Sejam bem vindos!
Vou contar minha história, uma situação que caiu no meu colo do nada, no momento menos inimaginável possível.
Satisfação, me chamo Pedro, tenho 38 anos, casado e tenho uma vida boa tanto no aspecto social quanto financeiro. Já faz um pouco mais de três anos que eu e minha esposa, Patrícia, nos tornamos pais e como de se esperar tudo muda: rotina, hábitos, pessoas e ambientes. O foco da história gira em torno do âmbito pessoal, que graças a boa condição que adquirimos com muito trabalho podemos proporcionar um ensino de qualidade numa escola particular onde os pais são bem ativos e participativos criando grupos para tratar de questões comuns a todos e nesse interim amizades foram feitas e festinhas de aniversário passaram a fazer parte de nosso calendário.
Os anfitriões da vez eram Janaina e Igor, pais corujas que não pouparam gastos para a festança. Confesso que não sou muito chegado nesse tipo de festa mas é importante fazer uma social, ainda mais se tiver chope geladinho de graça. Pouco tempo depois chega mais um casal do grupo de pais, Pablo e Carol que vieram sentar-se conosco. Ao levantar para dar oi me deparei com uma Carol estonteante, usando um vestido preto com um decote generoso que comprimia seus seios quase os fazendo saltar e para ajudar ela senta bem na minha frente e durante boa parte da festa eu lutava para não olhar para aqueles peitões maravilhosos, já que minha mulher estava ao meu lado entretida na conversa e alheia a situação, só que em um momento de fraqueza fiquei hipnotizado secando descaradamente o decote e sou flagrado por Carol que com os olhos fixos no meus e diante da minha expressão de embaraço apenas sorri cordialmente.
Resolvi dar um giro pelo Buffet para desbaratinar da cena constrangedora de pouco e encostei num canto mais vazio ao lado de onde o chope era servido quando avisto Carol vindo em minha direção com aquele vestido preto contrastando com sua pele branca, cabelos longos de um loiro quase descolorido. Alta, coisa de 1,70 de altura, magra de corpo esguio, cintura fina de bunda empinada, uma mulher linda de sorriso fácil. E a cereja do bolo era o decote escandaloso que alimentava os pensamentos dos homens no local, pois eu não era o único a admirar seus seios magníficos, talvez o mais indiscreto.
-Escondido aí? disse ela.
-Vim pegar mais um chope, e você?
-Me esconder um pouco. Riu.
-Por que?
-Acho que exagerei no decote, como vamos sair para outra festa depois daqui não quis perder tempo voltando pra casa.
-Não acho, está ótimo assim, o vestido caiu bem em você.
Nunca conversei com Carol sozinho, sempre que interagi com ela estava junto da minha esposa, porém a impressão era que seu comportamento não condizia com o usual, quem sabe devido aos chopes que ela consumiu, seu olhar era intenso e interessado, o modo como sorria e mexia no cabelo indicava algo e resolvi comprovar de forma sutil.
-Fica em paz que está linda, só não fazia ideia de que tinha prótese.
-Eu? Imagina!
Ela se surpreendeu com minha fala.
-Tá querendo me dizer que é natural?
-Mas é claro! Sou nova ainda, tenho só 26 aninhos.
Seu sorriso ia de uma ponta a outra do rosto com o elogio disfarçado e nesse momento soube que possibilidades poderiam surgir, quais exatamente não sabia.
-Desculpa, é intromissão demais da minha parte, se não quer admitir é porque tem seus motivos.
-To falando sério, não tem nada de silicone aqui.
-Impossível! Deve ter feito algum procedimento.
-É o vestido que está valorizando, juro.
-Mesmo assim, se fosse só o vestido os seios ficaram espremidos e molengas, o seu nem se mexe. Nada que diga me fará mudar de ideia, completei fazendo gracejo.
Esse comentário fez o olho dela brilhar, seu ego tinha inflado e a vaidade tomou conta do seu ser, estávamos numa vibe legal e bem animada.
-Segura aqui!
Me deu seu copo e saiu andando e minutos depois voltou pegando o celular se achegando do meu lado e disse:
-Olha aqui!
O universo estava tramando a meu favor essa noite, pois Carol tinha ido ao banheiro e tirado fotos de topless. Eram três fotos, a primeira da cintura pra cima, a segunda foto mais de perto pegando a partir do busto e a última de perfil. Fiquei absorto vendo, analisando e memorizando os mais perfeitos seios que já tinha visto, volumosos de tamanho médio para grande, redondinhos e simétricos de mamilos de um tom marrom bem claro quase rosados, e totalmente firmes e empinados. Como seios naturais e daquele tamanho se mantinham em pé desafiando a gravidade?
-Puta que pariu! Que peitão gostoso bom de chupar.
As palavras surgiram involuntárias e tive uma ereção instantânea.
-Desculpa! Pensei em voz alta. Pensamentos intrusivos, brinquei .
-Não tem problema! E obrigada pelo elogio, eu acho.
Carol ria gostosamente do próprio comentário enquanto tomava uma golada generosa do seu chope.
-Gente, onde estou com a cabeça! Vim no aniversário organizado pela minha melhor amiga com minha família e me enfiei no banheiro para fotografar meus peitos para outro homem, que por sinal é marido de outra amiga que também está aqui.
Uma conversa séria e profunda aconteceu, na qual Carol revelou que o casamento estava em crise e que brigas eram constantes e ele quase não a procurava e isso a deixava mal, por não se sentir desejada pelo próprio marido. Ouvi atentamente pensando como um cara pode tratar uma mulher espetacular como essa com tanto descaso, eu certamente a trataria como ela merece. Voltamos para o encontro de nossos pares para não dar brecha para interpretações erradas que no caso seriam corretas.
Na hora da ir embora fui rapidamente trocar uma palavra com Carol.
-Fica tranquila que seu desabafo e tudo mais fica entre nós, nem preciso falar né?
-E outra coisa, não posso dizer pelos outros, mas sobre você não se sentir desejada pode ter certeza que de hoje em diante tem alguém que te deseja, e muito.
Tentei de dizer forma direta, porém descontraída e parece que deu certo, já que ela ficou corada e com os olhos um pouco marejados.
-Agora é viver com a esperança de presenciar ao vivo o que vi pelas fotos.
Esta última frase arrancou uma bela gargalhada da garota dos peitos perfeitos enquanto cada um seguia para seu canto, e obviamente que minha esposa pagou a conta por toda a excitação da noite, a fodi com vontade, não pensando na Carol pois minha esposa também é um tesão de mulher e me excita por si só. O objetivo não é pensar na Carol enquanto trepo e sim foder ela pessoalmente.
A tarefa de levar nossa cria para escola é da minha esposa, exceto por um dia na semana que é seu rodízio e naturalmente a função passa mim. Com o carro na oficina vou andando e depois pego transporte público, essa era a ideia, e na porta da escola encontro a Carol que ao me ver já abre o sorriso e me dá um abraço, o primeiro desde que nos conhecemos, bem apertado e aconchegante. Conversando um pouco ela acabou me oferecendo uma carona até a estação de metrô da região afirmando que era caminho da academia que ela frequentava. Maravilhosa como sempre vestia uma calça legging preta que destacava sua bunda empinada e coxas bem formadas e na parte de cima um top de mesma cor, ou seja, ela estava uma delícia.
-E aí, como estão as coisas? Ela perguntou.
-Na mesma, mas sempre na esperança!
Tomei a iniciativa para ver se ela ainda estava na mesma vibe daquele dia.
-Ah é? Achei que já tinha esquecido disso, riu.
-Não tem como esquecer essas maravilhas!
Carol deu risada novamente e resolvi ir mais direito ao ponto.
-Só resta saber quando vou poder ver pessoalmente essas obras de arte!
-A gente combina um dia, respondeu.
-E porque não agora? Já estamos aqui mesmo, falei.
Ela hesitou e ficou pensativa batendo os dedos no volante enquanto dirigia.
-E como fazemos isso agora?
-Tem uma rua perto da estação que é deserta e não passa ninguém, pode ser lá.
Na tal rua paramos o veículo em um canto meio escondido que ninguém teria visão.
-Como quer fazer? Carol perguntou.
O fato dela estar ali sentada olhando para mim numa rua deserta era a comprovação de queria algo e eu não precisaria ficar de enrolação.
-Se me permite...
Delicadamente eu puxei uma alça do top a deixando deslizar pelo ombro depois fiz o mesmo movimento na outra alça e fui puxando o top para baixo até os seios saltarem livres e balançarem deliciosamente. A visão dos peitos de Carol tão de perto era coisa de outro mundo, pessoalmente eram maiores e mais empinados e seus mamilos já estavam duros e pontiagudos indicando sua excitação. Fiquei com água na boca de olhar aquelas tetas gostosas e seu rostinho encabulado só aumentava meu tesão.
-Que perfeição!
Instintivamente comecei a alisar os seios com os dedos suavemente passeando por toda sua extensão. Carol apenas fechou os olhos sentindo meu toque e como não houve represália apertei massageando seus peitos firmes e macios ao mesmo tempo e quando dei atenção especial aos seus mamilos ela gemeu com a forma com que brincava com eles usando o dedão e fazendo movimentos circulares.
Com o clima propenso eu me curvei um pouco e dei um beijinho suave em um de seus seios.
-Pedro...
Antes que ela dissesse algo eu tomei a palavra, agora não poderia ter mais volta, eu estava enchendo as mãos naquelas tetas enormes, não tinha como pelo menos dar uma bela mamada neles.
-Relaxa que vou com carinho.
Então um beijinho virou dois e abocanhei seus seios chupando com voracidade e alternando entre eles saboreando aquelas duas preciosidades. Carol arfava com minha boca quente lhe sorvendo, principalmente quando minha língua rodeava seus mamilos.
-Que peitão gostoso, não falei que era bom de chupar?
O tesão aumentava e me acabava perdido nos peitos de Carol mamando com vontade mas eu queria mais e coloquei a mão na parte interna de sua coxa e comecei a massagear, toquei sua buceta por cima do tecido da calça e ela se retraiu um pouco talvez pela surpresa.
-Pedro...
--Só deixa acontecer, falei.
Agora caia de boca em seus peitões e esfregava a mão em sua pepeca que pegava fogo de tão quente, dava para sentir o tecido molhado, a safada gemia baixinho como se estivesse com vergonha de estar sentindo prazer com outro homem que não fosse seu marido.
-Você é muito gostosa, sabia?
Ela olhava pra mim com a boca aberta e respiração entrecortada.
-Diz pra mim que sabe que é gostosa!
-Sou gostosa sim, muito gostosa.
Com um movimento sutíl coloquei a mão por dentro de sua calça tocando sua bucetinha. Carol gemeu alto. O contato de pele com pele era sensacional, estava mais quente ainda e encharcada, as esfregadas no clitóris a fazia gemer de tesão e quando penetrei o dedo ela começou a gritar e rebolar segurando meus cabelos enquanto dava um trato nas suas tetas deliciosas.
O barulho que o dedo fazia ao entrar mostrava a suculência de sua buceta e Carol começou a ter pequenos espasmos até seu corpo enrijecer e ela gozar alucinadamente esguichando todo seu néctar ensopando sua roupa, minha mão e molhando o banco do carro. Carol levou um tempo para se recompor já que o orgasmo a deixou desfalecida mas seu semblante agora era sereno e de alívio, estava mais linda que nunca.
-Nossa, melequei tudo, deixa eu limpar isso!
Preocupada mais comigo do que com ela e o assento pegou um rolo de papel no porta luvas para limpar minha mão coberta do seu prazer.
- Pode deixar que eu limpo, falei enquanto lambia todo o melzinho.
Carol ficou vermelha de vergonha ao me ver saborear seu líquido viscoso.
-Que delícia! Na próxima quero provar direito na fonte.
-Vai ter próxima, é?
-Se depender de mim sim, e de você?
-Também, respondeu timidamente.
Ela pegou um frasco de álcool em gel para eu higienizar minhas mãos e foi repreendida prontamente por mim.
-Nem pensar, vou ficar com esse aroma de buceta gostosa o dia todo, meu novo perfume preferido.
O sorriso largo brilhou mais uma vez em seu rosto, não tem nada mais gratificante que ser desejada por alguém. Era certo que essa história continuaria e para mostrar como eu ansiava vê-la novamente provoquei um pouco ao sair do carro.
-Olha o que você fez comigo, vai ter que dar um jeito na próxima vez!
Sentado no banco do carona eu abri o zíper e saquei a peça pra fora, uma pedaço de carne dura e pulsante de 18 centímetros bem grossa com uma cabeçona inchada e babando apontando para cima. Os olhos de Carol fixaram hipnotizados e sua cara era de espanto e vislumbre, não só pelo tamanho mas acredito que por ter um um macho de pau duro por ela bem na sua frente mostrando explicitamente o desejo que despertava.
-Isso é o que te aguarda, falei em tom de brincadeira.
-Nossa, não sei se aguento isso tudo, disse enquanto dava risada.
-Aguenta sim, ô se aguenta!
Fui para o trabalho e ela voltou para casa por que não tinha condições de ir para academia naquele estado. Também peguei o número dela e adicionei em um outro celular usado exclusivamente para nos falarmos quando fosse preciso e de forma segura. Não nos falamos mais até um dia antes do rodízio da minha esposa no qual eu vou na escola e enviei uma mensagem para Carol em um horário que sabia que não teria problema.
"Te vejo amanhã, vai de saia e sem calcinha"
Continua...