou a empurrar o corpo contra mim.

Ver o meu pau entrando na buceta dela e a bunda marcada pelos tapões acabava com qualquer chance de manter o controle. A Lisandra gozou enquanto eu ainda a comia de quatro. A buceta apertou o meu pau em contrações fortes. Ela gemeu alto, com a mão presa entre as pernas e os braços tremendo no encosto.

Reduzi o ritmo sem parar. Continuei metendo enquanto o orgasmo passava pelo corpo dela. A Lisandra respirava aos solavancos e mexia a bunda num movimento menor, mantendo meu pau dentro. Quando as contrações diminuíram, tirei o pau e a virei para mim. A Lisandra caiu sentada no sofá, ainda ofegante. Beijei a sua boca e a puxei pro tapete junto comigo.

Ela veio por cima, com as pernas abertas ao redor do meu corpo. Segurou o meu pau e o encaixou na buceta. Antes que começasse a cavalgar, agarrei sua cintura e a mantive próxima. Dobrei as pernas pra ter apoio e comecei a mover meu corpo por baixo dela. O meu pau entrava na buceta enquanto a bunda batia nas minhas coxas. A Lisandra apoiou as mãos no meu peito e deixou que eu fizesse o trabalho.

Naquela posição, eu via seu corpo inteiro. Os seios pequenos se moviam conforme ela respirava. A barriga contraía e a cintura se dobrava sobre mim. A bunda subia poucos centímetros antes de voltar a receber meu pau. Segurei suas coxas e aumentei as metidas. A Lisandra jogou a cabeça para trás. Os gemidos dela se misturaram ao som da bunda batendo contra meu corpo.

— Caralho, você é gostosa demais.

Ela abaixou o rosto e abriu um sorriso ofegante.

— Então me come!

Sentei e passei os braços por sua cintura. A Lisandra envolveu o meu pescoço e continuou sobre o meu pau enquanto eu a levantava pela bunda. Nossos corpos ficaram colados. Os gemidos dela chegavam direto ao meu ouvido.

Eu não ia aguentar muito mais. Cada contração dela empurrava o meu corpo pro limite. A Lisandra percebeu pela minha respiração e diminuiu por alguns instantes. Continuou rebolando devagar, sem deixar que eu saísse.

Virei a Lisandra no tapete e fiquei por cima. Ela abriu as pernas e as enrolou ao redor da minha cintura. Entrei de uma vez, arrancando um gemido dos dois. Acelerei as metidas. O tapete arranhava meus joelhos e o suor escorria pelo meu peito. A Lisandra segurou a minha nuca e me beijou entre os gemidos. A buceta recebia o meu pau num ritmo forte.

Passei um braço por baixo de sua coxa e empurrei a perna para cima. O ângulo me deixou entrar ainda mais fundo. A Lisandra soltou um grito e cravou as unhas nas minhas costas.

— Assim, Vini.

Meu corpo batia contra a bunda dela, e os seios roçavam o meu peito. O barulho da pele, os gemidos e o rangido distante do sofá ocupavam o apartamento. A Lisandra voltou a mexer no clitóris. A buceta começou a contrair ao redor do meu pau outra vez. Ela puxou o meu corpo pra perto, com as pernas apertando a minha cintura.

Senti meu orgasmo chegando e avisei com a voz quebrada.

— Vou gozar.

— Goza, Vini.

Dei as últimas metidas com força. A Lisandra gozou outra vez, apertando o meu pau dentro da buceta enquanto eu perdia o controle. Meu corpo inteiro ficou tenso. Gozei dentro da camisinha com o rosto enterrado no pescoço dela, sentindo as pernas tremerem e a buceta continuar contraindo.

Fiquei sobre ela enquanto recuperava o fôlego. A Lisandra passou as mãos pelos meus cabelos e manteve as pernas ao redor da minha cintura por mais alguns segundos. Os dois estavam suados, ofegantes e ainda sentindo pequenos tremores pelo corpo.

Depois, saí de cima para não a esmagar e me deitei ao seu lado. Ela virou o corpo na minha direção, ainda ofegante, com os cabelos espalhados pelo tapete. Sua pele estava suada e os seios subiam depressa a cada respiração.

A Lisandra colocou uma perna sobre a minha e encostou o rosto no meu peito.

— Desde março? Você escondeu bem a abstinência.

— Eu estava esperando alguém que valesse a pena. — Ela fez afagos na minha cabeça. — A menos que você ache que quinze minutos de 69 na amizade com a melhor amiga contem como sexo.

— Pera, o quê?

— Tô brincando, seu taradinho! — Ela deu um tapinha na minha testa.

Passei a mão pelas costas dela e desci até a bunda, apertando de leve. A Lisandra se acomodou mais perto.

Ficamos abraçados sobre o tapete. Meu coração ainda batia forte e eu sentia o corpo dela relaxando contra o meu.

— Então, acho que vamos precisar de outro banho.

— Você primeiro — brincou ela. — Não pense que eu saio tomando banho com namorado na primeira vez.

Nós rimos. Passei os dedos pelas sardas do ombro dela.

Tomamos outro banho e voltamos pra arrumar a bagunça. Tentei ajeitar o sofá o melhor possível, embora nenhuma arrumação fosse apagar da minha cabeça a frase sobre a luz negra e sobre o que exatamente eu estava me sentando.

Fomos pro quarto da Lisandra. A Lisandra deitou de lado e eu me acomodei atrás dela, passando o braço por sua cintura. A bunda dela ficou encaixada contra mim, o que tornou o ato de dormir um pouco mais complicado.

— Vinícius.

— Eu não fiz nada.

— Seu pau quer acordar, mas por hoje tá bom.

— Desculpa.

Ela soltou uma risada cansada e segurou minha mão contra a barriga.

Fechei os olhos com o rosto perto dos cabelos dela. A bunda da Lisandra continuava encaixada em mim, quente sob a minha mão e o corpo dela foi relaxando até a respiração ficar lenta. Dormimos juntos.

Na manhã seguinte, acordei com um barulho na porta do apartamento. Ainda estava tentando entender onde tinha largado a minha bermuda quando lembrei que era uma emprestada. Alguém entrou na casa. Era o Miguel chegando do plantão. E agora eu teria que ser oficialmente apresentado ao meu “cunhado” usando as roupas dele e com a irmã dele dormindo no quarto atrás de mim.

Pois bem, leitor. No próximo capítulo, Vinícius e Lisandra irão participar do arco crossover “Dois dates pra três casais”, onde dois cuzinhos não serão perdoados...

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos a continuação.

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Perguntas:

1) Embora o Miguel seja protetor com a Lisandra, ele tende a ser isso especificamente com quem ele identifica como predador sexual (ex: seu Geraldo). Ainda assim, há humor no Miguel fazer o papel que, normalmente, a Lisandra faz com as mulheres que o Miguel leva pro apartamento. Isto posto, essa cena ficaria melhor no PoV do Miguel ou no PoV da Lisandra (o próximo capítulo não tem PoV do Vinicius)?

2) Quais personagens vocês torcem pro Vinicius comer ou preferem um casal monogâmico?

3) Quais personagens vocês torcem pra Lisandra transar ou preferem um casal monogâmico?

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O Arco do Futebol é composto por sete partes que podem ser lidas independentes, mas cada uma prioriza as ações dos seus narradores e protagonistas. E, nem sempre o que os outros veem eles fazendo era necessariamente a intenção deles.

Ele vai compreender os seguintes capítulos:

* PARTE 1: Eu, minha esposa e nossos vizinhos – Parte 21

* PARTE 2: Passando a Vara nas Vizinhas. Ou Não. - Capítulo 18

* PARTE 3: Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu - Parte 14

* PARTE 4: Eu, a esposa gostosa do meu chefe e os vizinhos deles - Parte 03

* PARTE 5: Louco para enrabar a professora ruivinha, enrabei o volante contador primeiro (Série do Antônio - Parte 05)

* PARTE 6: Queria Ser Síndica, mas Porteiros e Zeladores Me Viram Pelada - Parte 03

* PARTE 7: Quem Vai Comer a Advogada Evangélica? - Capítulo 16

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 160Seguidores: 323Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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Preciso falar isso antes de qualquer outra coisa, você foi duplamente malvado nos últimos meses, não só deixou Natália e Lisandra tanto tempo sem uma boa trepada como também deixou a gente sem essas cenas. A espera valeu a pena em ambas as cenas.

1) No do Miguel, a gente já sabe que o Vinícius se sente um pouco intimidado pelo Miguel, precisamos agora saber o que o Miguel acha do Vinícius. E se isso for durar por mais de um capítulo, dá pra fazer a dinâmica do “good cop/bad cop” com a Lisandra falando que o Miguel é um cara bom e a Jéssica falando que ele é o oposto só pelo prazer de tirar uma com a cara do Vinícius.

2 e 3) Duas possibilidades foram abertas nesse conto, uma mais realista que seria um ménage com a Andréia e outra que seria mais um sonho: Lorena. A piada recorrente do 69 para mim cada vez mais deixa de ser piada e passa a ter um fundinho de verdade, as duas, em momentos e para pessoas diferentes, falarem que rolou um 69 me deixa com uma pulga atrás da orelha de que isso realmente aconteceu depois da noite do “harém do Rogério” e se aconteceu, acho que sei quando foi (no próximo “respostas com spoilers” eu digo).

E ainda tem os casais no crossover dos dois dates que eu acho que vão se dar bem com eles em momentos diferentes.

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Ufa... até que enfim! Achei a cena muita fofa e carinhosa. Bem condizente com o Vinícius. Lisandra é linda, segura e injustiçada pelos babacas como Cleber.

1) Gosto dessa relação protetora do Miguel com ela. De defesa tb.

2 e 3) Acho que nesse início ambos podem ser mais monogâmicos. Mais tempo para se formarem como casal. Vinícius pode aprender algumas coisas em in loco com seu Geraldo kkk, seria interessante eles realizarem fatansias juntos e não separados. Swing e menage. Mas confesso que queria ver ela com um cara bem gostosão, não só com os mais idosos. Ela com Antônio ou um personagem mais novo e bonitão não escroto.

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