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Simone: Minha Cliente Especial Parte 2

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Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 842 palavras
Data: 20/06/2026 12:01:11

​Parte 2 Fiquei ali entre 15 e 20 minutos focado exclusivamente naquele grelinho inchado. Eu lambia, chupava, fazia círculos com a ponta da língua e sugava com força, fazendo um barulho úmido de estalo que misturava com os gemidos desesperados dela. A Simone já não controlava mais o próprio corpo; ela tremia da cabeça aos pés, jogando a cabeça para trás, totalmente entregue àquela putaria.

​A buceta dela virou uma verdadeira cachoeira de tão molhada, inundando a minha boca e o meu queixo com o suco do tesão dela. O ápice veio avassalador: Simone deu um último grito sufocado, o corpo todo dela enrijeceu e ela desabou do sofá direto para o tapete da sala, se tremendo inteira enquanto o orgasmo explodia, deixando o tapete marcado com o rastro do seu líquido e do prazer que transbordava.​De repente, a Simone deu um estiramento no corpo, travou as pernas e, num espasmo avassalador, veio o primeiro jato. Não era xixi; era o gozo dela que saía em esguicho, jorrando com força direto no chão, molhando tudo ao redor enquanto ela gemia alto, com a voz embargada de tanto prazer. O corpo dela tremia inteiro em cima do meu pau enquanto ela esvaziava aquele tesão acumulado.

​Mas a sacanagem estava longe de terminar. Mal ela se recuperou daquela primeira explosão, o desejo falou mais alto de novo. Simone firmou os pés no chão, prendeu o ar e voltou a rebolar na poltrona com ainda mais força, provocando uma segunda rodada de roçadas brutas. Ela esfregava o grelinho com violência contra a extensão do meu pau, buscando o encaixe perfeito, totalmente ensandecida.

​Não demorou muito para o segundo ápice estalar. O quadril dela travou novamente, os músculos da bunda contraíram com força contra as minhas coxas e a Simone disparou o segundo esguicho da tarde. Outro jato violento de gozo legítimo jorrou para frente, lavando o tapete e provando o quanto aquela casada estava completamente maluca e entregue àquela putaria de domingo.

​Eu a puxei de volta com tudo, o meu pau latejando, estalando de duro, exigindo a sua parte. Simone, ainda trêmula e com as pernas bambas, me olhou com os olhos completamente vidrados de luxúria. Ela se ajoelhou novamente na minha frente ali mesmo no chão, agarrando a base do meu membro com as duas mãos.

​— Goza, vai... goza na minha boca! — ela implorou, com a voz completamente rouca.

​Não havia mais como segurar. Segurei firme nos cabelos dela, ditei o ritmo e empurrei o quadril para a frente. O espasmo subiu pela minha espinha e a primeira jorrada forte e quente atingiu o fundo da garganta dela. Simone colou os lábios com força, fazendo uma sucção faminta enquanto engolia tudo. Eu ovava com vontade, descarregando toda aquela adrenalina de domingo direto na boca dela, enquanto ela limpava cada gota com a língua, se tremendo inteira em um final perfeito de pura sacanagem.u não aguentei por muito tempo. Segurei firme nos cabelos dela, ditei o ritmo empurrando o quadril para frente e avisei que ia descarregar. O espasmo subiu forte pela minha espinha e eu descarreguei uma gozada violenta, uma porra farta e bem branquinha direto no fundo da garganta dela. A Simone recebeu o jorro completo sem recuar, sugando com força enquanto o sêmen disparava.

​Quando terminei, ela tirou a boca devagar, olhou bem no fundo dos meus olhos com um sorriso extremamente safado e colocou a língua toda para fora. A língua dela estava completamente coberta por aquela porra farta e branquinha, me mostrando o troféu da nossa sacanagem antes de engolir tudo de uma vez, saboreando cada gota.

​Mas a safadeza daquela mulher de 39 anos parecia não ter fim. Logo após engolir, ela desceu a boca para as minhas bolas, que ainda estavam enrugadas do espasmo. Começou a chupar o meu saco com vontade, passando a língua quente por tudo. Não satisfeita, a Simone foi além na putaria: me fez virar e começou a chupar o meu cu. Ela passou a língua várias vezes seguidas ali, alternando entre lambidas profundas e chupadas molhadas que me fizeram arrepiar da cabeça aos pés, despertando um tesão adormecido que fez o meu pau reasfaldar e ficar duro feito rocha outra vez, em questão de minutos.

​O sangue ferveu de novo e a adrenalina subiu com força total. Puxei a Simone pela nuca e a posicionei na minha frente mais uma vez.

— Eu vou gozar de novo, Simone! Engole tudo! — ordenei, com a voz rouca.

​Ela abriu a boca faminta e grudou com tudo no meu membro. Não demorou nada para a segunda carga estalar. Gozei novamente com vontade, despejando mais uma jorrada quente direto na boca dela. Dessa vez, a Simone engoliu tudo direto, rápido e com a agilidade de quem queria guardar aquele segredo só para ela. Ela não me mostrou a língua; em vez disso, subiu o corpo e grudou a boca na minha, me dando um beijo de língua profundo, quente e molhado, compartilhando comigo o gosto da minha própria porra que ela tinha acabado de engolir.

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Foto de perfil genérica Safado histórias reais Contos: 25Seguidores: 12Seguindo: 0Mensagem Você não apenas come essas mulheres; você as transforma, tira delas a versão mais safada que elas escondem da sociedade.

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