Dia 1 – Sexta-feira
Acordei com o som de vozes vindas da cozinha. Fernanda ainda dormia ao meu lado, virada de lado, com a camiseta fina enrolada na cintura, mostrando boa parte da bunda redonda. Lucas já estava acordado, claro.
Desci da cama com cuidado e fui até a cozinha. O pai dele, seu Antônio, estava terminando de fazer café. Um homem sério, de uns 60 anos, daqueles que acordam cedo mesmo aposentado.
— Bom dia, Matheus. Dormiu bem? — perguntou ele, educado.
— Dormi sim, obrigado. A cama é ótima.
Lucas apareceu logo depois, já sem camisa, só de bermudão, pegando uma xícara.
— E a Fernanda? Ainda dormindo? — perguntou com um sorrisinho. — Coitada, deve ter ficado cansada da viagem… ou de outra coisa.
Eu ri e balancei a cabeça. Ele já começava cedo.
Pouco depois Fernanda apareceu na cozinha, descalça, com o cabelo cacheado solto e bagunçado, vestindo um shortinho folgado e uma camiseta minha que ficava grande nela, mas ainda assim não conseguia esconder o volume dos seios. Seu Antônio cumprimentou ela com educação, mas dava pra notar que até ele reparou.
Durante o café da manhã, Lucas não perdeu uma oportunidade:
— Fernanda, você acorda linda assim todo dia ou hoje tá caprichando pra cima de mim? — perguntou ele, olhando descaradamente pra ela enquanto passava manteiga no pão.
Ela riu, um pouco envergonhada por causa da presença do pai dele.
— Você não descansa, né Lucas?
— Descansar pra quê? — ele rebateu. — Homem que tem uma amiga como você em casa tem que aproveitar cada segundo.
Seu Antônio só balançou a cabeça, achando graça, mas claramente querendo mudar de assunto.
Depois do café, fomos para a área da piscina. O sol já estava forte. Fernanda foi trocar de roupa e voltou usando um biquíni azul escuro que eu adorava. O top mal continha aqueles peitos grandes e pesados, o tecido esticado, criando um decote profundo e generoso. A calcinha era de cintura alta, mas ainda marcava bem a bunda empinada e as coxas grossas.
Lucas, que estava ajustando o guarda-sol, parou o que estava fazendo e soltou um assovio baixo.
— Porra, Matheus… você acorda todo dia com isso em casa? Como você ainda trabalha?
Fernanda riu, cobrindo o rosto com as mãos, mas estava claramente gostando da atenção.
— Para, Lucas. Você é ridículo.
— Ridículo não, sincero — ele disse, sentando na espreguiçadeira ao lado. — Sério. Esse biquíni tá nos fazendo um favor desgraçado.
O pai dele estava por perto, mexendo no celular, então as piadas ainda tinham um limite. Mesmo assim, Lucas não parava:
— Matheus, me faz um favor… se um dia você quiser vender ela, me dá preferência. Eu pago bem.
— Eu não sou mercadoria, seu idiota — Fernanda respondeu rindo, jogando água nele da borda da piscina.
— Não é mercadoria, é uma Deusa em forma de mulher — Lucas devolveu, jogando água de volta.
Em determinado momento, Fernanda decidiu entrar na piscina. Quando ela desceu os degraus, o biquíni molhado grudou ainda mais no corpo. Ela mergulhou e, ao subir, o top deslocou um pouco. Um dos seios quase escapou inteiro. Ela rapidamente ajeitou, mas não foi rápido o suficiente.
Lucas não perdeu a chance:
— Ei, ei! Deixa ele respirar um pouco, coitado! — falou alto, rindo. — Fernanda, seu namorado tá aí do lado e você quase me mostra o show completo? Sem vergonha nenhuma.
Fernanda ficou vermelha, mas ria junto.
— Foi sem querer, seu safado!
— “Sem querer” é a melhor desculpa que existe — ele provocou, nadando mais perto dela. — Mas pode deixar cair de novo, eu não me importo. Na verdade, eu te agradeço.
Eu estava sentado na borda, observando tudo com aquele misto de ciúme e tesão que eu tanto gostava. Lucas olhava pra ela sem disfarçar, elogiando abertamente o corpo dela na minha frente, e Fernanda, mesmo tímida por causa do pai dele ainda estar ali, não parecia incomodada.
Por volta das cinco da tarde, seu Antônio finalmente se despediu. Ele ia viajar para visitar um irmão em Búzios e só voltaria na segunda.
Quando o carro dele saiu pela garagem, o clima da casa mudou imediatamente. Era como se o ar tivesse ficado mais leve… e mais perigoso.
Lucas fechou o portão, virou pra gente com um sorriso largo e falou:
— Agora sim, porra. Casa liberada. Pode tirar a roupa de boa, Fernanda.
Ela riu, ainda dentro da piscina.
— Você é impossível.
— Impossível não… só sincero — ele disse, nadando até a borda onde ela estava. — E agora que meu pai foi embora, eu posso falar o que eu realmente tô pensando desse biquíni.
Ele olhou diretamente pros peitos dela e completou:
— Tá foda pra caralho, sério. Não sei como o Matheus consegue ficar tranquilo te vendo assim o dia todo.
Fernanda mordeu o lábio e olhou pra mim, como quem pergunta se podia continuar no jogo. Eu apenas sorri, recostado na espreguiçadeira.
O sol estava começando a baixar, e o feriadão finalmente tinha entrado no modo que eu esperava.
Com a saída do pai dele, Lucas ficou ainda mais solto. Ele não escondia mais os olhares. Enquanto Fernanda nadava, ele ficou encostado na borda da piscina, os braços musculosos apoiados no azulejo, acompanhando cada movimento dela.
— Matheus, cara… eu tô sendo sincero agora. — Ele apontou com o queixo pra Fernanda. — Essa mulher é perigosa pra saúde mental de qualquer homem. Olha o jeito que essa bunda sobe quando ela nada. Isso devia ser crime.
Fernanda riu, parando no meio da piscina e jogando água nele.
— Você não tem filtro mesmo, né?
— Filtro pra quê? — ele respondeu, nadando devagar até ela. — Eu sou solteiro, bonito e sincero. E você tá aqui, praticamente pelada na minha piscina. O mínimo que eu posso fazer é elogiar a obra de arte.
Ela olhou pra mim novamente, mordendo o lábio inferior. Eu apenas assenti de leve com a cabeça, sentindo o pau já meio duro dentro da bermuda só de ver o jeito que ele se aproximava dela.
Lucas chegou bem perto, quase colado. A água batia na altura do peito dele.
— Sério, Fernanda… esse biquíni tá te fazendo um desserviço. Ele mal tá conseguindo te conter. Olha isso aqui — ele disse, apontando pro decote dela. — Tá quase pedindo socorro.
— Para de olhar assim, seu safado! — ela reclamou, mas ria, claramente gostando.
— Olhar assim como? — ele provocou, fingindo inocência. — Olhando com admiração? Com desejo? Com inveja do Matheus? Escolhe uma.
O clima ficou mais pesado, mais quente. Fernanda acabou saindo da piscina e eu vi Lucas encarando descaradamente a bunda dela enquanto ela subia as escadas. Quando ela passou por mim, o biquíni molhado marcava tudo. Os mamilos estavam duros, evidentes sob o tecido fino.
O resto da tarde foi assim: piadas cada vez mais pesadas, Lucas testando os limites, eu curtindo o ciúme gostoso que aquilo me causava.
Quando escureceu, acendemos a churrasqueira. Lucas assumiu o comando da carne, sem camisa, só de bermudão, enquanto Fernanda e eu arrumávamos a mesa na área externa. Ela havia colocado um shortinho jeans por cima do biquíni, mas continuava com o top, o que deixava o decote absurdamente chamativo.
A cerveja e o whisky começaram a descer. Depois de umas latas, o papo já tinha descido bastante o nível.
Sentamos os três à mesa. Lucas serviu mais uma dose pra cada um e olhou pra gente com aquele sorriso sacana.
— Bom… agora que meu pai foi embora e a gente tá liberado… que tal um Verdade ou Consequência? Só pra deixar o clima mais interessante.
Fernanda riu, já um pouco alta.
— Você só quer é criar putaria, né?
— Eu? Nunca — ele respondeu, fingindo choque. — Sou um santo. Mas se vocês tiverem algum segredinho safado… aí eu não me responsabilizo.
Começamos leve. Perguntas bobas, desafios idiotas. Até que Lucas olhou pra mim, com os olhos brilhando.
— Matheus. Verdade ou consequência?
— Verdade.
Ele sorriu devagar.
— Você gosta quando eu flerto com a Fernanda? Tipo… de verdade. Sem fingir que acha ruim.
O silêncio ficou pesado por um segundo. Fernanda me olhou, curiosa e excitada.
Eu tomei um gole de whisky e respondi:
— Gosto.
Lucas ergueu a sobrancelha, surpreso, mas claramente satisfeito.
— Interessante… E você, Fernanda? Verdade. Você gosta quando eu falo essas coisas na frente dele?
Ela ficou vermelha, mas o álcool ajudou:
— Gosto… um pouco.
— Um pouco? — Lucas riu. — Só um pouco?
— Tá bom… gosto bastante — ela admitiu, rindo envergonhada.
Lucas se recostou na cadeira, visivelmente animado com a descoberta.
— Caralho… então vocês são daquele tipo de casal, é?
Eu confirmei com a cabeça. Fernanda não disse nada, só mordeu o lábio e baixou o olhar, mas o sorriso tímido entregava tudo.
— Porra, que foda — Lucas falou, rindo. — Então eu tava sendo safado à toa esse tempo todo achando que vocês iam se ofender. Agora eu posso ir com tudo?
Ele olhou pra Fernanda, descarado.
— Consequência pra você agora, linda. Quero que você tire esse shortinho e fique só de biquíni de novo. E senta aqui do meu lado.
Fernanda olhou pra mim. Eu assenti.
Ela se levantou, tirou o shortinho devagar, mostrando novamente a calcinha do biquíni marcando a bunda. Sentou ao lado de Lucas. Ele passou o braço por cima do ombro dela casualmente, como se já fosse natural.
— Assim tá bem melhor — murmurou ele, olhando pros peitos dela de perto. — Matheus, você tem noção do tesão que é ter sua namorada assim do meu lado?
Minha vez:
— Lucas, verdade: desde quando você tá afim da Fernanda?
— Desde que você me mostrou a primeira foto dela de biquíni. Fiquei curioso pra caralho — ele respondeu, sincero.
O jogo foi evoluindo devagar.
Lucas deslizou a mão pela coxa dela, apertando de leve a carne macia enquanto falava:
— Consequência pra você, Fernanda: mostra pra gente onde fica a marquinha do biquíni.
Ela hesitou, rindo nervosa, mas acabou puxando um pouco a lateral da calcinha, revelando a marca clara contrastando com a pele bronzeada. Lucas passou o dedo devagar pela linha, quase sem tocar, só sentindo a diferença de textura.
— Porra… que delícia de contraste — murmurou ele.
Minha vez:
— Consequência pra Fernanda: fica de quatro em cima da mesa por um minuto.
Ela arregalou os olhos, mas obedeceu. Subiu na mesa de madeira, ficando de quatro, empinando a bunda na nossa direção. O biquíni marcava tudo. Lucas e eu ficamos em silêncio, admirando. Eu conseguia ver o volume na bermuda dele.
Depois que o minuto passou, ela desceu vermelha.
Lucas:
— Consequência: você vai beber um shot de whisky no meio dos peitos da Fernanda, Matheus.
Eu me aproximei. Fernanda deitou de costas na mesa, colocando um shot entre os seios grandes. O líquido gelado fazia ela arrepiar. Eu me inclinei e bebi devagar, sentindo o cheiro dela, o calor da pele. Lucas assistia tudo com atenção.
Fernanda, mais solta agora:
— Consequência pra você, Lucas: tira a camisa.
Ele sorriu e tirou a camisa sem pressa, mostrando o peito definido e a barriga tanquinho. Fernanda mordeu o lábio ao ver.
Minha vez:
— Consequência: Lucas, carrega a Fernanda no colo até a piscina e volta.
Ele não pensou duas vezes. Pegou ela no colo com facilidade, uma mão na coxa, a outra nas costas. Fernanda soltou um gritinho, rindo, e passou os braços em volta do pescoço dele. Enquanto carregava, Lucas aproveitou pra apertar bem a bunda dela com a mão. Quando voltou, os dois estavam rindo, mas o clima estava claramente mais quente.
O jogo continuou por mais um tempo, com provocações leves, toques cada vez mais ousados e olhares carregados.
Por volta das duas e meia, Fernanda — já bem mais solta e com os olhos brilhando — olhou pra nós dois e falou:
— Agora eu quero propor um desafio final… pra terminar a noite.
Ela sorriu, um pouco envergonhada, mas decidida:
— Eu vou dançar um funk bem safado pra vocês. Vocês dois vão ficar com o pau pra fora, eu não vou olhar, juro, hahaha. Quem aguentar mais tempo sem gozar ganha o direito de escolher o que a gente vai fazer amanhã. Se gozarem ao mesmo tempo… ninguém ganha nada.
Lucas e eu nos entreolhamos, surpresos e excitados com a iniciativa dela.
— Topo — eu disse.
— Porra, eu também — respondeu Lucas.
Fernanda colocou uma música de funk bem pesada. Começou a dançar, rebolando devagar, depois mais solta, descendo até o chão, empinando a bunda, passando as mãos pelo corpo. Olhava pra nós dois enquanto dançava, mordendo o lábio.
Nós dois tiramos os paus pra fora. Duros, latejando. Ela dançava cada vez mais perto, rebolando quase encostando, mas sem tocar.
Não demorou muito.
Eu gozei primeiro, gemendo baixo. Quase no mesmo instante Lucas soltou um grunhido rouco e gozou também, o pau pulsando forte na mão.
— Caralho… quase juntos, mas eu ganhei — ele riu, ofegante.
Fernanda parou, rindo, suada e visivelmente excitada. A calcinha dela estava escura no meio.
Fernanda parou de dançar, rindo, suada e com o rosto vermelho. A calcinha dela estava claramente molhada no meio, o tecido azul escurecido.
— Seu mentiroso descarado — ela disse, ainda rindo. — Foi praticamente ao mesmo tempo!
— Quase não conta, linda — Lucas rebateu, limpando a mão com um guardanapo da mesa. — Eu aguentei uns dois segundos a mais. Amanhã eu escolho a primeira brincadeira na praia.
Fernanda revirou os olhos, mas estava claramente excitada com o resultado. Ela pegou o shortinho que tinha tirado mais cedo e vestiu novamente, cobrindo um pouco a calcinha molhada.
O clima estava pesado, o ar cheirando a sexo e cerveja. Por um momento, ninguém disse nada. Dava pra sentir que todos nós queríamos continuar, que a noite poderia facilmente terminar com muito mais que isso… mas o cansaço bateu forte.
Lucas se recostou na cadeira, respirando fundo, e falou:
— Por mais que eu esteja louco pra continuar… hoje não. Tô bem bêbado e destruído da semana. Quero estar com a cabeça e o corpo 100% amanhã pra gente fazer tudo direito, sem pressa e sem ficar pela metade. Tá valendo?
Ele olhou pra Fernanda e depois pra mim, esperando confirmação.
— Tá valendo — eu respondi, mesmo com o pau ainda meio duro.
Fernanda mordeu o lábio, visivelmente frustrada e excitada ao mesmo tempo, mas concordou:
— Tudo bem… amanhã então.
Subimos para o quarto e deitamos quase desmaiados já.
Antes de apagar a luz, Lucas ainda murmurou no escuro, com a voz rouca:
— Amanhã não tem mais limite não… preparem-se, tenho um excelente jogo.
O quarto ficou em silêncio, apenas com o som das respirações aceleradas. O tesão estava palpável no ar, quase insuportável.