Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 6

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3685 palavras
Data: 15/06/2026 02:20:51

Depois que o Henrique entrou e a gente disfarçou com o copo de água na mesa, o clima na casa ficou com uma eletricidade que dava até para cortar com faca. Eu tentava agir normal, mas o corpo pedia mais daquela safadeza.

na hora do almoço, o Henrique sentou na mesa e começou a falar sem parar sobre as paredes que estava erguendo lá na obra. A Mariana estava sentada bem na minha frente. Do nada, ela deixou o chinelo dela cair do pé. Eu achei que ela ia só pegar, mas ela esticou a perna comprida por baixo da mesa e começou a roçar o pé descalço, bem quentinho, na minha calça jeans, subindo devagar até perto da minha virilha. Eu continuei mastigando o feijão com a cara mais séria do mundo, mas o meu pau já foi acordando na hora.

Assim que a gente terminou de comer, o Henrique levantou para ir lavar as mãos no banheiro. A Mariana nem esperou ele sumir do corredor. Ela pegou os pratos da mesa e, na hora de passar por mim perto da pia, ela deu uma rebolada e esbarrou aquela bunda imensa e dura de propósito bem na minha frente, me prensando contra o balcão. Ela olhou para trás com um sorriso de lado que me deixou doido.

Mais tarde, o mormaço da tarde deu uma trégua e o Henrique me chamou para tomar uma cerveja gelada na varanda da frente. A gente estava conversando sobre o serviço quando a Mariana saiu de dentro de casa. Ela estava com um shortinho jeans curtinho que mostrava quase a polpa da bunda. Ela veio por trás do Henrique, deu um abraço nele e sentou no colo do marido, bem de frente para mim. Enquanto ela fingia que ouvia a conversa, ela abria um pouco as pernas e olhava fixamente para os meus olhos, mordendo o lábio só para me provocar e me fazer ver o tamanho do pecado que me esperava.

Depois de um tempo ali, ela levantou dizendo que ia arrumar a cozinha. Eu fui lá dentro buscar mais um copo e encontrei ela de costas. No que eu entrei, a Mariana fingiu que deixou o pano de prato cair no chão. Ela se abaixou bem devagar bem na minha frente, empinando aquela bunda na minha direção. Quando ela puxou a barra do vestido para cima para não sujar, eu vi: ela estava totalmente sem calcinha, com a racha clarinha brilhando no mormaço.

O Henrique gritou lá de fora perguntando se a cerveja tinha acabado. Ele disse que ia no banheiro antes de pegar outra. Foi o tempo de ele entrar no banheiro e fechar a porta. A Mariana deu um pulo na minha direção, me prensou contra a parede do corredor escuro e, sem falar nada, deu uma lambida bem comprida e molhada no meu pescoço, chupando a minha pele com força. O meu pau virou uma barra de ferro na calça na mesma hora.

Quando a noite chegou, o Henrique estava quebrado do serviço da obra. Ele sentou no sofá e falou:

— Tio, vamos ver um filme aí na TV? O mormaço diminuiu, tá gostoso aqui na sala.

A Mariana apagou as luzes da sala, deixando tudo num breu danado, só com o claro da televisão. Ela sentou bem no meio, entre mim e o Henrique. Não deu nem dez minutos de filme e o Henrique já começou a tombar a cabeça, quase cochichando de cansaço com o braço largado no sofá. A Mariana não perdeu tempo. Ela enfiou a mão por dentro da minha calça jeans, pegou o meu pau que já estava babando de duro e começou a dar uma masturbação rápida e gostosa ali mesmo, no silêncio da sala.

Eu segurei o ar com tanta força que o peito chegou a doer, tentando não fazer nenhum barulho pro guri não acordar do outro lado. Para não ficar para trás, enfiei a minha mão por dentro do shortinho de malha dela. A bucetinha dela estava fervendo, ensopada de água de tanto tesão. Comecei a enfiar o dedo com vontade, sentindo o aperto lá dentro. A Mariana deu uma tremida no corpo e abafou um gemido bem alto, enterrando a cara no ombro do Henrique, fingindo que estava só bocejando de sono pro marido não desconfiar do rastro de safadeza que estava acontecendo bem do lado dele.

O Henrique deu mais um bocejo arrastado, se espreguiçou no sofá e nem percebeu a minha mão saindo debaixo do short da mulher dele. Ele limpou os olhos, olhou pro relógio na parede e levantou cambaleando de sono.

— Tio, não vou aguentar o final do filme não... O corpo tá pedindo cama. Vou lá deitar. Boa noite pro senhor.

— Vai lá, meu filho. Descansa que amanhã o batente é cedo — respondi com a voz mais firme que consegui arrancar da garganta.

Assim que a porta do quarto deles bateu e o trinco estalou no silêncio da casa, a sala escura virou o próprio inferno de tão quente. A Mariana nem esperou eu levantar. Ela pulou do sofá, veio de joelhos no chão e já puxou o zíper da minha calça com os dentes, arrancando o meu pau para fora. O bicho pulou rígido, latejando na penumbra.

Ela se virou de costas ali mesmo no tapete da sala, ficou de quatro e empinou aquela bunda imensa na minha direção, olhando para trás com os olhos brilhando de safadeza. Eu segurei firme nos quadris dela, mirei na racha que estava pingando de tão molhada e enfiei o pau todo de uma vez só, até o talo.

A Mariana soltou um gemido alto, daqueles rasgados, e eu tive que enfiar a minha mão espalmada direto na boca dela, abafando o barulho com força para o som não correr pelo corredor até o quarto do Henrique. Eu dava as estocadas com ignorância, sentindo a buceta dela esmagar o meu pau a cada batida, enquanto o corpo dela sacudia inteiro contra o estofado do sofá. Ela mordia a palma da minha mão e revirava os olhos de puro tesão, se jogando para trás para o pau entrar ainda mais fundo.

No meio daquela foda violenta, no rastro do mormaço da sala, o celular do Henrique começou a tocar bem alto lá no quarto, com aquela música de alarme de obra. O susto foi tão grande que nós dois travamos no ato, grudados um no outro, com o meu pau todo enterrado dentro dela. Ficamos estáticos, sem nem respirar, ouvindo o barulho do colchão do quarto deles chiar enquanto o guri se mexia para caçar o aparelho.

O alarme parou de tocar e o silêncio voltou a tomar conta da casa. Ouvimos o Henrique dar uma virada na cama e começar a roncar de novo, pesado. Nós dois demos aquele suspiro longo, com o coração batendo na boca, mas o susto só fez o tesão acumular com mais força. Eu dei uma puxada firme no quadril da Mariana e voltei a meter com gosto, terminando aquela foda no rastro do escuro até descarregar tudo lá no fundo dela.

Na manhã seguinte, o Henrique acordou na correria de sempre. Tomou o café preto com pressa, pegou a marmita e saiu batendo o portão. Só que o guri estava tão avoado com o sono que esqueceu a carteira com todos os documentos bem em cima da mesa da cozinha.

A Mariana não esperou o ônibus da prefeitura nem dobrar a esquina do distrito. Ela foi direto no meu quarto. A porta estava só encostada e ela entrou com tudo, vestindo apenas uma camisa social minha de botão, que ela tinha catado no varal, aberta bem até o umbigo, deixando os seios fartos e os bicos duros totalmente de fora, sem nada por baixo.

Ela subiu na minha cama sem falar nada, engatinhando por cima das minhas pernas, e já veio puxando o meu lençol. Ela segurou o meu pau, que já acordou acordando com o cheiro dela, e enfiou inteiro na boca, fazendo um boquete selvagem, chupando até o talo com uma vontade que me fez curvar as costas na cama.

No meio daquela chupada gostosa, quando eu já estava quase perdendo o rumo da vida, o portão da frente da casa rangeu alto. Era o Henrique, que tinha descido correndo do ponto porque percebeu que estava sem a carteira.

— Tio! Mariana! Esqueci a carteira aí na mesa! — a voz dele ecoou alta na sala, com os passos pesados da botina vindo direto na direção do corredor.

A Mariana deu um pulo da cama num desespero só. Sem tempo de correr pro quarto dela, ela se jogou no chão e rolou para debaixo da minha cama, ficando inteiramente nua e encolhida ali no escuro. Eu puxei o lençol até o peito para cobrir o meu pau que estava todo melado da saliva dela e tentei respirar normal.

O Henrique pisou no meu quarto com tudo, todo esbaforido.

— Ô, tio, desculpa entrar assim, é que o ônibus tá esperando lá no ponto — ele falou, indo direto na cômoda perto da cama para ver se a carteira estava ali, antes de lembrar que tinha deixado na cozinha.

Ele sentou bem na beirada do meu colchão para dar uma ajeitada no cordão da botina que estava solto. O peso dele fez a mola da cama baixar, quase tocando nas costas da Mariana que estava ali embaixo, prendendo a respiração no chão de terra batida. Eu fiquei com o coração parecendo uma bateria, olhando pro meu sobrinho e conversando sobre o tempo, com o pau ainda duro e apontado para o teto debaixo do lençol, a poucos centímetros da mulher dele.

O Henrique terminou de amarrar o cordão da botina, deu dois tapinhas no colchão e levantou num pulo, sem nem sonhar com o rastro de safadeza que estava escondido bem debaixo dos pés dele.

— Achei que tava aqui, mas tá na cozinha mesmo. Vou voando, tio, senão o ônibus me deixa! — ele gritou, já correndo pelo corredor. Ouvi o barulho dele catando a carteira na mesa e a porta da frente batendo com força. O portão rangeu e, finalmente, o silêncio da casa voltou a reinar.

Eu soltei o ar dos pulmões que parecia que estava guardado faz uma hora. Olhei para o lado da cama e a Mariana foi saindo debaixo do estrado devagarinho, rindo baixinho com aquela cara cheia de adrenalina e malícia. Ela ficou de pé no meio do quarto, com a camisa social jogada de lado, inteiramente nua e com o corpo todo arrepiado do frio do chão.

— Menina, você quer me enfartar do coração? — falei, sentando na cama e limpando o suor da testa.

— Ah, seu Omar... Mas não diz que não é gostoso esse perigo? Olha como você tá — ela desafiou, apontando com o dedo pro meu pau que continuava erguido e brilhando com a saliva dela.

Ela veio rebolando na minha direção, me puxou pela mão e me levou direto para a cozinha.

— Agora o senhor vai me pegar aqui, em cima da mesa. Quero ver se o senhor é homem mesmo — ela sussurrou, com os olhos castanhos pegando fogo.

Ela subiu na mesa de madeira, empurrando as xícaras e o bule de café para o lado de qualquer jeito, e ficou de quatro, empinando aquela bunda imensa e redonda bem na altura do meu peito. Eu não pensei em mais nada. Fiquei de pé entre as pernas dela, segurei no cabelo da Mariana com força por trás e enfiei o pau com tudo, sem dó, na bucetinha dela que parecia uma poça de água de tão molhada.

O impacto foi tão forte que a mesa deu um solavanco para frente, e um copo de vidro que estava na beirada caiu no chão, se espatifando em mil pedaços. A Mariana nem ligou pro barulho; soltou um gemido grosso e começou a jogar o quadril para trás com força, recebendo cada estocada minha até o talo, enquanto os seios fartos dela balançavam inteiros por cima da madeira. Eu bombava com vontade, sentindo o mormaço da cozinha e o cheiro do café se misturando com o suor dos nossos corpos naquela loucura.

Eu dei mais três estocadas fundas, com toda a força que eu tinha no corpo, sentindo o aperto da buceta dela me esmagar por completo. Não deu para segurar. Meu quadril deu um solavanco para a frente e eu descarreguei tudo, uma porra quente e grossa que encheu aquela racha até transbordar pelas coxas dela. Bem no mesmo segundo, a Mariana deu um grito abafado, contraiu as pernas e começou a tremer inteira, gozando junto comigo, bombeando o meu pau com uma força que quase me fez perder os sentidos.

Nós dois ficamos ali caídos por cima da mesa da cozinha, ofegantes, com o suor colando os nossos corpos e as respirações cortadas. O mormaço da sala parecia até ter aumentado. Depois de uns minutos, eu saí de dentro dela devagar e comecei a juntar os pedaços do copo que tinha quebrado no chão.

A Mariana sentou na mesa, limpando o mel que escorria pelas pernas com um pedaço de pano de prato, ainda com os olhos meio revirados de tanto tesão. Ela olhou para mim, deu um sorriso malicioso e falou com a voz bem rouca:

— Seu Omar... O senhor me deixa acabada. Eu tô tomando o comprimido direitinho todo dia agora, então não tem perigo de eu ficar gravida mao. Vou tomar mais um daqui a pouco só para garantir, porque o senhor me fudeu com vontade agora.

Ela pulou da mesa, ajeitou a camisa social no corpo e continuou, com o olhar bem compenetrado:

— Mas ó... Hoje à noite, quando o Henrique chegar da obra, eu vou ter que transar com ele no quarto também. Vou ter que dar para ele não desconfiar de nada. Se ele me vir muito quieta ou se eu ficar inventando dor nas costas de novo, ele vai acabar pegando o rastro desse rabo de saia que a gente tá aprontando. O senhor não liga não, né?

Eu olhei para ela, joguei os cacos de vidro no lixo e dei uma ajeitada na minha calça. O sangue ainda estava quente, mas a cabeça de homem velho já começava a pensar no perigo que cercava aquela casa.

— Você tá certa, Mariana. Faz o teu papel de esposa para manter a paz sob esse teto. O Henrique não pode sonhar com o que acontece quando ele dobra a esquina.

Ela balançou a cabeça, me deu um beijo rápido com gosto de pecado e correu pro banheiro para se lavar, deixando a cozinha limpa para a janta.

O Henrique tinha chegado da obra daquele jeito: cansado, com os braços cheios de poeira de cimento, mas com o tesão acumulado da semana inteira. A Mariana passou o fim da tarde preparando a janta, mas o clima dentro daquela cozinha parecia que ia pegar fogo. Ela estava com um vestido de alcinha bem fino, e toda vez que passava por mim perto do fogão para pegar os temperos, ela dava uma roçada com a bunda na minha calça, me deixando com o pau duro antes mesmo da comida ficar pronta.

Sentamos os três para jantar. O Henrique batia o prato de pedreiro, comendo com vontade e elogiando o tempero. A Mariana estava sentada do lado dele, mas os olhos castanhos dela não saíam de mim. Por baixo da mesa, ela tirou o chinelo e começou a subir o pé descalço pela minha perna, roçando os dedos bem na minha virilha. Eu tentava engolir a carne com a cara mais séria do mundo, mantendo a minha pose de homem de respeito, enquanto sentia o meu pau latejar dentro da calça.

Assim que terminou de comer, o Henrique tomou um banho rápido, deitou na cama de casal e chamou pela mulher. O mormaço da noite estava de lascar, e as janelas da casa estavam todas abertas por causa do calor.

O meu quarto ficava bem ao lado do deles, separado só por uma parede fina de tijolo. Eu deitei na minha cama, só de cueca, olhando pro teto no escuro e tentando clarear a mente. Mas não deu nem dez minutos e o barulho da mola do colchão deles começou a chiar no silêncio da casa.

O Henrique começou a pegar ela de jeito. Dava para ouvir o barulho do lençol mexendo e a respiração pesada do guri. A Mariana, sabendo que eu estava colado na parede ouvindo tudo, começou a caprichar na safadeza. Ela não gritava para o marido não achar estranho, mas soltava uns gemidos baixinhos, bem manhosos e arrastados, que passavam direto pela parede e entravam no meu ouvido como uma provocação.

— Ah... Henrique... Vai... Assim tá gostoso... — ela sussurrava com a voz rouca de tesão, fazendo um barulho molhado que me deu um estalo no juízo.

O colchão começou a bater com mais força contra a parede do meu quarto. A Mariana gemia baixinho, mas o ritmo dela era todo pensado para me deixar maluco do outro lado. Eu conseguia imaginar perfeitamente ela de quatro, com aquela bunda imensa empinada, recebendo o guri mas com o pensamento todo no homem velho aqui do lado. O aperto e o calor da foda deles estavam tão nítidos no som que eu não aguentei: enfiei a mão por dentro da cueca, peguei o meu pau que parecia uma barra de ferro e comecei a me masturbar ali mesmo no escuro, no mesmo compasso em que a cama deles rangia.

— Ai... Meu Deus... Tá vindo... — ela soltou num sopro, abafando o grito no travesseiro enquanto o Henrique dava as últimas estocadas rápidas.

O Henrique deu um suspiro fundo, o colchão deu o último estalo e o silêncio voltou a tomar conta do corredor. Pouco tempo depois, ouvi o guri começar a roncar pesado, apagado do cansaço do batente.

Foi aí que ouvi um barulho bem leve na parede. Três batidinhas de leve, bem rasteiras, perto do chão. Era a Mariana, do outro lado, me avisando que o serviço com o marido estava feito para não dar rastro, mas que o fogo dela ainda continuava aceso para o dia seguinte.

O sábado amanheceu com um céu azul sem nenhuma nuvem e aquele mormaço pesado que avisa quando o dia vai ser de lascar. O Henrique acordou todo animado, batendo na porta do meu quarto logo cedo.

— Bora, tio! O sol tá estalando e hoje a gente vai pegar uma praia para refrescar o lombo e tomar uma gelada. A Mariana já tá arrumando as coisas!

Eu levantei, dei uma ajeitada no corpo e tomei um café preto forte. A praia ficava ali perto, e o Henrique já estava botando as cadeiras e o guarda-sol na caçamba. Quando a Mariana saiu de dentro de casa, o meu sangue subiu no ato. Para ir à praia, ela tinha colocado um biquíni de cortininha preto, tão pequeno que mal cobria os bicos dos seios fartos, e uma saída de praia de renda transparente que deixava aquela bunda imensa e a calcinha fio-dental totalmente à mostra. Ela passou por mim na cozinha, deu uma rebolada lenta e sussurrou:

— Quero ver se o senhor vai aguentar me olhar de biquíni o dia todo sem poder tocar...

Entramos no carro e fomos direto para a praia. O movimento estava bom, a brisa do mar batendo, mas o calor no meu peito era de outro tipo. Armamos o guarda-sol na areia e o Henrique já correu para o mar para dar um mergulho. Eu sentei na cadeira, e a Mariana tirou a saída de praia, ficando só com aquele biquíni cravado na carne macia. Ela pegou o frasco de bronzeador, sentou na esteira bem na minha frente e olhou bem no fundo dos meus olhos.

— Seu Omar... Passa um pouquinho aqui nas minhas costas? O Henrique tá lá na água e não alcanço aqui atrás — ela pediu com aquela voz mansa, de pura safadeza.

Eu peguei o frasco com a mão calejada e joguei o óleo na pele quente dela. Comecei a espalhar o líquido pelo pescoço, descendo pelas costas até a bordinha da calcinha preta. A Mariana dava uns suspiros fundos, se jogando para trás, fazendo questão de roçar a bunda na minha perna enquanto eu passava o óleo. O meu pau já foi ficando duro feito uma pedra dentro do calção de banho, e eu tive que cruzar as pernas para disfarçar o volume.

— O senhor tá com a mão tão quentinha... Dá até um arrepio — ela cochichou, olhando de rabo de olho para o mar, vendo o Henrique ainda nadando longe na arrebentação.

Depois de um tempo, o Henrique voltou da água, todo molhado, e sentou com a gente para tomar uma cerveja. O dia foi passando e a Mariana não parava de me torturar. Toda vez que o Henrique ia buscar uma lata nova no cooler ou olhava para o lado, ela abria as pernas na esteira, mostrando a racha marcada no biquíni molhado, ou passava a língua nos lábios olhando para o meu calção esticado.

Lá pelas três da tarde, o mormaço estava de queimar a pele. O Henrique já tinha tomado umas quatro cervejas e começou a dar aquela pescada de sono na cadeira de praia, com o boné cobrindo os olhos. A Mariana levantou da esteira, ajeitou o biquíni que estava enfiado na bunda e me olhou com os olhos castanhos pegando fogo.

— Seu Omar, vou dar uma caminhada ali perto das pedras para ver a vista... O senhor não quer ir junto para eu não ir sozinha? — ela falou alto pro Henrique ouvir, caso estivesse acordado.

O guri só deu um resmungo, sem nem abrir os olhos:

— Vai lá, tio... Acompanha ela aí que eu vou dar um cochilo na brisa.

Eu levantei na hora, ajeitando o calção para o bicho não marcar tanto, e fui andando atrás dela pela areia quente. A Mariana ia na frente, rebolando aquela bunda cheia de grãos de areia grudados na pele oleosa, me levando direto para o canto das pedras falsas, onde a praia ficava deserta e escondida do resto do povo.

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