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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 12 versão. Henrique

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 958 palavras
Data: 21/06/2026 07:58:39

Meu nome é Henrique. Quem me vê aqui na roça com o short da firma sujo de poeira da obra, fingindo que sou um guri trabalhador, tímido e meio bobo, não faz a menor ideia do tipo de peça que eu realmente sou. Na cidade grande, eu perdi o meu emprego de carteira assinada, e não foi por causa de crise ou porque o mercado estava difícil. Eu fui de ralo porque não queria saber de compromisso com a dureza do batente; a minha rotina se resumia a gastar cada centavo em noitadas, cachaça da cara e viver enfiado dentro de cabarés vagabundos até o amanhecer.

Foi exatamente em uma dessas madrugadas vazias, no fundo de um cabaré de beira de estrada, que eu conheci a Mariana. Ela nunca foi minha esposa legítima, nunca teve aliança e muito menos papel passado. A Mariana era a puta mais rodada daquele cabaré, uma piranha de marca maior que cobrava caro para deixar os homens malucos. Eu vi o tamanho da malícia no olhar daquela morena e a ambição que ela tinha no peito, e percebi na hora que ela seria a parceira perfeita para qualquer trapaça, desde que rolasse muito dinheiro no final.

Antes de falecerem, os meus pais sempre repetiam que, se a corda apertasse no meu pescoço e eu ficasse sem teto ou sem rumo, era para eu procurar o meu tio. Confesso que tomei um baita susto quando resolvi investigar a vida do sujeito e descobri que, escondido aqui no interior, ele era dono de uma boa extensão de terras e uma casa espaçosa. Meus olhos brilharam na mesma hora. Vi ali a oportunidade perfeita de sair da lama sem precisar passar o resto da vida quebrando pedra.

Foi aí que montei a armadilha, detalhe por detalhe, deitado na cama daquele cabaré enquanto a fumaça do cigarro subia. Expliquei o plano para a Mariana: nós viajaríamos para a roça posando como um casal de namorados apaixonados e trabalhadores que precisavam de abrigo. A missão principal dela seria usar todo o seu jogo de sedução com o meu tio Omar. Ela tinha que atiçar o instinto dele, andar com roupas curtas pela casa, deixar o perfume no ar e dar para ele de todas as formas possíveis, até o sujeito ficar completamente de quatro por ela e enfiar um filho na barriga da morena. Com a gravidez de um herdeiro legítimo garantida e o coração do proprietário amolecido, nós daríamos o xeque-mate: falsificaríamos os papéis, colocaríamos as escrituras no nosso nome e roubaríamos até o último palmo de chão das terras.

Só que a realidade quando chegamos aqui se mostrou bem mais complicada. O meu tio não é nenhum bobo da corte; o sujeito tem o faro apurado e desconfia até da própria sombra. Para o golpe funcionar sem levantar nenhuma suspeita, tive que engolir o meu orgulho e aceitar pegar pesado no sol da tarde, carregando cimento e cavando buraco na obra da região. Faço o papel do sobrinho inocente, submisso e meio otário, que abaixa a cabeça para tudo, só para mantê-lo cego e distraído enquanto a Mariana faz o trabalho sujo entre quatro paredes.

Eu nunca tive, nem por um segundo, qualquer tipo de sentimento ou afeto pela Mariana. Ver ela agora ali na sala, se esgoelando e rebolando com força no meio de toda essa safadeza, ou lembrando de como ela toma aquela pica do meu tio na cozinha, não me causa o menor pingo de ciúme de corno. Para mim, o corpo dela é apenas uma ferramenta de trabalho, um objeto que estou usando para alcançar o topo. Enquanto o meu tio acreditar que está saindo por cima, usando e abusando da "mulher do sobrinho" e descarregando o seu leite nela, eu continuo aqui no canto, sorrindo e jogando o meu jogo, esperando pacientemente o dia de assinar a certidão de óbito do patrimônio dele.

Cada gota de suor que escorre do meu rosto na poeira daquela obra é um segundo a menos que falta para eu me tornar o dono de tudo isso aqui. O plano está correndo perfeitamente, exatamente como desenhei na minha mente enquanto estava na sarjeta da cidade grande. O meu tio Omar acha que é o malandro, o velho rústico que bota banca de dominador porque está traçando a "esposa" do sobrinho inocente bem debaixo do meu nariz, mas mal sabe ele que cada gemido da Mariana na cama é um passo a mais para a ruína dele.

Para o golpe ser certeiro, eu preciso que ele crie um vínculo de sangue com essa barriga. Quero que ele se sinta o patriarca, o touro reprodutor que engravidou a piranha que ele jurava que era minha. Quando a Mariana aparecer com o teste positivo e aquela cara de choro fingida, dizendo que o filho é dele, o velho vai amolecer completamente. O orgulho dele vai lá pro teto. É nessa hora, com ele dopado de tesão e com o ego inflado por ter feito um herdeiro nessa idade, que eu vou entrar em ação com os papéis.

Eu já andei sondando os cantos da casa e sei exatamente onde ele guarda os documentos antigos das terras. Já consegui contato com um sujeito da cidade, um tabelião de quinta categoria que faz qualquer assinatura virar lei por um punhado de notas de cem. Nós vamos forjar uma doação em vida ou um contrato de compra e venda fictício, passando cada hectare e essa casa inteira pro meu nome e pro nome da Mariana. Tudo o que preciso é de uma distração grande o suficiente para colher a assinatura dele ou a digital daquele dedão calejado enquanto ele estiver desatento, cansado depois de uma foda daquelas que a Mariana sabe dar.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 58Seguidores: 139Seguindo: 35Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

Foto de perfil de Ramses

O grande erro do esperto é achar que todo mundo é bobo.

Tio Omar desce lenha na Mariana, com arrogância, mas o tiozão não pode ter filhos! Quem vai se dar bem é o Tio e a mariana!!

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Foto de perfil genérica

Tomara que a Mariana tome um chá de pica tão grande que se encante pelo velho, perca a cabeça, fique com o velho e de um pé na bunda do Henrique.

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