Capítulo 61: O Presente de Natal das Mosqueteiras

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 2166 palavras
Data: 04/06/2026 18:35:35

O sábado, 23 de dezembro, começou com uma agitação incomum. Jhonny e Andressa, embalados pelo espírito natalino e pela lista de compras, dirigiram-se ao mercado. Suzana, que deveria acompanhá-los, teve um imprevisto: Christopher havia avisado que tinha "assuntos a resolver" em outra cidade e só voltaria à noite. As três, ainda pelo WhatsApp, haviam decidido o cardápio da véspera e do almoço de Natal. As mosqueteiras e seus maridos passariam juntos na casa de Suzana. Como lá só havia dois quartos, Cintia e Anna dormiriam na sala.

Após as compras, Andressa e Suzana, em um de seus momentos de cumplicidade e exibicionismo, tiraram fotos no banheiro do mercado, levantando as saias e mostrando suas calcinhas de renda. Andressa usava uma azul claro e Suzana, uma preta. As imagens foram enviadas para Jhonny, que riu e respondeu com elogios, sentindo um calor gostoso.

Eles enfim foram para a casa de Suzana. Algumas coisas seriam feitas apenas no dia 24, mas adiantariam outras no sábado mesmo, como as sobremesas. Jhonny, Andressa e Suzana agitavam-se de um lado para o outro. A preparação era divertida, com risadas e flertes leves, mas a tarde tomou um rumo inesperado. Um grupo de assaltantes invadiu uma casa vizinha, e a fuga resultou em um tiroteio com a polícia. Algo raro para aquela cidade, mas impactante. O som dos disparos ecoou pela rua, e as meninas ficaram desesperadas.

Suzana, visivelmente abalada, pediu que mudassem o local da festa: "Não consigo, gente. Não depois disso. Mesmo não sendo na nossa casa, estou com medo." - Jhonny concordou sem hesitar, e Andressa também: "Sem problemas, Su. A gente faz o Natal na nossa casa. É um pouco mais distante para a Anna e a Cintia, e para você, mas não tem problema, já que todos vão dormir lá." - Jhonny completou, tentando acalmá-las: "Não esperava isso aqui em Floripa, só no Rio mesmo. Mas tem bandido em qualquer lugar, né?"

Após se acalmarem, e depois de Suzana ter conversado pelo telefone com Chris, e Andressa com Cintia e Anna, que já tinham pego o ônibus de volta para Florianópolis, eles acabaram não conseguindo sair na madrugada de sábado, pegando o ônibus após às 10h somente, a rodoviária lotada. Chris ligou para Suzana depois e avisou que chegaria só no domingo, pela manhã ou na hora do almoço. Suzana disse que tudo bem, mas estava visivelmente triste. O que a consolava era a boa companhia de Jhonny e Andressa.

Por fim, já quase 16h, Anna e Cintia chegaram. Elas acabaram dando uma animada a mais em Suzana, com muita conversa e zoação, mas ficaram boladas quando souberam que Chris só voltaria no dia seguinte. Anna comentou, sem rodeios: "Ele está dando muita bola fora, sendo um grande idiota. Se perder a mulher, não poderá reclamar." - Suzana tentou defendê-lo, mas a voz embargava: "Ele nunca mais voltou a ser o marido amoroso de antes, ao contrário, está mais distante, apesar de tentar não demonstrar." - Ela confessou, com um suspiro pesado: "Acho que meu casamento não tem mais futuro, mas... admito também que talvez isso nem importe tanto, pois meu coração também tem mudado." - Ela terminou de dizer isso e olhou para Jhonny, no fundo dos olhos dele, de tal maneira que Jhonny ficou até encabulado, sentindo um arrepio percorrer sua espinha.

Percebendo a tensão, Andressa se aproximou da amiga, lhe deu um abraço apertado e um beijo na bochecha, próximo à boca, e disse com carinho: "Há outros lares abertos para você, Su, se precisar, com pessoas que te amam muito." - Suzana sorriu levemente, corada. Cintia e Anna zoaram, perguntando: "Por que você não tascou logo um beijo de língua, Andi? Ela estava praticamente pedindo!" - Todos riram, quebrando o clima pesado.

Jhonny então perguntou se elas queriam sair para espairecer, mas elas recusaram, dizendo que o Natal já seria cansativo, então queriam relaxar aquela noite, ainda mais sem o Chris. Jhonny sentiu uma pontada de malícia na frase e nos rostos das meninas, mas deixou quieto.

Jhonny mandou uma mensagem para Chris: "E aí, tudo bem? Você vem mesmo para o Natal?" - Chris respondeu depois de uns minutos: "Sim, pensei no que você tinha dito e meus planos mudaram." - Jhonny digitou de volta: "Isso é bom, mas você está viajando demais, não é bom deixar a mulher só." - Chris zoou: "Eu sei que meu amigo cuida bem da minha esposa." - Jhonny não soube dizer se aquilo foi sincero ou sarcasmo, mas se surpreendeu quando Chris disse que tinha uma surpresa para Suzana. Seria uma surpresa diferente, mas seria boa. Jhonny teve um mau pressentimento e disse para ele pensar bem, para não virar um problema. Chris disse que estava tudo bem, que seria uma surpresa que ele tinha certeza que Suzana iria gostar, afinal, ela gozou em outra situação parecida, apesar de não ter sido com ele.

A noite caiu, e com ela, uma atmosfera de expectativa e cumplicidade. As meninas, já mais relaxadas, começaram a beber vinho e a conversar animadamente, horas falando alto, horas cochichando algo. Jhonny se juntou a elas após lavar a louça da janta, sentindo-se parte de algo especial. Em algum momento, a conversa tomou um rumo sobre fetishes, com elas falando por alto um ou outro que já fizeram antes, até que uma pergunta é feita. - "Jhonny, você confia na gente?" - Andressa perguntou, os olhos verdes brilhando com uma intensidade que ele conhecia bem. - "Claro que sim, amor. Mais do que em mim mesmo" - ele respondeu, sentindo um arrepio.

"Ótimo!" - Cintia disse, com um sorriso malicioso. - "Porque temos um presente de Natal especial para você."

Antes que ele pudesse reagir, Andressa se aproximou e vendou seus olhos com um lenço de seda. Em seguida, sentiu as mãos de Anna e Cintia amarrarem seus pulsos e tornozelos suavemente, mas com firmeza, deitando-o no sofá. Ele ouviu as risadas abafadas das meninas, sentindo o coração acelerar. O cheiro de vinho, perfume feminino e excitação misturou-se no ar.

"O que vocês estão aprontando?" - ele perguntou, a voz um pouco rouca, o pau já pulsando. - "Você vai ver, meu amor. Ou melhor, vai sentir" - Suzana sussurrou em seu ouvido, a voz rouca de desejo.

Ele sentiu um toque suave em seu pau, que já estava duro. Uma mão delicada começou a acariciá-lo, subindo e descendo. O cheiro de perfume feminino invadiu suas narinas. Ele ouviu um sussurro de Suzana: "Quem quer começar?" - "Eu, claro!" - A voz de Andressa, inconfundível. Ele sentiu os lábios dela em seu pau, a língua quente e úmida o envolvendo. Ela o chupava com paixão, os gemidos abafados ecoando na sala. Jhonny gemia, entregue ao prazer.

Então, ele sentiu uma boca em seu rosto. Era Anna. Ela o beijava com intensidade, a língua explorando sua boca, um gosto de vinho e cereja marrasquino. Enquanto Andressa o chupava, Anna o beijava, as mãos dela explorando seu peito, circulando seus mamilos.

"Minha vez!" - A voz de Cintia. Ele sentiu os lábios dela em seu pescoço, mordiscando e chupando, enquanto Anna descia para seu peito e Andressa continuava em seu pau. Jhonny estava em êxtase, o corpo tremendo de prazer.

"E eu?" - A voz de Suzana, um pouco mais tímida, mas cheia de desejo. Ele sentiu as mãos dela em suas coxas, subindo e descendo, apertando e massageando.

As quatro o rodeavam, cada uma em uma parte de seu corpo, explorando-o, beijando-o, chupando-o. Jhonny não via nada, mas sentia tudo. Os toques, os cheiros, os gemidos. Era uma sinfonia de prazer.

Alguém então tirou seu shorts e cueca, sentou-se em seu colo e começou a cavalgar em seu pau. Jhonny gemia, sentindo a boceta dela apertada e úmida o envolvendo. Ele conhecia bem aquela que o fazia. Era Andressa. E então aluguem sentou na sua cara, uma boceta úmida e carnuda. Como todas as meninas agora gemiam, ele demorou a perceber que era Anna. Anna e Andressa gozam e trocam de lugar. Agora era Anna cavalgando e Andressa em sua cara. Jhonny a chupava com fome também. Ele ouviu Cintia e Suzana gemendo também. Possivelmente em um 69. Após mais uma vez gozarem, elas duas saem. Alguém senta em seu pau e outro alguém em sua cara. Eram Suzana e Cintia. Jhonny procura chupar com vontade e fome todas, sem distinção e Cintia, que ele sabia que era quem cavalgava nele, o fazia com gosto, gemendo alto. Depois, trocaram de lugar, Cintia na cara de Jhonny e Suzana cavalgando em seu pau. O barulho de Andressa e Anna gemendo também ecoava na sala. Um 69 delas com certeza. Mas ele nada via, só sentia. Aquilo era insano.

Apesar de explodindo de tesão, curiosamente, era mais fácil controlar o gozo.

Por fim, após ambas terem gozado, ele sente elas dividindo seu pau. Suas bocas pareciam brigar por sua rola. Ele sentia e nada via. Línguas passando por cada centímetro e muitas vezes se encontrando. Nem ele nem as meninas nada diziam, só gemiam curtiam o momento. Até que, sem mais aguentar segurar, Jhonny goza, soltando vários jatos de porra. Nunca tinha gozado tanto, ele tinha certeza, mas nada via. Sentiu seu pau sendo limpo por línguas e bocas famintas e então sentiu alguém se aproximando. Um beijo salgado lhe invadiu os lábios. Um beijo cheio de porra. Mas ele conhecia aquela boca. Andressa. Ela curtia aquele fetiche de beijo cremoso. Ele só deixou e retribuiu o beijo. Então outro beijo. Não tinha certeza, mas possivelmente Suzana. Havia menos porra nesse beijo, mas ainda tinha. O gemido dela no beijo a entregou. Então outro. O beijo também salgado, mas Anna logo gemeu e se entregou. Então outro beijo salgado e cremoso. O gemido a entregou também. Era Cintia. Mas enquanto uma o beijava as outras o sugavam. Ele realmente tinha gozado muito e os beijos vinham carregados de seu próprio gozo.

Parecia que elas queriam que ele participasse indiretamente daquele momento, daquele boquete múltiplo. Como se chupasse a si mesmo. Jhonny não aguentou a sensação e gozou mais, mais jatos de porra, mais beijos cremosos misturados a gemidos e algumas não aguentando e dizendo que aquilo estava maravilhoso, que Jhonny era um gostoso e que queriam foder com ele pelo resto da vida. Mas Jhonny nem percebeu quem falava o quê. Estava imerso naquele momento, naquele prazer, naqueles beijos cremosos, que eram dados com tanto amor, carinho e luxúria. Ele nem saberia dizer mais quantas vezes tinha beijado quem, mas estava por fim esgotado de tanto beijar, foder e gozar. Sentia porra escorrer de seus lábios e alguém limpar e então beijá-lo novamente. Uma voz, Suzana, dizendo que aquilo foi uma loucura, uma loucura deliciosa, que não queria que acabasse nunca. Andressa respondeu dizendo que só dependia dela, pois eles (Jhonny e Andressa), já tinham decidido que a aceitariam em casa, caso ela quisesse ser sua mulher. Mas Jhonny não conseguia se concentrar direito na conversa, elas duas podiam estar conversando, mas ainda tinha alguém o beijando e o chupando (Anna e Cintia, com certeza). Pareciam aproveitar o momento que raramente tinham com Jhonny e não queriam perder muito tempo conversando naquele momento.

Por fim, Jhonny é desamarrado e desvendado. Ele estava ensopado de suor, saliva e até porra, as meninas, mais ainda suadas e visivelmente exaustas. Após desamarrá-lo, Andressa e Cintia deitam no sofá com Jhonny, abraçando-o, e Anna e Suzana deitam no outro sofá, abraçadas. Elas nada falavam, só respiravam forte, como se tivessem corrido uma maratona. Por fim, Andressa gargalha e diz, satisfeita e triunfante, que sabia que seu marido dava conta das quatro, e elas riem também satisfeitas, concordando e dizendo que aquilo foi incrível. Jhonny ri e diz que se elas não se amassem, além de amá-lo, aquilo seria impossível. Elas riem e concordam, afinal, ele só tem uma boca e um pau. Então elas tinham que completar com suas bocas e dedos quem ficasse de fora de ambos e todos gargalham.

Jhonny olha para Andressa, que o olha cheia de cansaço e ternura. Eles se beijam mais uma vez. Ela diz que aquele era o presente de Natal dele. - “Foi incrível, Andi” - ele diz. Ela então diz, baixinho, que aquilo era especial, então o Chris não precisaria saber ou receber ‘compensação’, ou seja, nada de Andressa com Chris novamente por aquilo. E todas as meninas concordaram com aquele acordo extra. Jhonny fez cara de que não era justo, mas Andressa diz que ele era o macho das mosqueteiras, então não tinha problema. Jhonny ri e diz, zoando, que não esperava que fosse o único. Andressa ri e diz que ele era, novamente. Que ele foi o único homem que conseguiu capturar o coração das quatro e o beija mais uma vez. Jhonny estava meio ressabiado, mas estava ficando em paz com aquela ideia.

Após um longo banho, com Jhonny esfregando uma por uma, eles finalizam o dia e deitam acabados. Cintia dormindo com Jhonny e Andressa, depois de vários meses desde a última vez. E Anna dormindo com Suzana no quarto de hóspedes.

Definitivamente um dia inesquecível para aquele grupo de amigos.

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