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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 8

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3436 palavras
Data: 17/06/2026 05:53:48

O Henrique não deu descanso na cama. Assim que eles entraram e trancaram a porta, o colchão de mola deles começou a ranger naquele ritmo bruto. A Mariana, sabendo que eu estava colado na parede do outro lado, caprichou nos gemidos manhosos, soltando uns suspiros roucos que pareciam que iam atravessar o tijolo. O barulho de carne batendo com força e a respiração opressa do guri encheram o corredor.

Eu não aguentei o rastro daquela safadeza. No escuro do meu quarto, arranquei a cueca, peguei o meu pau que já estava rígido feito ferro e comecei a bater uma punheta selvagem, descendo a mão com gosto no mormaço da noite, gozando direto no lençol bem na hora que a Mariana deu o último grito abafado no travesseiro.

Depois do estrago, a casa mergulhou naquele silêncio pacato de novo e nós três apagamos.

Quando amanheceu o domingo, o sol já veio estalando forte na janela da cozinha. Eu levantei, tomei uma chuveirada fria para espantar a canseira e fui passar o café preto. Não demorou muito e o Henrique apareceu na porta, todo faceiro, com o cabelo meio molhado e um sorrisão de quem estava com a vida ganha. A Mariana veio logo atrás, com as pernas grossas de fora num shortinho de algodão bem folgado, andando com aquela moleza de quem tinha sido bem macetada.

O Henrique puxou a cadeira, sentou na mesa e serviu um copo de café fumegante. Ele olhou para mim e depois para a mulher, cheio de energia:

— Rapaz, ontem a praia rendeu e a noite foi melhor ainda! Já que hoje é domingo e o sol tá de lascar, o que vocês acham da gente ir ao cinema lá no shopping da cidade de tarde? Passamos o dia de perna pro ar, assistimos a um filme e tomamos um sorvete para refrescar esse mormaço. Vocês topam?

A Mariana, que estava de pé perto do fogão, pegou a xícara de café e se virou devagar. Por trás do Henrique, ela olhou bem fixamente nos meus olhos, descendo o olhar com uma malícia tremenda direto para a minha virilha, antes de responder para o marido com aquela voz sonsa de sempre:

— Ah, amor... Eu acho uma ótima ideia. O senhor não quer ir com a gente não, seu Omar? Vai ser bom pro senhor distrair um pouco a cabeça fora de casa...

— Pois é, Henrique, acho que vou sim. Ficar batendo perna dentro de casa nesse mormaço de domingo não dá futuro não — respondi, dando o último gole no meu café e mantendo a cara de velho sério, enquanto a Mariana dava um risinho de canto.

— Fechou então, tio! O filme começa às quatro, dá tempo de almoçar com calma, dar uma descansada e pegar a estrada — o guri falou, todo empolgado, levantando da mesa para ir mexer no celular na sala.

Assim que o Henrique sumiu do corredor, a Mariana veio para perto da pia com a xícara na mão. Ela colou o corpo dela no meu por trás, me prensando contra o balcão da cozinha, e meteu a mão por dentro do meu short de elástico, agarrando o meu pau que acordou no ato, grosso e latejando de tesão.

— O senhor viu como eu dei conta do recado ontem? — ela sussurrou, bem rasteiro no meu ouvido, dando uma mordidinha na minha orelha. — Deixei ele mansinho pro domingo... Mas o meu fogo quem apaga é o senhor. No cinema, o senhor vai sentar do meu lado no escuro, ouviu? Quero ver se é homem de enfiar a mão por baixo do meu vestido no meio de todo mundo.

Ela deu um puxão gostoso no meu pau e saiu de perto rindo alto, me deixando ali com o sangue fervendo e o bicho apontado pro teto.

Lá pelas três da tarde, a gente se arrumou. A Mariana caprichou na maldade: colocou um vestido de malha preta, bem colado, que marcava aquela bunda imensa a cada passo, e por baixo eu já sabia que não tinha calcinha nenhuma, porque ela fez questão de piscar para mim enquanto ajeitava a barra do pano na sala.

Entramos no carro do Henrique e pegamos o rastro da estrada rumo ao shopping da cidade. O Henrique ia dirigindo, todo inocente, ouvindo rádio e falando sobre o preço do cimento, enquanto a Mariana, no banco do carona, passava a mão no próprio colo e me olhava pelo retrovisor com aqueles olhos castanhos cheios de pura safadeza, já armando o rastro do crime que a gente ia cometer no escuro daquela sala de cinema.

Chegamos ao shopping com o mormaço da tarde cobrindo o estacionamento, mas dentro do lugar o ar-condicionado estava tinindo de gelado. O Henrique, todo orgulhoso, andava de braço dado com a Mariana, conversando sobre as lojas e apontando pro cartaz do filme. A Mariana caminhava com aquela pose de mulher direita, mas a cada passo o vestido de malha preta colava na bunda imensa dela, desenhando tudo e me fazendo lembrar que ela estava totalmente nua por baixo.

O Henrique foi até a bilheteria e comprou os três ingressos. Na hora de entrar na sala escura, ele foi na frente caçando as poltronas com a lanterna do celular. A Mariana deu um passo atrás, colou a bunda na minha virilha no meio do corredor escuro e sussurrou bem rápido:

— Senta no meio, seu Omar... Fala pro Henrique que você prefere o canto por causa das pernas.

— Henrique, meu filho, senta você aí na ponta que minhas pernas são compridas e calejadas, prefiro ficar mais pro meio para esticar — falei, com a voz mais natural do mundo.

— Sem problema, tio! Senta aí! — o guri respondeu, passando o balde de pipoca e sentando na ponta direita. A Mariana sentou logo em seguida, ficando bem no meio, colada comigo na esquerda.

As luzes da sala se apagaram por completo e o filme começou com o som nas alturas, tremendo o chão. Não deu dez minutos e o Henrique já estava focado na tela, mastigando a pipoca. A Mariana não perdeu tempo. Ela deu uma ajeitada na poltrona, jogou o corpo de lado na minha direção e começou a subir o vestido de malha bem devagar, descendo a mão para o meio das minhas pernas por cima da calça de brim.

Quando ela abriu o zíper da minha calça no escuro, o meu pau pulou para fora, rígido e babando de tesão. Mariana puxou a barra do vestido até a cintura, abriu as pernas compridas na poltrona do cinema e segurou a minha mão direita, guiando os meus dedos calejados direto para a racha dela. No que eu toquei, quase perdi o rumo da vida: a bucetinha dela estava fervendo, ensopada de água e completamente exposta ao ar gelado do cinema.

Comecei a enfiar os dedos com vontade, sentindo o aperto gostoso e molhado da carne dela. A Mariana deu uma tremida na poltrona, jogou a cabeça para trás e abafou um gemido longo bem na hora em que uma explosão barulhenta aconteceu na tela do filme. Ela pegou o meu pau com a outra mão e começou a dar uma masturbação rápida, ritmada, no rastro do escuro da sala, enquanto o Henrique continuava do lado dela, concentrado na tela, sem nem sonhar que a mulher dele estava sendo dedilhada pelo próprio tio bem debaixo do nariz dele.

Eu apertei o passo nos dedos, enfiando dois de uma vez bem fundo na bucetinha dela, sentindo aquela água quente escorrer pela minha mão. A Mariana deu um solavanco na poltrona, grudando as coxas grossas com força nos meus dedos, enquanto a mão dela subia e descia no meu pau numa velocidade alucinante. O bicho latejava, pronto para estourar ali mesmo.

O Henrique deu uma mexida de lado para pegar mais pipoca no balde e comentou baixinho, sem tirar o olho da tela:

— Rapaz, o filme é bom mesmo, né amor? Muita ação!

— É sim, lindo... Bem movimentado — a Mariana respondeu com a voz toda cortada e trêmula, fazendo uma força danada para fingir que estava respirando normal, enquanto a racha dela esmagava a minha mão de tanto tesão.

Assim que o Henrique voltou a se concentrar na cena, a Mariana não aguentou mais o rojão. Ela se escorregou um pouco mais na poltrona, jogou o quadril para o meu lado e, num movimento rápido no escuro, guiou a cabeça do meu pau babando direto para a entrada da buceta dela. Ela deu uma sentada firme de lado, cravando o meu pau inteirinho para dentro dela ali mesmo, na cadeira do cinema.

— Ah... — ela soltou num sopro morno no meu pescoço, cravando as unhas na minha coxa.

Ficamos estáticos, com o meu pau todo enterrado na carne quente dela. Eu não podia dar estocadas para a poltrona não balançar e o Henrique notar o rastro da safadeza, então a Mariana começou a fazer um movimento manhoso, rebolando o quadril de leve, bem devagarinho, subindo e descendo no meu bicho no compasso da música barulhenta do filme. Cada apertada que ela dava lá dentro me fazia morder os lábios para não soltar um palavrão.

O mormaço do corpo dela parecia vencer o ar-condicionado da sala. O calor ali no meio das nossas pernas estava de lascar. A Mariana ia revirando os olhos no escuro, segurando o meu ombro com força enquanto o orgasmo dela ia subindo no rastro daquela audácia. Ela acelerou o rebolado bem curtinho, e as paredes da bucetinha começaram a dar aqueles espasmos violentos, prendendo o meu pau com tudo. Ela tinha gozado.

Sentir o mel dela ferver no meu pau me fez perder o controle. Dei duas pressionadas firmes com o quadril para frente, enfiando até o osso, e descarreguei toda a minha porra quente lá no fundo dela. A Mariana abafou um grito gostoso mordendo a gola da própria blusa, tremendo inteira em cima de mim enquanto recebia a jorrada.

Ficamos ali colados por uns minutos até o filme começar a clarear para os créditos finais. Eu saí de dentro dela devagar, ajeitei o meu pau para dentro da calça e puxei o zíper no rastro do escuro. A Mariana jogou o vestido para baixo, limpou as coxas com um lenço que tirou da bolsa e sentou direita, com as bochechas vermelhas e aquele olhar de piranha satisfeita.

As luzes do cinema acenderam por completo, e o Henrique levantou esticando os braços, todo inocente:

— E aí, gostaram? Rapaz, o final foi de tirar o fôlego!

— Foi sim, Henrique... Deixou a gente até sem ar — a Mariana falou, levantando da poltrona com as pernas meio bobas e dando aquela piscada safada para mim por trás do marido, já mostrando que o domingo estava só na metade.

Saímos da sala de cinema no rastro daquele povo todo e fomos caminhando pelos corredores do shopping. O ar gelado batia na pele, mas o mormaço dentro do corpo ainda estava de lascar. O Henrique ia na frente, tagarelando sem parar sobre as cenas do filme, enquanto a Mariana vinha logo atrás, de braço dado com ele, andando com aquela moleza nas pernas grossas que só eu sabia o motivo.

— Vamos dar uma passada ali na praça de alimentação para tomar aquele sorvete que prometi? O mormaço lá de fora tá pedindo algo gelado — o Henrique falou, olhando para trás com aquele sorriso limpo.

— Vamos sim, amor. Tô precisando mesmo de uma coisa bem gelada para refrescar — a Mariana respondeu com aquela voz sonsa, virando o olho castanho na minha direção por cima do ombro do marido, lambendo os lábios de um jeito que me fez dar um nó nas tripas.

Sentamos numa mesa perto da vidraça que dava pro estacionamento. O sol de domingo já estava caindo, deixando o céu avermelhado. O Henrique levantou para ir buscar os cascões no balcão e nos deixou sozinhos por dois minutos. A Mariana nem esperou ele sumir da vista. Ela esticou a perna por baixo da mesa, enfiando o pé descalço direto no meio das minhas pernas, dando uma apertada com os dedos bem em cima do meu zíper, que ainda estava meio úmido da foda lá dentro da sala.

— O senhor viu que eu não minto, seu Omar? — ela sussurrou, com o corpo inclinado para frente, deixando os seios fartos quase saindo pelo decote do vestido preto. — Falei que o senhor ia me pegar no escuro e o senhor foi homem de fazer. Chego a estar toda babada aqui por baixo.

— Você é muito atrevida, Mariana. O Henrique tá bem ali no balcão, se ele vira... — mudei de postura, olhando pro lado para disfarçar o volume que já queria armar de novo.

— Se ele vira, não vê nada, o senhor é muito bicho instruído — ela deu um risinho safado, recolhendo o pé bem na hora que o Henrique apontou de volta com três cascões grandões na mão.

— Aqui, tio, caprichei no de creme pro senhor. E o seu de morango, preta — o guri entregou, sentando e já mandando uma colherada para dentro. — Rapaz, domingo bom é assim. Praia ontem, cinema e sorvete hoje... Amanhã volto pro batente na obra com o lombo renovado.

— É verdade, meu filho. O descanso foi merecido — falei, engolindo o sorvete gelado para ver se o sangue abaixava de vez.

A Mariana comia o sorvete dela devagar, olhando fixamente para a minha boca a cada lambida, num jogo psicológico que estava me deixando doido. Terminamos o doce, o Henrique pagou o estacionamento e fomos direto pro carro para pegar a estrada de terra de volta pro distrito.

O mormaço da noite já vinha descendo na rodovia. O Henrique ia concentrado no volante por causa dos buracos da estrada escura, e a Mariana, aproveitando o breu do banco da frente, puxou a barra do vestido de malha preta até a cintura. Ela abriu bem as pernas na direção do câmbio de marcha do carro, se tocando de leve com o dedo bem na minha frente, me caçando pelo espelho retrovisor com aquele rastro de piranha que não tinha fim. Eu olhava aquela cena e sentia o meu pau virar um pedaço de pau de ferro na calça, sabendo que quando aquele carro encostasse na garagem de casa, o rastro do pecado ia continuar debaixo daquele teto.

O carro finalmente cruzou o portão de ferro e o Henrique estacionou na garagem escura. O motor morreu, deixando apenas o barulho do mormaço da noite e o estalo do metal quente esfriando. A Mariana abaixou o vestido num movimento rápido, ajeitou o cabelo e abriu a porta do carro, saindo com aquela postura de mulher descansada.

— Rapaz, a viagem cansa o lombo na estrada de terra, mas valeu a pena demais — o Henrique falou, espreguiçando-se ao sair do volante e pegando a chave da casa. — Vou direto pro chuveiro tirar essa poeira do corpo.

— Vai lá, amor, que eu vou só dar uma geral na cozinha e preparar um chá para a gente deitar — a Mariana respondeu, com a voz mais mansa do mundo.

Eu desci do carro sem falar muito, com o meu pau ainda meio armado e incomodando dentro da calça de brim de tanta provocação no caminho. Entrei direto pro meu quarto, acendi a luz amarela e sentei na beirada da cama para tirar as botinas. Ouvi o barulho do chuveiro ligando no banheiro do corredor; o Henrique já estava lá debaixo da água, cantando alto uma música sertaneja que tocava no rádio.

Não deu nem dois minutos e a porta do meu quarto, que estava só encostada, abriu devagarinho.

A Mariana entrou no quarto com os olhos castanhos brilhando na penumbra. Ela nem falou nada: veio direto na minha direção, se ajoelhou no meio das minhas pernas e já puxou o zíper da minha calça com uma vontade cega. O meu pau pulou para fora, rígido e latejando, com a cabeça vermelha saltada de tanto sangue. Ela abriu aquela boca úmida e engoliu o bicho inteirinho até o talo, fazendo um barulho molhado de chupada que quase me fez gritar no quarto.

Ela subia e descia a boca com uma velocidade alucinante, usando a língua para lamber as veias saltadas do meu pau, enquanto o barulho do chuveiro continuava alto no corredor. Eu segurei no cabelo dela com força, puxando a cabeça da Mariana contra a minha virilha, sentindo o mormaço do quarto ficar ainda mais abafado com o cheiro do suor e da saliva dela.

— Hum... — ela soltou um gemido abafado com o pau todo enfiado na garganta, revirando os olhos de puro tesão.

Do nada, o barulho do chuveiro parou. O Henrique tinha fechado o registro.

A Mariana deu um estalo no corpo, tirou a boca do meu pau com um estalo molhado e limpou o queixo correndo com as costas da mão. O meu bicho ficou ali apontado pro teto, brilhando de baba. Ela deu um sorriso safado de canto, levantou num pulo, ajeitou o vestido de malha preta e saiu do quarto pisando leve, segundos antes de o Henrique abrir a porta do banheiro com a toalha no pescoço.

— Ô, preta, o chá tá pronto? — ouvi a voz do guri ecoando no corredor.

— Tô indo pro fogão agora, lindo! — ela respondeu da cozinha, na maior desfaçatez, me deixando ali no quarto sozinho, com o pau esticado e o sangue fervendo, sabendo que a noite estava só começando.

Eu fiquei ali sentado na beirada do colchão, segurando o fôlego e esperando o bicho dar uma acalmada para eu poder fechar o zíper. Dava para ouvir o rastro dos passos do Henrique indo em direção ao quarto do casal, e logo em seguida o barulho da Mariana mexendo nas panelas e ligando o acendedor do fogão na cozinha, como se nada tivesse acontecido. O cinismo daquela mulher era de deixar qualquer homem de queixo caído.

Ajeitei a calça de brim e saí do quarto com a cara mais lavada do mundo. Fui até o banheiro para jogar uma água fria no rosto e dar uma limpada no pescoço que ainda estava cheirando ao perfume dela. Quando passei pela cozinha para ir para a sala, a Mariana estava de costas, mexendo o açúcar na chaleira. No rastro do mormaço da lâmpada amarela, ela deu aquela empinada de bunda para trás, de propósito, só para eu ver o vestido de malha preta marcar a racha de novo. Ela olhou por cima do ombro e cochichou, bem rasteiro:

— O serviço ficou pela metade, seu Omar... Mas o senhor não vai dormir com o cano cheio não, me espera.

Eu nem respondi, rumei direto para a varanda da frente para pegar um ar fresco. O vento da noite de domingo estava gostoso, mas o peito continuava fervendo. Fiquei ali uns vinte minutos olhando o movimento do distrito, até que o Henrique apareceu na porta vestindo um calção de pano de rede e sem camisa.

— Ô, tio, a Mariana fez um chá de capim-santo com torrada. Bora lá dentro tomar para dar o ponto de dormir — o guri chamou, todo sossegado.

Sentamos os três na mesa da cozinha de novo. O Henrique tomava o chá dele e falava que a segunda-feira ia ser puxada, que o patrão da obra ia cobrar o reboco das paredes logo cedo. A Mariana servia as torradas com a maior pose de santa, mas por baixo da mesa, ela não se aguentava. Ela esticou a perna comprida e começou a enfiar o pé debaixo do meu short de elástico, roçando os dedos daquela pata quente direto nos meus bagos, subindo devagar pelo tronco do meu pau que já foi acordando no rastro do perigo.

Eu olhava fixamente para o Henrique, balançando a cabeça e concordando com as histórias da obra, enquanto fazia uma força tremenda para os meus olhos não virarem de tesão com os dedos da mulher dele me alisando por baixo da mesa.

— Bom, gente, o papo tá bom, mas o lombo tá pedindo cama de verdade agora — o Henrique falou, empurrando a xícara vazia e levantando. — Amanhã o despertador toca às cinco da manhã. Boa noite pro senhor, tio. Bora, preta?

— Vai indo na frente, amor, vou só lavar essas três xícaras e já vou deitar com você — a Mariana respondeu, com aquela voz mansa de piranha instruída.

O Henrique deu um tapinha nas minhas costas, me desejou boa noite e pegou o corredor do quarto. Assim que a porta deles bateu e o trinco estalou no silêncio da casa, a Mariana largou a esponja de prato na pia, se virou para mim com os olhos castanhos pegando fogo e veio caminhando devagarinho na minha direção, já puxando as alças do vestido preto para baixo.

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