SOMOS O 4º MAIS LIDO DA CASA DOS CONTOS
A proposta da Vanessa caiu no quarto como uma bomba de pura gasolina. Olhei bem no fundo daqueles olhos azuis e vi que a minha esposa tinha virado uma perversa completa. A ideia de ter o corpinho da Camila todo dia pra mim, comendo o cuzinho da minha cunhada enquanto o tal do Ricardinho esfolava a minha mulher na minha frente, me deu um baque no peito que fez o pau virar uma pedra na hora.
— Puta que pariu, Vanessa... — eu soltei, a voz saindo rouca de tanto fogo, segurando na nuca dela com força. — Você é uma cadela sem vergonha mesmo, né? Quer dar o rabo pro cara que tirou tua virgindade e ainda me entrega a sua irmãzinha de bandeja?
— Quero, meu corninho! — a Vanessa respondeu na cara dura, dando uma risada de puta e apertando o meu pau com força na mão. — Eu quero ver o Ricardinho acabando com a minha buceta na sua frente, e quero ouvir você socando no cu da Camila no quarto do lado! Fala que você aceita, amor! Fala que o negócio tá fechado!
— Tá fechado, amor! — ordenei, sem pensar duas vezes. — A Camila é minha a partir de hoje!
Nem esperei o resto da conversa. Puxei a Vanessa pelo braço, levantei da cama e fui direto pro corredor, caminhando com ela pelada do meu lado até a porta do quarto de hóspedes. Abri a porta sem bater.
A Camila tava deitada na cama, só de camiseta, mexendo no celular. Quando viu a gente entrar daquele jeito — eu de pau duro e a Vanessa completamente pelada —, a cunhadinha deu um pulinho no colchão, com aquele olhão verde brilhando de sonsa.
— Que isso, gente? O que tá acontecendo? — a Camila perguntou, com aquela voz fininha de menina.
— O negócio é o seguinte, Camila — a Vanessa mandou na lata, encostando na parede e cruzando os braços, mostrando os peitos pra irmã. — O Mauro foi embora e você tá solta. A partir de agora, o Rafa é seu homem nessa casa. Você vai ser a mulher dele enquanto tiver aqui. Ele vai te comer todo dia, de manhã, de tarde e de noite, e você vai obedecer tudo o que ele mandar. Entendeu?
A Camila olhou pra Vanessa, depois olhou pro meu pau ereto e babando, e soltou um sorriso de canto que era pura perdição.
— Serio mesmo, maninha? — a Camila falou, jogando a camiseta do Mauro pro lado e ficando peladinha na nossa frente, mostrando o corpinho toda perfeitinha. — Você tá me dando o seu marido pra eu usar como eu quiser?
— Tô te dando ele, e você vai dar essa bucetinha e esse cuzinho pra ele até não aguentar mais andar! — a Vanessa piscou.
A Camila não esperou duas vezes. Ela engatinhou no colchão igual uma gatinha e veio direto na minha direção. Agarrou meu pau com as duas mãozinhas pequenas e meteu na boca com tudo, engolindo até a garganta, fazendo aquele barulho molhado de vadia (nhum, nhum, nhum).
— Aww, caralho... — eu gemia, cravando as mãos no cabelo loiro da minha cunhada e metendo na boca dela com vontade.
A Vanessa ficou na beira da cama assistindo a cena, passando a mão na própria buceta e se masturbando só de ver a irmã engolindo o meu pau.
— Isso, Camila! Chupa o seu homem! — a Vanessa gritava, esfregando o clitóris. — Chupa que mais tarde é a minha vez de dar pro Ricardinho na frente dele!
Puxei a Camila pela cintura, virei ela de quatro na cama e empurrei meu pau de uma vez só no cuzinho dela. A cunhadinha deu um grito agudo no travesseiro, mas logo começou a rebolar o rabo pra trás, cavalgando na minha pica com uma fome desesperada. Eu esfolava o cuzinho da Camila por trás, a Vanessa se dedilhava do lado vendo a irmã ser arrombada, e o nosso acordo sujo tava selado de vez naquela casa.
O barulho de carne batendo seco ecoava no quarto de hóspedes: tapa, tapa, tapa! A Camila tavada de quatro, cavalgando na minha pica com aquele rabo, enquanto o cuzinho dela apertava meu pau a cada estocada profunda.
— AHHH, RAFA! — a Camila gritava com o rosto afundado no travesseiro, a voz toda abafada e suja. — Soca mais fundo, porra! Me arromba todinha! Agora eu sou sua mulher, caralho!
do lado da cama, a Vanessa assistia a cena inteira enfiando dois dedos fundo na própria buceta, se masturbando num ritmo frenético. A pele branquinha dela tava toda suada, e os peitos fartos balançavam enquanto ela se esfregava rápida, doida de tesão ao ver a irmã ser arrombada por mim.
— Isso, Rafa! Arromba o cuzinho dessa vadia! — a Vanessa gritava, a voz rascante, gemendo alto enquanto enfiava os dedos mais fundo nela mesma. — Fode a minha irmã como se não houvesse amanhã, porque quando o Ricardinho chegar, ele vai fazer pior comigo nessa cama!
Ouvir o nome do desgraçado do Rio enquanto eu socava no cu da cunhadinha me deu um tranco de puro fogo na espinha. Segurei na cintura fina da Camila com mais força, puxando o quadril dela contra o meu com uma violência absurda, enfiando a pica até o saco.
— Você quer ser minha cadela, Camila? — ordenei, com a voz falhada de tanto fogo, dando um tapa estalado na bunda dela que deixou a marca vermelha dos meus dedos na pele clara.
— Quero, meu amor! Eu sou sua puta particular! — a Camila urrava, rebolando o rabo pra trás num ritmo louco, totalmente entregue. — Me come de manhã, de tarde e de noite! Esquece o Mauro, esquece tudo! Meu cuzinho é só seu!
A Vanessa não aguentou ver a irmã delirando de prazer. Ela se aproximou da gente de joelhos na cama, colou a boca na orelha da Camila e começou a dar mordidas leves no pescoço dela, enquanto a mão da Vanessa descia pra esfregar a bucetinha encharcada da Camila por baixo.
— Fala pra ele, Camila... — a Vanessa sussurrou no ouvido da irmã, a respiração queimando. — Fala que o pau do nosso homem é o melhor que você já tomou na vida!
— É o melhor, porra! AHHH, VOU GOZAR! — a Camila gritou agudo, travando o corpo inteiro numa contração violenta.
O cuzinho da cunhadinha morder meu pau com uma força absurda, entrando num orgasmo violento que fez as pernas dela tremerem no colchão. Vendo as duas irmãs ali se esfregando, com a minha mulher babando de tesão do lado e a cunhada gozando na minha pica, eu perdi totalmente o controle.
Puxei meu pau do cu da Camila de uma vez só e descarreguei uma jorrada grossa e quente de leite direto nas costas e na bunda da minha cunhada, sujando o corpinho dela todo de porra. A Vanessa deu um pulo na mesma hora, jogando a língua na pele da irmã, limpando e provando do meu leite como uma cadela faminta.
A gente desabou na cama, todo mundo respirando curto, ensopado de suor e leite, sabendo que aquele acordo sujo tinha virado a nossa realidade definitiva.
A Vanessa continuava ali, deitada do lado da irmã na cama de hóspedes, lambendo a porra quente que eu tinha jogado nas costas da Camila. Ela limpava a pele da irmãzinha com a língua, fazendo um barulho molhado de pura safadeza, até engolir tudo e dar um estalo com os lábios, olhando pra mim com aquela cara de puta satisfeita.
A Camila, toda estirada de bruços, dava uns suspiros compridos, com as perninhas ainda tremendo pelo orgasmo forte que teve no meu pau. Ela virou o rosto no travesseiro, olhou pra mim com aquele olhão verde cheio de malícia e soltou um sorrisinho manhoso.
— Puta que pariu, Rafa... você já acabava comigo, mas agora aqui na cama você foi um monstro — a Camila murmurou, a voz fraquinha de tanto gemer. — Meu cuzinho tá queimando todo, mas eu já tô com vontade de novo.
— Pois se acostuma, sua folgada — a Vanessa mandou, dando uma palmada seca na bunda vermelha da irmã, fazendo a carne balançar. — Você não queria meu marido só pra você? Agora aguenta o tranco. E ó, limpa esse quarto direito que daqui a pouco o Ricardinho tá pousando na cidade e eu quero essa casa bem arrumada pra receber meu convidado especial.
Ouvir o nome do tal Ricardinho fez meu pau, que ainda tava melado de gozo, dar aquele solavanco de novo. A Vanessa percebeu na hora. Ela deu uma risada baixa, se arrastou pelo colchão até a beirada da cama e se ajoelhou no chão, bem entre as minhas pernas.
Sem dizer nada, ela segurou a base do meu pau com as duas mãos e começou a limpar a minha pica com a boca, passando a língua morna por tudo, tirando o resto do leite e do suor que tinha ficado da Camila. Ela chupava devagar, fazendo aquele barulho de sucção (nhum, nhum, nhum), olhando bem no fundo dos meus olhos, sabendo exatamente o que tava fazendo com a minha cabeça.
— Olha só como ele fica duro só de ouvir o nome do homem que arrombou minha bucetinha — a Vanessa provocou, tirando a boca por um segundo, com o queixo todo molhado de saliva. — Você tá doido pra ver ele me pegando, né, meu corninho? Você tá louco pra ver o pau que arrombou minha buceta entrar em mim de novo na sua frente.
— Eu quero ver você ser fudida por ele, Vanessa — eu mandei na lata, segurando a nuca dela com força e empurrando o pau de novo na garganta dela. — Quero ver você virar do avesso enquanto eu uso a sua irmã de brinquedo do seu lado.
A Camila, ouvindo aquilo da cama, se arrastou pra beirada, toda peladinha, e encostou o peito nas minhas costas, me abraçando por trás e passando as mãozinhas pelo meu peito.
— E eu vou ficar olhando tudo, Rafa... — a Camila sussurrou no meu ouvido, dando uma mordidinha na minha orelha. — Vou ficar vendo a minha irmãzinha dar pro ex dela enquanto você soca fundo na minha bucetinha.
A Vanessa tirou o pau da boca, deu uma risada alta e se levantou de uma vez, mostrando o corpo todo marcado.
— Então tá combinado, meus viciados. Eu vou tomar um banho agora, botar uma roupa bem safadinha e ir pro aeroporto esperar o Ricardinho. E vocês dois... fiquem aí fudendo, porque hoje à noite essa casa vai virar um inferno de sacanagem!
A Vanessa deu as costas, rebolando aquele rabo gigante pela porta do quarto, deixando eu e a Camila sozinhos na cama de hóspedes. O som do chuveiro ligando no banheiro da suíte começou a ecoar pelo corredor, mas dentro do quarto o ar ainda estava pesado de tanto tesão.
A Camila nem esperou a irmã terminar o banho. A cunhadinha se ajeitou no colchão, ajoelhou na minha frente e olhou bem nos meus olhos com aquele olhar verde de sonsa. As mãozinhas dela foram direto na minha cintura, puxando meu corpo pra perto do dela.
— A Vanessa vai demorar no banho, Rafa... — a Camila sussurrou, a voz toda manhosa, roçando os peitinhos duros no meu peito. — Você não vai me deixar aqui só na vontade até esse tal de Ricardinho chegar, né? Você prometeu que eu ia ser sua puta particular...
— Você não aguenta mais nada, sua safada — eu provoquei, segurando as coxas dela e sentindo o calor que saía do meio das pernas dela.
— Aguento sim! Me fode de novo, cunhadinho! — a Camila pediu, num tom exigente, se jogando de costas no colchão e abrindo as pernas de par em par, mostrando a bucetinha branquinha toda encharcada e piscando pra mim.
Eu não pensei duas vezes. Me joguei por cima do corpinho dela, segurei as duas pernas dela lá no alto, apoiando nos meus ombros, e finquei o meu pau de uma vez só na buceta dela. A entrada foi macia, escorregando no mel que ela mesmo já tinha acumulado.
— AHHH, RAFA! — a Camila deu um grito rasgado, cravando as unhas nas minhas costas enquanto o meu pau entrava até o talo. — Isso, caralho! Fode a minha bucetinha! Fode a sua cunhada!
Comecei a socar forte, num ritmo bruto e rápido, fazendo a cama de hóspedes ranger e bater na parede: tapa, tapa, tapa! O barulho da nossa pele se chocando era alto. Eu via os peitinhos dela balançando a cada estocada e o rosto dela ficando todo vermelho de puro tesão.
— Você é minha puta agora, entendeu, Camila? — eu rosnei, abaixando a cabeça e mordendo o pescoço dela enquanto metia sem dó. — O Mauro foi embora e você virou meu brinquedo!
— Eu sou sua puta, Rafa! Sou sua! — ela gritava, jogando o quadril pra cima a cada metida, se esfolando no meu pau. — Me racha no meio! Me usa do jeito que você quiser!
No banheiro do corredor, o barulho da água do chuveiro parou. Poucos segundos depois, a porta do quarto abriu devagar. A Vanessa apareceu ali, parada no batente, usando só um roupão de seda preto aberto na frente, completamente pelada por baixo, com o cabelo loiro molhado e uma taça de vinho na mão.
Ela não disse uma palavra de bronca. A minha mulher encostou no batente, deu um gole no vinho e ficou ali, com aquele olhar azul cheio de malícia, assistindo eu socar o meu pau na buceta da irmãzinha dela.
— Que delícia de visão... — a Vanessa soltou, a voz rouca, passando a mão livre pela própria buceta e se masturbando ali mesmo na porta. — Continua, Rafa... Soca fundo na minha irmã! Quero ver ela gozar na sua pica de novo antes de eu ir buscar o Ricardinho!
Ouvir a Vanessa falando aquilo e ver ela se dedilhando na porta me deu um choque de fogo tão forte que acelerei as estocadas no limite. A Camila, vendo a irmã assistir e se masturbar, pirou de vez. A bucetinha da cunhadinha começou a espremer meu pau com uma força absurda, entrando num orgasmo violento.
— AIII, VOU GOZAR! RAFA, EU TÔ GOZANDO! — a Camila urrou, travando as pernas no meu pescoço, chorando de tesão enquanto o corpo dela tremia inteiro.
Não aguentei. Segurei no quadril dela com toda a força, dei as últimas três meteridas bem fundas e descarreguei uma leitada quente e grossa bem no fundo da buceta da minha cunhada.
Eu caí por cima do corpo trêmulo da Camila, arfando pesado, enquanto a Vanessa dava uma risada alta na porta, terminando de se masturbar e dizendo:
— Perfeito... Agora eu vou me trocar. O avião do Ricardinho pousa daqui a pouco, e eu tou louca para dar ele.
A Vanessa terminou de tomar o último gole de vinho na taça, deu uma risadinha baixa e maliciosa, e veio caminhando devagar até a beirada da cama. O roupão de seda preto vinha aberto, balançando e deixando todo o corpo branquinho e pelado à mostra. A Camila continuava jogada do meu lado, inteiramente nua, respirando fundo e com a bucetinha ainda escorrendo o meu leite fresco.
A minha mulher parou na minha frente, colocou a taça vazia no criado-mudo e se curvou, apoiando os braços nos meus joelhos. Os olhos azuis dela brilhavam com um nível de devassidão que ultrapassava qualquer limite que a gente já tinha testado. Ela me olhou bem no fundo dos olhos, com a boca meio aberta e a respiração pesada.
— Rafa... deixa eu te fazer uma pergunta bem séria antes de eu ir buscar ele no aeroporto — ela começou, a voz saindo num tom baixo, rouco e extremamente provocante.
— Fala, Vanessa — eu respondi, ainda ofegante, com a mão repousada na coxa da Camila.
A Vanessa passou a língua nos lábios, deu um sorriso de canto e jogou a bomba sem nenhum pingo de vergonha:
— Na época em que eu namorava com o Ricardinho... quando ele tirou o minha virgindade... a gente sempre conversava que um dia ia ter um filho juntos. Era uma promessa de adolescente, sabe? — Ela deu um suspiro manhoso, passando a mão de leve pelo meu peito até descer pro meu pau meio mole. — E agora que ele tá vindo do Rio, noitinha adentro, doido pra me fuder de novo... me deu um estalo na cabeça.
Ela olhou pra mim com uma carinha de puta submissa, mas cheia de perversidade:
— Você deixa ele me engravidar, amor?
