O céu começou a fechar e os primeiros pingos de chuva atingiram o teto de metal. Como ela estava de moto, olhei para ela e chamei:
— Vamos entrar para o carro.
Entramos sem hesitar e fomos direto para o banco de trás. Ali, o espaço reduzido e o som da chuva batendo nos vidros criaram o cenário perfeito. Começamos a nos pegar com força. Beijo daqui, beijo dali, e minhas mãos, guiadas pela memória daquela outra noite, foram direto para a bunda dela, apertando com vontade. Quando tentei descer a mão em direção à virilha, ela segurou meu pulso, esquivando-se com um sorriso tenso:
— Não, aqui não...
Mas o clima já tinha passado do ponto de retorno. O calor dentro do carro subia rápido. Olhei para ela, sentindo o corpo estalar de desejo, e provoquei:
— Olha aqui como você me deixa.
— Deixa eu ver — ela desafiou, com o olhar semicerrado.
Puxei o cós do short e meu pau saltou para fora. Como a cabeça dele era coberta, ela olhou de perto e continuou o jogo:
— Ainda não estou vendo.
— Pega e puxa a pele para trás, então — devolvi.
Ela esticou a mão, puxou e abriu um sorriso malicioso:
— Nossa, está animado, hein?
— Eu vou te ajudar a animar ainda mais — respondi.
Sem mais palavras, ela se inclinou e começou um boquete daqueles, bem gostoso, decidida a me deixar completamente louco. Eu já estava sem teto. Enquanto ela trabalhava com a boca, minhas mãos percorreram as costas dela até puxar sua blusa para cima. A Daniele amiga era bem magrinha, daquelas magrinhas gostosas, com uma bunda média para pequena e peitos miúdos. Grudei a boca naqueles peitinhos, passando a língua pelos bicos, e ela começou a gemer alto, perdendo o controle.
Em pouco tempo, o cheiro inconfundível de sexo já tomava conta de todo o estofado de novo. O perfume natural da buceta dela era forte, mas extremamente excitante. No calor de tirarmos o resto da roupa, com a transição dos bancos, senti meu pau dar uma leve amolecida. Olhei para ela e avisei:
— Ih... Nisso aí, você vai ter que me animar de novo.
— Pode deixar que eu te animo. Vou acordar ele — ela garantiu.
Ela voltou a me chupar com vontade até o pau ficar de pedra outra vez. Em seguida, ela mesma empurrou o banco da frente totalmente para diante, ganhando espaço, e sentou de costas no meu colo. Nem pensamos em camisinha. Ela simplesmente se ajeitou e começou a cavalgar forte, batendo com tudo. O pau estralava lá no fundo dela. Sentindo que não ia aguentar muito tempo naquele ritmo, segurei no quadril dela e alertei:
— Meu Deus... vai com calma, senão eu vou gozar!
— Não goza, porque eu não tomo remédio! — ela rebateu, sem parar de se mexer.
— Não, vou me controlar.
Prendi os dedos nas nádegas dela, desferi um tapa estalado bem naquele bundão e soltei:
— Nossa, que delícia, velho... Comer você... Eu estava com vontade de te pegar já faz muito tempo.
Ela olhou por cima do ombro, com o rosto corado, e confessou entre os gemidos:
— E eu estava com vontade de dar para você desde aquele dia que eu entrei no seu carro e estava aquele cheiro de sexo no ar. Você deve ter comido muito a minha amiga, né?
— Comi — respondi, no puro calor do momento. — E é bem aqui no banco de trás, onde ela sentou, que você está dando para mim bem gostoso agora.
— Seu safado! — ela sussurrou, acelerando o movimento.
— Foi aqui que eu fiz ela gozar. E gozei tudinho na boca dela.
— Nossa, você é muito safado, viu? Não estou gostando nada disso, vamos parar de falar dela!
— Ué, foi você que começou — rui, puxando o corpo dela. — Então vem cá.
Mudei a posição e a joguei de quatro ali mesmo. Comecei a comer ela por trás, enfiando fundo, batendo firme na bunda dela. O ritmo era frenético até que ela sentiu a minha respiração mudar.
— A hora que você for gozar, avisa! — ela pediu, arfando.
— Onde que eu vou gozar?
— Goza no meu peito!
— Não, vai sujar o banco do carro — recusei, pensando no estofado.
— Onde você vai gozar então?
— Tem que ser na boca.
— Ah, mas eu não gosto... — ela tentou hesitar.
— Vai ser a primeira vez que você vai gostar, então.
Ela saiu debaixo de mim e veio direto para o meu colo, recomeçando a chupar com uma velocidade impressionante. Minhas mãos estavam cravadas no cabelo dela.
— A hora que você for gozar, avisa que eu vou cuspir! — ela disse, com a voz abafada.
— Então tá bom. Se não quiser engolir, gospe no tapete do carro.
Mas na hora H, o tesão falou mais alto. Quando senti o jato vindo, avisei e gozei tudinho, direto e fundo na boca dela. Para a minha surpresa, ela não se mexeu. Segurou a porra toda na boca, sem engolir e sem cuspir no chão.
Fiquei olhando, recuperando o fôlego, e pedi:
— Me mostra.
Ela abriu a boca devagar, deixando o líquido quase escorrer pelo canto do lábio.
— Posso cuspir? — ela perguntou com os olhos fixos nos meus.
— Pode.
Ela cuspiu para fora do carro, mas quando abriu a boca de novo, a língua dela estava inteiramente coberta de porra branca. Aquele dia foi simplesmente incrível. Uma daquelas histórias de pura audácia e desejo guardado que o banco de trás daquele carro jamais esqueceria.Logo após o turbilhão e o ápice do tesão, o ritmo diminuiu dentro do carro, mas a eletricidade continuou ali. Ainda no banco de trás, enquanto eu relaxava, ela começou a fazer um carinho suave e lento nas minhas bolas, e eu continuei acariciando o corpo magrinho dela. Naquele casulo morno com os vidros embaçados e o som da chuva, começamos a conversar calmamente. Falamos sobre ex-namoradas, relacionamentos atuais, fofocas e confidências de um jeito totalmente aberto e sem tabus.
O encanto e a calmaria, porém, duraram pouco. De repente, um clarão forte iluminou o interior do carro seguido por batidas secas e firmes no vidro. Era uma viatura da polícia.
O coração disparou na boca. Numa descarga rápida de adrenalina, começamos a nos ajeitar correndo, caçando as roupas no escuro do banco de trás e vestindo tudo meio torto. Saímos do carro, conversamos com os policiais e, felizmente, após as verificações, eles nos liberaram.
O problema é que o verdadeiro perrengue da noite estava apenas começando.
Quando entrei no banco do motorista e girei a chave na ignição para irmos embora, o carro não deu nem sinal. A bateria tinha arriado por completo. Tentei dar um tranco, mas como eu estava sozinho para empurrar e ela não tinha força nenhuma para dar o empurrão necessário na carroceria, o carro não saía do lugar. Ficamos ali, ilhados.
Até que, no meio daquela rua deserta, surgiu outro carro e reduziu a velocidade. O motorista, percebendo a nossa situação (e provavelmente imaginando o que estávamos fazendo ali antes), abriu o vidro e gritou com um sorriso malicioso:
— Quer uma chupeta aí?
Nós dois nos olhamos e caímos na gargalhada na hora com o duplo sentido perfeito para o que tinha acabado de acontecer na boca dela. Sem perder a piada, respondi de volta:
— Ah, eu quero!
O cara encostou, pegou o cabo de transmissão que tinha no porta-malas, engatou nas duas baterias e fez a ligação direta. Dei a partida, o motor roncou forte e finalmente ganhou vida. Agradecemos o capricho do motorista e pegamos o caminho de volta. Acompanhei a Daniele de carro enquanto ela pilotava a moto dela em segurança até a porta de casa e, logo depois, segui para a minha.
Aquele foi, sem dúvidas, o dia inesquecível em que eu comi a Daniele, a amiga da minha namorada.