Domada com Vara - Capítulo 2: Convite Inocente

Um conto erótico de Zur
Categoria: Heterossexual
Contém 2403 palavras
Data: 09/06/2026 23:13:38

Os dias depois da mudança fluem com uma rotina reconfortante. Jonas e eu nos adaptamos rápido à nova casa. Ele passa o dia todo no escritório mergulhado nos projetos de engenharia, mas nunca deixa de encontrar um momento para me mandar uma mensagem carinhosa durante o dia.

Eu me ocupo com o trabalho remoto de design, e à noite, nos aninhamos no sofá, rindo de séries bobas. Meu amor por Jonas continua o mesmo, sólido e reconfortante.

Aquele lapso no banheiro foi só isso: um lapso. Não penso mais em Damien... ou pelo menos, tento não pensar.

Numa tarde ensolarada, enquanto Jonas está no trabalho, decido finalmente trabalhar no meu jardim. Visto um vestidinho antigo que costumo usar para jardinagem — já um pouco desbotado pelo tempo e pelas lavagens — e passo o tempo ajoelhada na grama, cavando pequenos buracos para as mudas de flores.

Minhas mãos já estão completamente sujas de terra. O suor escorre lentamente pelo meu pescoço, desaparecendo pelo decote do vestido e grudando o tecido na minha pele. O esforço e o tempo abafado me fazem suspirar. Mas isso não faz eu perder a minha concentração.

Até que outra coisa faz.

"Vizinha, você está transformando isso num paraíso."

Ouço a conhecida voz grave. Meu corpo reage antes mesmo que eu levante os olhos.

Damien está ali outra vez.

Inclinado sobre o muro, novamente sem camisa, exibindo o mesmo sorriso seguro de sempre. A pele escura brilha levemente de suor sob o sol da tarde, destacando os músculos definidos do peito e dos braços.

Seus olhos percorrem meu corpo sem pudor, focado nas minhas coxas expostas pelo vestido curto. Envergonhada, pego a bainha e dou uma esticadinha para esconder um pouco mais, mas seu olhar predatório segue. Sinto o calor familiar se espalhando pelo ventre, um arrepio fazendo meus mamilos endurecerem.

"Oi... Damien, né?"

Tento soar casual, é claro que eu sei o nome dele.

Ele pula o muro sem hesitar e se aproxima, torcendo sobre mim com sua altura imponente.

"Você tem talento para isso, Agnes."

Ele coloca ênfase em meu nome, deixando claro que o lembra bem.

"Estou tentando..."

Desvio o olhar para as flores, tentando disfarçar a reação que a presença dele me causa.

"Só está usando a ferramenta errada."

Ele aponta para a pequena pá na minha mão antes de erguer novamente os olhos para mim.

"Tenho uma muito melhor lá em casa. Vem comigo."

O tom é autoritário, parece mais uma intimação do que um convite.

Hesito, limpando as mãos na saia do vestido.

"Não precisa, essa é velinha mas sempre me ajudou..."

"Agnes, não seja boba. Para fazer um bom trabalho você precisa da ferramenta certa."

Ele insiste, já estendendo a mão para me ajudar a levantar.

Olho para ele tentada, seu braço forte e convidativo me esperando.

Ele é só um vizinho prestativo, certo? Nada de mais em aceitar a ajuda.

Dou um meio sorriso e concordo apenas balançando a cabeça, e estendo minha mão para que ele me levante. Seus dedos tocam os meus, quentes e firmes, e eu sinto um formigamento subir pelas minhas pernas assim que fico de pé.

Caminhamos lado a lado até a casa vizinha, e percebo meu coração batendo rápido demais a cada passo.

Entramos pela porta principal.

Sua sala é ampla, moderna.

A porta se fecha atrás de mim.

E então o silêncio muda.

Alguma coisa na atmosfera pesa de repente.

Viro o rosto devagar.

Damien já está perto demais.

Os olhos escuros presos em mim outra vez.

Meu coração dispara tão forte que consigo ouvir o próprio sangue pulsando nos ouvidos.

Dou um pequeno passo para trás.

Ele dá um para frente.

Quando inicio o segundo passo para me afastar, Seu braço forte envolve minhas costas enquanto a outra mão sobe pela minha coxa, me erguendo parcialmente contra o corpo dele.

Nossas bocas já estão coladas quando minhas costas encontram a parede.

Damien me prende ali sem esforço. O corpo quente colado ao meu.

Sua língua me invade em um beijo rude, exigente. Tomando minha boca sem pedir licença.

Sinto seu pau endurecendo contra minha coxa, grosso e pulsante através da calça, e um tesão avassalador me inunda, quente e súbito, arrancando um arrepio do meu corpo inteiro.

Tenho um lapso de fraqueza, mas o pânico finalmente aparece – empurro seu braço forte, quase sem efeito.

"Para, Damien! Eu sou casada!"

Ignorando meus protestos fracos, ele solta uma risada grave e baixa que vibra no meu peito, sua mão desce, puxando o vestido para cima e apertando minha bunda com força.

"Casada, mas tremendo por mim, não é? Seu maridinho fraco não te fode como você merece, puta. Eu fodo."

Ele me vira de costas contra a parede me segurando pelo cabelo, levanta minha saia e desfere dois tapas fortes na minha nádega direita, o som estalado ecoando na sala.

"Ain! Aiin!"

Meu gemido é afinado pelo tesão, a dor queimando como fogo na pele sensível, enviando ondas de calor pelo meu corpo.

Ele não para.

A mão desce para baixo da saia e começa a tocar meu sexo por cima da calcinha. Os dedos longos atravessando meus lábios por inteiro, alcançando o clitóris e o esfregando com rudeza.

Eu suspiro baixinho, as mãos com resquícios de terra cravando nas paredes brancas, deixando as marcas dos meus dedos.

Meu corpo trai minha mente, empino a bunda para ele, recebendo seus toques lascivos, me odiando profundamente por isso.

"Não... por favor, para..."

Sussurro, mesmo já entregue, quase como um gemido.

Mas ele ignora.

Me pega pelo pescoço com uma mão e me tira da parede.

Sua outra mão desce para baixo da saia novamente, os dedos agora adentrando a calcinha pelas laterais, se esgueirando pela minha entrada.

"Vê como você está molhada, vadia? Sua boceta está implorando pelo meu pau."

Ele desabotoa a calça com uma mão, abaixando-a junto com a cueca.

Sinto então algo estranho roçando minha bunda através do vestido fino.

Um volume pesado, comprido demais.

O que é isso?

Seu pênis?

Tremo amedrontada ao considerar a possibilidade, a presença ameaçadora me fazendo gelar.

Não… isso não pode ser.

Eu não imaginava que ele tivesse um pênis pequeno como o de Jonas, mas isso… isso é assustador...

Apesar de tentador...

Meus pensamentos são interrompidos quando ele leva as mãos às alças do meu vestido, abaixando-as e liberando meus peitos nus.

Suas mãos largas os envolvem por completo, os meus peitinhos desaparecendo inteiros dentro das palmas ásperas e quentes.

Ele aperta com firmeza, amassando a carne macia de forma possessiva, fazendo uma onda de prazer atravessar o meu corpo inteiro.

Então ele me recosta na parede novamente.

De relance confirmo que a protuberância que me tocava era realmente seu pênis — negro, grosso e ameaçador.

Ele não me dá nem tempo de me apavorar.

Antes que eu perceba, está desferindo mais tapas nas minhas nádegas, alternando entre as duas, o ardor se espalhando como eletricidade pela pele.

Damien não está mais me segurando. Eu poderia correr, fugir dali e voltar para casa.

Mas sigo parada, recebendo seus tapas excitada, o corpo tremendo de tesão, as coxas se contraindo involuntariamente a cada impacto.

Quando ele interrompe as pancadas e abaixa minha calcinha, o medo retorna com força. A expectativa do que está para acontecer me faz palpitar inteira.

Mas eu não consigo mais parar.

Apenas deixo que Damien me empurre até seu sofá e me deite de pernas abertas.

Ele vem para cima de mim, e roça sua cabeça grossa e latejante na entrada da minha boceta, lubrificando-se com meu mel.

O medo me invade.

Ele é grande demais, grosso demais.

Meu corpo inteiro treme só de sentir seu peso sobre meus lábios.

Ele então mira a entrada, e empurra devagar, colocando só um pouco além da cabeça. Volta e empurra mais fundo.

O alongamento é imediato, uma ardência quente que me faz arregalar os olhos e prender a respiração.

“Para, para! Ai… eu não aguento!”

Imploro, a voz saindo fina e desesperada.

Ele me encara de cima, os olhos escuros brilhando.

“Não, puta. Você vai aguentar. E vai gozar como nunca.”

Ele leva a mão aos meus cabelos e continua, empurrando centímetro por centímetro, saindo quase todo e voltando mais fundo.

Sinto cada milímetro me abrindo, meus lábios se esticando ao limite, a ardência queimando por dentro.

A dor é forte, mas junto com ela vem algo que sobe devagar, quente, e intoxicante.

Ele leva a mão ao meu pescoço e aperta.

O ar fica curto de imediato, um aperto firme que faz minha garganta pulsar contra sua palma.

Meu corpo reage por instinto — levo os dedos ao clitóris e começo a me tocar, circulando rápido enquanto ele continua metendo profundo.

Cada estocada agora parece mais pesada, o pau grosso me abrindo por dentro, e eu acompanho o ritmo com os dedos, esfregando com mais força, o tesão compensando a falta de ar.

Damien sente minha urgência e acelera, apertando e metendo mais forte.

O ar rareia, meus pulmões queimam, a cabeça fica levemente zonza.

Mas eu não paro.

Aumento a velocidade dos dedos, pressionando com força, quase frenética.

Gemo alto contra a mão dele, o prazer e a falta de oxigênio se misturando em euforia.

Damien arfa grosso acima de mim, o peito largo subindo e descendo rápido, os olhos escuros fixos no meu rosto enquanto me fode com vontade.

Ele me solta por um instante.

Consigo puxar um fôlego rápido, o ar queimando na garganta, o peito subindo e descendo desesperado.

Mas o alívio dura pouco.

Ele agarra uma das minhas pernas, apoia minha coxa no seu bíceps e a levanta alto, abrindo minhas ancas completamente.

A outra mão volta ao meu pescoço, segurando firme. O pau desliza fundo de uma vez, batendo forte no fundo a cada estocada pesada e rápida.

Cada investida me sacode no sofá, o corpo inteiro tremendo com o impacto, o som molhado da carne contra carne ecoando na sala.

O prazer sobe dentro de mim em ondas violentas, atravessando a espinha, fazendo minhas coxas tremerem e meu ventre se contrair.

Não consigo pensar em mais nada — só sinto ele me preenchendo, me dominando, me rasgando de prazer.

Meu orgasmo chega violento, mais intenso do que qualquer coisa que já vivi, como se meu corpo estivesse sendo despedaçado e reconstruído em êxtase.

Damien me solta para que eu consiga externá-lo.

Grito alto, gemidos descontrolados escapando da garganta.

"Ai meu Deus! Ai meu Deus! Ai meu Deus! Aaaah...".

Tenho medo de alguém escutar – vizinhos, talvez –, mas não consigo me calar, o prazer me dominando.

No meio das contrações sinto Damien pulsar dentro de mim — jatos quentes e grossos me enchendo completamente, o calor se espalhando fundo enquanto ele goza junto comigo, soltando um grunhido baixo e rouco.

Por alguns segundos, nenhum de nós se move.

Continuo presa entre o corpo dele e o sofá, ofegante, sentindo os últimos espasmos do prazer atravessarem minhas pernas enquanto tento recuperar o ar.

Minha cabeça gira. Meu coração bate tão forte que consigo ouvi-lo.

E então a realidade começa a voltar.

O silêncio da casa.

Minha aliança brilhando na minha mão.

Damien lentamente saindo de dentro de mim.

Seu sêmen escorrendo devagar entre meus lábios.

Então eu me levanto assustada.

Ergo as alças do vestido com as mãos trêmulas, arrependida e envergonhada.

Damien me observa deitado relaxado e de pernas abertas em seu sofá, um sorriso largo e satisfeito no rosto.

“Agnes. Sua boceta já é minha.”

Não consigo mais encará-lo. O rosto queima, o peito apertado, como se o ar tivesse sido roubado de vez.

Com as mãos trêmulas, removo imediatamente o excesso de sêmen que escorre pela minha coxa, limpando o mais rápido que posso. O líquido quente e viscoso se acumula entre meus dedos antes de ser lançado no chão num gesto desesperado.

Sinto o olhar tranquilo de Damien me acompanhando toda agitada. Mesmo sem coragem de levantar os olhos, sei que aquele sorriso arrogante está em seus lábios — E isso faz eu me sentir ainda menor.

Pego minha calcinha no canto da sala, quase tropeçando, e saio correndo para casa, as pernas bambas, o corpo inteiro tremendo de desespero.

Assim que entro em casa, vou direto para o banheiro.

Abro o chuveiro no máximo e entro debaixo da água escaldante, esfregando a pele com força como se pudesse lavar o pecado.

Mas o tesão residual lateja na boceta inchada, e a culpa me atinge como uma onda.

Como pude trair Jonas assim? Ele é tudo para mim. Eu o amo de verdade, não tenho a menor dúvida disso.

E eu estraguei tudo por um momento de fraqueza, por um homem que me tratou como uma vagabunda qualquer, me usando sem qualquer remorso.

Fecho os olhos com força, apoiando a testa na parede fria do box.

Lágrimas misturam-se à água do chuveiro enquanto imagino o rosto de Jonas, sua confiança em mim, sua gentileza que nunca mereci.

Sinto náusea, um aperto no peito que me faz soluçar baixinho, prometendo a mim mesma que foi um erro único, impulsionado por uma curiosidade tola.

Nunca mais verei Damien, nunca mais cruzarei aquele muro. Jonas não merece isso, pensar nele agora, me quebra por dentro.

Quando Jonas chega à noite, finjo normalidade, uso roupas mais compridas que escondem as marcas da minha lascívia, e sorrio com naturalidade como se nada tivesse acontecido.

Mas cada gesto dele me destrói um pouco mais.

O beijo distraído na minha testa.

O jeito como pergunta sobre meu dia.

A naturalidade com que diz que me ama.

Eu respondo “eu também”, mesmo as palavras soando como uma mentira.

Mas não é.

A culpa se aprofunda: como posso encarar esse homem que me dá tudo, sabendo que o traí de forma tão vil? Meu estômago revira, e eu me forço a comer. Mas o apetite sumiu.

Mais tarde, já deitada ao lado dele, sinto seu braço ao redor de mim, protetor como sempre, e as lágrimas silenciosas vêm novamente. Eu amo Jonas, mas agora carrego esse segredo sombrio.

Mas então, subitamente a imagem de Damien aparece minha mente – seu pau me enchendo, o orgasmo avassalador – o tesão traiçoeiro lateja de novo. Ainda dentro dos braços de Jonas, minha mão desce sozinha até meu sexo.

E me toco odiando a mim mesma por continuar fazendo algo tão infame.

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