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Se hoje eu dou pra mendigo, a culpa é do meu marido

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Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 2518 palavras
Data: 28/06/2026 13:11:56
Última revisão: 28/06/2026 13:13:56

Eu e Ulysses somos casados há cinco anos e até hoje sou apaixonado por esse tarado. Chamo ele de tarado porque, desde sempre, eu entro nos fetiches dele e topo as ideias mais mirabolantes que se passam na cabeça desse macho.

Troca de casal, swing, garotas de programa na nossa cama, fuder com as vizinhas, comer minhas primas... Coisas que fariam outros casais terminarem, pra mim e pro Ulysses são extremamente comuns, luxúrias que nós cometemos juntos e concordando um com o outro.

Meu marido tem 35 anos, é um homem branco, parrudo, tatuado e sem barba, mas bigodudo, com as entradas marcadas na testa e cabelo penteado pra trás. Pelo menos da minha parte, sou satisfeito na cama, nunca faltou fogo dele pra mim e vice-versa, sexo não é questão pra nós.

Mas de umas semanas pra cá, Ulysses começou a ter uns papos... Estranhos comigo.

- Que novidade, tu por aqui. – ele se admirou quando me viu chegar no escritório.

- Já que cê não sai pra almoçar comigo, eu vim almoçar com você. Posso entrar? – mostrei as sacolas de delivery.

- À vontade. Eu que mando, a sala é minha.

- Ah, Ulysses... Me dá um tesão danado quando você banca o chefe linha dura, sabe? – não aguentei e pulei nos braços dele.

- Ulysses porra nenhuma. Tu sabe que não gosto que me chame assim.

- Mas é o nome do estúdio, senhor Ulysses.

- Esse nome é fictício, Levi. Me chama como tu sempre chamou.

- Tudo bem... Henrique, então?

- Não, me chama de mozão. – ele segurou meu rosto com ambas as mãos e deu um beijão, a aliança até enroscou na minha barba. – Olha só, tô com uma ideia sacana na cabeça. Uma ideia que tá tirando meu sono, olha aqui.

Pegou minha mão, levou na calça social e eu senti sua ereção estalar na roupa.

- Sossega, macho. Tamo na produtora, melhor baixar a bola.

- Tá tranquilo, mais tarde te conto o que eu quero fazer. Tenho planos pra tu, Levi.

- Planos pra mim?

- Tu nem imagina... – Henrique, meu mozão, esfregou as mãos e se preparou pro banquete.

Almoçamos juntos, comemos japonês e ele fez mistério quanto aos planos que tinha, mas eu sabia de antemão que eram perversos, pura baixaria e fetiche. À noite, quando nos encontramos em casa, tomamos banho juntos, jantamos e ele esperou ficar de madrugada pra revelar a safadeza que ficou de contar.

- É agora que você vai me comer usando o óculos de realidade virtual? – zoei.

- É isso que tu acha que eu vou pedir, Levi?

- Tô brincando. Seria leve demais, sei que você tem algo insano na mente.

- Tenho mesmo. Mas pra isso, tu vai ter que confiar em mim e dizer que sim. Sem questionar, só topar.

- Que perigoso... É alguma coisa nojenta, tipo essas podridões de scat? – fiquei curioso.

- Não, pode ficar tranquilo. Digamos que é algo mais... – ele deu a volta ao meu redor. – Voyeurístico.

- Voyeurístico? Já sei. Seu lado bissexual tá querendo buceta e você quer que eu veja.

- Não, não é isso. Eu que quero ver.

- VOCÊ!? – quase não acreditei.

Apesar de sermos um casal estritamente liberal, todas as vezes que eu dei pra outro macho foram duplamente combinadas com o Henrique, porque ele era muito ciumento. Meu marido demorou um bom tempo pra se acostumar com a ideia de ver outro homem trepado no meu rabo, por isso fiquei surpreso quando ele disse que queria ser meu voyeur.

- Você quer... Me ver com outro macho? – o tesão e a curiosidade me consumiram.

- Quero. Mas é tudo que eu posso dizer.

- Cê quer me ver com quem? Já sei, é com aquele teu amigo negão, o segurança da produtora. Walter, o nome dele? NÃO, PERA! É com o amigo dele!? Aquele Daniel é um espetáculo de homem, fala sério! Que tesão de macho... Se bem que também tem o Wilker, né? O fotógrafo bonitão. Fotógrafo não, ele é cameraman. As meninas do RH falam que ele é caso da diretora de contas, mas não diz que eu te contei.

- Ô, ô! Calma lá, fofoqueiro. Segura tua onda.

- Foi mal, me empolguei. Hahahaha. Mas conta, qual é a ideia?

- Parte do fetiche é tu aceitar sem questionar. Quero te levar num lugar e ver o que tu vai fazer, só isso.

- Só?

- Só. Topa?

Pensei um pouco, o cuzinho piscou e é claro que topei. Henrique vendou meus olhos, foi andando comigo e a única coisa que percebi é que saímos de casa e fomos pra rua em plena madrugada. Depois de quase cinco minutos andando, ele tirou minha venda, abriu a lata de cerveja e encheu meu copo.

- Isso aqui é... – olhei ao redor e não entendi nada.

Estávamos debaixo do Viaduto de Madureira, perto de um grupo de moradores de rua e próximos de um homem em específico. Esse homem aparentava meia-idade, algo por volta dos cinquenta e tantos anos, tinha pele morena clara, barba branca e pouco cabelo na cabeça. Ele tava deitado nuns cobertores, roncando alto e com a piroca pra fora da bermuda, em ereção. Pica apontada pra cima e a cabeça arregaçada.

- Caralho, Henrique... O que você tá planejando? – me faltaram palavras pra falar.

O que eu senti foi... Familiar? Talvez. No mínimo nostálgico, pois remeteu aos meus anos finais da graduação. Antes do meu marido responder, o sujeito se esticou, começou a despreguiçar o corpo e a arma engatilhou, prestes a disparar a qualquer momento. Foi como se ambos despertassem ao mesmo tempo, tanto ele quanto o fuzil, e foi assim que eu vi 23cm de caralho empedrecer bem diante dos meus olhos.

- Que porra é essa, tão olhando o quê? – o mendigo não entendeu nossa presença ali.

- Meu marido quer te mamar, amigão. – Henrique respondeu por mim.

- Opa, pera aí. Quero? – questionei.

- Quer, tu quer sim. – mozão confirmou. – Deixa ele dar uma chupada, amigo?

- Teu marido? Me chupar? Nem fudendo, porra! Sou homem, tá pensando o quê? – o coroa reagiu.

- Nós também somos. Tô falando de putaria, só isso. Tu não quer uma mamada? Tá dormindo aí de pau durão. – maridão insistiu.

- Não, negativo. Gosto de mulher, tô passando fome não.

- Tem certeza? Pensei em dar uma grana pra tu botar meu marido pra chupar.

Falou em dinheiro, o homem levantou e encarou nós dois. Wolney era um cinquentão inteiraço, cheio de pelos no corpo e com aquele cheiro quase permanente de suor amargo. Ele não tava imundo que nem esses mendigos que você sente o cheiro de longe, mas também não tava exatamente limpo, dava pra ver as bordas das unhas sujas. O coroa era catador recém separado da mulher e tava carente, mas não topou ser mamado de graça.

- Quanto? – ele coçou a pica dura e resolveu negociar.

- Tenho cenzinho aqui. – Henrique tirou a carteira do bolso e casou R$100 na mão do homem.

- Um peixe é um peixe. – disse o mendigo. – Não garanto ficar durão não, que meu negócio é buceta. Mas já que tu quer tanto, tenta a sorte. Acordei galudão mesmo, chega aí.

Ele caminhou pra parte mais interna do viaduto, se escondeu na sombra de uma coluna e eu fui até lá, morrendo de vergonha do fetiche do meu marido. Tudo bem que eu já tinha praticado swing e troca de casais com o Henrique antes, mas ver meu homem excitado e batendo punheta enquanto o morador de rua me deixava mamar foi muito fora da curva.

Dei as primeiras bocadas, o gosto forte dopou minhas papilas e a língua chegou a ficar dormente na salinidade do Wolney. Ele guardou o dinheiro no bolso, tomou a lata de cerveja da mão do Henrique e começou a beber, fingindo gostar da mamada, mas pra mim ficou claro que o safado era hétero raiz e que ele tava ali só pelo dinheiro mesmo, nada além.

- Mmmm! Tô chupando, mas seu pau até amoleceu. Cê tava duro e murchou.

- Falei, gosto de mulher.

- É um desafio?

- Depende. Tu é bom de chupeta? – ele me desafiou.

Era tudo que eu precisava, foi que nem jogar combustível na fogueira. Relaxei a garganta, comecei a foder minha goela na ponta da pica, engoli tudo e fiz muita saliva escorrer no sacão escuro do coroa, de tantas engasgadas que dei. Atrás de mim, meu marido alucinado na punheta, se tocando perto da calçada e mergulhado na adrenalina de ser visto por qualquer um que passasse.

- SSSS! E num é que tu é bom de boca? Ficando duro de novo, ó. – o moreno achou engraçado.

- Mama, Levi, continua chupando! – Henrique forçou minha cabeça na vara do morador de rua e eu engasguei na inhaca do macho.

Passei a língua, chupei, lambi, mamei, gargarejei, deixei a rola empenada e a cabeça inchou, dobrou de tamanho, meu rosto refletiu na superfície brilhante dela. Sabe o significado de faxina? Foi o que minha boca fez na caceta do Wolney, com mozão olhando, me botando pra engasgar e os dois se divertindo às custas da minha goela.

- Queria falar não, mas tu casou com uma vagabunda, hein?! – o coroa interagiu com meu marido.

- E tu acha que eu não sei? Isso aí é puta, tenho até vídeo desse viado mamando na rua. Hehehehe. – Henrique vendeu meu peixe.

- É fetiche, é? FFFF!

- Fetiche, fico galudo vendo meu puto chupar outro cara.

- SSSS! Tempão que não ganho uma chupeta dedicada dessa! – Wolney escorou minha nuca, forçou a cintura e tampou meu nariz na pentelhada, seus olhos reviraram. – AAARSSS! NEM MINHA EX MAMA ASSIM, TÁ QUE PARIU!

- CHUPA, LEVI, ENGOLE! – mozão delirou na punheta.

- É, LEVI, ENGOLE ESSE PAU! LIMPA ELE, VIADINHO! – o mendigo se empolgou e não teve pena de fuder minha goela.

E o mais perverso é que ele cavalgou na minha boca enquanto olhava pro meu marido e chamava ele de corno. Eu não sabia se o fetiche do Henrique era no voyeurismo de me ver mamando um morador de rua, ou se a graça estava em ser feito de corno, só sei que... Pensando agora, foi os dois: ele queria ser chifrudo de mendigo, por isso me vendeu por R$100 no Viaduto de Madureira e fez eu perder o fôlego nos pentelhos do Wolney.

- ENGASGA TEU MARIDO NO MEU CACETE, VAI!? – o coroa mandou.

- CHUPA, LEVI, TÁ ESCUTANDO O CARA!? – Henrique obedeceu, usou a mão esquerda pra se masturbar e a direita pra prender minha cabeça na cintura do outro macho.

- GHHHRR! Hmmm! – eu engasguei pra valer, derramei muito cuspe e baba no chão.

- Já que é viadinho, vou fuder tua garganta enquanto o corno segura a cabeça! Quero ver! Hehehehe! – o grisalho se divertiu, ele me fez de playground pra leitar.

Cansei a mandíbula pagando boquete e testando os limites da minha faringe no talo da vara do Wolney. Ele bateu quase dois palmos de envergadura e eu lutei comigo mesmo pra não pedir pro safado me enrabar. Quando você é boqueteiro e chupa uma piroca bonita, cabeçuda e grossa feito a dele, é inevitável querer sentir no cuzinho, nem que seja pra arregar e dizer que não cabe.

- AAARSS! Mais cenzinho pra eu fuder o cu do teu maridinho?! – ele fez a pergunta pro Henrique, mas olhando pra mim, me desejando.

- Pra quem é recém separado e se diz hétero, até que você tá com fome, né, macho? – zoei.

- Nós faz tudo por dinheiro. – o cinquentão riu. – Quer no cu?

Eu pisquei só de imaginar a cena. Mas mozão tava sem dinheiro na carteira, pirou com a pergunta do velho e começou a jogar leite pra tudo quanto é lado, a carga de tesão foi demais pra ele.

- SSSS! PORRA, PERDI O CONTROLE!

- Vou leitar também! OOORSS! – Wolney escondeu a piroca na minha garganta, prendeu minha cabeça e demorou um minuto pra me encher de leite. – FFFF! PRONTO, TÁ PAGO!

- GGHHRR! – quase vomitei com as rajadas de porra grossa que levei.

- ENGOLE, PORRA, TU QUE PEDIU! – ele mandou.

- GLOGH, GLOGH, GLOGH! – me esforcei pra obedecer e tomar tudo.

- Hmmm... Que tesão, na moral... – meu marido espremeu o resto da porra e então respirou aliviado. – Vamo?

- Mmm... Já?

- Melhor mesmo. Gozei, tô leve. Anda, mete o pé vocês. – depois de esvaziar os bagos, o mais velho ficou ríspido e nos expulsou.

Na volta pra casa, mozão apoiou a mão no meu ombro, beijou meu pescoço e me puxou pra perto de si.

- Gostou de relembrar os velhos tempos de faculdade? – ele riu.

- Até que foi divertido. Mas da próxima vez, vê se avisa antes. Pelo menos pra eu me preparar.

- Mas tu tava preparado, eu vi. Não tem desafio certo pro meu boqueteiro. Hehehehe.

- Gostou de me ver mamando?

- Pra caralho, tu me deixa duro que nem pedra.

Chegamos em casa, ele sentiu tesão de novo e não deu pra segurar, dessa vez Henrique teve que me enrabar e encher meu cuzinho de leite antes de deitar pra dormir. Peguei no sono com as pregas ardendo, o cu cheio de gala escorrendo e meu marido preso em mim, do jeito que ele mais gosta de fazer.

Quando acordei pela manhã, mozão já havia feito as malas e saído pra trabalhar, ele tinha viagem marcada pra São Paulo e não deu tempo nem de dar aquela foda matinal de despedida. Tomei café sozinho, mandei mensagem pra saber como ele tava e já senti saudades, mesmo sabendo que seriam apenas três dias fora.

À noite, depois que voltei do trabalho e escutei aquele silêncio seco em casa, bateu mais saudade ainda e pensei em ligar pra saber como Henrique tava, mas achei melhor deixar o bonitão descansar, fui jantar e tomar meu banho. Deitei no sofá pra ver série, as horas passaram e quase peguei no sono, daí lembrei da putaria da madrugada anterior, subiu aquele fogo danado e logo veio safadeza à mente.

- “E se eu desse um pulinho rápido ali fora?” – pensei.

Vesti o shortinho, peguei camisinha, saí de fininho e andei rumo ao Viaduto de Madureira, mais ou menos na mesma coluna onde eu e meu marido fomos procurar putaria antes. Cheguei lá e o lugar tava vazio, exceto por um coroa deitado nas cobertas, bebendo cachaça e alisando o piruzão por cima da bermuda.

- Wolney? Que bom que te encontrei.

- Ahn, tu é aquele bicha de ontem, né?

- Eu mesmo, Levi. Tá sozinho?

- Tô, e doido pra gozar. Chegou na hora certa, sabia que tu vinha.

- Sabia como?

- A mamada que tu deu foi diferente, eu vi que tu queria liberar o cuzinho. – ele desceu o calção ali mesmo e balançou a jeba grossa de um lado pro outro. – É hoje que eu te enrabo, viado. Teu marido não vai saber, aquele corno.

- Ele nem tá aqui pra ver, fica tranquilo. Ficou na vontade de me comer, foi? – tirei o short, deitei na cama dele, empinei o cuzinho pra trás e deixei seu cheiro de suor me cobrir.

- A chupada que tu deu foi de quem gosta de liberar o anel, tô errado? – o coroa vestiu a camisinha que eu levei e...

A continuação tá lá no On Now. Confira em: onnowplay*com/andmarvin/albLá tem mais de 150 contos e relatos sobre machos casados, traição, suor e pelos.

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