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Daniele:Comi a melhor amiga da minha ex daniele

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Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 787 palavras
Data: 27/06/2026 05:59:57

​O dia que comi a melhor amiga da minha ex Daniele. Eu com 27 e ela 25. O mundo gosta de brincar com as repetições, e na minha vida, o nome Daniele virou uma constante perigosa. Havia a Daniele que namorava comigo e a Daniele que trabalhava com ela. Naquela noite de sexta-feira, o plano era servir de cobertura para a amiga encontrar um rapaz na pracinha da cidade. Mas, enquanto eles conversavam lá fora, o nosso próprio encontro pegou fogo dentro do carro.

​Meu carro tinha insulfilme escuro, o que nos dava total privacidade. Não demorou muito para a gente pular para o banco de trás. Ali, o clima esquentou de vez e aconteceu de tudo. Foi uma sequência intensa: ela me chupou, peguei ela de quatro, ela cavalgou por cima e gozei na boca dela. O tesão estava tão forte que meu pau ficou duro de novo quase na hora. Ela sentou mais uma vez, continuou cavalgando e, como ela tomava remédio na época, eu fui e gozei direto dentro da buceta dela.

​Quando terminamos, voltamos para os bancos da frente, mas o cenário entregava o que tinha acontecido. Os vidros estavam completamente embaçados e o interior do carro estava tomado por aquele cheiro inconfundível de sexo.

​Foi exatamente nesse momento que a Daniele amiga abriu a porta do carro e entrou. Ela sentou no banco de trás, olhou em volta e soltou uma risadinha maliciosa:

— Nossa, os vidros estão tudo embaçados... Pelo visto vocês estavam fazendo besteirinha, né?

Minha namorada olhou para mim, rindo de canto, e disfarçou:

— Não, nada demais.

— Aham, nada demais — ironizei, provocando.

A amiga não deixou passar:

— Meu Deus do céu, que cheiro de sexo, viu? Pelo visto o trem estava bom! A amiga gozou gostoso?

— Ah, só um pouquinho só — respondeu minha namorada, sem graça.

— Só um pouquinho? Meu Deus do céu... — brinquei.

— Para de ficar falando essas besteiras, tem gente aqui! — ela reclamou, tentando me calar.

— Ué, mas é verdade — retruquei.

​Pelo espelho retrovisor, meus olhos cruzaram com os da Daniele amiga. Ela me olhou de volta. Ninguém disse nada, mas um climão pesado de tensão sexual ficou suspenso no ar dentro daquele carro.

​O tempo passou. Entre idas e vindas, meu namoro acabou desgastando, brigamos e terminamos de vez.

​Algum tempo depois, num final de semana, eu estava dando uma volta sozinho de carro por um ponto movimentado da cidade quando dei de cara com ela: a Daniele amiga. Ela estava sozinha, parada perto da sua moto. Passei, cumprimentei com a cabeça e continuei rodando. Dei uma volta, passei a segunda vez. Na terceira volta, acenei de novo; ela sorriu e retribuiu o aceno com aquela risadinha que eu já conhecia.

​Desta vez, não mudei de rota. Dei a volta e parei o carro bem perto dela. Abaixei o vidro.

— E aí? Cadê a sua namorada? — ela perguntou logo de cara.

— Ah, a gente está brigado, largamos — respondi.

— Sério? — ela arqueou as sobrancelhas.

— Sério.

— Nossa, que pena...

​Começamos aquela conversinha boba de flerte. Ela me contou que também estava sozinha, só espairecendo. Olhei para ela, reparando bem na produção.

— Uai, onde você está indo toda bonita assim?

— Ah, lugar nenhum, só saí para dar uma volta mesmo — ela sorriu, meio tímida.

— Ah, entendi. Vai com cuidado, hein? Alguém pode te pegar e te levar embora.

— Ah, pegar nada, eu tô feia — ela brincou.

— Que isso, não... Você está muito bonita, viu?

— Sério? — os olhos dela brilharam.

— Sério. Queria eu te pegar e te levar para dentro daquele carro ali.

​Nós dois começamos a rir, e foi aí que o jogo mudou. Ela esticou o braço e colocou a mão na minha perna. No segundo em que o toque dela encostou em mim, meu corpo respondeu na hora. Fiquei maluco. O desejo que tinha ficado guardado desde a noite da pracinha voltou com tudo.

​Segurei na mão dela, saí do carro e nos aproximamos. Assim que encostamos na lateral do veículo, não teve mais conversa: aconteceu o nosso primeiro beijo. Um beijo urgente, quente, comigo me esfregando nela. Minhas mãos foram direto na popa da bunda dela, apertando com força e puxando o corpo dela contra o meu. Prendi ela contra mim, e a colisão foi tão justa que ela sentiu na hora o meu pau completamente duro, tocando bem na buceta dela por cima da roupa.

​Ela interrompeu o beijo por um segundo, respirando de forma arfante, os olhos meio nublados pelo tesão:

— Nossa, que loucura, velho... Eu não acredito que estou pegando o namorado da minha amiga.

Olhei bem fundo nos olhos dela, sem soltar o quadril dela do meu, e decretei:

— Não, eu não sou namorado dela. A gente está largado agora.continuaaa parte 2

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Foto de perfil genérica Safado histórias reais Contos: 32Seguidores: 17Seguindo: 0Mensagem Você não apenas come essas mulheres; você as transforma, tira delas a versão mais safada que elas escondem da sociedade.

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