Capítulo 63: Segredos Revelados e um Natal Despedaçado

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 3098 palavras
Data: 10/06/2026 02:52:40

O clima na casa de Jhonny e Andressa, após a partida abrupta de Chris e Suzana, havia se tornado pesado, quase sufocante. As risadas e a excitação do desfile de lingeries haviam sido substituídas por um silêncio carregado de mágoa e frustração. As meninas, ainda em toalhas ou com as lingeries semi-vestidas, pareciam ter desanimado completamente para a festa de Natal.

Jhonny, apesar de sua própria irritação borbulhante, sabia que precisava agir. Ele não podia deixar que o Natal fosse completamente arruinado. Com um suspiro, ele começou a pegar firme na arrumação, guardando as taças e os restos do almoço, tentando quebrar a inércia. Lentamente, uma a uma, as meninas começaram a ajudá-lo, como se a atividade física pudesse dissipar a nuvem escura que pairava sobre elas. Elas se moviam em um balé silencioso, cada uma tentando animar a outra com pequenos gestos ou olhares de solidariedade.

Anna, com sua franqueza habitual, quebrou o silêncio: "Olha, se o Jhonny sequestrar a Suzana, a gente resgata ela, tá?" - Ela tentou rir, mas o som saiu um pouco forçado, ecoando a tensão no ar. As outras riram também, um riso amargo que reconhecia a gravidade da situação de Suzana. Mas logo estavam se distraindo, finalizando os últimos detalhes da arrumação da casa, enquanto o sol começava a se pôr, pintando o céu de tons alaranjados.

Era por volta das 20h. Tudo estava pronto para a ceia, mas o espírito festivo ainda lutava para se manifestar. Jhonny, sentindo o peso do dia, decidiu tomar um banho rápido para tentar relaxar no banheiro de seu quarto. As meninas, vendo-o se afastar, decidiram ir logo depois, usando o banheiro do quarto de hóspedes.

Jhonny, já fora do banho, ouviu sussurros vindos do quarto vizinho. A curiosidade, sempre um traço forte em sua personalidade, o puxou para perto da porta do seu quarto, pois pelo volume das conversas, a porta possivelmente estava aberta. Ele encostou o ouvido, a respiração suspensa, e começou a ouvir a conversa íntima das três.

Era Anna quem falava naquele momento, a voz baixa e preocupada: "Eu tô preocupada com a Suzana, de verdade. Talvez tenha sido um vacilo dela ter se apaixonado pelo Jhonny enquanto ainda estava casada” - mas Andressa interveio imediatamente, a voz firme, defendendo a amiga e o marido: "Não foi culpa dela, Anna. Jhonny não é só gostoso ou bonito. Ele tem algo que deixa as mulheres ao redor dele sempre muito à vontade, sabe? Ele as faz se sentirem vistas, desejadas, mas respeitadas. Eu já percebi diversas mulheres dando bola pra ele, mas ou ele ignora gentilmente, ou se faz de sonso, ou só não percebe mesmo."

Cintia riu, um som suave: "A terceira opção é tão possível quanto a primeira, Andi. Eu não vejo o Jhonny como sonso, mas ele é distraído pra essas coisas." - Andressa suspirou: "É… mas tem umas que são muito diretas. Tipo a vizinha gostosa que a gente tinha. Eu fiz de tudo pra não rolar, mas numa dessas, num momento que eu tinha ficado uns 10 dias sem sexo, acabei cedendo pra ela. Foi uma traição, eu sei. Mas na verdade ela era doida pra foder com nós dois." - Jhonny sentiu um arrepio. Ele já sabia dessa história, Andressa tinha confessado há meses, em um momento de vulnerabilidade. Andressa continuou: "Eu aceitei provar ela - tá, eu tava meio bêbada na hora, mas aceitei. Me deixei levar pelo tesão acumulado, mas eu sei que errei. E eu me arrependi na mesma hora. Pior: a safada queria era o meu marido, na verdade. Ela mesma disse, depois de transarmos. Por isso cortei os laços com ela abruptamente. Além do arrependimento por ter traído o Jhonny, não queria vê-la perto dele. Era maquiavélica, tinha montado todo um clima pra eu cair na dela, e com certeza faria o mesmo com o Jhonny. Muito safada e ardilosa."

Anna comentou, com um tom de quem observa de fora: "Apesar de tudo, Andi, você é muito ciumenta, apesar de não aparentar."

Cintia concordou: "É verdade. Você disfarça bem."

Andressa riu, um som um pouco forçado: "Nem tanto. Se fosse, não aceitaria ou mesmo desejaria a Suzana como uma segunda mulher do Jhonny, né?" - As meninas replicaram em coro, quase em um sussurro cúmplice: "Mas é que você também ama a Suzana, só por isso!"

Um som de beijo molhado ecoou. Jhonny sentiu o sangue pulsar nas veias.

Anna então perguntou, a voz ainda mais baixa, quase um segredo: "E você, Andi? Gostaria de ter a Cintia e eu como a terceira e quarta mulheres do Jhonny?"

Andressa gemeu baixinho, um som que fez o corpo de Jhonny reagir: "Para, Cintia!" - ela pediu, a voz embargada: "Sim… sim, eu gostaria. Mas só dependeria do Jhonny. Ele é safado e se amarra em todas vocês, eu sei disso, mas é muito cabeça e responsável também. E eu jamais passaria por cima dele, porque eu o amo e o respeito muito." - Andressa gemeu novamente, um som de puro prazer: "Ai, meninas… vamos logo tomar banho. Eu quero deixar meu tesão para o Jhonny. E se vocês duas, minhas ruivinhas, quiserem e ele também, a gente termina o Natal juntinhos na cama." - não passou dois segundos e Andressa gemeu novamente: "Seus dedos são deliciosos, Cintia." - Andressa gemeu mais, a voz quase inaudível: "Mas para, por favor. O acordo é evitar sexo sem o outro, procurar não deixar rolar, mesmo entre a gente, somente sob acordo."

Cintia e Anna riram, um som divertido e levemente provocador: "Isso é curioso, delicioso e único. Ele te libera parcialmente, sabendo que virá algo igual de volta, ou até melhor. Me fascina a maturidade sexual do Jhonny." - Anna comentou.

Andressa suspirou: "Eu acho que é possivelmente por causa de um trauma passado dele, mas eu não sei detalhes."

Agora foi Anna quem gemeu, um som mais intenso: "Andressa, você realmente vai continuar com isso? Eu não me responsabilizo. Eu vou fazer você gemer alto e o Jhonny vai ouvir."

Jhonny, do lado de fora, ouvia tudo, o pau já fora da bermuda, duro e latejante, curtindo cada palavra, cada gemido. Anna continuou a gemer, e Andressa também. Logo Cintia também gemia, a excitação contagiante. Após uns poucos minutos assim, com barulhos de beijos intercalados, Cintia disse, a voz ofegante: "Meninas, acho que deu pra relaxar do estresse de mais cedo, podemos terminar por hora? Não quero gozar agora." - Mal ela falou e gemeu, um barulho de beijo e Andressa disse: "Eu sei, você tem razão. Acho que é por isso que Jhonny me deixa à vontade com vocês. Me ajudam, assim como ele, a deixar a cabeça no lugar, mesmo na tempestade."

Anna riu e falou manhosa: "Isso é quase traição, Andi... aaahhhh... Por isso que temos que virar mulher de vocês em definitivo, que daí não seria mais."

Andressa riu de volta: "Quem sabe um dia, né? Mas eu sei que o Jhonny não se zangaria se nos visse nesse momento... huuum... Agora vamos, antes que o Jhonny venha aqui e nos pegue no flagra."

Jhonny ouviu o chuveiro ser ligado, e o som da água abafou o resto da conversa. Ele se afastou da porta, o corpo em chamas, a mente fervilhando com o que acabara de ouvir. As revelações, as confissões, os desejos… tudo se misturava em uma torrente de emoções. Ele sentiu um misto de orgulho, excitação e uma pontada de preocupação. As meninas confiavam nele, o desejavam, mas a complexidade da situação era imensa.

Ele voltou para o quarto, tentando acalmar o corpo e a mente. Quando as meninas saíram do banho, cheirosas e com os cabelos úmidos, o clima estava mais leve, mas a tensão sexual ainda pairava no ar, um convite silencioso.

Minutos depois do banho das meninas, o celular de Andressa toca. Era Suzana, avisando que estavam à caminho. O natal não tinha sido candelado. As meninas gritaram animadas, e Jhonny, estava aliviado. Eles chegaram e se cumprimentaram. Chris apertou a mão de Jhonny e zoou, o chamando de “Alfa” - mas não passava de uma brincadeira meio sarcástica. Chris pediu desculpas para as meninas e admitiu que era uma luta pra ele entender aquela amizade, aquele grupo, os limites... mas lutaria por sua amada mesmo assim. Pouco tempo depois todos se sentaram à mesa.

Mas a ceia de Natal foi um evento estranho. O peru estava dourado, o arroz com passas, as rabanadas… tudo perfeito. Mas conversas eram mais contidas, os risos, mais amenos. Jhonny tentava manter o ânimo, contando piadas e elogiando a comida, mas era perceptível que algo ali havia mudado.

Após comerem, os meninos foram pra sala e as meninas ficaram conversando na cozinha. Comentando sobre as sobremesas e como Jhonny tinha o dom pra massas e doces assados, como o pudim que fizera.

De repente, o celular de Chris tocou. Ele estava no sofá, tentando se distrair com o aparelho enquanto aguardava as sobremesas. Suzana, que estava vindo com uma taça com pudim e bolo gelado de abacaxi, entrou na sala nesse mesmo momento. Chris atendeu, colocando no viva-voz sem querer, talvez levemente alterado pelas taças de vinho que já bebera, e a voz de Luana, alta, estridente e sensual, ecoou: "Oi, meu amor! Já chegou em casa? Saudade do seu pau!"

Um silêncio sepulcral caiu sobre a sala. Suzana empalideceu. Jhonny sentiu o sangue gelar. Chris, visivelmente desconfortável e quase desesperado, tentou desligar, mas Luana continuou antes que ele conseguisse: "Ah, e as fotos que você tirou de mim? Já mandou para a Suzana? Ela vai amar ver o booking dessas lingeries! Essas fotos foram o diferencial no fechamento do contrato. E ficaram excelentes, modéstia a parte. O sexo foi só um bônus hahaha".

Chris, ainda mais desesperado, diz que ligava de volta depois e conseguiu enfim desligar a ligação, mas o estrago já estava feito. Suzana o encarava, os olhos marejados, a boca tremendo: "Que fotos, Chris? Quem é ela? Que porra é essa?"

Chris, em um acesso de nervosismo e talvez para desviar a atenção, abriu a galeria de fotos do celular e conectou o aparelho na tela da TV, mostrando as tais fotos. - "São só umas fotos que eu tirei de uma amiga, Su. Nada demais."

A primeira foto apareceu na tela grande da TV. Era Luana, Jhonny reconheceu, de lingerie preta e transparente. Jhonny sentiu um arrepio. - "Essa não fui eu quem bati, mas o chefe dela, que é casado com a melhor amiga dela" - diz Chris. Então ele emenda dizendo que treinou com eles algumas técnicas de fotografia sensual, mas queria fazer surpresa para as meninas. Todas elas estavam olhando para Suzana, e suas expressões eram sérias. Jhonny nem olhava para elas, olhava fixo para Chris e para a tela. Aquela mulher, Luana, realmente era excepcional, mas nunca seria mais bonita que Andressa ou Suzana.

Chris então conta que ela era Luana, uma ex-namorada da adolecêsncia, quando ele tinha 16 anos apenas. Namoraram por um ano, tendo inclusive tirado a virgindade dela. Ele estava visivelmente nervoso, mas falar tudo aquilo e mostrar aquelas fotos... parecia deixá-lo à vontade e até orgulhoso de si mesmo.

Outra foto: Luana de calcinha roxa, mas sem sutiã, seus seios lindos expostos, os mamilos duros e rosados. Chris disse que as fotos foram bem… intensas.

Suzana, tentando se controlar, pergunta como eles se reconectaram, se ele sempre teve o telefone ou contato com ela. Ele diz que não, mas foi num grupo adulto do telegram que se “reencontraram”. Chris, querendo entender melhor o voyerismo das meninas, começou a postar esporadicamente fotos de cueca ou de seu pau num grupo de compatilhamento adulto no app. Então, inesperadamente, Luana reconheceu seu membro pelas fotos e mandou mensagem privada pra ele, reetabelecendo assim suas ligações. Chris comenta, com um sorrido nos lábios: “Foi ela quem me apresentou à seu chefe, sr. João Martini, dono da empresa que fabrica e exporta essas lingeries que eu trouxe mais cedo. Ela é a principal modelo da marca e melhor amiga da esposa do Sr. João Martini. Eles meio que vivem uma parada igual à vocês, com ele comendo a esposa e a amiga dele de vez em quando, as vezes juntas, as vezes separadas. A esposa dele também é modelo da marca, mas acabei não pegando nenhuma foto dela. E entre uma reunião e outra, o Sr. João me incentivou e a Luana pediu, e não aguentei... Terminamos na cama mais uma vez.”

Outra foto: ela nua, pernas abertas, entregue ao seu fotógrafo, sua boceta visivelmente molhada, os lábios inchados e rosados.

E outra foto: ela praticamente na mesma posição, mas a barriga e a rola de Chris também apareciam, sendo que seu pau estava metade dentro de sua boceta.

Chris completa: “Eu não pretendia fazer esse flashback com ela, mas uma coisa acabou levando à outra.”

Então um vídeo: ela de quatro, Chris fodendo ela forte, lhe dando tapas na bunda e ela gemendo e gritando, pedindo mais e dizia, direcionado para Suzana, que o marido dela era realmente uma delícia, que não via a hora dela conhecer todos do grupo e ver se poderia participar com eles, pois todos eram lindos nas fotos. Chris nem olhava para trás, estava embriagado consigo mesmo, olhando para a tela, um sorriso de satisfação nos lábios.

Chris então diz que havia contado pra ela sobre Jhonny e as mosqueteiras, que sua esposa estava meio gamadinha no marido da amiga, mas que ele estava tentando superar esse detalhe. E Luana havia se empolgado com a ideia e tinha achado todas as meninas lindas, principalmente Suzana e Andressa. Tinha achado Jhonny bonito também, mas achava impossível ele ser mais gostoso que Chris. Ele dizia isso com o peito cheio de satisfação, ignorando o ambiente ao redor e o que ele de fato estava fazendo.

Outro vídeo: Luana estava cavalgando em Jhonny. Visivelmente outro local, outro dia. Ela gemia, dizia que o pau de Chris era inesquecível e duvidava que Jhonny fosse mais gostoso que ele, como Suzana achava, segundo o que Chris lhe contou. Esse vídeo foi longo e, enquanto passava e o gemido de Luana ecoava, Chris enfim olhou para o lado, para Suzana e a encontrou chorando e com uma cara de ódio. Ele não entendeu e perguntou por que aquilo. Suzana gritou, a voz embargada pela dor e humilhação: "Você está gostando de me humilhar, Chris? De mostrar para todos que eu sou uma corna?"

Chris retrucou, ainda não entendendo a profundidade da dor dela, a frustração evidente em sua voz: "Humilhar? Do que você está falando, Suzana? Eu tenho certeza que o Jhonny te comeu nesses dias que estivemos longe um do outro! Você acha que eu sou idiota?"

Mas Suzana, em um acesso de raiva e libertação, rebateu com força: "O Jhonny nunca me humilhou, Chris! Nunca sequer tentou algo parecido ou mesmo sacanear você! Ele é um homem de verdade, não um moleque safado igual você!"

Chris, nesse momento, alterou sua expressão. A raiva tomou conta de seu rosto: "Esse grupo é isso, Suzana! Sexo sem compromisso fora do casamento! Eu só expandi o grupo, igual a Andressa com a Anna!"

Anna levantou pulando, os olhos em chamas, por pouco não partindo para cima de Chris: "Eu não sou puta, Chris! Eu só voltei a transar com as meninas porque eu e todos nos conectamos! Eu mesma não aceitaria virar amante de Andressa e sacanear o Jhonny! Eu não sou igual à vadia da Luana!"

Chris ameaçou partir para a ignorância com Anna, o punho cerrado, mas foi interrompido por Jhonny, que se colocou entre eles, a voz baixa, mas carregada de uma autoridade que Chris nunca havia visto: "Eu não admito que você continue com essa porra, Chris! E nunca admitirei que você levante a mão para qualquer uma das meninas!"

Suzana ainda chorando, a dignidade ferida, mas a voz firme, levamta a voz: "Você tem muito o que crescer e amadurecer, Chris! Mas eu estou cansada de esperar! Não vou admitir que você prossiga pensando que sou só uma vadia, ou as meninas. Chega!" - Ela então pediu o divórcio, na frente de todos, que ficaram espantados, apesar de não se oporem ao que ela dizia.

Chris então, em um último e desesperado ataque, cuspiu as palavras inflamadas: "Você e as demais não passam de putas que fingem pureza! A Luana se assume como safada, pois até canal de conteúdo adulto na web ela tem!” - ele diz. - “Eu entendo que, no final, realmente mulher nenhuma merece total fidelidade, pois nenhuma dá fidelidade de volta! No final, é tudo piranha!"

Jhonny interveio, a paciência esgotada: "Chris, melhor você cair fora da minha casa. Agora!"

Suzana correu chorando para o quarto, chamando Chris de babaca idiota. E, de lá, ela gritou como nunca o fez na vida, a voz carregada de uma fúria libertadora: "Sim, eu dei gostoso para o Jhonny! E você, Chris, é sim um corno! Eu não quero mais você nem seu pauzão e nunca mais deixarei você tocar em mim!” - Após isso, ela bateu a porta com uma fúria avassaladora.

Seu grito foi um furacão que mexeu fundo em ambos os homens. Chris, cego de raiva e humilhação, partiu para cima de Jhonny. Mas Jhonny, que fazia academia e já treinara por anos kick-boxer, com dois socos bem dados, desmaiou Chris. No processo, eles quebraram a árvore de Natal, Chris caíra em cima da mesma. A comemoração tinha terminado de forma terrível.

Por fim, Jhonny acordou Chris alguns minutos depois, que ainda estava caído no chão: "Não era a minha vontade brigar, Chris. Mas se você insistir, será algo terrível para você, pois tu não tem a menor chance." Ele lhe deu outra opção: "Pegue suas coisas e vá para casa. E nunca mais volte aqui."

Chris, agora chorando de raiva e humilhação, aceitou a proposta: "Você é outro corno, Jhonny! Porque a Andressa também já gozou no meu pau, na boca das meninas e de outras pessoas!" - Aquilo até machucou Jhonny, uma pontada de dor em meio à raiva. Mas ignorando a provocação, ele deu um soco na parede bem forte, na altura e ao lado da cabeça de Chris, fazendo um buraco no gesso: "Se a Suzana e as meninas não quiserem, você não deve nem mesmo tentar falar com elas novamente. E eu… eu não tenho mais assuntos a tratar com você. Se manda."

Andressa chamou por Jhonny, a voz embargada: "Jhonny, por favor, não brigue novamente. Já chega..."

Jhonny concordou, a raiva ainda borbulhando, mas sob controle. Chris então partiu, após pegar suas coisas, sem dizer mais nada, deixando para trás um rastro de destruição emocional e física.

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