Olá, Júnior retornando.
Após concretizar a abertura do escritório da empresa em Novo Hamburgo-RS, Ana e eu passamos a trabalhar juntos.
Ela continuava a morar em sua kitnet em Canoas, indo e vindo diariamente de trem para o trabalho, enquanto eu aluguei um apartamento pequeno, de dois quartos, na área central de Novo Hamburgo.
Para quem não conhece, a cidade tem uma parte histórica, chamada Hamburgo Velho, que é onde a cidade começou, com a vinda de imigrantes alemães. Nessa região há diversos restaurantes e uma cervejaria local. Nos finais de semana os lugares enchem, com clima agradável e música boa.
No trabalho ninguém sabia das minhas saídas com Ana e como ela soube da vaga. Apesar de como aconteceu, ela era extremamente hábil no trabalho, fazendo juz ao emprego. Nossa relação na empresa era de chefe e subordinada, sempre com o devido respeito. Ela era tratada sem nenhum diferencial, como eu fazia com os demais vendedores e vendedoras que eram subordinados ao escritório.
O ano foi passando, Ana retornou à faculdade, quase não nos víamos fora da empresa.
As vendas cresceram, minha gestão no escritório do Vale dos Sinos e Paranhana era elogiada, mas o feito não cabia a mim, era do esforço dos vendedores.
No meio do ano a empresa fez um relatório do primeiro semestre, e em agosto me chamou na matriz.
— Júnior, meu caro amigo!
— Bom dia, João! Vem cá, me dá um abraço!
— Quanto tempo que não nos vemos presencialmente, apesar da curta distância. O trabalho está te matando... já tem uns cabelos brancos e menos cabelos do que quanto te vi da última vez... hahaha.
— Nem me fala... - eu ri — mas cabelo branco é sinônimo de maturidade - dei a volta por cima.
Sentamos à mesa de reuniões, onde o presidente da empresa passou a discorrer sobre o desempenho de cada escritório do estado. Qual não foi minha surpresa quando ele me chamou:
— Júnior! O seu escritório ficou em segundo lugar nas vendas do estado, perdendo apenas para a Matriz - informou ele com um largo sorriso — parabéns pelo feito em tão pouca existência!
— Doutor Marcos, eu que agradeço o elogio. Mas eu não faço nada sozinho, como o João me ensinou. Minha equipe é eficiente, abrimos novos mercados, conquistamos novos clientes, mas sempre em conjunto. Quando precisei de orientação e supervisão o João me ajudou em tudo, me ensinando as técnicas necessárias e fornecendo informações para que os negócios se concretizassem.
— Ok, mérito da equipe reconhecido. Não é qualquer líder que distribui o mérito da conquista com a equipe. Mais uma vez parabéns.
— Obrigado, doutor.
A reunião continuou, passando pelos gargalos que havia em cada região, inclusive na minha, afinal nem tudo são flores. Sempre há algo a melhorar. Ao final, o doutor Marcos pediu para ficar com os 3 primeiros colocados.
— Vocês são os maiores gerentes da nossa empresa no estado. A conquista de vocês mais uma vez fez os lucros da empresa quebrarem recorde. E, com isso, só posso recompensá-los.
O doutor Marcos entregou a cada um de nós um envelope. Abrimos e nos deparamos com passagens aéreas para duas pessoas, com estadia. Para o João, cujo escritório ficara em primeiro no desempenho semestral, a viagem foi para o Recife. Para mim a viagem foi para Natal e para o colega em terceiro, Belo Horizonte, por uma semana. A escolha era nossa, de quando realizar a viagem.
No outro dia cheguei cedo no escritório. Era agosto, e o frio deu uma pausa, no chamado "veranico". Estavam agradáveis 22 graus e as janelas estavam abertas. Dois vendedores tomavam chimarrão, e Ana Júlia tinha terminado de passar o café.
— Bom dia, pessoal!
— Bom dia, seu Júnior!
— Reunião com todos logo mais, antes de saírem. Notícia boa hein! - eu disse.
Quando todos chegaram pedi para fazerem uma roda e ficarem a vontade, tomando café ou chimarrão, e beliscando torradinhas com manteiga ou mastigando biscoitos.
— Pessoal, tivemos uma reunião semestral na matriz. Nosso escritório ficou em segundo lugar, com menos de um ano de existência. O mérito é de todos vocês, pois sem vendedores e vendas eu não consigo ser gerente. Parabéns!
Todos bateram palmas, se cumprimentando.
— Aos vendedores e para nossa funcionária administrativa, haverá um bônus de R$ 7.500,00, pago no mês que vem. Para mim, uma viagem para Natal. Queria levar a todos... mas não posso. Só tenho uma vaga.
— Leva eu, chefe. Não, me leva. Olha, eu sou melhor companhia hein - começaram a brincar.
— Tá ok, pessoal. Gostaria de levar a Ana Júlia, pois ela é meu braço direito aqui - respondi, profissionalmente. Senti o olhar de ciúme das outras meninas, que não suspeitavam das nossas saídas. Mas ninguém reclamou, ficando as divergências impressas em expressões faciais e gestos.
Combinei com Ana Júlia e na semana do 20 de setembro, feriado gaúcho, ela poderia faltar a 3 dias de aula, pois a faculdade aderia à Semana Farroupilha e liberava os alunos. Os outros dois dias era feriado emendando a quinta e sexta.
Chegado o dia, embarcamos no aeroporto Salgado Filho. Após a inevitável escala em Guarulhos, seguimos para Natal, pousando no aeroporto Augusto Severo (que ainda operava na época).
— Ah, o sol! Calor e água fresca! - exclamou Ana Júlia.
— Que maravilha, esse povo deve ser feliz, com o sol brilhando o ano todo. E esse vento? Quente, não aquele vento cortante, nosso famoso Minuano!
Eu nunca tinha ido a Natal, mas tinha dicas de colegas. Nos hospedamos em um Airbnb a duas quadras da praia de Ponta Negra. Ana Júlia colocou um biquini verde escuro que cobria bem seus peitos e sua bucetinha, uma canga, e eu fui de sunga e camiseta de manga longa, proteção solar, com boné na cabeça. Deixamos a canga dela e o meu boné nas pedras e corremos pela areia em direção ao mar.
— Nossa, a água é quente! - exclamei.
— E que azul! - admirou ela.
Furamos algumas ondas, tomamos alguns "caldos", eu dei uma ralada leve no joelho em um deles, quando caí no fundo, raspando minha perna na areia grossa. Nos divertimos e retornamos para a areia, sentando em uma barraca. Pedimos uma porção de camarões, um suco para mim e para ela, e ficamos ali, curtindo a natureza. Ao pôr-do-sol, lá pelas 17:20, retornamos para o flat.
— Amor, vem, vamos tomar banho - convidei ela.
Entramos no chuveiro. Tirei cada peça do biquini e ela tirou minha camiseta e minha sunga, tudo cheio de areia. Nos lavamos um ao outro, o que nos deixou com tesão. Ela se abaixou e chupou meu pau. Eu estava cansado do dia, mas logo ele ficou duro o suficiente para ela mamar gostoso até eu gozar. Ela encheu a boca com meu leite, levantou e compartilhou comigo. Que delícia!
Deitamos na cama e adormecemos por um tempo. Acordei e Ana Júlia estava ao meu lado, encolhida devido à temperatura amena. O ar condicionado estava desligado, mas as janelas semiabertas deixavam passar um vento forte, que resfriava o ambiente e deixava a temperatura agradável. Eu dei um beijo no meio da bunda dela, tocando a buceta de leve. Ela acordou ressaltada e sorriu.
— Sem vergonha, quer me comer é? Tô com fome! - respondeu ela.
— Depois, sem pressa... agora quero comer comida de verdade. Você é a sobremesa - e dei um beijo gostoso na buceta dela.
Nos arrumamos, e saímos para jantar no Camarões, restaurante famoso do bairro. Pedimos um prato de camarão gratinado para duas pessoas e uma taça de vinho branco para cada. Ficamos ali, namorando, conversando amenidades, apreciando o vinho e o camarão. Voltamos para casa.
— Casa, meu amor? - exclamou ela.
— Ato falho - disse eu — é que já acho que estou morando aqui. Inconsciente fala mais alto... não dá pra controlar - e ri gostoso. Ela riu junto.
Subimos e fomos para a varanda. A noite enluarada refletia nas ondas do mar, emoldurando o relevo do Morro do Careca nas sombras. O flat era no 12° andar. Uma parede impedia que os vizinhos se vissem. Liberdade e privacidade garantidos. Eu a abraçava por trás, enquanto apreciávamos a vista. De repente, soltei as alças do vestido dela, que caiu. Ela imediatamente tampou os peitos e se virou.
— Você é louco? - sussurrou.
— Sim, por você - e puxei a calcinha dela para baixo. O vidro da varanda era jateado, o que impedia algum curioso ver lá de baixo.
Ela entrou para a sala e se deitou no sofá-cama. O vento agitava as cortinas.
— Vem comer a sobremesa!
Não me fiz de rogado. Tirei minha roupa e caí de boca direto na buceta melada.
— Safada, já excitada né! Não resiste ao seu homem! Saudade de te comer!
— Eu também, já estava na seca!
— Seca? Olha só pra essa buceta melada! - e chupei com força o grelo dela, fazendo-a gemer e segurar minha cabeça. Meu pau estava duro, apontando para a entrada dela, mas ainda não era hora.
Comecei a deslizar meu pau na barriga dela, pincelando a entrada da buceta. Depois de molhado eu subi e coloquei nos lábios dela, que sugou lentamente seus sucos, junto ao meu pré-gozo. Isso acendeu mais ainda o tesão dela. Eu ignorei. Comecei a beijá-la, devagar, explorando os lábios, como se fosse minha primeira vez. Ela quis ter pressa, quis a intensidade. Eu segurei a mão dela, fiz um "shhh" com o dedo na boca, e continuei, lentamente. Depois, desci para o pescoço, segurando firme seus cabelos cacheados, passando para os peitos entumecidos. Ela gemeu baixo. Fui descendo lentamente pela barriga definida, chegando ao monte de Vênus. Meu pau estava duro como pedra.
— Me come, por favor! - pediu ela.
Coloquei meu pau na entrada da buceta dela, deslizando lentamente para dentro e dando uma estocada forte. Ela gozou, liberando mais líquidos! Eu estava por cima, tipo papai e mamãe, comendo-a com sofreguidão. Quando vi que estava começando a ter vontade de gozar, virei-a de barriga para baixo no sofá-cama.
Montei por cima dela e enterrei meu pau. Nessa posição meu pau não entrava tanto, pois tenho 14 cm, mas atingia o ponto G. Ela gozou logo, tremendo as pernas e deixando seu me cair no tecido da colcha que protegia o sofá-cama.
— Me come de quatro, gostoso, soca nessa buceta - pediu, enlouquecida! Ana Júlia me puxou, agarrou minhas pernas e chupou forte meu pau melado. Quase gozei! Afastei-a e pedi para virar de quatro. Enterrei na buceta dela e bombei forte. Apertei a bunda dela, massageei o cuzinho dela e parei.
— Quero comer esse cu gostoso. Ele tá piscando pra mim - sussurrei.
Ela foi até o quarto, me puxando. A janela estava aberta, deixando entrar a luz da lua. A morena gostosa que eu desejava estava ali, lubrificando o cuzinho para eu aproveitar.
— Enterra esse pau no meu cu, me empala! - gritou.
Coloquei com carinho, deixando-a acostumar. Em poucos segundos ela iniciou um rebolado lento, alternando com entra e sai. Eu comecei a aumentar o ritmo, até que ela gozou forte. Quase gozei! Saí de dentro e deitei no sofá, ela por cima. Ana Júlia sentou e deslizou seu cu no meu pau. Ela curtia o momento, subindo e descendo lentamente, depois parava e me beijava. Foi assim até que ela aumentou o ritmo, minha barriga melada do mel que escorria da buceta dela, e ela gozou, tremendo. Eu gozei junto, muita porra quente naquele cu que já fazia um bom tempo que tinha sentido meu pau pela última vez.
Deitamos um ao lado do outro, satisfeitos. Ela virou e pediu pra ficar de conchinha.
— Posso te chamar de amor, de verdade, ao invés de ser uma palavra de carinho? - perguntou.
— Sério isso, amor? - respondi.
— Sim, Júnior. Eu te amo! - exclamou, sentada na cama, pedindo para me abraçar.
— Eu também te amo, Ana Júlia! - abraçando-a forte — meu medo era não ter mais você na minha vida, igual à letra da música que tem seu nome! - exclamei.
— Não, quero ter você para sempre, no escritório eu te conheci de verdade, sei quem você é, como homem, como profissional, e como parceiro. Quero você na minha vida, por completo!
Eu a puxei e nos beijamos intensamente. Depois fomos para o banho e apagamos na cama.
Passamos os outros 5 dias passeando. Conhecemos o litoral norte, litoral sul, Pipa, fomos até João Pessoa num bate e volta. Óbvio que transamos todos os dias.
O pessoal ficou sabendo que eu e Ana Júlia nos apaixonamos antes da viagem a Natal e entendeu minha escolha. O escritório continuava entre segundo e terceiro no desempenho da empresa. Com isso, vieram mais bônus e viagens.
Dois anos após a viagem para Natal, Ana Júlia e eu nos casamos em uma vinícola na Serra Gaúcha, com alguns convidados da empresa e poucos familiares. Ela se tornou a gestora do escritório que a empresa abriu em Santa Catarina, e me mudei para lá para ser o gestor regional.
FIM.