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Não basta ser corno, bom é quando todos sabem

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Um conto erótico de Julio Cesar
Categoria: Heterossexual
Contém 2439 palavras
Data: 31/07/2026 21:52:12

Boa tarde pessoal. Me chamo Júlio e estou aqui para contar mais um pouco do meu relacionamento com a Luanna, com quem vivo e convivo de forma liberal. Minha namorada é uma jóia em minha vida. Bem mais jovem que eu, peitudinha, tem um rabão maravilhoso, bucetinha carnudinha. Além de ser a razão do meu tesão por si só, ainda me deixa de pau duro quando provoca os homens e encontra um felizardo que usufrui daquele corpo delicioso para meu deleite. Só me ponho a assistir a performance da minha namorada...

O conto de hoje é real e aconteceu logo no início desse nosso lado de safadeza, fetiche e liberalismo...

Era sábado, e Lua (apelido carinhoso que ela carrega desde a infância) queria curtir um pagode que tem perto da minha casa. Claro que concordei. Música, bebidas, fim de semana, tudo combina. Na hora de escolher a roupa, ela sempre pede minha opinião. E dessa vez não foi diferente. Uma saia curta, mas não vulgar, uma sandália que ela gosta... Mas a dúvida ficou na parte de cima da roupa. Cropped, top, blusa? Vendo as roupas, ela achou um cropped que ela mesmo criou. Bem bonito, rosa, mas com um detalhe que daria o que falar: totalmente transparente. Lógico que na mão dela não dava para se ter noção, porém ela afirmou que era muito transparente e então pedi para ela vestir para eu ver o nível que era de transparência. Nível máximo!! Os mamilos e bicos dos seios ficam totalmente visíveis...

_ você já teve coragem de usar?

_ claro! Antes de conhecer vc, já usei algumas vezes. Mas quando eu queria "causar"

_ e vc quer hj?

_ bem... Você sabe que os caras vão chegar em mim se eu usar, né?

_ sim. E?

_ vai aguentar?

_ porque não aguentaria?

_ amor... Uma coisa é a gente fazer nossas coisas no sapatinho, outra é sua namorada ser o centro das atenções

_ vamos ver no que vai dar... Se vc tem coragem, não sou eu que vou pôr limites. Bom é assim

E decidimos então que seria aquela peça de roupa extremamente provocante a "eleita". Chegando a noite, minha namorada estava simplesmente linda demais... Cabelo lisinho, extremamente perfumada, uma maquiagem leve, batom, saia branca e que valorizava suas pernas bem torneadas e sua bunda e claro... O cropped polêmico, mostrando os seus seios fartos a quem olhasse... Sabia que eu tinha que ser frio pra aguentar o que iam pensar, mas eu queria sentir a adrenalina de tanta gente me ver como corno. Só de pensar meu sangue já fervia, uma sensação diferente de tudo que eu já senti. Não era apenas ser, mas todos saberem que sou, e na minha área, perto da minha casa. Enfim... Fui com ela, a pé porque é realmente bem perto da minha casa. Chegando lá, estava lotado, bem mais do que eu imaginava. E o "efeito" começou logo de cara. Homens e mulheres olhando para ela, diretamente na altura dos seios. Uns discretamente, outros nem tanto. Pegamos uma mesa daquelas altas, pouco depois da entrada. O garçom veio nos atender. Pedi um combo de Whisky e energético. Pra começar bem a noite. Acomodados em nossos lugares, começamos a curtir a noite. Normal, eu e ela conversando, nos beijando, eu pegando nela, com a mão na cintura, passava a mão na bunda... Ela dançava, rebolava de costas pra mim... Eu como dono de todo aquele material, sarrava, me aproveitava, como se fosse nosso primeiro encontro... Deliciosamente, a ponto de me deixar de pau duro... Os caras olhando, as mulheres também, naquele nosso clima quente de casal e no quanto minha namorada se expunha, sem pudor, sem timidez... Não muito longe de nós, havia um pequeno grupo de homens. Eram 3, pintas de playboys. Bem vestidos, bem arrumados. Um deles estava visivelmente bêbado. Muito mesmo, cara de quem bebeu todas. E não parava de olhar pra minha mulher e comentar com os outros dois. Apesar de eu ser bem liberal, ali eu vi que poderia rolar confusão. Minha namorada, alheia a eles, falou comigo que iria no toalete feminino. Ela seguiu em direção, e eu fui a acompanhando com os olhos. Com o combo na mesa, eu não poderia sair dali. Lua me contou o que rolou, quando voltou. Passando pelo corredor apertado, um cara passou a mão na bunda dela. Mesmo se virando rápido, ela não conseguiu ver quem foi. Claro, quem foi, fingiu que não era com ele. No banheiro, uma mulher a abordou e falou que ela (Luanna) era bem ousada em usar uma roupa assim, mostrando tudo. Que era bonita mas que ela não teria coragem. E na volta, o tal bêbado, a abordou e depois de falar algumas poucas palavras, incompreensíveis, tentou beija-la. Ela, claro, desviou. E falou que se quisesse conversar com ela, teria que ser onde eu estava, perto de mim. Quando ela me contou isso, olhei pra mesa dos caras. O tal bêbado estava lá, novamente falando com os amigos. Um dos amigos, de camisa branca, tipo blusão, apertado revelando os músculos, parecia falar algo do tipo "deixa eles" e "não vai lá". E segurava o bêbado pelo braço, e ele insistia em querer ir até nós. Até que uma hora ele se soltou e foi. Mas chegando perto, ao invés de se dirigir a mim, nem que fosse pra se apresentar, novamente focou na minha mulher. Me ignorou completamente e insistia em querer algo com ela. Aí eu confesso que fiquei puto e cheguei nele, já mandando ele meter o pé dali. E não é que o bebum resolveu me encarar? O cara mal se mantinha de pé mas ainda assim me enfrentou. Eu não queria acabar com a noite mas confesso que a vontade que me deu foi de dar uma surra naquele sujeito. Mas antes que o pior acontecesse, aquele amigo de blusa branca chegou e o tirou dali. Pegou-o novamente pelo braço e o levou. Claro que aquela movimentação atraiu olhares, mas tudo seguiu bem, com os caras daquela mesa falando sem parar, e dava pra perceber que estavam chamando a atenção do bêbado. Passados alguns minutos, cerca de meia hora, um dos caras da mesa levou o bebum embora, ficando apenas o de blusa branca. Nisso, enquanto eu e minha namorada comentávamos o que tinha rolado, veio até nossa mesa o Carlos Henrique, um grande amigo meu. Ele também estava no bar e veio nos cumprimentar quando nos viu. Eu o apresentei à Luanna, ele ficou ali com a gente um pouco. Conheço ele há anos, é gente boa demais. Solteirão convicto, pegador, boa pinta. E pelo visto, mesmo sendo meu amigo, gostou da Luanna, pois saquei a olhada que ele deu nela. Talvez por conta de estar bem evidente os peitões dela sob a blusa, ou simplesmente por se sentir a vontade, depois de tantos anos de amizade, em olhar pra minha namorada. Mas sabia ele que estava tudo bem, que eu até gosto... Mas como ele estava com outros amigos, ele se retirou dizendo que ficaria lá e cá, pois precisava dar atenção ao grupo dele. Mal ele saiu, o tal cara de blusa branca veio até nós. Se apresentou. Seu nome é Ricardo.

_ opa, irmão, tudo bem? Mano, que loucura. Até peço desculpas a vocês, nosso amigo estava bebendo desde cedo, e foi bem incoveniente.

Eu:

_ relaxa irmão, só que ele já estava enchendo o saco, na moral. Ainda bem que vcs vieram e tiraram ele daqui

_ sim, a gente viu que ele tava chato. Só que não sei se é porque ele tá bêbado mas ele falou uma parada que é meio doida, mano. Falou que vc deixou ele trocar idéia com a sua mina, mas só se fosse aqui

_ sim, falei mesmo

_ como assim, mano?

Então expliquei de forma direta que curto ver minha namorada com outros homens. Sim, isso mesmo. Fui sincero, direto e reto, como dizem. Aí que o cara pirou mesmo. E segui explicando que a única "condição" é que eu assista a tudo. Flerte, beijos e até... Sexo. O cara ficou perplexo, e também curioso. E eu só confirmei que era isso mesmo. Aí ele vendo que "tinha jogo" ali, perguntou se poderia se juntar a nós, já que o amigo dele foi levar o outro embora. Falei que sim, sem problemas. Rapidamente ele foi e voltou, e quis saber mais sobre esse lance de relacionamento liberal, dizendo que ele queria entender melhor como funcionava. Enfim, ficamos ali conversando sobre isso quando o meu amigo Carlos voltou. Aproveitando que eu estava trocando uma idéia com o Carlos, Ricardo foi meio que levando a Luanna pra um pouco mais longe de mim, mas ainda ali. Eu bem tranquilo sentindo que algo estava pra acontecer. Conversando com meu amigo e olhando Ricardo e Luanna, quando vi eles se beijarem. Aliás, não só eu. Carlos Henrique, incrédulo, tbm viu a cena. Ele olhava os dois se pegando e olhava pra mim. Ele soltou um sorrisinho meio sem graça e perguntou o que estava acontecendo.

_ ah meu amigo... Isso é uma longa história...

_ cara, pra mim parece bem simples de entender. Tu curte isso? Curte ela com outro cara?

_ curto irmão

_ que loucura mano

_ louco mesmo, mas eu me amarro e vc não imagina o quanto

_ cara, sei nem o que dizer. E ela parece que tá curtindo hein... Olha

Quando olhei, Luanna, já bem altinha por conta da bebida, estava dando uns beijos de língua no Ricardo, ele pegando firme, apertando a bunda dela, passando a mão nos seios... Eles estavam quase se comendo ali... Carlos assistia a tudo, e comecei a perceber que no fundo ele estava com vontade de estar ali, pegando ela também. Não era impressão minha, meu amigo estava com tesão na minha namorada, e certamente lamentando não ter avançado nela antes... Acabando de se beijarem os dois voltaram pra perto de nós, sem pudor nenhum. Lua estava vermelha, não por vergonha, mas pela pegada firme que rolou. Carlos ficou olhando pra ela com um tesão louco... E falou que ia voltar pra perto dos outros amigos. Se despediu de mim e saiu sem tirar os olhos da minha namorada. Nisso o Ricardo chegou e falou:

_ irmão, já que vc curte ver, eu e ela estamos querendo ir pro meu carro. Bora?

Eu:

_ vamos... Espera só eu acabar meu copo de Whisky

Bebi lentamente, sentindo o tesão ferver minhas veias. Eles ainda se beijaram de novo, como se eu fosse só um transeunte ali, e não o namorado dela. Minha amada bem a vontade, visivelmente excitada. Ela também queria... Acabei e fomos em direção ao carro, que ele havia deixado na rua ao lado do barzinho. Rua menos movimentada, carro debaixo de uma árvore. 2 portas. Entrei e fui pro banco de trás. Ricardo no assento do motorista e Lua no do carona. Lua encostou no banco e eu por trás soltei seu cropped...

_ chupa os peitões dela, mano, chupa

_ vc que manda, chefão

E começou a mamar os seios da minha namorada, já esfregando os dedos na bucetinha dela, ainda por cima da calcinha. Ricardo botou o pau pra fora e puxou a mão da Lua até ele. A mãozinha da minha namorada sumia diante aquele pau grosso e duro, enorme... Ela punhetava ele e gemia gostoso, com sua buceta sendo massageada e os seios sugados... Eu falei:

_ se seu amigo não fosse tão babaca, seria ele a curtir ela agora

Ricardo riu, e concordou:

_ tá vendo? Kkkkk verdade. Ainda bem que não dou mole com uma gostosa dessa

E tascou outro beijão na boca da Lua, que já estava com os peitões expostos e sem calcinha... Ricardo pegou camisinha e Lua já foi ficando de quatro... Safada, já estava querendo rola... Ele afastou o banco pra ter mais espaço e ela ficou empinadinha de quatro, totalmente abertinha pra ele. Com o pauzão encapado, ele meteu devagar e foi sentindo a bucetinha dela... Enfiava e tirava, enfiava e tirava... Lua rebolando gostoso na rola, se empinando cada vez mais... Eu com o pau pra fora me punhetando e me segurando pra não gozar, tamanho era o tesão... Ricardo:

_chupa sei namorado, coitado. Tá se acabando enquanto te como

Lua pegou meu pau e até começou a chupar, mas Ricardo aumentou o ritmo da metida, aumentou muito, e ela começou a sacudir, peitões pra lá e pra cá, só tapão na bunda dela...

_ me chupa amor

Mas ela não conseguia... Ricardo pegou e enfiou tudo, até o talo... Quando tirou, veio com a camisinha cheia de porra e me mostrou:

_ caralho amigo... Gostosa pra caralho, puta que pariu!

Muita porra na camisinha... Lua desabou no banco, cansadinha, saidinha... Pedi a ele pra nos levar em casa e ele falou: só se ela for me mamando

Com os cabelos desgrenhados, Lua riu e caiu de boca no pau dele. E foi chupando a rola. Ricardo demorou a chegar... Lua cansou de mamar e tentou levantar mas ele pegou ela e botou pra mamar de novo:

_ calma bebê, tô quase gozando de novo...

Ricardo ficou ali, acariciando a cabeça dela enquanto ela o sugava feito uma putinha, quando ele se vira pra mim e diz:

_ olha ela engolindo minha porra

_ não, na boca não - protestou ela

_ na cara então bb?

_ tá, na carinha pode

Ricardo com uma mão no volante outra acariciando os cabelos da minha mulher. Eu cheguei bem perto pra ver, e fiquei ali, observando o pau duro entrando e saindo da boquinha pequena da minha namorada... Até que o pau dele começou a vibrar, parecia uma mangueira que largam solta com jato d'água... Luanna tadinha, mal segurou fora da boca e o pau jorrou rios de porra, deixou o rostinho lindo da minha amada todo branco de esperma, grosso... Minha namorada putinha começou a lamber a cabeça da rola, rosada, e eu vi de pertinho cada gota entrando na boquinha dela... E foi assim, peladinha, com os peitões pra fora e com a cara esporrada, que chegamos na porta da minha casa... Me senti tão corno descendo do carro do amante da minha mulher... Feliz foi ele que soube aproveitar a oportunidade, enquanto o otário do amigo foi pra casa acompanhado de outro macho...

Mas essa noite deixou uma semente pra outra aventura sexual intensa que outro dia conto a vocês...

Minha jovem namorada, peituda boqueteira que adora dar o cuzinho, em vídeos quentes no privacy:

https://privacy.com.br/@LuannaMell

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