Sou Lúcio, tenho 64 anos, está história foi contada por mim ao Wil, meu amigo de muitos anos que vai escrever como se fosse eu. Minha mulher autorizou, quis que fosse publicada, vão entender.
Sou casado com Dirce uma linda senhora de 62 anos. Temos uma filha de 38 anos.
Eu e Dirce nos dávamos bem na cama até a pouco. Hoje o sexo raleou, eu procuro, mas minha esposa não mostra mais entusiasmo. Tá ruim.
Um dia questionei Dirce sobre a mudança nas nossas transas.
Dirce - Paixão vou ser bem franca com você como sempre fui. Posso?
Eu - Claro que pode.
Ela - Sabe que te amo muito, você é um homem que qualquer mulher ia querer ter para sexo. Fogoso, gostoso, pintudo, carinhoso, amoroso, sacana, lindo, cheiroso, fiel, bem humorado e tem uma lábia... Bom então é tudo de bom.
Eu - E porque não quer mais?
Dirce - Amor, acontece que temos 42 anos de casados, a gente faz amor a uns 46 anos. Fácil nós já transamos mais devezes. Lembra que por uns 10 anos a gente transava quase todos os dias e em muitos deles eram 2 ou até 3 transas. E eu gostava de quase todas. Amor, não acontece nada novo entre a gente. Nem brigamos para poder dar uma apimentada. Não fique triste nem brigue comigo, mas já cansei da rotina. Entendeu?
Eu - Porra, então cansou de mim.
Ela - De você não, claro que um dia vou te procurar, mas já sei até quantos tapas vou ganhar no rabo. Amor já me fantasiei, já estreei centenas de lingeries, já dei para você em todos os cantos da casa, na horta, no carro, em motel. Não sei mais o que fazer. Não gosto de filme pornô, é muita mentira.
Eu - E o que vamos fazer?
Ela - Queria ter esta resposta. Sabe o quanto te amo, mas só amor não basta para sexo.
Eu saí puto com raiva dela. Fiquei bravo muitos dias. Eu só falava com ela quando minha filha estava em casa. Ela conversava mais com a nova diarista do que comigo.
Um dia eu escutei a diarista falando com ela: "Você vai gostar boba, mexi com a gente. Lê para você vê."
Durante o dia todo Dirce ficou com o celular na mão, já estava me irritando.
A noite tomei um banho, dei boa noite para ela e fui para o quarto.
Ela - Ou, volta aqui.
Eu - O que foi?
Ela - Me dá um beijo de boa noite.
Eu - Uai, lembra de mim?
Ela - Todos os minutos da minha vida. Deixa de ser ranzinza, me dá um beijo.
Ela me deu um beijão na boca que há muito tempo não dava.
Ela - Me espere acordado, vou tomar um banho.
Ela veio toda cheirosa, com uma camisola curta vermelha e transparente. Vi que estava sem calcinha e sua xoxota estava depilada, eu adoro. Ela apagou as luzes, acendeu o abajur. Encostou seu corpo em mim. Pegou seu celular e me deu para ler.
Ela - Leia.
Era um site de contos eróticos. Ela abriu em um conto específico.
Comecei a ler. Ela colocou sua cabeça no meu peito e começou a acariciar meu pau. Era um conto de um casal da nossa faixa etária que começaram a transar com um casal de amigos. Ela me punhetava e me beijava o peito. Eu me interessei pela leitura. Ela desceu, começou a me chupar. Meu pau parecia que ia explodir.
Ela - Continua lendo, não para.
Ela sentou na minha coxa e tirou a camisola, encaixou sua xoxota que já estava melada no meu pau. Começou a me cavalgar. A diferença das outras vezes é que ela já estava melada. Ela estava com os olhos fechados e mordia os lábios.
Ela - Não para de ler amor, continua.
Está gostando?
Eu - Sim amor, dá muito tesão.
Acabei de ler, segurei ela pela bunda e meti sem dó. Ela quicava e gemia. Ela deitou sobre mim e apagou o abajur. O quarto ficou completamente escuro. Ela voltou a quicar. Estava muito melada.
Ela - Que pauzão gostoso me fode. Vai gostoso goza na minha buceta. Aperta meu rabo safado. Quer enfiar este pintão no meu cu, quer?
Com certeza ela estava fantasiando com o cara do conto.
Eu - Quer outro pau né safada.
Ela - Quero, quero outro pau para comer meu cu. Quero uma rola grossa dentro do meu cu. Quero ser uma putinha. Olha minha buceta como está melada. Quero outro pau aqui no meu rabo. Me fode puto.
Não sei de onde apareceu um consolo de uns 13cm, bem menor que meu pau.
Ela - Enfia amor, enfia este pau no meu cu.
Eu peguei o consolo, passei na buceta melada e enfiei no cuzinho dela.
Ela rebolava e gemia.
Ela - Enfia tudo amor, enfia. Gostoso. É bom ter dois em mim. Amor quero um de verdade. Quero um igual ao conto dentro do meu cu. Amor, amor, vou gozar. Amor estou gozando caralho. Vai amor goza também, vai amor.
Eu gozei muito na xoxota dela. Ela caiu sobre mim respirando fundo. O consolo estava todo enterrado no rabo dela.
Ela ficou de lado e me beijou.
Eu - Que foda gostosa amor. A quantos anos não fazíamos uma dessa.
Ela - Sim. Foi maravilhosa. Gostou do conto amor?
Eu - Sim.
Ela - Então, eu li vários, escolhi esse por estar na nossa faixa etária. Amor quero realizar esta fantasia.
Eu - Você tem coragem.
Ela - Tenho, com você junto eu tenho.
Eu - Onde vamos arrumar um casal?
Ela - Difícil, mas tem um casal amigo nosso passando pelo mesmo problema.
Eu - Quem?
Ela - Vamos amadurecer a ideia, depois te falo.
Deste dia em diante nossas transas eram frequentes e quentes, ela passou a me chamar por nomes dos contos enquanto gozava.
Passado mais de uma semana, Dirce me chama para conversar.
Dirce - Amor, os nossos amigos Rubens e Flávia passam pela mesma coisa que passamos. Flávia me confidenciou. Outro dia conversamos por mais de uma hora pelo celular. Eu talvez fui imprudente e disse que tentaremos fazer algo para mudar isso. Ela gostou da ideia dos contos, disse que ia ver a reação do Rubens. Disse a ela que pensávamos em esquentar nosso relacionamento com outro casal, mas é difícil ter pessoas confiáveis. Ela ficou entusiasmada e disse que começaria a colocar os contos na relação deles. Já tínhamos mudado de assunto e estávamos nos despedindo quando ela me perguntou: 'Lúcio se interessaria por mim?' Respondi que ela era muito bonita e com certeza sim. Ela rapidamente desligou parece que chegou alguém.
Eu - Será que ela topa fazer troca?
Dirce - Por essa pergunta eu deduzi que sim. Só que já se passaram alguns dias e ela não voltou a ligar.
Eu - Talvez não tenha coragem de tocar no assunto com o Rubens, ou ele não gostou da ideia.
Dirce - Eles são interessantes.
Dirce já estava acariciando meu pau.
Ela - Meu cuzinho está piscando amor.
Eu - Leu outro conto minha putinha?
Ela - Sim. O cara tem um pau enorme e come a comadre dele. Ela até mija de dor, mas aguenta.
Virei ela de quatro e comecei a chupar seu cuzinho. Ela pegou um vibrador e começou a passar no seu grelo. Ela piscou o cuzinho, eu passei KY e fui empurrando. Ela gemia e rebolava. Ela começou a gemer com o vibrador na buceta e o meu pau enterrado no seu cu.
Ela gozou e me fez gozar com seu rebolado de dançarina de funk.
Ela dormiu com minha porra dentro dela.
Umas 5hs da manhã ela acorda, pega o meu pau e me faz comer o seu cu todo gozado. Eu nunca a vi tão alucinada para levar no rabo.
Uns dias se passaram e Flávia ligou para Dirce. Elas conversam por muito tempo. Assim que terminou a conversa, Dirce me chamou.
Ela - Amor, nossos amigos querem vir aqui sábado bater papo. Acho que querem conversar. Posso confirmar com ela?
Eu - Por mim tudo bem. Será que vai rolar algo?
Dirce - Ela não falou nada. Falamos um tanto de coisa, mas nada de sexo.
Sábado.
Dirce pela manhã foi ao salão e se produziu bem. Ela escolheu a minha roupa e a dela.
20hs o interfone toca.
Eles entraram muito alegres. Flávia estava linda. Um vestido curto colado ao seu belo corpo com uma pequena fenda na coxa. Rubens estava igual a mim, camisa e bermuda. Sentamos na área gourmet e ficamos conversando sobre os velhos tempos. Tomamos vinhos comendo frios. O tempo deu uma esfriada e entramos para a sala. Sentamos numa poltrona para dois e eles no sofá grande à nossa frente. Dirce colocou música ambiente e diminuiu a intensidade da luz, deixou o ambiente mais aconchegante.
Dirce - Amiga, fiquei preocupada de ter dito algo que não gostou. Talvez tenha sido muito ousada, até comentei com o Lúcio.
Flávia - Nada isso. Amigos, vou ser direta, estamos muito nervosos e espero ter entendido direito. Se entendi, você disse que estavam pensando em um casal amigo e confiável para fazer troca, foi isso?
Dirce - Foi isso mesmo.
Flávia - Se ainda não conversaram com alguém, poderíamos ser este casal? Confiam em nós? Rubens disse que você é um tesão e eu adoraria fazer amor com o Lúcio, você sempre o elogiou. Gente estou nervosa, vou chorar.
Rubens a abraçou e lhe deu um beijo.
Dirce - Meu amor, o tempo todo era em vocês que pensávamos. São lindos, amáveis, saudáveis, gostosos, confiamos plenamente em vocês.
Me dá um beijo.
Dirce levantou e foi até a amiga.
Levantou ela, enxugou suas lágrimas e lhe deu um beijo no rosto.
Flávia olhou nos olhos de Dirce, segurou no seu rosto e beijou na boca de minha mulher.
Elas trocaram um longo beijo. Depois ficaram acariciando uma à outra.
Dirce - Pelo que conversamos este é o primeiro beijo lésbico nosso. Gostei. Quero muitos outros. Estão prontos para nosso primeiro encontro hoje ou querem marcar outro dia?
Flávia - Nervosos, mas prontos.
Dirce - Vamos subir, preparei a suíte na esperança que viessem fazer amor conosco. Que bom que vieram.
Dirce segurou a mão da amiga e disse: Vamos meninos. Sigam as moças.
A suíte estava linda, cheirava muito bem, som ambiente, quase uma penumbra e uma maravilhosa roupa de cama. Nossa cama é enorme.
Dirce - Amiga gosta de tudo no sexo ou tem restrições?
Flávia - Eu e o Rubens já fizemos de tudo na cama.
Dirce - Nós estamos bem saudáveis e sei que vocês também. Mas se quiserem camisinha elas estão espalhadas e gel também.
Flávia - Pensou em tudo amiga. Agora me fala como começamos, minhas pernas estão tremendo.
Dirce - Moça achei que ia me ajudar nessa.
Dirce foi até o Rubens e o abraçou. Flávia veio até mim e me abraçou. Ela tremia, suas mãos estavam frias.
Eu falando baixinho com ela: "Fique tranquila, temos tempo, quer sentar, quer deitar, me diga.
Flávia - Me abrace forte. Posso te chamar de amor, Dirce vai ficar brava?
Eu - Pode, ela vai chamar o Rubens também. Você está linda, seu vestido é muito sensual, lá embaixo não conseguia tirar os olhos de você. Este decote é maravilhoso.
Ela - Obrigado amor. Tira o meu vestido.
Virei ela de costas para mim, e fui descendo o zíper. Ele ia até o cóccix dela. Enfiei a mão por dentro do vestido e coloquei minhas mãos nos seios dela, ainda por cima do seu sutiã. Acariciei e senti os bicos entumecer, beijei seu pescoço e mordi sua nuca. Ela estremeceu toda. Desabotoei o sutiã, aí comecei a acariciar seus peitos, apertava os bicos e sentia a suas auréolas arrepiadas, acariciei seus seios beijando seu pescoço, com a ponta da língua eu brincava com os lóbulos da sua orelha. Ela gemia baixinho e esfregava seu bumbum em mim. Ela puxou o vestido e o sutiã até os pés. Ficou apenas com uma calcinha fio dental de renda. Eu continuava a acariciar seios. Ela começou a passar sua mão na sua xoxota por cima da calcinha. Eram movimentos a princípio suaves.
Ela - Que delícia amor, estou com muito tesão.
Eu agachei, desci sua calcinha e comecei a beijar suas nádegas, elas eram firmes e com marcas de biquíni, linda. Passava a língua no seu rego até o cóccix, dava mordidinhas no seu bumbum arrepiado e com minha mão sobrepus a dela que estava na xoxota. Ela gemia e rebolava. Tirei minha roupa, me levantei, e encaixei meu pau na sua bundinha. Ela ajeitou a cabeça do meu pau no seu clitóris e ficou esfregando meu pau nele. Eu fazia um vai e vem e ela com seus dedos forçava a cabeça contra sua xoxota. Ela gemia mais forte. Eu mordi sua nuca e apertei seus seios. Ela deu um gemido profundo e um 'ai' longo. Senti o meu pau molhar, mas molhar muito. Ela virou para mim, me abraçou e me beijou com muita vontade.
Ela segurou meu rosto com as duas mãos e disse: "Já valeu a pena, mas estou com vergonha."
Eu - De que?
Ela - Eu estou com as coxas escorridas. Nunca saiu tanto líquido de mim. Acho que vou me lavar.
Eu - Vou chupar você toda.
Ela - Louco! Estou com vergonha.
Eu comecei a mamar nos seus peitos novamente. Ela adorava.
Eu - Sempre tive tesão nos seus peitos.
Ela - Verdade? São grandes e já estão caindo.
Eu - São maravilhosos.
Ela me beijou e apertou meu pau entre suas coxas.
Escutamos um urro. Olhamos e era minha mulher sendo possuída de quatro pelo Rubens. Ela urrava e ele metia nela. Flávia virou de costas para mim, colocou meu pau no seu clitóris novamente, rebolava enquanto via o seu marido fodendo minha mulher.
Ela - Demoramos muito para começar a fazer a troca de casais. É uma delícia ver meu homem foder uma mulher gostosa. Olha como os seios dela balançam. Que tesão! Será que ele vai curtir eu rebolar no seu cacete.
Ela pegou meu pau e introduziu na sua xoxota ao mesmo tempo que massageava o seu clitóris. Eu metia devagar. Ela arrepiou toda. Ela não tirava os olhos do marido.
Ela começou a rebolar mais forte.
Ela, arfando e gemendo disse: "Estou molhando novamente. Amor, aiiiiiiiii, aiiiiii, está escorrendo. "
Peguei ela e deitei ao lado de minha mulher e comecei a lamber toda a sua buceta. Ela me chamava de louco, gostoso, me mandava chupar e apertava meu rosto contra sua xoxota.
Dirce - Soca Rubens, seu pau é muito gostoso. Que chapeleta gostosa.
Ela olhou para a Flávia e disse: "Nossa que peito gostoso. Vai amor chupa essa putinha."
Dirce foi mais para o lado e começou a mamar na Flávia.
Flávia - Isso putinha mama nos peitos da putinha do seu marido enquanto toma na buceta a rola do meu homem.
Peguei os pés de Flávia, coloquei nos meus ombros e meti meu pau na sua buceta. Socava com força ela gemia e apertava a mão de Dirce que mamava nela.
Dirce para Rubens: "Olha amor sua mulher levando rola do meu marido. Que delicia, me fode amor, estou quase gozando."
Rubens suava, sua chapeleta entrava fundo na xoxota de minha mulher. Ela deu um gemido alto e gozou no pau do Rubens, que socou mais um pouco na buceta melada de Dirce, deu um urro e gozou na xoxota de minha mulher.
Ele empurrava com força até não ter mais porra para sair. Deitaram.
Eu continuava a meter na Flávia. Rubens começou a passar a mão nos peitos da mulher dele.
Ele - Está gostando, amor?
Ela - hum hum. Ela levantou o corpo e gozou.
Ela que sempre foi muito educadinha e de fala tranquila, gritava e dizia que tinha gozado na rola de um macho gostoso. Eu gozei e ela: Que delícia amor, sua porra bateu forte dentro de mim.
Ela foi chegando o corpo para trás e me puxando junto. Me deitou sobre ela e cruzou as pernas nas minhas costas. Ela me beijava e dizia que eu era gostoso.
Ela falando para a Dirce: Que homem gostoso este seu. Agora é nosso. Que ideia boa a sua.
Dirce - Seu marido também vai ser gostoso dentro de mim, trem. (Gargalhou.)
Eu e Flávia continuamos namorando. Dirce limpava o pau gozado de Rubens. Depois Flávia fez o mesmo comigo.
Ficamos os quatro deitados, Flávia abraçada comigo e Dirce com Rubens.
Flávia - Dirce gozei tanto em pé que escorreu coxa abaixo. Fiquei morrendo de vergonha. Aí o louco me lambeu toda. Agora estou com 1 litro de porra dele dentro de mim.
Dirce - Em mim também tem muita porra. Que delícia.
Rubens - Amigo, que mulheres as nossas. Que coisa boa que estamos fazendo. Eu não vejo a hora de comer o cuzinho da Dirce. Agora posso falar. Naquela última vez que estiveram na piscina lá em casa, bati uma punheta imaginando comendo o cuzinho dela.
Eu - Ela vai dar com prazer para você. Hoje eu matei minha vontade de mamar na Flavinha, então está tudo certo.
Flávia - e mamou gostoso.
Dirce - Vou com o Rubens tomar banho na outra suíte, vocês tomam aqui. Quando estivermos prontos para Rubens comer meu cuzinho viemos para cá. Quero que meu macho veja outro macho estufando meu rabo.
Flávia - Combinado, vamos dar os rabos juntas. E amanhã eu quero uma DP.
Dirce saiu com Rubens e eu fui para o chuveiro com aquela delícia.
Lá sarramos muito. Como é gostoso mamar na Flávia.
Flávia - Sentiu ciúmes vendo o Rubens comer a Dirce?
Eu - Não, senti tesão, e você?
Ela - Também não, senti muito tesão. Acho que estamos realizando fantasias na época certa da nossa vida e com as pessoas certas. Já pensou se fossemos 3 casais e de vez em quando fizéssemos uma festinha?
Eu - Acho que se fossem iguais a nós e que confiássemos muito neles. Quem sabe.
Flávia - Posso estar muito errada, mas acho que Nanda e Rogério, topariam. Ela olha muito para o Rubens e o Rogério não tira os olhos dos meus peitos. Rubens disse que viu ela alisando o pau do Rogério dentro da piscina e estavam os dois olhando para mim ou para a Dirce estávamos juntas. Foi no dia que Rubens disse que bateu uma punheta pensando na Dirce, safado. (Risos.)
Eu - Então minha putinha que mais uma rola, é putinha?
Flávia - Uai, se for igual a sua ou do Rubens eu não vou dispensar. (Riu.) Nunca pensei que falaria isso. É muito bom ver outro casal fodendo. É muito bom ter outro macho como você me fodendo.
Ela pegou meu pau e mamou gostoso. Passou suas pernas em torno de mim e começamos a fazer um 69. Que buceta gostosa. Ela melava muito fácil, comecei a chupar seu cuzinho. Que cu lindo. Ela esfregava ele na minha boca. Ela engolia quase todo o meu pau.
Meu pau tem quase 20cm e é grosso com a cabeça cônica. Pelo que eu vi o do Rubens também deve ter uns 20cm um pouco menos grosso, mas a cabeça é muito grande. Minha mulher vai gemer para levar ele no cu.
Enfiei minha língua no cuzinho dela.
Ela - quer que eu dê meu cuzinho para você sentada de costas?
Eu - Aguentaria?
Ela - Se deixar eu controlar, sim
Nisso, Dirce e Rubens entram.
Dirce pegou o KY e entregou para ele e ficou de quatro. Antes beijou minha boca e a de Flávia. Colocou sua cabeça no travesseiro, abriu sua bunda com as mãos. Eu e Flávia ficamos de pé para ver. Rubens enfiou a língua no cuzinho dela, passou o gel no anelzinho dela e enfiou um dedo, depois enfiou dois dedos. Ela rebolava e engolia os dedos dele. Ele passou uma quantidade generosa na enorme chapeleta do seu pau. Deu um tapa no rabo dela.
Ela - Enfia essa cabeçona. Olha amor, o cuzinho que era só seu levando essa picona.
Rubens - Nem acredito que vou comer este rabo.
Foi enfiando até a cabeça começar a entrar e parar. Ela mordeu o travesseiro.
Flávia para o marido: "Pode empurrar amor."
Rubens foi empurrando, Dirce gemendo alto abafada pelo travesseiro. A cabeçona entrou rasgando. Ele parou com o pau na metade. Ele tirou devagar. Inacreditavelmente quando ele tirou a chapeleta para fora, fez um barulho como uma rolha saindo de uma garrafa de vinho. O cuzinho dela já estava largo. Ele colocou mais gel e empurrou continuamente sem parar. Ela deu um grito e seguidos murros no colchão. Ele ficou quieto, depois foi puxando, desta vez sem tirar tudo. Foi enfiando e tirando bem devagar.
Dirce - Pode meter seu filho de uma puta. Pode meter.
Ele - Que cuzinho gostoso. Do jeito que desejei. Te arrombei putinha.
O cara começou a bombar, ela gemia, gritava, mas rebolava.
Flávia me deitou ao contrário da cama. Ficou de costas com seu cuzinho estufadinho, colocou ele na minha boca. Eu chupei, lambi, e enfiei minha língua dentro daquele buraquinho. Ela passou gel no cuzinho e virando o corpo passou gel no meu pau.
Ela - Só encosta na minha bunda depois que ele estiver todo dentro de mim.
Ela colocou a cabeça do meu pau na entrada de seu cuzinho e ficou rebolando devagar segurando meu pau com as mãos para trás. Ela descia um pouquinho e tirava, depois mais um pouquinho e tirava. Rebolava e descia a bunda, a cabeça ficou com a metade dentro. Ela desceu mais e a cabeça quase entrou, ela puxou o ar, umas duas vezes e desceu mais. A cabeça ficou toda alojada dentro dela.
Ela tirou e me pediu para passar mais gel. Passei. Ela segurou meu pau e foi descendo. A cabeça passou. Ela rebolou e desceu mais o corpo. Ela começou a subir e a descer, largou o meu pau, apoiou as mais nas minhas pernas e foi sumindo com o meu pau para dentro dela até encostar sua bunda em mim. Meu pau ficou todo dentro dela. Ela subiu até a cabeça aparecer e desceu de uma vez. Ela rebolava e descia e levantava. Eu a segurei pela cintura e elevei meu corpo empurrando mais. Ela gemia e soprava. Ela parecia uma batedeira de tanto que rebolava.
Rubens - Que cena linda minha putinha. Que putas gostosas.
A visão era linda. Ela metia muito. Quem via aquela senhora toda meiga de fala baixa, não esperava ver ela naquela posição. Logo Rubens encheu o rabo de Dirce de porra. Ele ficou engatado nela.
Flávia - Vai amor, enche meu rabinho de porra. Dirce, espera este gostoso gozar. Ela dominava a metida, demorou, mas enchi seu cu de porra. Ela foi tirando devagar. Colocou a mão no cuzinho e deitou. Chamou Dirce e fizeram um 69 chupando uma o cuzinho da outra. Depois a que estava por baixo passou para cima. A carinha delas estavam lambuzadas de porra. Passaram a chupar a buceta uma da outra. Logo elas estavam trepando gostoso. Dirce pegou 2 vibradores, entregou um para a Flávia e ficaram usando uma na outra. Era lindo ver as duas transando. Era a primeira transa lésbica das duas. Pareciam duas putas. Elas esfregavam as xoxotas. Dirce fez Flávia melar a cama toda.
Fui tomar banho e Rubens foi tomar banho na outra suíte. Saí do banho e elas estavam se beijando na cama. Rubens subiu com quatro taças de vinho. Elas beberam e não se desgrudaram. Depois Flávia me puxou para o banheiro e Rubens acompanhou Dirce.
Dormi com Flávia e Dirce com Rubens. De madrugada acordei com Flávia me chupando. Metemos e dormimos.
Às 10hs acordei e Flávia não estava na cama. Quando entrei no banheiro ela estava tomando banho.
Ela - Vou descer e ajudar a Dirce com o café.
Quando desci, ambas estavam sentadas à mesa e Rubens desceu logo.
Flávia - Eu amei e repetirei se todos concordarem.
Rubens - Dentro.
Eu - Adorei, quero repetir se minha mulher quiser.
Dirce - Gente, ainda não acabou, temos hoje até quando quiserem. E sim vamos repetir por muito tempo.
Flávia - Amor após o café vamos falar sobre Nanda e Rogério.
Rubens - Uai, vamos falar.
Continua...
Até.