Rodrigo e o casal de caseiros: suruba

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 3618 palavras
Data: 05/06/2026 08:13:54

A estrada de terra que levava ao sítio parecia esquecer o mundo à medida que avançava para o interior da mata fechada. Duas semanas tinham se passado desde que cheguei àquela propriedade isolada com a única intenção de tirar um mês de férias da empresa, longe de computadores, prazos e do zumbido elétrico da cidade. Mas o sossego tinha sido a primeira coisa a morrer. O calor da tarde era abafado, pesado, daqueles que grudam na pele antes mesmo de qualquer esforço físico, e o barulho constante dos insetos na vegetação parecia ditar o ritmo lento de tudo ali dentro. Eu andava pela casa principal com passos vacilantes, sentindo o incômodo persistente entre as minhas pernas — uma ardência misturada com um calor profundo e latejante no meu cu.

​Eu estava sentado na varanda, bebendo um copo de água gelada para tentar espantar a moleza do corpo, quando o som de um motor forte ecoou pela estrada de terra. Não era o trator do João. Era um barulho mais agudo, o ronco pesado de um jipe troller que cortava a poeira com velocidade. Olhei de relance para o pasto e vi o veículo contornar a cerca de arame farpado, freando bruscamente na frente do gramado principal. Meu coração deu um salto no peito. Eu não esperava ninguém, e a última coisa que eu queria naquele momento era que alguma visita da cidade aparecesse para quebrar a rotina suja que tinha se instalado ali. Do jipe desceu um casal. O homem era alto, forte, com os braços cobertos de tatuagens e a pele queimada do mesmo sol que castigava a região; a mulher usava um short jeans desfiado, tão curto que mostrava a polpa da bunda, e uma regata preta justa que evidenciava os peitos grandes e caídos, sem sutiã.

​Antes que eu pudesse levantar da cadeira, a porta da cozinha dos fundos se abriu e Marta saiu correndo, com um sorriso largo que eu nunca tinha visto no seu rosto desde que cheguei.

​— Marcos! Camila! — gritou ela, descendo os degraus da varanda com pressa, o vestido leve balançando contra as coxas.

​João apareceu logo atrás, limpando as mãos calejadas em um pano de prato velho, com a expressão fechada de sempre, mas com um brilho de antecipação nos olhos escuros. Fiquei parado, observando a recepção. Percebi imediatamente que eles não eram meus conhecidos. Eram amigos dos caseiros, gente da mesma laia, criados na malandragem daquele interior ou que compartilhavam de segredos que eu estava prestes a descobrir. Marcos abraçou João com um tapa forte nas costas, enquanto Camila e Marta se beijavam no rosto, cochichando algo que fez as duas soltarem risadas curtas e maliciosas.

​— Seu Rodrigo! — chamou João, virando-se para mim com aquele tom de voz falsamente respeitoso que ele usava na frente dos outros. — Esses aqui são o Marcos e a Camila. Moram na vila depois da serra, ajudam a gente com a criação de vez em quando. Vieram passar a noite.

​Eu me aproximei, sentindo meu corpo tenso. Cada passo que eu dava parecia fazer o líquido do João se mover dentro de mim, e a sensação de estar vulnerável diante de desconhecidos me deixava com o pau semirrígido dentro do calção. Quando apertei a mão do Marcos, senti a força dos seus dedos calejados, uma pegada firme que me mediu de cima a baixo sem o menor pudor. Camila me deu um sorriso de canto de boca, os olhos fixos na minha braguilha, como se soubesse exatamente o que tinha acontecido naquela casa poucas horas antes.

​— Então esse é o patrão da cidade que tá passando as férias aqui, Marta? — perguntou Marcos, a voz grave ecoando no pátio. — Parece que o ar do campo tá fazendo bem pra ele. Tá até meio corado.

​— É… o Rodrigo gosta bastante das coisas daqui do sítio, Marcos — respondeu Marta, aproximando-se de mim por trás e roçando o peito pesado nas minhas costas, uma provocação aberta que me fez engolir em seco. — Ele ajuda bastante a gente na cozinha. Né, Rodrigo?

​Eu apenas assenti, tentando manter a postura, mas o clima já estava completamente corrompido. Fomos todos para a cozinha grande da casa dos caseiros, onde João buscou uma garrafa de cachaça artesanal e várias latas de cerveja. O dia foi caindo devagar, o céu ganhando tons de um roxo abafado enquanto os mosquitos batiam contra as telas das janelas. A conversa começou simples, falando sobre o gado e o preço da ração, mas a bebida foi descendo rápido e os corpos foram se aproximando. Marcos sentou-se na cadeira de madeira, abrindo bem as pernas, revelando o volume considerável que se desenhava na sua bermuda de brim. Camila sentou-se no colo do marido, mas mantinha os olhos fixos em mim, passando a mão pelas próprias coxas de um jeito que deixava claro o seu tesão.

​Marta circulava pela cozinha, servindo os copos. Toda vez que passava por mim, sua bunda batia na minha perna de propósito. João observava tudo do canto, fumando um cigarro de palha, com aquela expressão possessiva que eu tinha aprendido a temer e a desejar. O calor dentro do cômodo foi subindo até se tornar sufocante. Ninguém mais disfarçava. Marcos passou a mão por dentro do short da esposa, acariciando a buceta dela ali mesmo, na frente de todos, enquanto ela soltava gemidos baixos entre um gole e outro de cerveja.

​— O Rodrigo é meio tímido, Marcos — falou João, soltando a fumaça do cigarro. — Mas ele aprende rápido. Esses dias atrás ele tava bem soltinho aqui nessa mesa.

​Marcos soltou uma risada alta, olhando diretamente para o meu pau, que já marcava o tecido do calção de forma evidente.

​— É mesmo? Pois eu acho que ele tá querendo brincar com as meninas hoje. Olha o tamanho do brinquedo do homem.

​Camila levantou do colo do marido e veio até mim. Suas mãos, frias por causa do copo de cerveja, desceram direto para o meu peito, arranhando a pele por baixo da camiseta.

​— Deixa eu ver se o moço da cidade é forte mesmo, Marta — disse ela, a voz arrastada pelo álcool.

​A partir dali, o ritmo daquela noite se transformou em uma correnteza contínua de carne, suor e depravação, sem pausas, sem interrupções, um acontecimento puxando o outro de forma fluida. Marta se aproximou pelo outro lado, e as duas mulheres começaram a arrancar a minha camiseta, puxando o tecido com pressa. Eu me vi no centro das atenções daquelas duas safadas, com o pau latejando de tesão puro. Marta desabotoou o short leve que usava, deixando-o cair no chão da cozinha, revelando que estava sem calcinha. A buceta dela estava inchada, brilhando com o mel que já escorria pelas coxas grossas. Camila rapidamente tirou o short e a regata, exibindo o corpo maduro, com os peitos grandes balançando livres na altura do meu rosto.

​Elas me empurraram em direção à mesa de madeira, a mesma mesa onde João tinha me destruído mais cedo. Eu me deitei de costas, com as pernas penduradas para fora. Camila subiu primeiro, ajoelhando-se sobre o meu peito. Sem perder tempo, ela segurou o meu pênis, que já estava completamente rígido e latejante, e o enfiou inteiro na boca. A sensação daquela garganta quente e úmida sugando a cabeça grossa do meu pau me fez soltar um gemido alto que ecoou pelo teto da cozinha. Enquanto Camila trabalhava com a boca, descendo até a base e fazendo uma sucção firme que me fazia arquear as costas, Marta subiu na mesa pelas minhas pernas. Ela se posicionou de quatro por cima do meu rosto, descendo aquela fenda escura e melada direto nos meus lábios.

​O cheiro da buceta da Marta me inundou. Era o cheiro forte do sexo misturado com o calor da pele suada. Enfiei a língua com vontade no meio dos lábios carnudos dela, lambendo de baixo para cima, concentrando-me no clitóris inchado que pulsava contra o meu nariz. Marta gemia alto, rebolando a bunda na minha cara, esfregando-se com selvageria enquanto eu a devorava. Ao mesmo tempo, eu sentia a boca da Camila se mover de forma frenética no meu pênis, criando um ritmo delicioso que me deixava tonto. Minhas mãos apertavam os quadris largos das duas, puxando-as contra mim, alternando entre a carne firme da caseira e a pele macia da amiga.

​— Agora bota dentro, Rodrigo… me fode! — implorou Camila, tirando o meu pau da boca e virando-se de costas na mesa, ficando de quatro logo acima do meu quadril, exibindo o rabo empinado e a buceta vermelha de tesão.

​Saí da fenda da Marta, segurei firme na cintura da Camila e mirei a cabeça do meu pau na entrada úmida dela. Empurrei de uma vez só. O pau entrou rasgando, indo até o fundo do canal quente da Camila, que soltou um grito agudo, agarrando as bordas da mesa para não cair. Comecei a foder ela por trás com estocadas pesadas e ritmadas, sentindo o aperto daquela carne nova me sugando a cada movimento. Marta, vendo a amiga ser fodida, não quis ficar de fora. Ela se ajoelhou na frente da Camila, colando a própria buceta na boca dela para que a amiga a lambesse, enquanto jogava o corpo para trás, sentando com tudo na minha cara novamente.

​Eu estava enterrado na Camila, ouvindo o barulho molhado dos nossos quadris se chocando, enquanto minha língua trabalhava desesperada no clitóris da Marta. O suor pingava do meu peito, misturando-se com os fluidos daquelas duas mulheres. Virei a Camila de frente, puxando suas pernas para cima dos meus ombros, e continuei a enfiar o pau com força selvagem. Marta veio por cima de nós, oferecendo os peitos grandes para que eu os chupasse. Eu mordia os bicos escuros da Marta enquanto bombardeava a buceta da Camila, que delirava de prazer, revirando os olhos. O tesão era tanto que não consegui segurar por muito tempo. Dei três estocadas profundas, sentindo a carne da Camila contrair em espasmos em volta do meu membro, e descarreguei uma quantidade enorme de porra quente dentro dela, enchendo o fundo do seu útero. Camila deu um grito longo, gozando junto comigo, deixando as pernas amolecerem.

​Eu ainda estava ofegante, sentindo o pau amolecer lentamente dentro da Camila, quando o ambiente foi invadido por uma sombra pesada. João e Marcos, que tinham passado todo aquele tempo assistindo à cena do canto da cozinha, bebendo e se masturbando de longe, se aproximaram da mesa. Marcos já estava completamente nu, exibindo um pênis comprido e grosso, com as veias saltadas e a cabeça escura de sangue. João vinha ao lado dele, com aquela rola imensa, curvada para cima, que já pingava lubrificação na ponta. O olhar dos dois homens era de puro sadismo e posse.

​— Muito bonito, seu Rodrigo — rosnou João, a voz vibrando no silêncio que tinha ficado após os gemidos das mulheres. — Comeu bem as duas, né? Aproveitou a nossa bondade. Mas você sabe que aqui nada é de graça. Agora chegou a hora de pagar a conta.

​Antes que eu pudesse esboçar qualquer reação ou tentar me levantar, as mãos calejadas do João me agarraram pelos braços com uma força brutal, me arrancando de cima da Camila. Ele me jogou no chão de cimento da cozinha, perto do fogão a lenha. Marcos veio logo em seguida, ajudando a me virar de quatro. Minhas coxas tremiam pelo esforço da transa anterior, e a humilhação de ser exposto daquele jeito diante das duas mulheres só fazia o meu tesão disparar de forma doentia. Marta e Camila se sentaram no banco da cozinha, os corpos ainda sujos do meu gozo, e começaram a se masturbar juntas, assistindo à minha punição com sorrisos safados.

​Marcos se posicionou exatamente na minha frente, ajoelhando-se no chão. Ele segurou meus cabelos com violência, puxando minha cabeça para trás até que meus olhos encontrassem os dele. Sem a menor delicadeza, ele empurrou o pau grosso direto na minha boca. O impacto foi tão forte que bateu no fundo da minha garganta, fazendo-me engasgar e perder o ar. As lágrimas arderam nos meus olhos, mas Marcos não teve pena; começou a foder a minha boca com estocadas curtas e firmes, usando minha mandíbula como se fosse uma buceta.

​Atrás de mim, João operava com a experiência de quem já conhecia o caminho. Senti o jato frio de lubrificante ser derramado sobre a minha bunda, seguido pelas mãos do caseiro espalhando o líquido pelo meu cu, que começou a piscar de puro pavor e expectativa. O João não quis saber de preliminares ou de me preparar. Ele segurou firme nos meus quadris, inclinou o corpo e empurrou a cabeça daquela rola imensa contra o meu anel apertado.

​— Segura o tranco, putinho! — grunhiu João no meu ouvido.

​Com um empurrão violento do quadril, ele enfiou o pau inteiro de uma vez só. O meu grito de dor foi abafado pelo pênis do Marcos, que preenchia completamente a minha boca, transformando o som em um gemido rouco e sufocado. A dor do arrombamento foi dilacerante, como se meu corpo estivesse sendo partido ao meio pela grossura daquele membro. Meu cu, que ainda estava sensível da foda da manhã, esticou até o limite máximo para abrigar a rola do João, que batia com força total direto na minha próstata.

​João começou a me foder com uma raiva selvagem. O ritmo dele era implacável, estocadas profundas que faziam meu corpo deslizar para a frente no chão da cozinha, sendo aparado apenas pelas estocadas do Marcos na minha boca. Eu estava preso entre os dois homens, funcionando como um pedaço de carne projetado apenas para o prazer deles. A mão livre do João desferia tapas pesados na minha bunda, deixando a pele vermelha e ardendo, o som seco dos impactos misturando-se com o barulho molhado do sexo.

​Na minha frente, Marcos não diminuía o ritmo. Ele enfiava o pau até a base, obrigando-me a engolir toda a extensão do seu membro, destruindo meus lábios contra os dentes, me fazendo babar sem parar. O gosto de suor e couro do pau dele enchia a minha boca, enquanto meu cu pegava fogo com a fricção violenta do João por trás. Eu adorava aquela humilhação; a dor na minha bunda começou a se transformar em um prazer agudo, elétrico, que fazia meu próprio pau, esquecido e roçando no chão, vazar lubrificação continuamente.

​— Olha como o cu do patrão engole tudo, Marcos! — gritava João, rindo entre os dentes, aumentando a velocidade das metidas de forma brutal. — Esse joga nos dois times e não reclama!

​O ritmo ficou insano. Os dois homens se moviam em sintonia, me destruindo pelos dois lados. Senti que o João estava chegando ao limite quando ele me puxou pelos quadris com tanta força que tirou meus joelhos do chão por um segundo, cravando o pau o mais fundo que conseguia. Ele deu três gemidos graves, o corpo inteiro tencionou contra as minhas costas, e ele descarregou uma quantidade absurda de porra quente dentro do meu cu. Senti os jatos espessos e escaldantes inundarem o meu canal, preenchendo o vácuo que ele abria a cada metida. Logo em seguida, Marcos segurou meu queixo com força, deu duas enfiadas rápidas que quase me fizeram sufocar e gozou direto na minha garganta. Fui obrigado a engolir todo o sêmen dele, tossindo e tentando recuperar o ar enquanto os dois homens se afastavam de mim, rindo e limpando-se.

​Eu fiquei caído de lado no chão, com a boca dormente, os lábios assados e o cu escancariado, vertendo uma mistura de lubrificante e a porra do João que escorria pelas minhas coxas. Minhas forças tinham sumido, mas a noite estava longe de acabar. O cheiro de sexo que tomava conta da cozinha era tão denso que parecia que o próprio ar estava embriagado. Marta e Camila, que tinham chegado ao ápice apenas assistindo, vieram até o chão. Elas me puxaram pelos braços, me arrastando para o meio da sala grande, onde os lençóis da cama tinham sido jogados sobre o tapete velho para criar um espaço de bacanal absoluto.

​A partir daquele momento, a identidade de cada um desapareceu por completo. Ninguém mais era de ninguém; éramos cinco corpos nus, suados e besuntados de fluidos, movidos apenas pelo vício da carne e pela depravação total. Não havia ordem, não havia respeito, apenas o desejo de preencher e ser preenchido de todas as formas possíveis.

​Marcos deitou-se de costas no centro do tapete, com o pau já erguido novamente pelo estímulo do ambiente. Camila subiu por cima do rosto dele, sentando-se com a buceta na boca do marido, enquanto oferecia o rabo empinado para o João, que se ajoelhou logo atrás dela. João cuspiu na mão, lubrificou o cu da Camila e enfiou o pau com tudo, fazendo-a gritar de prazer. Ao mesmo tempo, Marta, com um fogo que parecia inesgotável, pegou um consolo duplo de borracha preta que estava na bolsa da Camila e o prendeu na cintura com as tiras de couro do arnês. Como a estrutura do brinquedo bloqueava a sua própria buceta, ela se posicionou estrategicamente de joelhos atrás do próprio marido, deixando seu quadril livre para empurrar o consolo com força no cu do João. O caseiro gemia alto, levando o plástico da mulher por trás enquanto arrombava a Camila pela frente.

​Para que eu pudesse me fundir àquele bloco de carne sem nenhuma barreira mecânica, o encaixe precisou ser cirúrgico. Eu me aproximei por trás da Marta. Como o arnês deixava a bunda dela totalmente exposta e livre, mirei meu pau direto no cu dela, que já estava lubrificado pelo sexo anterior na cozinha. Encostei meu peito nas costas dela, segurei firme na sua cintura e enterrei o meu membro no rabo da caseira. Comecei a meter na Marta com estocadas longas e pesadas, sentindo o aperto do seu briofite me sugando a cada movimento.

​O encaixe perfeito aconteceu quando João, sendo empurrado para a frente pelas estocadas do consolo da Marta e pelo peso do meu corpo empurrando os dois, jogou o tronco para trás e para o lado. Ele esticou o braço, segurou meus cabelos e puxou minha cabeça na direção do seu quadril. Agora, formando um arco perfeito onde os corpos se cruzavam, a rola imensa do João entrou de volta na minha boca, usando a minha garganta já castigada como apoio enquanto ele continuava a foder a Camila.

​Para completar o círculo de depravação absoluta, Marcos, que estava embaixo da Camila, esticou os braços por baixo das pernas da esposa, alcançando minhas coxas. Aproveitando o rastro de porra que o João tinha deixado no meu próprio cu, Marcos ergueu o quadril e empurrou o pênis dele para dentro de mim de uma vez só, sem a menor cerimônia.

​A cena agora era de uma insanidade anatomicamente perfeita: eu fodia o cu da Marta por trás; Marta, com o arnês, fodia o cu do João; João fodia a Camila e jogava a rola na minha boca; e Marcos, na base de tudo, me arrombava por trás enquanto era sufocado pela buceta da esposa. O som no quarto era uma mistura caótica de estalos de pele, respirações cortadas, gemidos agudos e ordens sujas que eram disparadas de um lado para o outro. O calor era infernal; o suor de cinco corpos se misturava, criando uma camada escorregadia que facilitava os movimentos.

​Marcos metia no meu cu com uma violência brutal, e cada estocada dele me empurrava para a frente, fazendo o meu próprio pau entrar ainda mais fundo no cu da Marta, que gritava de prazer, cravando as unhas no tapete. Eu sentia a rola do João raspar na minha garganta a cada movimento do caseiro, que se contorcia entre o consolo da esposa e a boca do patrão. Era um motor perfeito de carne e luxúria, onde cada movimento de um corpo disparava o prazer do outro.

​— Isso, fode essa puta! Fode todo mundo! — gritava Camila, completamente alucinada, rebolando a buceta na cara do Marcos com força, os peitos balançando de um lado para o outro enquanto tentava alcançar a boca do João.

​As mãos exploravam tudo o que encontravam pelo caminho. Eu apertava as nádegas da Marta com força, sentindo a textura da pele morena dela vibrar a cada estocada do arnês; João segurava a minha coxa para ter mais apoio enquanto descarregava o peso na minha boca; Marcos cravava os dedos na minha cintura, puxando-me com violência para que o seu pau entrasse até o talo no meu cu arrombado. A sensação de estar costurado àquela engrenagem de carne me levou a um nível de excitação doentio. Eu não era mais o homem de negócios da cidade; eu era um animal entregue àquela orgia no meio do mato.

​O ritmo foi acelerando até se tornar insustentável. Ninguém mais conseguia segurar o tesão. Marta começou a ter espasmos violentos, o rabo dela contraindo ao redor do meu pau em um orgasmo longo que a fez desabar para a frente. A contração do cu dela foi o gatilho definitivo para mim. Dei três metidas rápidas, desesperadas, e gozei tudo dentro dela, sentindo meu sêmen jorrar em jatos quentes no fundo do seu canal. O meu orgasmo disparou o do Marcos por trás; ele soltou um grunhido gutural, segurou meu quadril com tanta força que me machucou, e descarregou sua porra quente bem fundo no meu cu, misturando o seu líquido com o sêmen que o João tinha deixado horas antes. Quase no mesmo segundo, João deu uma última enfiada profunda na minha boca, travou a mandíbula e gozou forte direto na minha garganta, obrigando-me a engolir tudo mais uma vez. Camila desabou na cara do Marcos, chorando de tanto gozar, enquanto os homens relaxavam os corpos.

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