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Viajando pra casa do amigo com minha namorada - ultimo dia

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Um conto erótico de Matheus
Categoria: Grupal
Contém 2941 palavras
Data: 17/06/2026 20:06:22

Algumas horas depois, o sol já tinha se posto completamente. O quintal estava iluminado apenas pelas luzes da piscina e algumas lâmpadas amareladas da casa. Diego, Ruan e Júlia já estavam arrumados, parados na porta de entrada com as caras cansadas, mas ainda com sorrisos safados.

— Cara, esse foi o melhor final de semana dos últimos anos — disse Diego, dando um abraço rápido em Lucas e depois um aceno pra mim. — Matheus, você é foda pra caralho mesmo. Qualquer dia a gente repete.

Ruan riu, guardando o celular no bolso (ainda com a foto de Fernanda como plano de fundo).

— E você, Fernanda… porra, você é uma lenda. Obrigado pela hospitalidade.

Júlia foi a última. Deu um beijo demorado na boca de Fernanda, depois se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido:

— Cuida bem dela hoje. Amanhã ela vai tá toda dolorida. — Depois piscou e completou em voz alta: — Qualquer coisa me chama, hein.

Os três entraram no carro e foram embora. O silêncio voltou à casa, quebrado apenas pelo som distante dos grilos e da água da piscina.

A noite estava quente e calma.

Fernanda, ainda com o corpo marcado e um pouco cambaleante, me olhou com um sorriso cansado e falou baixinho:

— Vem tomar banho comigo, amor?

Segurei a mão dela e fomos juntos pro banheiro da suíte. Liguei o chuveiro quente e entramos os dois. A água escorria devagar sobre nós, lavando o suor, a porra seca e as marcas do dia. Eu ensaboei o corpo dela com calma, passando a mão nos chupões roxos, nos tapas vermelhos na bunda e nas coxas.

Fernanda encostou as costas no meu peito, deixando a água cair no rosto. Ficamos um tempo em silêncio até que ela falou, voz baixa e rouca:

— Eu te amo, sabia? Tipo… de verdade. Hoje eu me senti a maior puta do mundo, mas ao mesmo tempo… eu só consegui fazer tudo isso porque eu confio cegamente em você. Obrigada por me deixar ser assim.

Eu abracei ela por trás, apertando os seios dela com cuidado enquanto beijava seu ombro.

— Eu também te amo pra caralho, vida. Ver você sendo usada daquele jeito… me deixa louco. Mas no final do dia, é você voltando pra mim. É isso que me excita mais ainda.

Ela virou o rosto, me deu um beijo lento e molhado, cheio de carinho.

— Eu fui bem safada hoje, né? Deixei os três me arrombarem todinha… até o cu. E você assistiu tudo. Tá feliz?

— Muito — respondi, apertando ela mais forte. — Você foi perfeita.

Estávamos assim, abraçados debaixo da água quente, quando a porta do box se abriu devagar.

Lucas entrou pelado, pau meia bomba balançando, e fechou o box atrás de si. A água começou a cair também sobre o corpo dele. Ele se aproximou, colou atrás de Fernanda e passou os braços ao redor dela, encaixando o pau entre a bunda dela enquanto me olhava por cima do ombro dela.

— Sobrou espaço pra mim? — perguntou ele com aquele sorriso safado de sempre.

Fernanda soltou uma risadinha fraca, encostando a cabeça no peito dele, mas mantendo as mãos no meu pescoço.

— Vocês dois vão me matar hoje…

Lucas beijou o pescoço dela e olhou pra mim, esperando minha reação.

Lucas sorriu satisfeito e entrou de vez no box, o corpo grande colando atrás de Fernanda. A água quente agora caía sobre nós três. Ele passou as mãos pela cintura dela, apertando de leve, e encaixou o pau já meio duro entre as nádegas dela.

— Porra… vocês dois ficam lindos assim — murmurou ele, beijando o ombro marcado dela.

Fernanda soltou um suspiro longo, encostada entre nossos corpos. Uma mão no meu peito, a outra atrás segurando a coxa de Lucas. A voz dela saiu baixa, cansada, mas ainda com aquele tom safado:

— Vocês vão me foder no banho também? Eu mal consigo ficar em pé…

Eu ri baixinho e segurei o queixo dela, levantando seu rosto pra me olhar.

— Só se você quiser, vida. Hoje você já aguentou pra caralho.

Lucas, por trás, desceu a mão e passou os dedos devagar entre as pernas dela, sentindo a buceta inchada e sensível.

— Tá bem sensível né? — perguntou ele, circulando o clitóris com calma. Fernanda tremeu e gemeu baixo, apertando meu peito.

— Tá… mas não para… — pediu ela, voz manhosa.

Eu ensaboei os peitos dela com cuidado, massageando os mamilos duros enquanto Lucas continuava tocando ela por trás. Fernanda começou a rebolar devagar, esfregando a bunda no pau dele e apertando o meu com a mão livre.

— Eu amo isso… — sussurrou ela, olhos semicerrados. — Ter vocês dois cuidando de mim depois de me destruírem o dia inteiro.

Lucas deu um tapa leve na bunda dela e falou:

— Você foi incrível hoje. Nunca vi uma mulher aguentar tanto pau e ainda pedir mais. Até o cu você deu gostoso.

Fernanda riu envergonhada, escondendo o rosto no meu peito por um segundo antes de olhar pra mim novamente.

— Amor… você gostou mesmo de ver eles me usando daquele jeito? Algemada, vendada, cheia de porra…?

— Gostei pra caralho — respondi sincero, beijando sua testa. — Ver você virando puta completa pros meus amigos me deixa louco. Mas o melhor é ter você assim agora… só nossa.

Lucas pegou o sabonete e começou a lavar as costas dela, descendo as mãos até a bunda, abrindo de leve. Fernanda gemeu quando ele passou o dedo no cuzinho ainda sensível.

— Tá doendo um pouco… — confessou ela, mas rebolou contra o dedo dele mesmo assim. — Mas eu gostei. Quero fazer de novo outro dia.

Ficamos um bom tempo assim no banho: os três juntos, mãos passeando, beijos lentos, toques carinhosos misturados com safadeza. Lucas acabou endurecendo completamente e esfregava o pau entre as nádegas dela, mas sem forçar penetração. Eu beijava a boca dela com calma, sentindo ela gemer baixinho contra meus lábios toda vez que Lucas apertava ou tocava algum ponto sensível.

Depois de um tempo, Fernanda falou, quase sonolenta:

— Quero dormir entre vocês dois hoje… sem roupa, só abraçados.

— Pode deixar — respondi.

Lucas concordou com a cabeça, dando um beijo no pescoço dela.

Desligamos o chuveiro, nos secamos e fomos pra cama. Fernanda deitou no meio, completamente nua, ainda com algumas marcas visíveis. Eu de um lado, Lucas do outro. Ela puxou nossas mãos pra cima da barriga dela e soltou um suspiro satisfeito.

— Esse foi o melhor final de semana da minha vida… — murmurou, já com os olhos fechando.

Eu beijei sua testa.

— E não vai ser o último.

Lucas apagou a luz do abajur. O quarto ficou escuro, apenas com o som da respiração calma dos três.

Acordei com um calor estranho e um barulho molhado ritmado. Abri os olhos devagar.

A luz do sol entrava fraca pelas cortinas. Fernanda estava de quatro bem no meio da cama, completamente nua, gemendo baixinho com a cara enfiada no travesseiro. Lucas estava atrás dela, metendo devagar, mas fundo, segurando a cintura dela com as duas mãos.

O barulho molhado da buceta dela preenchia o quarto.

— Bom dia, irmão — Lucas falou baixinho, com um sorriso sacana, sem parar de meter. — Ela acordou molhada e pediu pra eu comer antes de você abrir os olhos.

Fernanda virou o rosto de lado, olhos ainda pesados de sono, voz manhosa e rouca:

— Amor… desculpa… eu acordei com o pau dele encostado na minha bunda e… não resisti. Tava latejando tanto…

Ela esticou a mão pra mim, segurando meu pau que já endurecia rápido.

Lucas acelerou um pouco as estocadas, fazendo os peitos dela balançarem.

— Ela disse que queria começar o domingo sendo usada de novo… — completou ele, dando um tapa leve na bunda dela. — Falei que ia te acordar com o show.

Fernanda gemeu mais alto quando Lucas meteu mais fundo, rebolando contra ele.

— Quero gozar rapidinho assim… e depois tomar café com vocês dois… — disse ela, voz tremendo. — Pode assistir, amor? Por favor…

Eu me ajeitei na cama, encostado na cabeceira, e comecei a me masturbar devagar enquanto via meu amigo comer minha namorada logo de manhã. Fernanda não tirava os olhos de mim, boca aberta gemendo, mão ainda apertando meu pau.

Lucas segurou o cabelo dela, puxando de leve, e meteu mais forte. Em poucos minutos Fernanda começou a tremer, gozando com um gemido longo e abafado no travesseiro.

Lucas não gozou. Tirou o pau brilhando de dentro dela e deu um tapa na bunda.

— Bom dia pra você também, vadia — disse ele rindo.

Fernanda, ainda de quatro e ofegante, virou pra mim com um sorrisinho safado e culpado:

— Agora é sua vez…

Puxei ela com força, virando seu corpo de frente pra mim. Lucas se afastou um pouco, sentando na cabeceira da cama pra assistir. Eu deitei Fernanda de costas, abri bem as pernas dela e me encaixei entre elas.

— Quero olhar pra você enquanto te fodo — falei, segurando seu rosto com uma mão.

Enfiei meu pau devagar na buceta inchada e molhada, sentindo o calor e a mistura da porra do Lucas com a dela. Fernanda gemeu alto, arqueando as costas.

— Ai amor… tá sensível… mas continua… me fode bem gostoso…

Comecei a meter com ritmo constante, fundo e possessivo. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. Eu me inclinei sobre ela, chupando seus mamilos marcados enquanto socava mais forte. Fernanda cravou as unhas nas minhas costas, gemendo no meu ouvido.

— Isso… me fode, Matheus… sou sua também… ahh… mesmo depois de ter levado pau a manhã inteira…

Lucas assistia ao nosso lado, punhetando devagar.

Eu segurei as coxas dela, dobrando elas pra cima e metendo mais fundo, quase dobrando ela ao meio. O barulho molhado da buceta dela era alto e obsceno. Fernanda não parava de gemer, olhos fixos nos meus.

— Olha pra mim enquanto goza — ordenei.

Aumentei o ritmo, batendo forte contra ela. Fernanda começou a tremer, apertando meu pau por dentro, e gozou gemendo meu nome:

— Matheus… porra… tô gozando… ahhhhh!

Senti ela apertar forte e continuei metendo durante o orgasmo dela, prolongando o prazer. Só então deixei meu próprio gozo subir. Dei mais algumas estocadas brutas e gozei fundo dentro dela, enchendo a buceta já abusada com minha porra.

Fiquei dentro dela por um tempo, pulsando, enquanto a beijava com calma. Fernanda me abraçou forte, pernas enroscadas na minha cintura.

— Esse foi o melhor… — sussurrou ela, ainda ofegante. — Começar o dia com você me comendo assim…

Lucas sorriu, ainda punhetando devagar.

— Porra, que casal safado. Vou deixar vocês dois um pouco sozinhos agora. Vou preparar o café.

Ele saiu da cama e foi pra cozinha. Eu continuei em cima dela, trocando beijos lentos e carinhosos, meu pau ainda meio duro dentro dela.

Fernanda passou a mão no meu rosto e falou baixinho:

— Eu te amo. Obrigada por me deixar ser essa puta toda… e ainda me foder com tanto carinho depois.

Eu sorri e mordi de leve o lábio dela.

— Eu te amo mais ainda assim.

Ficamos mais alguns minutos conectados, só curtindo o calor um do outro, antes de finalmente levantarmos pra tomar café.

a cozinha, Lucas já tinha preparado café, pão, ovos mexidos e suco. Ele estava só de bermuda, sem camisa, com um sorrisinho no rosto quando nos viu chegando. Fernanda caminhava devagar, pernas ainda um pouco fracas, vestindo apenas uma camiseta minha que mal cobria a bunda.

— Bom dia de novo, princesa — disse Lucas, puxando ela pela cintura e dando um beijo demorado na boca. Depois olhou pra mim. — Senta aí, Matheus. O café tá pronto.

Fernanda sentou no meu colo na mesa, de lado, com as pernas abertas sobre as minhas. Enquanto comíamos, ela rebolava de leve, esfregando a buceta ainda melada na minha coxa. Lucas não perdia a oportunidade de passar a mão por baixo da camiseta dela, apertando os peitos ou deslizando os dedos entre as pernas.

— Tá dolorida? — perguntou ele, enfiando dois dedos nela devagar enquanto ela mordia um pedaço de pão.

— Tá… mas gosto dessa dor — respondeu Fernanda, gemendo baixinho e encostando a cabeça no meu ombro. — Tô sentindo a porra de vocês dois escorrendo ainda.

Eu segurei a coxa dela aberta, facilitando o acesso do Lucas. Meu pau começou a endurecer de novo contra a bunda dela.

— Vocês vão me deixar andar direito antes de eu ir embora? — brincou ela, rebolando mais forte no meu colo.

Lucas riu e tirou os dedos, limpando na boca dela. Fernanda chupou obedientemente, olhando pra mim com cara de safada.

O café da manhã foi assim: cheio de toques, gemidos baixos e provocações. Em certo momento, Fernanda se ajoelhou debaixo da mesa, alternando boquetes curtos entre mim e Lucas enquanto tentávamos terminar de comer. Ela ria toda vez que um de nós gemia e quase derrubava o café.

Depois do café, passamos a manhã mais calma. Tomamos sol na piscina, com Fernanda entre nós dois, sempre sendo tocada. Lucas e eu revezamos passando protetor solar nela, demorando bastante nos peitos, na bunda e entre as pernas.

Quando o sol ficou mais forte, fomos preparar o almoço. Fernanda insistiu em cozinhar só de avental, bunda de fora. Enquanto ela fritava a carne, Lucas ficou atrás dela metendo devagar, e eu na frente, recebendo beijos e punhetas. Foi um almoço bem demorado e quente.

Finalmente, depois de comer, chegou a hora da despedida.

Fernanda já tinha tomado outro banho rápido e vestiu um vestidinho leve. Estava com olheiras de quem quase não dormiu, marcas roxas visíveis no pescoço e no peito, e andava com um jeitinho engraçado de quem estava dolorida.

Na porta, ela deu um abraço longo em Lucas.

— Obrigada por tudo… eu adorei ser sua puta esse final de semana — falou ela baixinho, mas alto o suficiente pra eu ouvir.

Lucas apertou a bunda dela por baixo do vestido e respondeu:

— A casa tá sempre aberta pra vocês. Da próxima vez quero ver até onde você aguenta.

Depois ele me deu um abraço de irmão.

— Valeu mesmo, Matheus. Você é um cara foda. Cuida dela… e traz ela de novo.

Entramos no carro. Fernanda sentou no banco do carona, mas logo puxou o vestido pra cima e colocou os pés no painel, abrindo as pernas. Enquanto eu dirigia, ela ficou com a mão entre as coxas, se tocando devagar.

— Amor… — disse ela, voz cansada mas feliz — eu tô toda destruída… mas feliz pra caralho. Obrigada por me deixar viver isso.

Eu coloquei a mão na coxa dela e apertei.

— Eu que agradeço. Te amo.

Ela sorriu, fechou os olhos e encostou a cabeça no banco, ainda com os dedos entre as pernas.

O final de semana tinha acabado… mas a gente já sabia que não seria o último.

Epílogo – Uma semana depois

Voltamos para casa há sete dias. Por fora, tudo parecia normal. Por dentro, a tensão sexual entre nós dois estava mais alta do que nunca.

Naquela noite, estávamos na cama. Fernanda deitada de lado, de costas pra mim, completamente nua. Eu encaixado nela por trás, pau duro dentro da buceta, sem meter forte — apenas sentindo o calor enquanto conversávamos baixinho.

— Amor… — começou ela, voz manhosa e um pouco hesitante. — Eu fiquei pensando bastante essa semana…

Ela rebolou devagar contra mim, apertando meu pau por dentro.

— O Lucas me mandou mensagem ontem. Vai fazer outro churrasco daqui a duas semanas… e convidou mais um amigo.

Fiquei em silêncio, esperando. Fernanda continuou, voz mais baixa:

— Eu quero ir… mas dessa vez… eu queria ir sozinha.

Senti meu pau pulsar forte dentro dela. Fernanda percebeu e rebolou mais devagar, quase provocante.

— Sozinha? — perguntei, segurando firme na cintura dela.

— É… — ela sussurrou, quase envergonhada, mas claramente excitada. — Quero sentir como é ser a puta do Lucas e dos amigos dele sem você lá. Quero me entregar completamente, sem olhar pra sua cara o tempo todo. Quero deixar eles me usarem do jeito que quiserem… algemada, vendada, no meio deles… sem freio.

Ela virou o rosto pra trás, olhando pra mim com olhos brilhando de tesão.

— Depois eu volto pra casa e te conto tudo. Nos mínimos detalhes. Enquanto você me fode, eu vou descrevendo como eles me comeram, como me encheram, como me trataram feito uma vadia completa… sem você por perto pra me proteger.

Fernanda apertou a buceta em volta do meu pau e gemeu baixinho.

— Você aguenta isso, amor? Me deixar ir sozinha… e saber que eu vou dar tudo pra eles? Buceta, boca, cu… tudo.

Eu segurei o cabelo dela com força e dei uma estocada mais profunda, fazendo ela gemer alto.

— Porra… você quer mesmo isso? — rosnei no ouvido dela.

— Quero — respondeu ela, voz safada e decidida. — Quero sentir o medo e o tesão de estar sozinha com três ou quatro caras me usando o final de semana inteiro. E depois voltar pra você toda destruída… cheia da porra deles… e te contar cada detalhe enquanto você me come.

Ela começou a rebolar mais rápido, ofegante.

— Me diz que você deixa… por favor, amor. Eu prometo que vou gravar uns áudios gemendo o nome deles pra você ouvir depois.

Eu meti com força, segurando a bunda dela.

— Tá bom… você pode ir sozinha.

Fernanda soltou um gemido longo de puro tesão e gozou apertando meu pau. Eu gozei logo em seguida, enchendo ela enquanto imaginava o que estava liberando.

Deitada nos meus braços depois, ela traçava círculos no meu peito com o dedo e sussurrou:

— Eu te amo tanto… Obrigada por me deixar ser essa puta quando eu quiser. Daqui a duas semanas eu vou sozinha… e quando voltar, vou ser a pior vadia que você já viu.

Eu beijei sua testa, o coração acelerado.

— Manda mensagem pra ele. Diz que você vai sozinha.

Fernanda sorriu no escuro, já pegando o celular.

O jogo estava subindo de nível.

Fim.

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