Na Viagem um acidente e uma dívida
A história que eu vou contar é, pelo menos pra mim digamos, intensa, se é que podemos chamar dessa forma. Sou casado há 5 anos com o amor da minha vida, uma mulher inteligente e elegante, que sempre fez de tudo para que o nosso relacionamento fosse harmonioso e nada entediante.
Nosso relacionamento é baseado acima de tudo em verdade, confiança e reciprocidade. Por isso, todos os nossos medos, dúvidas, certezas e as questões mais íntimas sempre foram expostos para o outro, muitas vezes em conversas longas e adequadas.
Nos conhecemos na faculdade, ainda no primeiro semestre, e logo começamos um namoro memorável. Eu fui o primeiro e único homem dela (Salvo por uma história breve que tivemos, quando ela me confessou ter uma vez masturbado um namorado do colégio, um sujeito insistente e deselegante). Mas aquela má experiência não significava nada pra ela. Da minha parte ela foi a primeira mulher em qualquer atividade sexual, e eu posso deixar claro, sempre fomos totalmente satisfeitos quanto a isso. Com relação às conversas francas, já falamos algumas vezes sobre ter experiências com outras pessoas, isso foi partindo inocentemente, de ambos, a partir de séries de televisão e filmes que continham cenas do tipo soft. Nunca procuramos nada, mas as cenas nos despertaram curiosidades, que geram conversas, mas nada com muito desenvolvimento, algo apenas no campo das ideias, que logo dissipavam e se perdiam nas correrias do dia a dia.
A propósito eu chamo kevin, sou de Detroit e sou casado com Ellen. Temos 30 anos. Ellen é linda. Uma mulher deslumbrante, de boa família e respeitada em sua carreira como consultora de negócios para grandes empresas multinacionais. Ela tem de olhos azuis e tem um belo corpo, um pouco viciada em manter o corpo e a mente saudáveis. Eu sou jornalista, trabalho para um conceituado jornal local de abrangência estadual em Michigan.
Um belo dia resolvemos colocar em prática uma sonhada viagem para a Jamaica, algo que aguardamos por muito tempo. Às vezes a rotina acaba por pegar a gente de surpresa e vimos que a viagem estava atrasada há dois anos, então era melhor não perder mais tempo. Eu fiquei responsável por tudo, planejamento, contratação de hotéis, passeios e decidimos que alugar um carro era a melhor opção para os deslocamentos.
Chegamos na ilha em um belo dia ensolarado, típico ambiente caribenho. Buscamos o carro na locadora e partimos para o nosso hotel. Demorei algum tempo para me acostumar a dirigir em mão inglesa, já havia feito em outras viagens para países que têm esse tipo de direção, mas havia um bom tempo que não o fazia.
A ansiedade para aproveitar cada segundo nos fez apenas deixar as coisas no quarto do hotel e saímos para uma primeira exploração do local. Eu tinha já em mente vários locais, particularmente gostaríamos de explorar os menos habitados, temos um perfil de preferir menos aglomerações, mas nesse caso fomos mesmo em Hellshire Beach, queríamos comer e beber para relaxar logo. Quando chegamos nos dirigimos a um dos belos restaurantes, famosos pelos frutos do mar. Sem notar as horas que passavam, comemos e eu confesso ter bebido um pouco demais. A Ellen, como sempre a mais sensata, bebeu apenas um drinque e ficou mais na água, talvez antevendo que eu poderia passar um pouco do ponto.
Era hora de retornar e Ellen pediu para dirigir, apesar de nunca ter conduzido um automóvel em mão inglesa, e não estar cadastrada como segunda condutora no veículo, seria mais seguro. Conversávamos calmamente no retorno, mas em uma curva um pouco fechada o nosso carro avançou perigosamente em direção a contra mão. No sentido contrário vinha uma caminhonete grande e aconteceu uma colisão. Nada grave, ambos os carros estavam dentro da velocidade permitida, mas houve uma natural reação de susto. Fizemos nossa verificação nos perguntando se estava tudo bem, com a gente estava. Um homem local, de aproximadamente 50 anos, desceu da caminhonete levemente alterado, mas educado.
George era o seu nome. Pareceu ser um sujeito ponderado, desceu não aos berros, mas um pouco irritado e gesticulando muito. Ellen reconhece a culpa e se justifica, olho em seus olhos enquanto ela quase chora. O sujeito percebe que não estávamos ali para fazer mal e se acalma, e iniciamos uma conversa, como adultos que somos. O homem informa que vai abrir um chamado na polícia, mas avisa que poderia ter problemas com corrupção local e mais dinheiro poderia ser envolvido, além de diversas questões burocráticas. Da nossa parte, a maior preocupação é com o seguro na locadora, já que quem conduzia não era eu. Além do mais, ele queria uma quantidade razoável de dinheiro e queria ali na mesma hora desconfiando da nossa palavra de sacar no dia seguinte e realizar o pagamento.
Em questão de segundos, nossas sonhadas férias transformaram-se em cenas um pouco difíceis de lidar, de certa forma saímos de um sonho para um pesadelo. Uma hora de uma cansativa conversa. Ele permanecia irredutível quando ao recebimento na hora, chorando Ellen lhe oferece seu bracelete, que dei de presente de casamento no último ano. O homem nega e torna a se irritar, ele disse que não entendia de jóias, que conhecia a linguagem do dinheiro, que estava retornando do trabalho quando entramos em seu caminho, estávamos realmente sem muita saída, com os carros lado a lado em um estacionamento à beira da estrada às 21 horas da noite. Cansado do impasse George então fez a proposta mais absurda que já ouvimos na vida, um verdadeiro choque:
— Vejam, amigos. Nós podemos resolver isso tudo de uma maneira pouco ortodoxa, mas eu não quero ser mal interpretado por vocês. Disse ele em um tom mais calmo.
— Prossiga — Ellen falou antes de mim, demonstrando extremo cansaço com essa situação toda.
— Vejam, eu sou viúvo há alguns anos, trabalho muito e não tenho tempo para cortejar mulheres, vivo uma vida solitária... Preciso ser direto ao ponto, com todo o respeito: Você é muito bonita e me agrada muito. Poderíamos resolver esse problema tranquilamente, eu moro aqui perto, podemos chegar em minha casa e você me masturbaria? Mas não uma, mas duas, em dias diferentes e eu não levo adiante esse incidente. Tentou dizer de uma maneira pausada e respeitosa, por mais incrível que essa afirmação possa parecer.
— Isso é um completo absurdo! Nós vamos denunciar você, isso sim! Vamos chamar a polícia e resolver isso logo, Kevin. — Protestou ela se afastando.
— Sr Gorge, eu consigo entender o seu ponto, mas você acabou de fazer a proposta mais absurda que já ouvi na minha vida. Porque faríamos isso? Temos dinheiro para te pagar, só não o temos aqui agora, mas podemos simplesmente amanhã sacar e te pagar.
— Vejam bem, eu sugeri o valor em dinheiro, não estou contando o tempo que meu carro ficará em manutenção e tudo mais, uso este carro para trabalhar e não tive culpa alguma do ocorrido. Sei que é tarde, mas e se nunca mais ver vocês? Como ela me interessou, tenho uma segunda proposta, fiz de maneira respeitosa e sem forçar nada. Vocês não me conhecem, mas tampouco eu conheço vocês. Vou dar um tempo e em seguida chamaremos as autoridades, é a terceira via para resolver esse tipo de conflito, vou dar um tempo para decidirem. — George foi taxativo, ainda que irritantemente calmo.
— Oi, meu bem. — Disse eu me aproximando de Ellen, que se afastou da conversa depois daquela proposta.
— Estraguei as nossas férias, meu amor. Você planejou tudo com tanto carinho e agora isso? Porque foi acontecer com a gente, foi um dia tão maravilhoso. — Disse desolada.
— Você não estragou nada. Vamos tentar acalmar os pensamentos. E se?
Ela interrompeu a minha frase me olhando bem assustada.
— Você não consideraria a segunda opção que esse homem deu, não é?
— Meu amor, sempre fomos sinceros um com o outro. Estamos ferrados aqui, nenhuma opção é boa, mas dada a hora e o cansaço eu deixo em suas mãos, é você quem faria mesmo. Eu estaria ali para te apoiar e dar segurança.
Ela me fitou surpresa tentando assimilar o que eu acabara de lhe dizer, então prossegui.
— Sei que é um absurdo, resolver uma causalidade dessa forma, mas estamos aqui e nada de mal nos aconteceu. Ele está sendo um vigarista, mas eu não senti maldade para além da lascívia proposta de um homem local que se depara com uma oportunidade de ouro de se aproveitar de uma bela turista como você. Lembra da sua primeira experiência, hoje não significa nada pra você, essa seria a mesma coisa e esquecemos desses episódios.
Ela consentiu com a cabeça, parecia não ter forças para se opor.
— É o seguinte, Mr. George. Podemos aceitar a sua segunda proposta, mas com a condição de você não mencionar isso com outras pessoas e de que teremos segurança em sua casa e que não haverão mais dívidas financeiras ou de qualquer tipo.
Ele abriu um sorriso e olhou para ela que estava atrás de mim, se encolhendo com a sua saída de praia transparente e biquíni, uma presa prestes a ser abatida por um estranho em nossas tão sonhadas férias de descanso.
Enquanto conduzi o carro seguindo a caminhonete falamos pouco, torcendo para que tudo passasse o mais rapidamente possível. Chegando no local, ele desceu e abriu um portão, continuamos mais alguns metros e estacionei em frente a uma casa bonita e arrumada, isolada de vizinhos.
— Vamos, entrem por favor.
Ao entrar nos deparamos com um interior simples e limpo. Um sofá apenas, ventilador de teto ligado e grandes duas janelas abertas, uma brisa calma entrava no ambiente sacudindo levemente a cortina branca. George ligou um som baixo uma música caribenha que eu não reconheci e falou:
— Sentem, a casa é simples mas espero que esteja tudo bem. — Disse gentilmente.
— Podemos fazer isso logo? — Ellen falou de forma apressada e nervosa se sentando ao meu lado, perto de mim, enquanto George se sentava no outro lado.
— Penso que eu devo ir tomar um banho, trabalhei o dia todo que não quero deixar uma má impressão. Pode ser?
— Sim — eu respondi desconcertado.
Ele se dirigiu rapidamente pelo corredor. Ficamos ali, segurando as mãos um do outro tentando fingir naturalidade, mas sem trocar mais palavras, apenas pensativos, torcendo para que tudo fosse rápido.
Cinco minutos depois George retorna vestindo uma camisa regata branca e um calção, parecendo roupa de dormir. Têm em mãos algum tipo de óleo lubrificante e um travesseiro que coloca no chão à sua frente.
— Vocês querem uma cerveja? — Perguntou
Obviamente negamos, não tínhamos o que comemorar, não estávamos felizes e muito menos relaxados, apenas queríamos que tudo corresse bem o tempo passasse acelerado. Ele se dirigiu à cozinha e voltou com uma cerveja em suas mãos e se sentou com as pernas abertas, se jogando em seu sofá como um rei, mas em silêncio.
Ellen tinha suor em suas mãos e não sabia muito o que fazer, parecia travada pelo estado de nervosismo extremo que se encontrava.
— Acredito que o travesseiro seja pra você, meu amor. — Eu disse tentando quebrar o péssimo clima que pairava no ar e adiantar as coisas.
Ela se levantou lentamente e ajoelhou trêmula em frente àquele homem, com os olhos fixos em direção ao chão, tentando esconder o rosto atrás dos cabelos loiros, ficou imóvel por alguns segundos.
— Você poderia puxar o meu calção? — Disse George ironicamente tentando parecer gentil.
Ela se levantou um pouco e foi puxando pelas pernas dele, liberando lentamente o pênis enorme que, mesmo ainda flácido, parecia realmente impressionante.
— Por gentileza, senhora, estique as suas mãos, vou colocar um óleo para facilitar o nosso contato.
Ela esticou a mão direita, trêmula. Tentou se manter firme enquanto sentia aquele óleo sendo depositado na palma pálida.
— Pronto, pode ficar à vontade, minha querida. — Afirmou em tom sarcástico.
Foi a primeira vez que ela levantou a fronte, me olhando de forma aflita. Tentei acalmá-la, mas eu também estava aqui ansioso com essa cena que parecia saída de algum filme dramático com roteiro maluco.
Ela olhou para o seu pênis e, sem demonstrar reação, foi o colocando pra cima. Era tão grande que teve que auxiliar também com a mão esquerda porque acabou escorregando duas ou três vezes. Quando ele foi ficando mais firme eu fiquei ainda mais surpreso porque a mão delicada da minha esposa mal conseguia envolver a sua circunferência, isso era no mínimo desconcertante para mim. Não achava que tinha o pênis pequeno, mas nessas condições é difícil sentir que estava apenas na média.
Ellen tentava fingir tranquilidade e passou a se esforçar em sua trágica tarefa, cumprir o papel humilhante e intenso, satisfazer um desconhecido que claramente, apesar de ter alguma razão, nos colocou em um beco sem saída. Ele está ali em sua frente, se deliciando com cada segundo, sem tirar os olhos de minha esposa.
Aos poucos ela vai adquirindo certa habilidade em sua tarefa. Eu fico de espectador, tento não olhar muito para o homem, mas quando olho o vejo relaxado, dando muitos goles em sua cerveja, sempre olhando fixamente para a minha Ellen, que tenta não o encarar.
— Amigo, será que você faria a gentileza de pegar mais uma cerveja para mim, por favor? Se quiser, aproveite e pegue uma pra você também.
Essa frase rompeu o clima tenso de silêncio entre nós três. Eu, com uma estratégia de não deixar ela ainda mais nervosa e acalmar os ânimos, eu me levantei sem falar nada.
— Uma água pra mim, meu amor. — Disse, vacilante.
— Claro, querida. — Eu respondi caminhando por trás dela enquanto ela me olhava.
Pego rapidamente duas cervejas e a sua água e, enquanto estou passando pelo corredor em direção à sala escuto os dois rindo, ainda que em tom ameno. Ellen me olha com medo e o George fala por ela, enquanto lhe entrego a sua cerveja.
— Rimos porque o meu pau continua escorregando às vezes, mas ela é absolutamente maravilhosa.
Entrego a água para a minha querida que recebe o copo com a mão esquerda. Noto que, por algum motivo, ela continuou segurando o pênis ereto, fazendo inclusive alguns movimentos de apertá-lo, tentando contê-lo ou ao menos não se perder no ritmo.
— Obrigada, meu amor. — Disse me devolvendo o copo.
Sorri para ela enquanto ela me olhava já mais relaxada, os risos com o George parecem já ter sido frutos da minha atitude de não estourar quando ele pediu uma cerveja, parece que daqui pra frente o clima mudaria, e mudou.
— Brindemos a amizade e o amor! — Riu George e brindamos.
Notadamente mais relaxada, retorna a sua atividade com mais afinco, concentrada na sua missão. Eu olho para o relógio e conto já mais de dez minutos desde que ela iniciou a masturbação daquele homem e, ao que tudo indica pelo estado de relaxamento do nosso algoz, isso vai demorar um bom tempo. Pego em meu celular e escuto mais uma piada de George.
— Hey, amigo. Se for tirar fotos, você poderia me enviar também. Guardarei com carinho pra sempre.
Rimos, mas eu afirmo prontamente que vamos esquecer tranquilamente estes episódios das nossas vidas e jamais faria tais fotos. O motivo do celular era meio que uma vã tentativa de fingir naturalidade, presencio este pitoresco cenário apenas como espectador.
— Já que estamos falando disso, meu amigo. Isso aqui é melhor do que eu jamais sonhei, a Sra. Ellen é realmente muito prestativa. Mas, vou lhes dizer que eu posso ficar assim a noite toda, me deliciando com o toque delicado de suas duas mãos, enquanto escorregam pelo meu pau e olhando para este rosto angelical.
E prosseguiu, mais uma vez em tom respeitoso e tranquilo.
— Existe uma chance de ela deixar os seios à mostra? Estou vendo alguma coisa daqui pelo seu biquíni, mas acho que ajudaria a me concentrar e gozar mais rapidamente.
O pedido não foi surpreendente, não foi do nada. Mas ele se dirige a mim, nunca à ela, notei isso neste momento. Pode ser algo cultural do seu país, tratar as mulheres como propriedade privada, algo que na sociedade em que vivemos já é algo ultrapassado há décadas. Agora, falando sobre o pedido em si, respondi de uma forma que realmente Ellen me olhou boquiaberta, porque sim, eu concordei com a proposta.
— Meu amor, queremos que isso acabe o mais breve possível, e eu tendo a concordar com o Sr. George. Conheço o seu corpo mais do que ninguém e tenho absoluta certeza que faz sentido fazermos isso para acabar logo.
Ellen consentiu sem falar, confiando no meu julgamento. Lentamente retirou pelos ombros o seu transparente casaco de saída de praia, puxou na parte de trás as cordas que prendiam o biquíni, ainda com hesitação liberou os seus belos seios.
Enquanto ela fazia aquele balé delicado e da forma mais elegante que Ellen sabia naturalmente fazer, George se deleitava, vibrando e se masturbando intensamente sozinho. Ele soltou o pênis e ela voltou novamente a atenção para aquele membro ereto, habilmente entrou logo no ritmo novamente.
— Viu, dona, notou que ele está agora mais duro? Se dirigiu sorridente para a minha esposa.
— Sim. Respondeu de forma desconcertada corando o rosto e com os mamilos endurecendo.
— Outra coisa, disse George — Eu percebo que você está um pouco distante de mim, o que pode estar causando uma dificuldade de manter o ritmo, talvez se você se aproximar encostando no sofá o ângulo lhe favoreça.
Ela me olhou e eu concordei, sinalizando com a cabeça. Inocentemente ela levanta, se exibindo em pé, seminua e deslumbrante, vestindo apenas a calcinha branca do biquini, empurrando com o pé direito o travesseiro até encostá-lo no sofá.
Ajoelhou novamente e pegou com determinação mais uma vez o pênis do nosso algoz. Da minha parte estou por aqui, fitando com atenção a cena que escalou rápida e estranhamente. Por algum motivo o medo, a raiva e a indignação inicial passaram, tanto para mim quanto para a minha querida Ellen. Fazemos parte de um momento, Sr. George e eu olhamos, cada um com suas necessidades para Ellen, a esposa que mesmo recatada dá o seu show à ambos, concentrada em sua função de satisfazer e dar prazer a um estranho.
Nesse momento eu percebi que houve uma rápida e decisiva mudança no humor em George. A cena de minha esposa seminua, de forma mais erótica possível, mexeu com ele. Ela já manuseia com mais habilidade seu pênis ereto próximo de seus seios e eu devo admitir, nessa hora eu também precisei disfarçar a minha ereção. Não me julgo, a cena tem um erotismo proibido, mas é de um erotismo que, de certa maneira conversamos anteriormente em nossas vidas, sobre talvez ir a bares e casas de swing, conhecer outras pessoas, algo que nunca havíamos colocados em prática e estava acontecendo forçadamente por uma intempérie da vida, ainda que isso não fizesse parte dos planos de férias.
Ellen, que percebeu o momento de George se esgueirou ainda mais para frente, aumentando a velocidade das estocadas enquanto dessa vez olhava fixamente para ele, tentando derrubá-lo de seu pedestal, tentando sim, com um jogo de sedução intensa fazê-lo gozar e, finalmente.
Ele leva a sua mão direita ao seu pau, envolvendo a mão delicada de Ellen e pressionando como nunca antes a mão dela contra o seu pênis, ela permaneceu concentrada olhando agora para as mãos entrelaçadas quando houve o tão esperado anúncio.
— Estou gozaaaando, meu Deeeeus, que delícia. Sentenciou George, seguido de urros e vários elogios cansados.
O primeiro jato de gozo pega diretamente no queixo da minha esposa e os outros vão todos em direção ao corpo, principalmente em seus seios. Ellen, cansada, coloca as mãos pra baixo e se recupera, ofegante. George, quase por instinto, começa a passar seu pênis nos seios dela, um de cada vez, ela parecia tão cansada e anestesiada surpreendentemente aceita aqueles movimentos, talvez por uma certa intimidade adquirida, talvez por uma certa química que aconteceu ali entre aqueles dois.
O Sr. George rompe o silêncio e oferece a mão em cumprimento para mim. Aceitei tentando disfarçar enquanto ouvia ele dizer.
— Amigo, você é o homem mais sortudo do mundo. Fiquei impressionado como você conseguiu ficar ai parado, fosse você no meu lugar estaria com o pau duro pra fora esperando pela esposa. Falou mais uma vez com o irritante tom gentil.
— Onde fica o banheiro? Perguntou Ellen enquanto se levantava, novamente envergonhada juntando as suas poucas roupas.
— No fim do corredor, minha querida.
Minha esposa foi em direção ao banheiro. George se recompôs, colocando a bermuda e finalizando a cerveja que acabou esquecendo. Amanhã vocês podem voltar na mesma hora, disse enquanto Ellen retornava já limpa e tentando se esconder de qualquer outro contato com o homem.
Falei que sim, que iríamos cumprir o acordo até o fim, e esperava que ele cumprisse também. Nos despedimos, ele cumprimentou Ellen que já apanhada novamente pelo medo não o encarou, apenas estendeu a delicada mão que tanto trabalhou há pouco.
Já no carro, agora sim no caminho de volta para o nosso hotel, conversamos pouco. Ellen parecia muito envergonhada e eu não quis falar com ela respeitando o seu momento.
Ao chegarmos no quarto ela desabou aos prantos.
— Me desculpe por tudo isso, meu amor, estou desolada, nem sei o que dizer, mas isso foi tudo por culpa minha.
Sentamos na beira da cama quando eu falei.
— Ellen, está tudo bem, meu amor. Não estivemos lá juntos? Eu não acredito que fizemos algo de errado, apenas nos protegemos com segurança para sair de uma situação difícil, já fizemos isso tantas vezes na vida, não é?
— Você não está mesmo zangado comigo, tentei fazer com que aquele pesadelo passasse logo. Percebi que você também fez muito por mim tentando me deixar calma.
— Eu só quero que você entenda que eu te amo e não falo isso da boca pra fora. Você que fez todo o sacrifício, para mim foi muito tranquilo, estava apenas sentado do lado de vocês dois observando cena por cena. Falei em tom mais uma vez pacificador e a beijei.
De início ela se surpreendeu com o beijo naquele momento, nem banho ela havia tomado. O clima esquentou logo e eu passei a mão em sua vagina, por fora do seu biquíni e percebi que a vagina molhada fez escorregar de um lado a outro o fino tecido. Isso mexeu comigo, fiquei pensando enquanto a beijava em como tudo aquilo havia, minutos antes, encharcando a vagina da minha esposa daquela forma, ainda que ela estivesse amedrontada, uma excitação ficou notável, não era somente comigo.
— Está bem lubrificada. Brinquei. — Agora eu posso ficar mais tranquilo de ter estado algumas vezes com o pau duro naquele sofá.
— Sério, amor? Eu nem percebi, estava muito aflita. — Disse meio aliviada.
— Aflita ou não, a sua vagina gostou de certa forma, e o meu pau também.
— Isso é uma loucura, Kevin. Sobre o que estamos falando? Questionou Ellen me olhando profundamente.
A beijei novamente e fui tirando o biquíni e posicionando ela ao centro da cama. Comecei a chupar intensamente os seus seios, lambia-os lentamente, às vezes mordia, enquanto massageava a sua vagina e fiquei fazendo isso por muito tempo. Não preciso mencionar que nessa hora eu lembrava da cena em que o Sr. George deslizou o seu pênis gozado por toda a extensão do Ela gozou várias vezes gemendo e chamando meu nome, fiquei ali sabendo que, quando iniciasse a penetração não conseguiria durar muito tempo, foi isso dito e feito. Quando a penetrei, meu pênis entrou facilmente, escorregava deliciosamente e em poucos instantes de fortes movimentos gozei intensamente. Ellen gozou e gemeu intensamente comigo, um momento lindo em meio aquele caos absurdo.
Deitei ao seu lado e ficamos ali, parados por um bom tempo. Cada um tentando entender o que aconteceu nesse dia, que diferentemente do que eu havia falado para o Sr. George anteriormente, vai mudar as nossas vidas para sempre.