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Nossos vizinhos coroas são um tesão.

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Um conto erótico de WilBil
Categoria: Grupal
Contém 3537 palavras
Data: 31/07/2026 18:30:35

88. Nossos vizinhos coroas são um tesão.

Moramos em Contagem-MG. Nosso apartamento é uma cobertura que fica em frente a outra. Nossos vizinhos são um casal mais velhos. Hoje sabemos que a dona Luiza tem 69 anos e o senhor Gerson tem 70. Dona Luiza é uma preta alta, muito elegante e educada. O senhor Gerson também é preto elegantíssimo e muito simpático. Eles são profissionais liberais. Encontrar com eles no elevador sempre foi muito agradável. Dona Luiza e senhor Gerson corriam todos os dias. Eles tinham um casal de filhos que estavam há muitos anos na África. Ambos eram casados e médicos. A única reclamação que saia da boca de dona Luiza era a saudade dos filhos e netos.

Eu sou Hugo, tenho 40 anos, minha esposa é Anne, tem 41 anos. Somos casados a 15 anos, temos um filho de 12 anos. Eu e Anne fizemos uma amizade incrível com o senhor Gerson e a dona Luiza. Eles sempre que nos encontravam insistiam para nós corrermos com eles. Algumas vezes íamos e em outras dávamos bolo neles. Nestes dias escutávamos um chamado de atenção de ambos. Eles cobravam disciplina. Quando nosso filho ia para a casa das avós, acabávamos saindo com eles para comer uma pizza ou até mesmo jogar buraco, em nossa casa ou na deles. Muitas vezes participamos das lives com os filhos deles.

Eles eram um pouco mais velhos que nossos pais. Tínhamos muito respeito por eles. Quando íamos correr com eles era a única vez que os vimos mais à vontade. Dona Luiza usava calções mais curtos e tops, o senhor Gerson usava sempre calças para corridas e camisetas. Eu sempre de short e camiseta, minha mulher com calçõezinhos mais largos, bem curtos e top.

Dona Luiza era esguia, seios pequenos e sem nenhuma barriga. Suas pernas eram longas e aparentemente tinha um bumbum bem formado. Senhor Gerson também é esguio e alto. Eu também não sou baixo e um corpo mais forte que o senhor Gerson.

Uso barba bem aparada e cabelos bem tratados. Minha mulher é muito bonita, clarinha, seios médios e duros. E tem um bumbum maravilhoso. Dona Luiza brincava com Anne dizendo que todas as corridas nossas ela via dois ou três caras tropeçarem no meio-fio ou caírem em bueiros. Acabava dizendo que se era bonito tinha que mostrar. Na verdade, nem Dona Luiza nem o senhor Gerson pareciam ter perto das idades que tinham. Um dia durante a corrida minha esposa reparou que o senhor Gerson devia estar com uma cueca mais larga e o volume do seu pau balançava sob a calça.

Anne: Hugo, você viu o volume que o senhor Gerson tem?

Eu: Minha gata, não reparei mesmo. Era grande assim?

Ela: Enorme e pior não parecia estar duro.

Ela deu uma risada.

Eu: Bom para dona Luiza.

Anne: Se aquilo endurecer parte ela no meio. Amor não estou exagerando.

Eu: Mais uma vez bom para a dona Luiza.

A noite após nosso filho ir para o quarto minha mulher veio toda linda para a cama. Ela logo pegou o meu pau e chupou ele muito gostoso. Ela tirava a boca e ficava examinando meu pau punhetando ele. Depois mamava nele, percorria com sua língua toda a extensão do meu pau. Do nada ela apareceu uma fita métrica. Ela pegou a fita e mediu meu pau.

Ela: Nossa, seu pau duro tem 19cm e é grosso. Imagina quantos centímetros tem o pau do senhor Gerson quando está duro.

Eu: Tá de sacanagem Anne. Me deixa assim de pau duro para medir ele e comparar com o pau do senhor Gerson?

Ela: Calma amor, vou dar gostoso para você, foi só uma curiosidade.

Ela deu muito gostoso e gozamos muito naquela noite.

Deitamos nus e ela: "Ainda estou curiosa com a rola do senhor Gerson. Dona Luiza deve ter uma xoxota enorme."

Eu: Amor, parece que ficou hipnotizada na rola dele.

Ela: Confesso que muito curiosa.

Depois deste 'incidente' corremos várias vezes com eles e também saímos para jantar.

Num dia estávamos correndo com eles quando minha esposa chega aflita perto de mim e diz: "Olha amor, olha para trás e veja o senhor Gerson."

Nem lembrava mais do caso. Olhei e quase tropecei.

Eu: Ele está de sacanagem, isso não é natural, ainda mais para um homem de 70 anos. Que isso.

Chegamos no andar e nos despedimos deles. Anne não parava de olhar para o volume do senhor Gerson.

Em casa eu chamei a atenção dela.

Eu: Gata, a dona Luzia deve ter visto você filmando o volume do senhor Gerson. Deve ter deixado ela sem graça.

Anne: Desculpa amor, foi mais forte do que eu. Mas não tem nem jeito de pedir ela desculpas.

No banho ela já quis fazer amor. Claramente ela estava excitada pelo novo 'incidente'.

Eu: Será que ele ainda levanta aquele trambolho?

Ela: Taí uma coisa que queria ver.

Ela falou mais para ela do que para mim.

Eu: Então está nesse fogo todo por causa do senhor Gerson.

Ela: Amor, sempre fomos muito fogosos. Mas confesso que aquele eu queria ver.

Eu: Só ver, né?

Ela deu um sorriso sacana.

Na sexta-feira próxima meu filho foi para casa dos primos e nós os convidamos para irem lá em casa jogar buraco.

Neste dia o senhor Gerson foi de bermuda e camiseta básica e dona Luiza foi de short de lycra e top apertadinho. Era uma noite incrivelmente quente. Eu estava de short e camiseta, minha mulher com um shortinho larguinho e pela primeira vez na presença deles usava uma blusa decotada sem sutiã por baixo. Quando ela abaixava para pegar cartas dava para ver quase os bicos dos seus seios. Claramente o senhor Gerson estava olhando para os seios de Anne. Algo acontecia porque dona Luzia começou a ficar com os bicos de seus seios durinhos. Ela tinha seios pequenos, mas os bicos eram grandes.

O senhor Gerson começou a mexer muito na cadeira. Minha mulher abaixou para pegar uma carta que havia caído. Ela se levantou, com o rosto vermelho e com a respiração um pouco alterada. Com certeza havia visto algo abaixo da mesa.

Dona Luzia disse naturalmente: "Anne, desculpe os modos do Gerson, só em casa percebi que ele estava correndo sem cueca. Já chamei a atenção dele, não vai acontecer mais."

Aí a resposta da minha mulher quase me fez cair da cadeira e dona Luiza também.

Anne: Que isso dona Luiza, bobagem. Afinal o que é belo é para se mostrar.

Pronto fodeu. Eu queria morrer de vergonha.

O senhor Gerson deu um sorrisinho.

Dona Luiza: Então acha bonito? E olha que não viu ele na ativa.

Eu já não sabia onde ia acabar aquela conversa.

Minha mulher: Sempre pode acontecer.

Dona Luiza: A mesma curiosidade é a minha em relação ao Hugo.

Ambas riram.

Continuamos e umas duas horas depois eles foram embora.

Na porta, a dona Luiza disse: "Amanhã vai ser lá em casa, faço questão que vão. Se tiver este calor todo podem ir bem à vontade."

Deu beijos em nossos rostos e entraram.

Eu: Amor, o que deu em você?

Quem pergunta tem que aguentar a resposta.

Ela: Tesão. Tesão num pau enorme preto de cabeça roxa. Eu vi aquela piroca por baixo da mesa e foi só a ponta da cabeça. E nossa querida Luiza estava acariciando aquela anaconda. É isso amor, tesão!

Eu: Então não vamos amanhã?

Ela: Se não quiser ir amor, tudo bem. Eu vou. Acha mesmo que a dona Luiza quer jogar amanhã. Não entendeu o que ela falou de você. Porra Hugo, já foi mais esperto.

Eu: Amor eles são mais velhos que nossos pais. Acha legal pensar em sacanagem com eles?

Minha mulher irreconhecível falou: "Desde que começamos a namorar eu só vejo e sinto o seu pau, acha mesmo que vou desperdiçar a oportunidade de pelo menos ver um pau daquele. Hugo meu amor, te amo de paixão, mas preciso ver se aquilo é real.

Eu: Então está falando que vai dar para o senhor Gerson.

Ela: Se ele aguentar, vou e você vai comer gostoso a dona Luzia. Nem toque em mim hoje, guarde sua porra para ela.

Eu fiquei bravo e não tive mais argumentos para ela.

Quase umas 3hs da manhã ela me acordou.

Ela: Amor, não dormi até agora, desculpa o jeito de falar com você, você me conhece, sabe como fico louca quando estou com tesão. Amor, não vai mudar nosso casamento, vai ser apenas por uma vez. É apenas minha curiosidade. Vamos lá amanhã e veremos o que vai acontecer.

Eu: Se ele quiser fazer amor com você?

Ela: Fazer amor eu faço com você. Com ele eu vou transar. Vai gostar de ver sua mulherzinha branquinha rebolando num cacetão preto.

Eu: Então decidiu?

Ela: Vai ser gostoso para os dois. Relaxa. Vai ser nossa primeira e única. Vem me abraçar e vamos dormir.

No sábado eu estava nervoso, Anne foi ao salão, cantou o dia todo. Eu estou nervoso e ela feliz. Não estava reconhecendo a Anne. Ao final da tarde, a dona Luzia ligou para Anne.

Dona Luiza: Boa tarde amor! Podemos contar com vocês aqui hoje.

Anne: Sim dona Luiza. Iremos às 20hs.

Dona Luiza: Lembra o que disse ontem, podem vir mais à vontade. Nada de formalidades. Vamos tomar um vinho de boa safra. Estamos ansiosos com a presença de vocês.

Anne: Amor, está mais tranquilo? Escutou o que ela disse?

Eu: Sim, escutei. Estou mais nervoso.

Ela veio até mim e me deu um beijo delicioso.

Às 20hs Anne colocou sua roupa. Era uma blusinha mais solta e curta do que a de ontem, seu short era curtíssimo e larguinho, sua polpa aparecia. Ela separou para mim uma camiseta básica branca e um short de pano fino sem cueca.

Não tocamos campainha, Anne deu dois toques na porta.

Dona Luiza abriu a porta. Ela estava muito bonita e cheirosa. Usava um shortinho bem parecido com o da Anne, e sua blusinha era quase que transparente. Ela nos recebeu com beijos. Atrás dela estava o senhor Gerson com camiseta e um short de corrida. Nem olhei para baixo.

Sentamos nos sofás e a dona Luiza nos serviu vinhos.

Ela sempre foi uma pessoa tranquila e alegre.

As pernas de dona Luiza são enormes. Quando ela sentou e cruzou as pernas sua polpinha apareceu. Minha mulher que estava de frente para eles também cruzou as pernas.

Dona Luiza: Hugo, não tenho preocupação com a Anne. Ela está segura do que quer. Mas e você?

Eu: A senhora sabe que nunca fizemos nada parecido com o que possa acontecer aqui. Estou nervoso sim, mas acho que preciso relaxar.

Dona Luiza: Ótimo, daqui a pouco eu pessoalmente vou te acalmar. E você Anne está segura?

Anne olhando para mim: "Respeito muito vocês. Mas estou com tesão desde o dia que vi o senhor Gerson correndo. E ontem vi a cabeça do pau dele."

Dona Luiza: Senta aqui, Hugo, bem do meu lado.

Levantei e sentei ao lado dela.

Ela falando com minha mulher: Mostra para o Gerson sua xoxota amor.

Anne abriu as pernas e mostrou sua xoxota linda e depilada para o senhor Gerson. Ele levantou, foi até ela e começou a chupar sua xoxota. Ele tem uma língua enorme, passava sua língua por toda a extensão da xoxota de minha mulher. Ela vibrava com os olhinhos fechados e acariciava seus seios por sobre a blusa. Dona Luiza se abraçou a mim e olhava para os dois. Minha mulher abria cada vez mais sua xoxota. Ele era experiente e sabia onde tocar com sua língua. Com seus dedos finos e grandes ele acariciava o clitóris de minha mulher. Ela gemia e rebolava na boca dele. Ele calmamente puxou o short de Anne até os pés, deixando a xoxota de minha mulher toda arreganhada para ele. Ao mesmo tempo, ele tirou a blusa de Anne. Ele acariciou os seios dela com muito carinho.

Dona Luiza falando comigo: "Ele é muito carinhoso, sua mulher vai ser bem tratada. Deixa-me ver se você está com tesão."

Disse isso e pegou no meu pau que estava duro feito pedra.

Ela: Tá vendo, está com tesão vendo sua bela esposa se entregando a um homem experiente.

Ela começou a acariciar meu pau, mas ainda olhava para eles. Minha mulher disse que ia gozar. Ela gozou, gozou tanto que molhou o sofá azul. Ele sugou tudo que saia dela. Ele a conduziu para o quarto deles.

Dona Luiza: Quer ver sua mulher sendo possuída por meu marido ou prefere não ver? Eu se fosse você iria ver, vai ser belo.

Eu: Vamos.

Ela: Vamos amor. Antes.

Ela tirou sua blusinha. Seus peitos eram pequenos e ao contrário do que achava que seriam caídos, não eram. Os bicos pretos dos seus seios estavam duros e enormes.

Ela ficou em pé e tirou seu short. Sua xoxota estava depiladinha e era bonita. Seu grelo era médio e dava para ver o vermelho de seu interior. Nitidamente já estava melada. Sua bunda era bonita, não era grande, mas era dura e redonda. Como aquela mulher tinha 69 anos?

Ela pegou na minha mão e me conduziu até o quarto.

No quarto minha mulher tentava abocanhar o pau do senhor Gerson. O pau era enorme, devia ter uns 26cm ou mais. A cabeça era preta, o corpo era grosso. Ela tentava, mas não conseguia abocanhar o cacete do homem. Ele segurou a cabeça dela e foi empurrando como se estivesse possuindo-a. Ela fazia barulhos estranhos e aceitava aquele pau abrindo sua boca.

Dona Luiza estava atrás de mim. Ela encostava os bicos dos seios duros nas minhas costas. Ela acariciava meu pau que estava muito duro. Ela esfregava sua xoxota na minha bunda.

Ela: Que pau duro e lindo, do jeito que eu imaginei. Quero gozar gostoso nessa rola.

Minha mulher tirou o pau do Gerson da boca e quase implorando pediu para ele meter nela.

Ele: como quer?

Ela: Posso sentar?

Ele: Pode tudo minha gostosa.

Ele deitou com aquele monstro para cima. Minha mulher olhou para mim, olhou para Luiza e sentou nas pernas dele. Ela acariciava o pau descomunal dele. Ela levantou o corpo e alojou a cabeça do pau na entrada de sua xoxota. Era uma tora preta tentando entrar numa xoxota branca e rosa. Dava para ver a dificuldade que seria ela engolir aquele pau. Sua xoxota estava melada, mas a dificuldade era muita. Ela soltou mais um pouco o corpo, junto com um gemido e um rebolado. Na minha cabeça eu imaginava o dia que ela ganhou meu filho. Sua xoxota iria ficar daquele tamanho. Dona Luiza, começou a morder minha nuca e a aumentar o carinho no meu pau. Se tinha alguém curtindo muito aquele momento era ela. Logo ela, uma pessoa tão carinhosa, tão mãezona. Gerson acariciava os seios de minha mulher. Anne descia mm por mm naquela vara.

Ela: É muito grande, muito grande.

Luiza: Vai conseguir amor.

A rola preta e grossa ia sumindo dentro da bucetinha de minha mulher. Demorou muito, mas ela chegou na metade. Ela subiu com sua xoxota até a cabeça do pau dele. No pau a metade estava molhada dos líquidos de minha mulher. Ela voltou a descer mais. Um pouco mais e 3/4 estavam dentro dela. Eu tinha certeza que seria o máximo que ela aguentaria.

Eu sem querer disse alto que ela não aguentaria mais.

Luiza: Vai entrar tudo.

Luiza passou para minha frente, agachou, começou a mamar meu pai. Ela chupava maravilhosamente bem. Engolia os meus 19cm até sumir em sua boca. Nem engasgar ela engasgava. Ela fazia sua boca de buceta. Eu comecei a foder a boca daquela senhora tão doce e que eu admirava.

Da cama vinha o som de gemidos.

Gerson: Isso menina, falta pouco. Vou foder você como deseja. Vai gozar na minha rola.

Olhei e vi a bunda maravilhosa da minha mulher subindo e descendo cada vez mais rápido. Faltava uns dois dedos para ela sumir com tudo. Rapidamente ela sumiu com aquela rola imensa dentro de sua buceta. O pau do Gerson estava molhado. Ela começa a rebolar. Ele apertava os bicos dos seios dela. Ela acelerou e gozou. Nunca havia visto minha mulher, tão escandalosa no meu pau. Ela gritava e rebolava. Dizia que o pau dele era muito gostoso. A cada subida com sua buceta eu via o contraste daquele grelo amassado e o pau preto fodendo-a.

O gozo foi intenso que ela deixou seu corpinho cair sobre ele. Um pouco do pau dele aparece todo molhado e o cuzinho dela estava exposto. Logo os dedos compridos dele estavam explorando o cuzinho dela. Luiza me levou até a cama e também cavalgou em mim. Ela subia e rebolava com mestria. Também uma mulher que dava para um pau daquele tamanho. Ela molhava o meu pau com sua buceta. Ela metia muito. Minha mulher voltou a sentar e deu um beijo em Luiza. Logo elas trocavam um beijo apaixonado. Por baixo, Gerson começou a socar a buceta de Anne. Minha mulher largou Luiza e voltou a se concentrar no pau do Gerson. Ela tremia e apertava os ombros dele. Ele levantava os quadris metendo nela. Ele apertava os belos seios de minha mulher. Ela subia e descia naquele pau enorme como sempre fez com o meu. Ela gemia, bufava, gritava, mas não saia de cima daquela rola. Minha mulher do nada começou a passar a mão no meu corpo e na bunda de Luiza. A Luiza acelerou a metida e gozou. Ver aquela mulher madura gozar tão intensamente foi magnífico. Ela mexia muito com sua buceta. Ela apertava meu pau com a xoxota.

Ela: Quer gozar amor. Enche minha boca com sua porra. Eu disse que sim. Ela desencaixou meu pau de sua xoxota e caiu com a boca no meu pau. Ela mamou tudo.

Ela: A quanto tempo eu não tomo tanta porra. Isso vai me dar mais anos de vida.

Ao lado escutei um urro e Gerson depositou sua porra em Anne.

Ela deitou sobre ele e ficou muito tempo. Quando ela tirou o pau dele da sua xoxota, a largura que estava sua buceta era impressionante, e a porra não escorreu, caiu de dentro dela.

Luiza foi até ela e chupou a xoxota da minha mulher. Em minutos elas estavam num 69. Gerson saiu e foi para o banheiro. Seu pau enorme já estava amolecendo.

Sentei na cama e fiquei vendo as duas fazendo sexo. Aproveitei para acariciar elas. Rapidamente meu pau começou a dar sinal de vida.

Luiza: Come a bucetona da sua mulher para ver o que meu velho fez com ela.

Deitei sobre Anne e meti na sua buceta. Estava muito estranho, a buceta dela ainda estava toda melada e enorme.

Ela: Mete amor, olha o que ele fez comigo.

Eu: Era isso que queria putinha?

Ela: Sim, agora conheço um pauzão. Come o meu cu.

Coloquei ela de bruços, coloquei dois travesseiros embaixo dela e comecei a meter no seu rabo. Dona Luiza chupava os peitos de Anne.

Gerson entrou e ficou olhando sentado numa cadeira. Seu pau era enorme, mas murcho.

Fodi gostoso o cu de minha mulher que gozou na boca de Luiza.

Luiza pegou uma camisinha, pôs no meu pau e fez eu comer o cu dela. A filha da puta tinha um cu gostoso. Ela metia muito. Anne batia uma siririca para ela que não demorou a gozar. Quando fui gozar ela e Anne tiraram a camisinha e eu gozei na cara delas.

Depois de um banho e vestidos novamente voltamos para a sala.

Dona Luiza para a Anne: Gostou, minha filha. O velho te deu o que queria?

Anne: Muito mais do que pensei.

Dona Luiza: Ele não é igual ao Hugo que se recupera logo. Amanhã ele já está bom. Em compensação o Hugo é maravilhoso. Tomei muita porra deste seu homem.

O senhor Gerson: "Meninos não muda nada a nossa amizade e respeito. Nunca iremos tocar no assunto, a não ser que queiram. Podemos jogar e passear que de minha parte e de Luiza não tocaremos nesta história. Adoramos vocês. Foi muito gostoso trepar com você menina. Matou a curiosidade. Hugo, continuamos a nos respeitar. Nada de constrangimento.

Dona Luiza: Isso, somos amigos para sempre.

Nos despedimos e fomos para casa.

Anne: Amor, foi ótimo. Eles são pessoas incríveis. Gozei muito no pau do senhor Gerson. Estou feliz e satisfeita. Dona Luiza disse que ele estava ansioso e com medo de não dar conta de mim. Ele deu de mim e bem dado. E você amor o que me fala da dona Luiza?

Eu: Ela mete muito, tem um cuzinho gostoso demais. Ela parece ter uma batedeira naquela xoxota. E chupa muito. Gostei muito.

Nos meses seguintes continuamos a conviver com eles como sempre convivemos. Nada lembrava o que tinha acontecido.

Um dia estávamos lá em casa conversando com eles, minha mulher estava com uma blusinha que os seios ficavam aparecendo.

O pau do senhor Gerson deu sinal de vida. Dona Luiza, pousou a mão sobre o pau do marido. Anne olhou para mim e ajoelhou na frente do senhor Gerson...

Aí...

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