Leite de cocos - Primeira parte

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 1685 palavras
Data: 08/06/2026 13:39:16
Última revisão: 08/06/2026 14:15:56

“Nossa, cadê meus chinelos? E por que esse chão está tão molhado e cheio de restos de plantas? Quem pegou meus chinelos? Estou atrasado para a faculdade! Que raiva! Eu mato um!” Pedro acorda de sobressalto. Ainda sonolento, olha ao redor e percebe que está em sua cama. Vira-se e abraça sua mulher, que já está acordada. São 6 e pouca da manhã, é feriado e ainda é cedo.

- Nossa amor, já está animado assim?

- E você nem viu nada, tá estralando! Pedro pega a mão de sua mulher e a leva até seu pau.

- E você estava sonhando com o que que está assim? Estupro? Hahahaha

- Não, eu estava furioso porque roubaram minhas havaianas! Hahahahaha

- Então pode deixar que eu vou te acalmar.

Pedro estava ensinando sua mulher sobre edging, técnica que ele curte e que gostaria que ela aprendesse para aplicar nele.

A mulher de Pedro não dá o cuzinho nem chupa seu pau. Um bom boquete faz falta? Depende, se compensado por outras práticas… E ela sempre foi muito boa com as mãos, pés e com aquela greta maravilhosa.

Porém somente agora Pedro se sentiu mais seguro em compartilhar com ela esse seu fetiche. Mas Pedro ainda tem muitos outros que continuam sendo segredos para ela.

Ela começa atiçando a cabecinha por cima da cueca, passando os dedos devagar, descendo até o saco, agarrando as bolas e subindo novamente até a pontinha melada que já molhava o tecido da cueca de Pedro. Empolgada, ela esbarra nas bolas. Pedro reage:

- Vai com calma, amor! Você sabe que eu até gosto de umas paradas mais hard, mas assim de começo é foda! Hahahahaha

Ela não responde nada e volta a apertar o pau de Pedro, da base até a cabeça, o fazendo gemer e suspirar profundamente. Nesse vai-e-vem, cabeça, pau, saco, por cima da cueca. Passam-se uns bons minutos até que ela baixa a cueca de Pedro até o meio de suas coxas.

Pedro está com as duas mãos atrás da cabeça, totalmente à mercê de sua esposa, que o domina completamente naquele momento.

Então ela agarra o pau de Pedro pela base e segura firme. Balança de um lado para o outro. A cabeça raspa no edredom e Pedro começa a sentir aquela sensação deliciosa de agonia. A saída da uretra é muito sensível e quando estimulada em Pedro, bem como o restante de sua chapeleta, o deixa muito doido.

Pedro geme, se contorce, agora suas mãos estão atrás de suas nádegas, como se o segurassem e o empurrassem para aquelas mãos maravilhosas.

Ela aproveita que o pau dele está babando feito doido e começa a polir a cabeça com a mão em concha. Pedro começa a grunhir e a urrar de tesão, feito um bicho. Nisso ela demora algum tempo, o deixando quase sem fôlego.

Embora se retorcendo de prazer e agonia, ele resiste e não pede para parar. “Que tesão!”, “Meu deus!”, “Ela vai me matar!” “Será que eu gozo assim?”, “Caralho, acho difícil, mas seria incrível!”

Por um instante ela para e começa a punhetar suavemente. Ele retira o edredom que cobria seus corpos expondo aquele pau melado, inchado e super vermelho de tesão.

- Que delícia! Adoro esse pauzão! Diz ela enquanto agarra o pau dele pela base.

Ele pensa que nem é tão grande, mas fica feliz que ela pense desse jeito.

- Amor você é um tesão!

- E você vai me matar assim! Mas se você quiser pode fazer isso por horas! Pedro a instiga e desafia ao mesmo tempo.

Ele estava tão teso que seu pau pulsava!

Aproveitava raros momentos de trégua entre a mão dela e seu pau para respirar profundamente e relaxar um pouco. Mas esses momentos não duravam muito. Logo aqueles dedos hábeis voltavam a explorar a cabeça do seu pau com maestria, o deixando sem ar.

Pedro, gemeu, gritou, falou muita putaria, se debateu, disse que ia morrer, se contorceu, se encolheu e esticou de todas as formas possíveis e imagináveis por quase uma hora naquela manhã, mas não pediu arrego nem implorou para gozar.

Na cabeça de Pedro, quanto mais ele ficasse naquela agonia deliciosa melhor. Era como um gozo infinito. Um prazer que não tinha fim. Uma tortura deliciosa e sem explicação. Só quem já passou por isso sabe. É difícil até de descrever, faltam palavras. Só de lembrar o pau já fica duro. Aliás, desde que comecei a descrever não baixou nem um segundo hahahaha.

Quando ela achou que já estava suficiente para aquela manhã, começou a lamber o mamilo de Pedro, e a punhetar suavemente seu pau, que naquele momento já era só baba, vermelhidão, veias e dureza. Ela sabe que ali é o ponto fraco de Pedro, que sentiu aquela sensação que começa lá no fundo, entre o cu e o pau, apertando e contraindo tudo por dentro. Foi erguendo os quadris e arqueando as costas, levantando o pau em direção ao ar e àquela mão que o deixava em êxtase. Até que, em um último esforço para adiar o momento iminente do gozo, prendeu a respiração.

Não adiantou. “Tarde demais!”

- VÔ GOZÁ, CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOO! AHHHHHHHHHHHH!!!!!

Ali, arqueado e de olhos fechados, Pedro não sentiu mais seu corpo, eram apenas pulsações, contrações e sensações indescritíveis.

E as luzes atrás das pálpebras?! Nem oito da manhã e o quarto pareceu iluminado pelo sol do meio dia na linha do equador!

Quando tudo terminou e Pedro repousou seu corpo na cama a fim de retomar seu fôlego, foi abrindo os olhos devagar e percebeu que tinha gozado por todo seu abdômen, seu peito e até em seu queixo!

Ele sorriu como uma criança que ganha um presente muito desejado na manhã de natal.

Ela levanta e vai ao banheiro lavar a mão e tomar um banho. Logo ele se juntaria ao banho com ela. No banho não rolou nada além de carinhos e beijos. Ambos estavam com compromisso de ir à missa. Dia de Corpus Christi. Dia santo.

Tomaram café, foram à igreja próxima de sua casa, comungaram, voltaram, ela ficou arrumando as coisas para passar o feriado na praia e Pedro deu um pulo na academia.

Sua mulher não gostava de treinar. A praia dela era praticar yoga. Já Pedro estava tirando o atraso de nunca ter feito muita coisa na vida. Treino longo e regrado mesmo era a primeira vez que ele estava fazendo. Novos hábitos requerem disciplina.

Na academia Pedro viajava em seus pensamentos. Já tinha visto alguns de seus crushs que fazia tempos não encontrava por lá: Viking, Turco, Personal Fordo, Troncudinho… todos caras fortes, mas nenhum deles fazia parte daquele grupo de marombas que faz rodinha em um aparelho e fica alugando a máquina em competição de quem faz mais.

Ele também lembrou das conversas que teve pela internet naquela semana: “Aquele safado!”, “Se um dia eu pego ele, vou dar tanto na cara que ele vai gozar sem nem tocar no próprio pau!”, “Deve ter uma carinha de bom moço…”, “E aquele corpo delícia da foto!?”, “Deus me dê paciência, porque se ele me der chance, é vapo!”.

Pedro estava sentado de frente para o encosto do Peck Deck que, naquele aparelho, vai até o assento. Assim seu pau estava praticamente comendo a máquina, uma vez que sua imaginação já estava a mil! Sorte que naquele dia o calção tinha um forro mais grosso e a cueca era de algodão. Isso ajudou a absorver a baba que já melava a cabeça do pau.

A cara de Pedro devia ser das mais interessantes. Seu olhar perdido logo volta à realidade e cruza com o de uma novinha que estava em outro aparelho em frente a ele, encantada o encarando.

Uma morena muito bonita, corpo normal, quadril largo, peitos que caberiam na mão em concha, cabelos crespos e longos e um sorriso muito brilhante.

Pedro retribuiu o sorriso e deu uma piscadinha. A moça, que deveria não ter mais do que 25, ficou envergonhada, tentou disfarçar mas era tarde demais. Pedro a havia flagrado naquela admiração toda. Então ela decidiu mudar de ambiente e subir para a área do aeróbico. Pedro sorriu e balançou a cabeça enquanto terminava suas séries. Ele precisava pensar em outra coisa para poder mudar de aparelho.

Pedro chega em casa, toma uma ducha rápida, sua mulher já está pronta, são quase 11 da manhã. Arrumam tudo, colocam no carro de Pedro e saem em direção a Anchieta. Haviam combinado de almoçar no Caravela’s, um daqueles restaurantes flutuantes que tem ali no Riacho Grande.

No restaurante, quem atende a mesa de Pedro e sua esposa é um cara que não deveria ter mais do que 30. Um gostoso naquela camisa branca e calça social preta. Muito educado e simpático. Deu mais atenção a Pedro. Na cabeça de Pedro o moço havia percebido que eram um casal e não queria causar mal estar sendo muito expansivo com a mulher.

O almoço correu bem, mas Pedro não conseguiu tirar os olhos daquela bunda que ficava muito evidente naquelas calças bem ajustadas. Ele também percebeu que o moço fazia questão de passar nas proximidades da mesa deles a todo instante. E que sempre que podia, olhava e dava um sorrisinho para Pedro. Preciso dizer mais alguma coisa?

Ao fim da refeição sua mulher foi ao toalete e Pedro chama o garçom:

- Moço!?

- Pois não!? Com um sorriso largo no rosto e os olhos brilhando em direção aos de Pedro.

- A conta, por favor!

- Só um momento!

Em um instante o garçom retorna com o valor. Em outro papel o seu número de whats anotado. Entrega ambos para Pedro.

- E esse telefone?

- É o meu contato.

Pedro aponta para o bambolê dourado no dedo de sua mão esquerda, no que o rapaz afirma:

- Não sou ciumento!

Pedro dá uma gargalhada, coloca o papel no bolso da bermuda, se levanta e vai em direção ao caixa. Enquanto isso, o rapaz sai apressado pois é solicitado em outra mesa.

- Tudo certo, amor?

- Tudo!

- Já pagou?

- Sim, tudo certo.

- Então vamos?

- Agora mesmo!

Ambos entram no carro, pegam a estrada e partem rumo ao feriadão no litoral.

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Comentários

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Essa foi baseado em fatos reais ?

Vai ter continuação?

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Sim Ryu. Curtiu a safadeza? Logo sai a continuação do feriado. Foi massa!

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Agora que eu prestei atenção no título "Leite de cocos - Primeira Parte".

Lógico q vai ter continuação 😅

Vamos ver aonde vai essa história.

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