Jhonny se levantou cedo naquela segunda-feira, 18 de dezembro. O sol mal despontava no horizonte de Florianópolis, mas a luz fria já entrava pela janela do apartamento que ele e Andressa haviam alugado. O prazo para entregar o projeto era sexta-feira, 22, e a pressão era palpável. Ele se sentou em frente ao computador, os dedos já voando sobre o teclado, mergulhando nos códigos. As lembranças do fim de semana, com Andressa e as meninas, ora o atrapalhavam com flashes de pele e risadas, ora o ajudavam a relaxar, um calor gostoso se espalhando pelo peito.
Seu celular vibrou na mesa, tirando-o da concentração. Era Andressa. Um sorriso involuntário surgiu em seus lábios. Ele pegou o aparelho. A tela revelava uma foto dela, tirada no banheiro do trabalho. Andressa estava de pé, em frente a um espelho, o vestido de verão florido levantado até a cintura, exibindo uma calcinha rosa de renda minúscula. A luz fluorescente do banheiro realçava a pele branquinha de suas coxas e o tecido delicado que mal cobria o monte de vênus. Ela sorria para a câmera, um sorriso travesso que Jhonny conhecia bem.
"Ah, essa loirinha…" - Ele sentiu um calor subir pelo corpo. Curtiu a foto e digitou rapidamente: "A loirinha mais linda do mundo! Que delícia, amor. Já me deixou duro aqui."
Ele voltou aos códigos, mas a imagem dela, tão desinibida, dançava em sua mente. Não demorou muito para o celular vibrar novamente. Outra foto de Andressa. Agora, ela havia puxado o vestido e o sutiã para baixo, expondo seus seios. Eram pequenos, redondinhos e firmes, com os mamilos rosados e duros de excitação, quase implorando por uma boca. A pose era ousada, mas a beleza dela era inegável.
"Que seios lindos, amor. Perfeitos. Queria estar aí pra chupar cada um deles," - ele digitou, sentindo o pau latejar nas calças. O desejo era uma onda quente, mas o trabalho o chamava. Ele forçou a mente de volta à lógica dos algoritmos.
A concentração durou pouco. O celular vibrou uma terceira vez, e Jhonny sentiu que aquela foto poderia ser ainda melhor. Abriu a mensagem. Era mais uma foto de Andressa. Dessa vez, ela havia levantado o vestido novamente, mas a calcinha rosa de renda havia desaparecido. Sua bocetinha rosada e lisa estava completamente exposta, os lábios macios e úmidos, um convite descarado. O coração de Jhonny disparou, uma mistura de excitação e um frio na espinha.
Mas foi o fundo da foto que o fez prender a respiração. Em uma das células do vaso sanitário, a porta estava fechada, e Jhonny viu os pés de alguém. Ela não está sozinha. Aquilo o deixou apreensivo, um ciúme surgindo, mas a porta estava fechada, o que era um alívio mínimo.
Ele curtiu a foto, o pau agora completamente ereto, e digitou: "Uau, amor! Que ousadia! Onde você guardou a calcinha?" - A resposta veio quase imediatamente: "Kkkk, adivinha? Deixei justamente dentro daquela célula ocupada. Terei que esperar a colega terminar pra pegar de volta."
Jhonny sentiu um choque elétrico. A ousadia dela, a ideia de sua calcinha ali, tão perto de outra pessoa, o excitou de uma forma perigosa. Mas a apreensão era maior: "Andi, tenha cuidado, por favor. Isso é… um pouco demais."
Andressa respondeu, digitando rápido: "Relaxa, amor. A Maria é gente boa demais! Uma nordestina do Ceará, quarentona, e muito gostosa, apesar de levemente cheinha. Ela é super de boa, virou minha amiga aqui no trabalho."
Antes que Jhonny pudesse comentar mais alguma coisa, outra foto chegou. Dessa vez, Andressa estava segurando sua calcinha rosa de renda, e ao seu lado, sorrindo com um brilho malicioso nos olhos, estava a tal Maria. Jhonny a analisou. Maria era realmente um mulherão. Não era gorda, mas tinha um corpo curvilíneo e voluptuoso. Era mais alta que Andressa, possivelmente 1,65M. Uma barriga suavemente arredondada, mas o resto era distribuído de forma generosa nos seios fartos, nos quadris largos e em uma bunda redonda e empinada. O sorriso das duas era inegável, cúmplice, malicioso. Ou seja, aquela mulher já sabia do segredo de Andi. E estava gostando.
Jhonny sentiu o estômago revirar levemente. A excitação era intensa, mas o ciúme, a ansiedade e o desconforto se misturavam em um coquetel explosivo. Ele precisava sair para uma reunião e não poderia conversar naquele momento: "Te amo, Andi. Tenho que ir. E sim, a Maria é realmente um mulherão. Cuidado, viu?"
Ele desligou o celular, a mente em ebulição.
Só na hora do almoço, Jhonny conseguiu respirar novamente, longe da tela do computador e das imagens de Andressa. Ele pegou o celular, e as mensagens começaram a pipocar.
Primeiro, Suzana: "Saudades de você e da Andi, Jhonny! Como vocês estão? E me diz uma coisa… você soube daquela mulher que conhece o segredo da Andi no trabalho? Vi uma foto dela com a Andi hoje e fiquei curiosa."
Jhonny sentiu um arrepio. Suzana já sabia. A notícia corria rápido. Ele digitou com cuidado, tentando não fofocar e não alimentar o fogo: "Oi, Su! Também com saudades. Sim, vi a foto e soube dela hoje. É uma colega de trabalho da Andi, a Maria. Parece gente boa. Não é um grande problema, só a Andi sendo a Andi, né?" - Ele tentou minimizar, mas a pontada de ciúme ainda estava lá.
Tinha mensagem de Anna também. Era só zoeira, como sempre: "Jhonny, seu safado! Vamos fazer churrasco no Natal? Me diz o que vocês querem depois!" - A de Cintia era mais direta: "Saudade, Jhonny! Mas sei que tá ocupado com a loirinha e as loucuras dela kkkk. Me liga quando puder."
Ele abriu o chat de Andressa. Ela tinha mandado um texto romântico, mas apimentado, daqueles que ele sabia que ela copiava da internet: "Meu amor, você é o sol que ilumina meus dias e a lua que me guia nas noites de desejo. Sua presença me incendeia, seu toque me consome. Mal posso esperar para me perder em seus braços novamente, sentindo cada centímetro do seu corpo forte contra o meu, sua boca explorando cada segredo da minha pele…" - Jhonny riu, um riso leve, e respondeu com carinho, mas sem se aprofundar.
Ele então resolveu ver os status delas, algo que ele sempre esquecia.
No de Anna, um susto. Era uma foto dela chupando Jhonny. A imagem era de um ângulo íntimo, os cabelos ruivos dela caindo sobre o pau dele, a boca cheia. Aquilo o deixou excitado de uma forma avassaladora. “Anna… sua doidinha... igual a irmã mesmo...” - pensou.
O status de Cintia era uma mensagem motivacional picante: "A vida é muito curta para não arriscar um bom orgasmo. Vá e conquiste o seu!" - “Curioso” - Jhonny pensou, um sorriso maroto nos lábios.
O de Suzana era uma foto dela em um dia de praia. Um biquíni verde lindo e comportado, mas ela era linda e sexy demais mesmo naquele biquíni. Um brilho especial nos olhos.
Então, ele foi olhar o de Andressa. Eram vários. O primeiro, um vídeo curto de Andressa cavalgando em Jhonny naquele fim de semana, os seios pequenos balançando, os gemidos abafados, o tesão evidente. Foi excitante ver novamente aquele momento. O segundo, uma foto dela na praia também, com um lindo biquíni branco, o corpo magrinho e bronzeado em contraste com a areia clara.
Mas o último status lhe deu um choque. Era uma foto daquele dia, parecida com o que ela havia enviado para ele, mas com uma diferença crucial. Andressa levantava o vestido, sem calcinha, exibindo sua bocetinha rosada e lisa, mas, diferente da foto que ela tinha enviado para Jhonny, a porta da célula do vaso sanitário de Maria estava aberta. Maria estava sentada no vaso, a saia preta e a calcinha vermelha arriadas ao chão, uma mão entre as pernas, mas não dava para ver sua boceta. Seus olhos, no entanto, estavam fixos em Andressa, cheios de um tesão inegável, um sorriso malicioso nos lábios.
Jhonny sentiu o sangue gelar e depois ferver. Então era isso que a Suzana queria saber. Ele entendeu a pergunta dela agora. E se perguntou por que Andressa não enviou aquela foto para ele. Uma pontada de raiva e ciúme se misturaram com uma excitação. Ele digitou para Andressa, a voz interna tensa: "Andi, por que você não me mandou a foto com a Maria olhando e a porta aberta?"
Minutos depois, a resposta de Andressa veio, acompanhada de um emoji de piscadela: "Ah, meu amor… queria deixar uma coisa ou outra exclusiva pro status, né? Não dá pra só repetir as mesmas fotos. E aí, ficou com ciúmes?" - E mandou um emoji de beijo e risada - “Você sabe que sou só sua!”.
Jhonny suspirou, a testa franzida: "Um pouco, sim. Mas com tesão também, não vou mentir. Só te peço cuidado, Andi. Isso pode dar problema."
Andressa concordou, a resposta vindo rápida: "Eu sei, amor. Tenho tomado cuidado. Mas a Maria é muito gente boa, de verdade. Uma amiga que estou fazendo no trabalho, ainda que a gente se conheça há pouco tempo."
Jhonny sentiu um leve nó na garganta. Ele a amava, mas essa faceta dela de se exibir no trabalho o deixava em um terreno perigoso, pois já deu problema antes: "Te amo, Andi. Talvez eu chegue tarde durante essa semana, o projeto tá apertado."
Ela respondeu com um emoji de choro, mas com a promessa que ele esperava: "Ah, meu amor… vou sentir sua falta. Mas entendo. E te recompensarei com juros quando tivermos tempo juntos. Pode esperar!"
Jhonny bloqueou o celular, a imagem de Andressa nua, com Maria a observando, gravada em sua mente. A semana seria longa.
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Galera, estou em processo de mudança para outro estado. Logo os capítulos sofrerão um pouco de instabilidade no lançamento.
Agradeço a compreensão.