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Thiago levando dp

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Gay
Contém 1821 palavras
Data: 31/07/2026 18:02:34

Eu sou Thiago, costumo escrever contos, mas raramente conto histórias minhas.. Essa é uma minha, real.

Entro no quarto, tranco a porta e me jogo na cama de barriga pra baixo. Pego o celular, abro o aplicativo e dou aquela navegada meio sem pretensão, mexendo nos cabelos encaracolados enquanto o brilho da tela ilumina meu rosto no escuro.

​Não demora dois minutos e pisca uma notificação no topo. Perfil duplo: Edu & Marcelo. Foto de exibição mostrando apenas dois torsos definidos, sem rosto.

​Edu & Marcelo: Oii, tudo bem por aí?

Thiago: Oii! Tudo ótimo e com vcs? 😊

Edu & Marcelo: Tudo tranquilo por aqui. Vendo o que rola... Curte um casal? A gente tá querendo uma DP hoje.

​Sinto um gelo na espinha e uma fisgada instantânea no pé da barriga. Dou uma risadinha nervosa, ajeitando o corpo na cama.

​Thiago: Ai meu Deus... Sério? 🙈 Vou confessar que nunca fiz isso na minha vida... Sou super tímido pra essas coisas haha.

Edu & Marcelo: Sério? Sempre tem uma primeira vez haha. Relaxa, a gente é super de boa, carinhoso. Quantos anos vc tem? Mora sozinho?

Thiago: Tenho 22. Moro num apê, no momento tô sozinho no centro. E vcs?

Edu & Marcelo: 31 e 34. A gente mora junto perto de vc. Quer ver foto? Manda uma sua também.

​Corro o dedo pela galeria, escolho uma em que tô de peito aberto, meio de lado, valorizando a cintura fina e a pele clara. Mando.

​Segundos depois, chegam as fotos deles. A primeira é um espelho de banheiro: dois caras altos, barbas bem feitas, um mais moreno e encorpado, o outro mais claro e atlético. A segunda foto faz meu coração disparar: os dois de cueca box ajustada, marcando volumes bem distintos e grotescamente chamativos. O do moreno parece um mastro grosso, pesado; o do mais claro é longo, levemente curvado pra cima e bem veioso.

​Thiago: Meu Deus do céu... Vcs são lindos, mas esses paus... Fiquei até sem ar aqui 😳

Edu & Marcelo: Gostou? O meu tem 18cm e o do Marcelo tem 17, bem grosso. Cabe os dois facinho em vc, só saber fazer com calma... Vc é bem passivinho mesmo, né? Delícia de corpo.

Thiago: Sou sim... Mas juro que tô tremendo só de imaginar dois disso dentro de mim. Nunca nem tentei nada parecido...

Edu & Marcelo: A gente te ensina, vai ser no seu tempo. Podemos ir aí daqui a pouco?

Thiago: Quero muito... Me dá só meia hora pra me organizar?

Edu & Marcelo: Fechado. Manda a localização que a gente se arruma aqui.

​Largo o celular no peito e respiro fundo, sentindo o coração martelando no peito e as pernas levemente bambas de pura ansiedade. Me levanto num pulo, meio estabanado, e vou direto pro banheiro.

​Ligo o chuveiro na água morna, pego a duchinha e me ajoelho no chão do box. Com cuidado e uma ponta de nervosismo que faz minhas mãos tremerem, começo o processo da chuca, enchendo e esvaziando pacientemente, repetindo o ritual quantas vezes forem precisas até ter certeza absoluta de que tudo vai estar impecável para a noite mais intensa da minha vida.

Eles chegaram cerca de meia hora depois. O interfone tocou e meu coração disparou de novo. Abri a porta e ali estavam os dois: altos, cheirosos, sorrisos confiantes. Edu, o mais moreno e encorpado, e Marcelo, o mais claro e atlético. Entraram, eu mal tranquei a porta atrás de mim e, antes que eu conseguisse dizer qualquer coisa, Edu puxou meu rosto e me beijou.

A boca dele era quente, exigente. A língua invadiu a minha sem pressa, chupando meu lábio inferior enquanto Marcelo se aproximava por trás, passando as mãos pela minha cintura, beijando meu pescoço. Em segundos eu estava entre os dois, sendo beijado de frente e de costas, as mãos deles explorando meu corpo por baixo da camiseta. Eu gemia baixinho contra a boca de Edu, já completamente duro e tremendo.

Eles me levaram até a cama sem pressa. Me deitaram de costas e se ajoelharam um de cada lado. Eu olhei para os dois volumes marcados nas cuecas e engoli seco. Edu baixou a própria cueca primeiro. O pau grosso e pesado bateu contra a minha bochecha. Eu abri a boca e chupei a cabeça, lambendo a fenda, sentindo o gosto de sabão e pele quente. Marcelo esperou só alguns segundos antes de fazer o mesmo. O pau dele era mais longo, veioso, e eu alternava entre os dois, chupando um, depois o outro, babando, tentando engolir o máximo que conseguia.

— Junta os dois — mandou Marcelo, a voz rouca.

Eu obedeçi. Aproximei as duas cabeças e abri a boca o máximo possível, tentando encaixar as duas rolas ao mesmo tempo. Era impossível engolir, mas eu lambia, chupava, passava a língua de um para o outro enquanto eles gemiam e seguravam meus cabelos. A saliva escorria pelo meu queixo, molhando o peito.

Edu me virou de quatro. Enquanto eu continuava chupando o pau de Marcelo, senti o polegar grosso de Edu esfregar minha entrada. Ele cuspiu, espalhou a saliva e introduziu o primeiro dedo. Eu gemí contra o pau na minha boca. O segundo dedo entrou logo depois, abrindo, torcendo, me preparando pra levar coisa mais grossa. Quando ele enfiou o terceiro dedo, minha perna tremeu.

— Relaxa, delícia… — murmurou Edu, e então baixou a cabeça.

Enquanto eu chupava Marcelo com vontade, Edu afastou minhas nádegas e passou a língua no meu cu. Lambia devagar, profundamente, enquanto os dedos continuavam abrindo. Eu gemia sem parar, o som abafado pelo pau grosso na garganta. A sensação de ser chupado ali enquanto engolia outro pau era demais. Minhas pernas bambas, o cu piscando, já completamente molhado de saliva.

Marcelo se afastou e se deitou de costas. Eu subi em cima dele, guiando o pau grosso até minha entrada. A cabeça pressionou, eu respirei fundo e desci devagar. Doeu. Doeu bastante. Mas a dor vinha misturada com um prazer tão intenso que eu não conseguia parar. Quando enfim sentei completamente, gemendo alto, Marcelo puxou meu rosto e me beijou.

Edu se posicionou atrás. Espalhou mais saliva, mais lubrificante, e começou a forçar a entrada. O segundo pau pressionando junto com o primeiro era uma pressão absurda. Eu soltei um grito abafado contra a boca de Marcelo.

— Shhh… respira… — sussurrou Edu no meu ouvido. — A gente vai devagar.

Ele empurrava milímetro por milímetro. Eu tremia, o cu ardendo, dilatado ao extremo. Lágrimas escorriam pelos cantos dos olhos, mas ao mesmo tempo meu pau pingava sem parar entre os corpos. Quando a cabeça de Edu finalmente passou, eu soltei um gemido longo, quase um soluço.

— Porra… tá tão apertado… — ele rosnou, e continuou entrando.

Quando os dois estavam completamente dentro, eu mal conseguia pensar. Era demais. Uma dor profunda, latejante, que se misturava a uma sensação de ser completamente preenchido, invadido, usado. Eles começaram a se mover. Primeiro um, depois o outro, em ritmos diferentes. Eu gemia sem controle, a voz quebrada, o corpo sacudindo entre os dois.

— Dói… dói pra caralho… — conseguí dizer entre gemidos, — mas… não para… por favor…

Eles não pararam. Aceleraram aos poucos, fudendo meu cu ao mesmo tempo, os paus esfregando um no outro dentro de mim. A dor foi se transformando em algo quente, intenso, quase viciante. Eu gritava, chorava de prazer, pedindo mais mesmo quando meu corpo tremia de sobrecarga.

Edu puxou meu cabelo, forçando minha cabeça para trás enquanto os dois me fudiam sem piedade. Marcelo segurava minha cintura, empurrando para cima. Eu estava completamente entregue, o cu dilatado e molhado, engolindo os dois paus grosso com dificuldade, mas sem querer parar nunca mais.

Eles continuavam me fodendo sem piedade, os dois paus grossos entrando e saindo do meu cu ao mesmo tempo, esticando tudo até o limite. Eu gemia alto, a voz rouca, o corpo inteiro tremendo entre os dois. A dor ainda estava lá, latejando fundo, mas misturada com um prazer tão bruto que eu não conseguia mais pensar direito.

Edu gemeu mais forte atrás de mim, as mãos apertando minha cintura com força.

— Porra… vou gozar… — ele rosnou, e começou a meter mais fundo, mais rápido, sem nenhuma delicadeza.

Senti o pau dele latejar dentro de mim, inchando ainda mais. Com um gemido gutural, ele enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes e densos invadiram meu cu, enchendo, escorrendo ao redor do pau de Marcelo que ainda estava dentro. Eu soltei um grito abafado, sentindo cada pulsação, cada jato quente se espalhando lá dentro. O cu latejava, cheio, sujo, completamente usado.

Edu ficou mais alguns segundos, respirando pesado, antes de sair devagar. O pau dele saiu com um som molhado, e a porra começou a escorrer imediatamente, quente, descendo pela minha coxa. Marcelo ainda estava enterrado em mim, mas logo depois ele também saiu.

Antes que eu pudesse me recuperar, Marcelo se ajoelhou na minha frente, puxou meu cabelo com força e enfiou o pau sujo, ainda brilhando de porra e saliva, direto na minha boca. Ele não pediu licença. Metade já estava dentro quando ele começou a foder minha garganta como se fosse uma boceta.

— Abre essa boca, putinha… — ele falou, a voz rouca, e meteu fundo.

Eu engasguei, os olhos marejados, mas não afastei. Ele fodia minha boca com violência, o pau grosso batendo na garganta, a porra do meu cu ainda no gosto, misturando tudo. Eu babava, lágrimas escorriam, e ele só acelerava, usando minha boca sem nenhuma piedade.

Enquanto isso, Edu se deitou entre minhas pernas. Meu pau estava duro pra caralho, sensível, latejando, a cabeça vermelha e pingando. Ele não perdeu tempo. Engoliu tudo de uma vez, chupando com força, a língua girando na glande, a mão massageando minhas bolas.

A sensação foi absurda. A pica de Marcelo fodendo minha garganta sem parar, e a boca quente de Edu sugando meu pau sensível, me levando à loucura. Eu gemia abafado contra o pau grosso, o corpo inteiro se contorcendo. Cada vez que Marcelo enfiava fundo, a cabeça do pau dele batia na minha garganta, e ao mesmo tempo Edu chupava mais forte, mais fundo, a língua pressionando o freio.

Marcelo gemeu alto, as mãos segurando minha cabeça com força, e gozou direto na minha garganta. O jato quente e grosso atingiu fundo, forçando, enchendo minha boca. Eu engoli o que consegui, mas parte escorreu pelo canto da boca. No exato momento em que a porra dele invadiu minha garganta, meu corpo explodiu.

Gozuei feito louco na boca de Edu. Jatos fortes, um atrás do outro, o pau latejando sem controle. Ele não tirou a boca. Engoliu tudo, chupando até a última gota, enquanto eu tremia violentamente, gemendo contra o pau de Marcelo que ainda escorria porra na minha língua.

Eu estava destruído. O cu latejando, cheio de porra, a garganta queimando, o corpo inteiro mole e suado. Os dois ainda me tocavam, beijavam meu pescoço, acariciavam minha pele, como se não tivessem acabado de me usar até o limite.

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