Coisa que concretizei o mais rápido possível, até já tinha uma ideia de onde montar a empresa, era um espaço não muito grande, mas para o começo seria ideal. Contratei uma pessoa para me ajudar e em poucos meses já éramos cinco pessoas trabalhando e procurando novas empresas para contratarem nossos serviços.
Meus programas com Clara estavam cada vez mais frequentes, pequenas viagens, e o que era melhor, os toques os beijos aconteciam com naturalidade, sem forçar, apenas deixando que nos conhecêssemos aos poucos. Até que um dia simplesmente aconteceu, sem planejamento, sem combinarmos antecipadamente.
Continuando.
Nota do autor.
“Para compensar a demora de ontem, estou antecipando a publicação de hoje para amenizar a ansiedade da Id@. Espero que todos apreciem mais este capitulo”.
Abraço.
Saímos uma tarde para almoçar, uma coisa que fazíamos com certa regularidade. Mas não apenas isso, queríamos ter a companhia um do outro. Conversas, longas conversas, sobre todos os assuntos, e até sobre nós mesmos, nossas expectativas do futuro, como chegar e o que fazer para conquistar nossos objetivos.
E naquela tarde simplesmente aconteceu. Finalizando nosso almoço a convidei para darmos uma volta, em algum lugar que nem mesmo eu sabia onde. Ela aceitou desde que estivéssemos juntos. Pegamos o carro e saímos andando peças ruas da grande metrópole. Parei em uma praça qualquer, descemos e começamos a andar, apreciando o que havia em volta, uns cinco minutos depois, quando Clara, se postou a minha frente, me fazendo parar, me olhando bem no fundo dos olhos.
- Que tal hoje, agora?
- Não entendi? Perguntei.
Ela me disse que eu entendia, que tinha chegado o momento, que pela forma que eu a tratava já a muito tempo, pelo respeito, pelo companheirismo, enfim por tudo que tinha demostrado aquele era o dia.
Ainda sem entender fiquei olhando para ela, simplesmente a encarando.
- Você dirige ou quer que eu faça?
- Mas dirigir para onde Clara, por favor seja mais clara, desculpa o trocadilho, mas não estou entendendo.
Ainda sem dizer nada, ela me pegou pelas mãos, e me puxando, levou até o carro, me pedindo as chaves.
- Você já vai entender.
Entramos no carro e saímos com ela ao volante, sem dizer nada, apenas dirigindo. Poucos quarteirões depois ela entrou em um motel, pedindo as chaves. Eu apenas sorria com a forma que ela estava assumindo o controle de tudo.
Paramos na garagem, e mais uma vez ela simplesmente saiu, e veio para o meu lado abrindo a porta e me puxando. Então ali, literalmente se pendurou em meu pescoço e começou a me beijar. Um beijo de necessidade, de puro desejo. Suas mãos pareciam que não sabiam exatamente onde parar, elas simplesmente subiam, desciam, explorando meu corpo. Nesse tempo que ficamos juntos namorando, eu nunca tinha vista Clara, dessa forma, o desejo estava a flor da pele, não que o meu desejo por ela não estivesse, mas com certeza o dela estava ainda maior.
Depois de minutos, ela parou, pegando minha mão e puxando quarto a dentro.
Com a porta fechando atrás de nós, ela começou a tirar minhas roupas, primeiro a camisa, e vendo meu peitoral, começou a beijar, lamber, até mesmo sugar o bico do meu peito, me deixando ainda com mais tesão, depois abrindo a calça e a puxando para baixo com a cueca box que eu usava, se deparando com meu pau pulsante que apontava para cima.
Ao vê-lo totalmente livre, me olhou com uma cara safada e já abaixada, aproximou seu rosto dele, querendo sentir meu cheiro, e com certeza deve ter visto meu pré-gozo já lubrificando a cabeça do meu pau, percebi ela engolindo sua saliva, e na sequencia o abocanhou, o engolindo até onde conseguia, depois fazendo uma variação de chupadas, lambidas, que me levavam ao máximo da excitação, me fazendo quase perder o controle, tendo que avisa-la que se continuasse eu iria gozar ali, naquele momento em sua boca.
Para minha surpresa, ela apenas intensificou a chupada, me olhando e piscou com um dos olhos, e percebi que esse era seu plano, seu desejo.
Acabei então deixando que tudo que tinha ali dentro saísse para que ela degustasse, ela o recebeu todo dentro de sua boca, engolindo quase todo, o que não conseguiu e que escorria pelos cantos de sua boca, foram rapidamente levados boca adentro pela sua língua, para que não fossem desperdiçados.
Eu tinha, tido muitos momentos com Lara, e também com Sara, nos últimos tempos, mas nunca tinha tido uma experiência como aquela. Clara, estava realmente me mostrando como ela era uma pessoa diferente e eu mal poderia esperar pelo que estava por vir, quando estivesse a fazendo gozar com meu pau dentro dela, pelo seu oral já imaginava que seria surreal.
Depois de recuperado, meu pau ainda estava quase oitenta por cento duro, Clara, ainda mantinha o contato visual comigo, então ela se levantou e me beijou, mas desse vez eu é que tomei a atitude de despi-la tirando suas roupas, retribuindo o que fizera antes, a deixando apenas de calcinha. Então comecei a apreciar aquele par de seios empinados com aréolas marrom, e seus bicos durinhos apontando na minha direção. A cintura com a barriga natural, de que quem fazia academia mas sem exageros, as coxas roliças, a bundinha redondinha, dividida pela calcinha que entrava por entre os dois hemisférios desaparecendo, que pude ver pelo espelho que estava atrás dela. Antes desse dia eu apenas podia imaginar como seria aquele corpo, apesar de ter uma leve ideia pelas roupas e pelo contato que tínhamos.
Me curvei e retirei finalmente sua calcinha, depois a levando até meu nariz para sentir seu perfume. A reação foi imediata, com meu pau pulsando novamente, ficando duro. Neste instante beijei seus lábios de segui em direção a seu rosto, depois até seu ombro do mordisquei, a fazendo se arrepiar. Fui seguindo em direção a seus seios, beijando cada pedacinho daquele caminho, sem pressa, apenas sentindo meus lábios em sua pele. Chegando até seus seios, me demorei mais do que planejava, pois eles eram perfeitos e mereciam toda minha atenção, carinho e sensação que poderia dar a ela de prazer.
Comecei beijando, depois dando pequenas lambidas, em seu biquinho, também pequenas mordiscadas, a fazendo gemer e se arrepiar, depois de um tempo parti para o outro fazendo o mesmo. A essa altura as mãos de Carla, já estavam em minha nuca segurando minha cabeça.
Desci em seguida, fazendo o caminho até seu ventre, onde beijei e lambi seu umbigo, a fazendo se encolher, acredito que ela deveria estar sentindo cocegas.
Dali até seu monte de vênus, foi um caminho curto mas nem por isso mais rápido, pois aproveite cada milímetro até ele levando mais tempo que ela gostaria.
Chegando em sua bucetinha, me deparei com ela totalmente depilada. Percebi que a esta altura já estava totalmente encharcada, tanto que notei um pequeno fio escorrendo pela sua perna, na parte interna de sua coxa. Me afastei um pouco e descobri que ele já estava quase que no meio de sua coxa. Fui até lá o observei por um segundo. Me aproximei com minha língua de fora, e o toquei com ela e comecei a subir levando comigo em minha língua toda a umidade que ele havia deixado no caminho, até chegar em seus lábios vaginais, onde ainda recolhi mais uma quantidade levando para dentro de minha boca. Clara, nesse momento gemeu alto quando sentiu meu toque em sua entrada.
Fiquei parado de frente sua fenda, enquanto degustava seu mel, e sentindo todo seu perfume que exalava de dentro dela.
Depois me aproximei mais para coletar mais uma porção ao mesmo tempo que lambia sua grutinha, e subir até chegar ao sei clitóris, e nesse instante ela apertou minha cabeça contra seu corpo, ela começou a tremer a gemer mais alto, a respiração ofegante. Carla estava gozando em minha boca, como eu nunca tinha feito isso a alguém dessa forma antes.
Foram segundos que a deixaram totalmente mole, com as pernas bambas que tive que a ajudar para que não caísse ao chão.
Recuperada, me perguntou o que tinha sido aquilo, nunca ninguém a tinha tocado daquela forma, nunca tinha gozado daquele jeito. Eu só respondi que era apenas uma pequena parcela do que ela receberia naquela tarde.
Nós jogamos na cama, e ficamos uns minutos namorando. Novamente Carla tomou a iniciativa, e eu gostava disso nela. Se posicionou por sobre meu corpo na altura da minha cintura, segurou meu pau, apontando para sua entrada, mas não o introduzindo, apenas o movimentando para frente e para traz, procurando nos dar prazer apenas pelo contado. Feito isso por alguns segundos ela o posicionou dentro de si e começou a descer lentamente, parando a cada centímetro que entrava dentro dela, para se acostumar com meu calibre. Os gemidos se tornavam mais frequentes, e entre eles ela dizia que era bom senti-lo dentro dela. Eu apenas a deixava fazer todo o trabalho, apenas acariciando seu corpo onde minhas mãos pudessem chegar.
Foram longos segundo, até que ela o recebesse todo e tocasse meu corpo com sua fenda. Então ela respirou fundo, o sentindo todo dentro de si.
Depois de se acostumar, começou a subir devagar e descer, tirava alguns centímetros e descia para o receber todo novamente, depois subia um pouco mais e novamente descia, até que finalmente subiu até deixar apenas a cabeça dentro de si, e então desceu novamente se empalando totalmente. Assim fez e a cada nova descida e subida a velocidade era maior, até atingir a máxima velocidade que conseguia e então gozou novamente e com as contrações de suas partes internas me fez gozar também, dentro dela, pois já estava no meu limite.
Ela se jogou para frente apoiando seu corpo contra o meu, olhos fechados, respiração profunda, da mesma forma que eu. Ficamos assim por um tempo, e acabei a abraçando e fazendo carinho por seu corpo.
Refeitos, a convidei para um banho e fomos juntos, sem dizer nada, pois nossos olhares já diziam tudo o que era necessário dizer.
Nos banhamos, um ao outro e voltamos para a cama, onde ficamos deitados apenas namorando. Não era preciso dizer nada, nos dois já sabíamos onde aquilo iria dar e era algo que eu, já a algum tempo estava querendo.
Passamos a tarde naquele motel, claro que fizemos amor mais uma vez, e gozamos muito juntos. Ao final, quando estávamos saindo ela me pediu para irmos para minha casa, e não para a dela, pois queria ficar comigo naquele final de semana, e foi exatamente isso que fiz.
E naquele final de semana passamos juntos e minha casa, e nem preciso dizer que foi o primeiro e dali para frente, roupas, escova de dentes entre outros objetos começaram a ficar em minha casa, como se ela estivesse disposta a conviver comigo, primeiro por alguns dias, mas a ideia era dividirmos a casa não só nos finais de semana, mas durante todos os dias da semana e dos meses seguintes.
Tanto que tivemos que começar a procurar um local maior, e graças ao retorno que eu estava tendo na empresa, não seria algo difícil para mim.
Meses depois eu convidei Carla, para vir trabalhar comigo, não como funcionaria mas como sócia na empresa.
Ela a princípio achou que deveria ficar onde estava, mas depois que argumentei que tínhamos um bom entrosamento no ambiente de trabalho e que ela poderia me ajudar muito, acabou aceitando, pediu demissão mesmo sob os protestos de Carlos, por ela ser praticamente o braço direito dele no departamento.
Foi uma mudança rápida, mas não sentimos muito, pois tínhamos um bom entrosamento. Preparamos uma sala para ela ocupar, coisa que eu já tinha solicitado com antecedência, pois tinha certeza que ela aceitaria. Outra coisa que ajudou foi que nessa época já ocupávamos um outro espaço em um prédio que havia alugado já há alguns meses, pois tudo corria de vento em popa.
Sua adaptação foi rápida, como o esperado e a minha também, pois era ótimo tela sempre por perto, mesmo naquele ambiente, e passamos a trabalhar em conjunto, decidindo tudo para termos um melhor retorno e novos contratos.
Íamos e voltávamos juntos do trabalho. Já nossa vivencia em casa não poderia estar melhor, o sexo entre nós era frequente, e a palavra casamento já fazia parte das nossas conversas com bastante frequência.
Com o crescimento da empresa decidimos fazer a contratação de mais algumas pessoas para cuidar não só da parte burocrática, mas também da recepção de visitantes, pois ainda não tínhamos ninguém nessa posição.
Certa manhã chegando ao prédio, deixando meu carro no estacionamento que ficava no subsolo, encontrei o Sr. João que cuidava da limpeza das salas, ele estava já dentro de elevador de serviço, pois o outro tinha acabado de subir. Nos cumprimentamos, e antes da porta fechar ele me disse que tinha esquecido algo e que iria buscar, mas teria que descer com o carrinho com seus materiais. Eu disse que poderia ir que eu desembarcaria seu carrinho no andar e o deixaria num canto no corredor para que quando subisse pudesse fazer seu trabalho.
Como sempre eu estava com uma roupa comum, pois só costumava usar algo mais social quando tinha alguma reunião agendada, e neste dia até mesmo a Clara, tinha ido mais cedo, pois queria cuidar de umas coisas antes de começar as entrevistas com os candidatos.
O elevador parou no térreo e uma pessoa entrou, eu distraído fuçava em meu celular, próximo ao carrinho do Sr. João, quando ouço uma voz conhecida.
- Mas que coincidência, o homem que passava dias no escritório agora cuida da faxina.
Levantei a cabeça e sim lá estava ela, Lara, me encarando com um olhar sarcástico.
- Oi Lara!
- O que faz aqui, a vida deve estar bem difícil para você?
Não respondi e apenas a fiquei encarando.
- Deveria usar uniforme de limpeza, assim combinaria mais com esse carinho. Disse gargalhando.
Ignorei seu comentário, baixei a cabeça e continuei lendo minhas mensagens, mas ela continuou, com a porta abrindo no andar onde desceria.
- Cuidado para não te verem com o celular, pode perder o emprego. Disse descendo.
Levantei levemente os olhos, para vê-la sair.
Desci no andar de cima, o último, retirei o carrinho e o deixei em um canto onde não atrapalharia, e segui para minha sala, pois teria um dia cheio.
Estava envolvido com minhas coisas quando recebo uma mensagem da Clara, pedindo minha presença a em sua sala, pois queria me apresentar um candidato. Respondi que em alguns momentos estaria por lá.
Pouco depois chegando em sua sala, bati entrando e pedindo licença, olho e vejo Lara, sentada na cadeira a frente de sua mesa, de costas para a porta.
- Oi, essa e a Lara, uma candidata, e queria apresentá-la, a você.
Nesse momento Lara, vira me olhando.
- Você, o faxineiro?
Parei rindo, me divertindo com a situação.
- Não, não sou o faxineiro, você se precipitou na sua conclusão, só porque seu estava fazendo um favor para a pessoa que faz a limpeza aqui das salas enquanto ele precisava pegar algo, e depois você me conhece, se eu posso ajudar, eu sempre ajudo.
Depois de ouvir minhas palavras, ela não sabia onde colocar a cara. Me aproximei da Clara, a beijando no rosto.
- Oi amor, sim eu a conheço, essa é minha ex-esposa, que me julgou porque eu estava no elevador ao lado do carinho do Sr. João, ele tinha esquecido algo e para não ter que retirar o carrinho eu disse que o deixaria no corredor em um canto, ele é tão prestativo que não vi problema algum fazer esse favor a ele.
Após ouvir minhas palavras Lara, se desculpou pela forma como tinha agido, que estava ali para uma entrevista de emprego, mas não imaginava que eu estaria trabalhando ali.
- Sim ele trabalha, mas na verdade nós dois somos os patrões aqui, sou a sócia dele. Disse Clara, de forma tranquila.
A cada frase Lara, se afundava mais na cadeira.
- Sinto muito, eu não sabia.
- Vou aceitar suas desculpas Lara, mas espera um pouco, candidata a uma vaga, a essa altura pensei que você e Jorge estivessem colhendo os frutos dos investimentos do dinheiro da sua parte da casa. Disse eu curioso pela resposta dela.
- Aquele trapaceiro, ladrão. No começo ele até que conseguiu investir uma pequena parte e me dar um retorno, mas quando eu peguei o dinheiro da minha parte da casa, ele disse que tinha uma ótima dica de investimento, que era infalível. Eu dei tudo para ele, afinal já tinha ganho um pouco, pensei que pudesse confiar nele, afinal estávamos nos dando bem, você sabe. Depois disso ele simplesmente sumiu me deixando sem nada. Para ajudar perdi o emprego e fui morar com uma amiga, e agora passo o dia a procura de uma nova recolocação. Quando vi o anúncio, nunca imaginei que seria sua empresa, e como tenho experiência com recepção vim me candidatar. Espera um pouco, onde você arrumou dinheiro para abrir esta empresa, foi antes do nosso divórcio, se for quero, não exijo minha parte nisso.
- Você não tem direito algum aqui, o que ganhei, foi despois de assinarmos os papeis de separação, então aqui você não tem nada, se quiser pode ir atrás dos seus direitos, mas adianto que não vai levar nada, ou como você mesma me disse, nenhum centavo, pois talvez não se lembre, que você mesma pediu para colocarmos aquela clausula que tudo que ganhássemos após o divórcio não seria divido entre os dois, poisa se ne lembro bem, ficou com medo de eu querer uma participação nos seus ganhos com os investimentos do Jorge, esta lembrada.
Nesse momento, os olhos de Lara, começaram a ficar marejados, com a verdade que esquecera.
Enquanto isso Clara, apenas nos observava, pois apesar de tudo nossa conversa mantinha o tom, sem nenhum dos dois levantar a voz.
- A única pessoa aqui tem parte no que ganhei é a Clara, minha noiva e socia. - Disse eu sério, emendado ainda mais. -Depois de tudo que você fez, acho que o melhor também é você procurar um emprego em outro lugar, pois não confio mais em você depois de tudo que rolou entre nós, prefiro contratar outra pessoa, pois aqui não temos espaço para você.
Clara, apenas acompanhava tudo, imparcial, sem fazer qualquer movimento para intervir.
Ouvindo as últimas palavras Lara, se levantou dizendo adeus, abrindo a porta e a fechando atrás de si.
Clara, ainda sentada me encarava sem eu entender o que ela estava pensando até que ela resolveu falar algo.
- Conheci ela, pela foto que você tinha me mostrado, mas não sabia como você reagiria, só achei que deveria te chamar aqui. Foi estranho a forma como ela te tratou, te confundir com um faxineiro foi bem estranho.
- Nem eu esperava por aquilo.
Enquanto estávamos conversando ouvimos uma batida na porta, Sr. João, pedindo licença para retirar o lixo.
Nos entreolhamos e acenamos que positivamente com a cabeça, e agradecendo e depois rindo da situação.
Mas não seria aquele o final, pois ainda havia mais uma surpresa que teríamos em um evento patrocinado pela empresa onde Clara, havia trabalhado. Fomos convidados por Carlos, uma espécie de comemoração pelo retorno que estavam tendo, com o novo programa.
Como tínhamos um bom relacionamento e um contrato para atualizações e suporte técnico, seria um evento que não poderíamos deixar de ir. Até porque sempre poderíamos fazer algum contato com novos clientes.
Quando chegamos, a festa já estava rolando. Muita gente da empresa, bebendo, dançando, grupos conversando, ou seja, aproveitando de alguma forma.
Então vimos Carlos e fomos até ele para o cumprimentar, sendo que ele estava com alguns outros diretores. Cumprimentamos a todos, fomos servidos por um garçom e ficamos juntos, conversando sobre trabalho, para não perder o costume.
Até que se aproxima uma pessoa que eu conhecia. Pensei comigo mesmo o que essa pessoa estava fazendo ali, mas me mantive apenas observando, até que já fazendo parte do grupo ela pergunta ao Carlos se não iria nos apresentar. Ele de imediato a atendeu.
- Querida, esse é o Anderson, o responsável por criar e instalar o novo sistema na empresa, e essa é a Clara, minha ex-funcionária, aquela que eu disse que tinha pedido a demissão para trabalhar em algo próprio.
- Anderson, Clara, esta é Sara, minha esposa.
Para minha sorte eu não estava bebendo nesse minuto, caso contrário teria passado vergonha, por me engasgar com a bebida.
A cumprimentamos e ela retribuiu. Depois disse algo no ouvido de seu marido, que eu já imaginava o que seria, ele me olhou de alto a baixo e sorriu, além de balançar a cabeça afirmativamente.
Sara se aproximou de mim, dizendo que eu tinha feito uma excelente trocar de Lara, por Clara, rindo.
Os demais acabaram se retirando de onde estávamos e ficamos apenas os quatro.
Acredito que a essa altura Clara, já devia ter percebido algo, pela expressão em seu olhar e pela forma como Sara, a encarava e a mim. Depois de um tempo eu acabei abrindo o jogo para ela, sobre quem era aquela mulher, pois ela sabia de tudo que rolou, eu só nunca tinha dado o nome.
A festa estava ótima, mas em dado momento eu e Clara, preferimos ir embora e ao nos despedirmos dos dois, Sara, como sempre direta, em voz normal disse para nós ouvirmos:
- Que tal um dia desses fazermos uma festinha a quatro, sabe Clara, conheço bem o brinquedinho de seu namorado gostosão, até que gostaria de relembrar nossas brincadeiras mais uma vez, quem sabe.
Fim???!!!!
ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.
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