Adorava o mar à noite. Havia algo hipnótico no som das ondas quebrando enquanto o vento quente percorria minha pele salgada. Talvez por isso tivesse insistido tanto para que Marcelo aceitasse passar um fim de semana no litoral, longe da rotina tranquila do interior de São Paulo.
A viagem já começou diferente.
Marcelo passou boa parte do caminho elogiando o short curto que usava e comentando como os homens nos outros carros olhavam discretamente quando paravam nos pedágios.
— Você gosta disso, né? — perguntei, sorrindo.
— Gosto de ver você chamando atenção.
Fingi revirar os olhos, mas conhecia bem o jogo entre nós. Marcelo sempre teve um lado exibicionista, adorando perceber o desejo dos outros homens por mim. E eu, no fundo, também sentia prazer naquela sensação de ser admirada.
Chegamos à praia no fim da tarde. O hotel ficava perto da orla, e logo depois do check-in, decidimos caminhar pela areia ainda iluminada pelo pôr do sol.
No dia seguinte, escolhi um biquíni menor do que costumava usar. Preto, simples, mas extremamente valorizador. O tecido abraçava meu corpo de forma provocante, destacando as curvas maduras que aprendi a amar aos 43 anos.
Quando surgi na área da piscina do hotel, Marcelo simplesmente sorriu.
— Você veio para acabar comigo hoje.
Mais tarde descemos para a praia. O litoral estava movimentado, cheio de grupos de amigos jogando vôlei, casais tomando sol e música vindo dos quiosques.
Foi inevitável chamar atenção.
Percebi os olhares quase imediatamente. Alguns discretos. Outros descaradamente demorados. Especialmente de um grupo de rapazes que jogava próximo ao mar.
Eles deviam ter pouco mais de vinte anos. Bronzeados, sorridentes, daquele jeito típico de quem vive o verão sem preocupação nenhuma. E todos, sem exceção, passaram a me acompanhar com os olhos quando caminhei pela areia.
Marcelo percebeu antes mesmo de comentar.
— Acho que você ganhou plateia.
— Para com isso…
Mas eu mesma já sentia o corpo aquecer.
Quando me inclinei para pegar a bolsa perto da cadeira, ouviu um dos rapazes comentar algo para os amigos, arrancando risadas discretas. Não conseguia entender exatamente o quê — e talvez isso tenha sido ainda mais excitante.
Marcelo parecia se divertir observando a situação.
— Vai lá andar um pouco na água — sugeriu ele, naturalmente.
Lancei um olhar desconfiado.
— Você faz isso de propósito.
— Talvez.
Caminhei sozinha até a beira do mar. Sentia os olhos do grupo acompanhando cada movimento meu: o balanço do quadril, a água tocando lentamente minhas pernas, o biquíni justo destacando meu corpo molhado.
Poucos minutos depois, dois dos rapazes passaram perto carregando uma bola.
— Desculpa incomodar… mas você parece modelo — disse um deles, sorrindo.
Ri, surpresa e lisonjeada ao mesmo tempo.
— Modelo? Aos 43?
— Então você tá enganando muito bem.
Senti o rosto esquentar.
A conversa durou apenas alguns minutos, leve e provocadora, mas suficiente para criar uma tensão deliciosa. Marcelo observava tudo à distância, bebendo sua cerveja com uma expressão satisfeita.
Naquela tarde, percebi algo perigoso crescendo dentro de mim.
Não era apenas vaidade.
Era o prazer de ser desejada por desconhecidos.
De perceber olhares acompanhando meu corpo.
De sentir-se viva, provocante, admirada.
Mais tarde, já no quiosque à beira-mar, o grupo de rapazes apareceu novamente, agora oferecendo uma rodada de drinks para nós.
Marcelo aceitou imediatamente.
As conversas ficaram mais íntimas conforme o sol descia. Risadas, provocações, elogios descarados ao meu corpo e aquele clima constante de flerte pairando sobre a mesa.
Sabia que estava ultrapassando uma linha invisível.
E talvez justamente por isso não conseguia parar. Então dois deles, nos convidou para conhecer uma parte mais reservada da praia, pra admirar o pôr do sol. Marcelo gostou do convite e fomos até um ponto mais isolado, onde havia umas rochas, poucas pessoas.
Os meninos olharam para Marcelo, como se pedisse uma aprovação, e naquele momento balançou a cabeça que sim. Eu não estava acreditando ainda, mas os dois se aproximaram e me prenderam no meio deles. Marcelo somente observava.
Suas mãos passavam por todo meu corpo, até que um tirou a parte de cima e o outro a parte debaixo do meu biquini. Estava completamente nua, um deles começou a chupar meus seios, com as auréulas bem escurinhas, durinhos, enquanto o outro passava sua mão em minha bucetinha molhada, sentindo seus dedos entrarem em mim.
Então coloquei minhas mãos em uma das pedras e abri minhas pernas, um deles veio atrás de mim e começou a me penetrar, enquanto o outro ficou ao meu lado, então me debrucei um pouco, segurei em sua pica e comecei a mamar. Eles se revesavam me fodendo, estava maravilhoso. O pôr do sol, eu completamente nua na praia sendo fodida por dois meninos e Marcelo apreciando tudo. Após gozarmos muito, entramos na água completamente nus ainda, nos lavamos e fomos nos vestir.
Os dois olharam para Marcelo agradecendo o momento maravilhoso, pois nunca haviam transado com uma mulher deliciosa como eu.
Quando a noite caiu e as luzes dos quiosques começaram a refletir na areia molhada, percebi que aquela viagem à praia tinha deixado de ser apenas um passeio romântico.
Era uma fantasia perigosa ganhando forma diante dos nossos olhos.
