A viagem para a Disney deveria ser a comemoração dos 21 anos da minha melhor amiga, mas, para mim, tornou-se a celebração da minha própria luxúria. O pai dela, um homem que só podia ser descrito como um deus grego moderno — alto, branco, com aquele grisalho charmoso nos cabelos e uma estrutura física forte que transbordava masculinidade —, resolveu bancar tudo.
Eu sou a menor do grupo de três, mas carrego a maior raba. Meus 1,54m de pura curva, coxas grossas de academia e bunda gigante eram como um imã para ele. Já no caminho para o aeroporto, eu sentia o olhar dele no espelho central do carro. Eram olhares sutis, mas famintos. Meu "putômetro" disparou na hora; minha bucetinha começou a pulsar, molhando a calcinha enquanto eu fingia conversar com as meninas. Nós brincávamos quem seria a "madrasta" dela, mas enquanto todas riam, eu já imaginava como seria sentir aquele homem me possuindo.
Chegamos aos Estados Unidos e ele nos acomodou em um apartamento com duas suítes. Uma para ele, outra para nós três.
Na primeira madrugada, o silêncio do apartamento foi interrompido pela minha sede. Levantei com meu pijaminha rosa, curto e justo, sem sutiã e, claro, sem calcinha — eu amo a sensação de liberdade entre as pernas. Quando cheguei na cozinha, meu coração quase saltou pela boca. Ele estava saindo do banho pra tomar água, apenas com uma toalha branca amarrada na cintura.
Deus, que visão! Os ombros largos, o peitoral definido, o cheiro de shampoo fresco misturado ao aroma natural de homem. Eu gaguejei ao responder que queria água, mas ele não desviou o olhar. Ele me encarava com uma intensidade que parecia ler cada pensamento pervertido da minha mente. Ele mordeu os lábios sutilmente, e eu senti meu clitóris dar um solavanco de tesão.
Quando fui devolver o copo, ele tocou minha mão. Um toque firme, possessivo.
— Preciso te confessar algo... — a voz dele era um trovão rouco que me arrepiou da nuca aos pés.
Ele confessou que não conseguia parar de pensar em mim, que sabia que era errado pela idade e pela amizade com a filha, mas que o desejo era incontrolável. Eu não precisei de muito para concordar. De costas para ele, sussurrei que não via problema nenhum, desde que fosse o nosso segredo.
Ele não esperou mais. Puxou minha cintura com força, colando minhas costas no seu corpo. Senti imediatamente: a rola dele estava dura como pedra, um volume imenso que pressionava minha bunda gigante. Virei-me para ele e nos fundimos em um beijo voraz, mãos explorando cada centímetro, apertando minha raba com uma vontade bruta.
Ele me carregou no colo, beijando meu pescoço, e me levou para a suíte dele. Assim que ele trancou a porta, eu já estava de joelhos. Com um movimento rápido, arranquei aquela toalha e libertei o monstro da jaula. Que obra de arte! Uma rola linda, grossa, cheia de veias, com a cabeça rosada e já babando de tesão. Eu caí de boca naquela pica, sugando com vontade, descendo até a garganta enquanto ele gemia meu nome, as mãos enterradas nos meus cabelos loiros.
Ele me jogou na cama e eu me abri completamente, expondo minha xana encharcada. Ele a devorou com a língua, sugando meu clitóris como se fosse a última coisa da vida dele. Quando ele mirou a ponta da rola na minha entrada, entrou lentamente, preenchendo cada milímetro do meu interior.
— Você está gostando, putinha? — ele sussurrou.
— Estou amando! Mais... me fode mais! — eu gemia, sentindo a base daquela rola bater no meu colo.
Ele mudou o ritmo para algo frenético, bombando em mim com a força de um homem que estava guardando aquele desejo há tempos. Depois, me colocou de quatro, expondo minha bunda monumental. Ele abriu minhas nádegas com as mãos e introduziu um dedo no meu cuzinho, massageando a entrada enquanto martelava minha bucetinha. Eu gozei violentamente, sentindo os tapas estalados na minha raba ecoarem no quarto.
Mas o ápice veio quando ele decidiu que a bucetinha não era suficiente. Ele tirou a rola e, com precisão, a enterrou no meu rabo. Eu aceitei como a boa putinha que sou, arqueando as costas enquanto sentia meu cuzinho ser rasgado por aquela grossura. Ele virava os olhos de puro tesão, gemendo alto enquanto me possuía por trás. Senti a contração final, a pulsação forte... o filho da puta inundou meu cu de porra quente.
Quando ele saiu, senti o leite escorrendo quente pelas minhas pernas. Tomamos um banho juntos, beijos úmidos e promessas de que aquilo se repetiria.
Voltei para o quarto das meninas com o cu latejando e um sorriso no rosto. Durante o resto da viagem, sempre que tínhamos a chance, eu escapava para ser fodida por aquele deus grego. Eu era a "convidada" da viagem, mas quem realmente aproveitou todos os benefícios do patrão fui eu. E os presentinhos que ganhei depois? Bem... eles foram apenas o bônus por ser a putinha secreta do pai da minha amiga.
