Olá pessoal, Thiago novamente. Depois daquela orgia louca na casa de praia com a Kelly e os nossos conhecidos, a gente ficou ainda mais viciado um no outro. A gente praticamente não conseguia ficar muito tempo sem se pegar. Era beijo, mão boba, rapidinha no carro, chupada no banheiro… qualquer lugar servia. Então, quando surgiu a oportunidade de viajar juntos pro Rio de Janeiro, a gente não pensou duas vezes. Meus pais iam bancar parte da viagem como presente atrasado, e a Kelly arrumou uns dias de folga no estágio dela. Combinamos tudo: uma semana inteira só nós dois, mas abertos pra novas aventuras.
Chegamos no Aeroporto do Galeão numa sexta-feira à tarde. Pegamos um táxi e fomos direto pro hotel que reservamos em Copacabana – um quatro estrelas com vista pro mar, piscina na cobertura e quarto bem amplo com cama king size. Assim que entramos no quarto, já jogamos as malas de lado e transamos pra valer. Eu comi a Kelly contra a janela, olhando a praia lotada lá embaixo, metendo forte enquanto apertava aqueles peitos gostosos e ela gemia alto, sem se importar se alguém ouvia.
— Isso, Thi… me fode bem gostoso. Quero gozar olhando pro mar — ela pedia rebolando a bundinha contra mim.
Gozei dentro dela, enchendo aquela bucetinha apertada, e depois a gente tomou um banho juntos, se lambendo e se masturbando mais um pouco. A viagem prometia.
Nos primeiros dias a gente fez o roteiro clássico de turista. Sábado acordamos cedo, pegamos café da manhã reforçado no hotel e fomos pro Pão de Açúcar. Kelly estava linda pra caralho: short jeans curto, blusinha fina que marcava os bicos dos seios e um tênis confortável. Subimos de bondinho, e lá em cima, com aquela vista absurda da cidade, a gente se beijou bastante, quase como um casal de namorados. As mãos dela desciam pro meu pau por cima da bermuda, e eu apertava a bunda dela disfarçadamente.
Depois fomos pro Cristo Redentor. Fila enorme, mas valeu cada segundo. Kelly tirou várias fotos, posando de forma safada quando ninguém olhava – levantando o short pra mostrar a marca da calcinha ou se inclinando pra eu ver o decote. No final da tarde voltamos pro hotel exaustos, tomamos banho e dormimos cedo depois de mais uma foda lenta e carinhosa. Eu chupei ela até gozar duas vezes na minha boca, e ela me retribuiu com uma das melhores boquetes da vida.
Domingo fomos pra Praia de Copacabana e Ipanema. Passamos o dia deitados na areia, bebendo água de coco, vendo o movimento. Kelly de biquíni fio-dental vermelho ficava um espetáculo – bundinha empinada, peitos quase saltando. Vários caras olhavam, e eu curtia o tesão alheio. À noite jantamos num restaurante italiano em Ipanema e voltamos caminhando pela orla.
Foi na segunda-feira, no hotel mesmo, que conhecemos o casal. Estávamos na piscina da cobertura tomando sol quando eles se aproximaram. O nome dele era Marcos, 28 anos, engenheiro, moreno, alto, corpo definido de academia e um sorriso fácil. Ela se chamava Ana, 26 anos, professora, loira natural com corpo escultural – peitos médios firmes, cintura fina, bunda redonda e pernas longas. Eles eram de Belo Horizonte e estavam no Rio pra comemorar o aniversário de namoro de dois anos.
Começamos a conversar. Eles eram super simpáticos, abertos e viajados. Contamos que éramos “amigos de infância” que vieram curtir juntos (deixamos a parte de irmão postiço de fora). Eles riram e disseram que também curtiam viajar e conhecer gente nova. Marcamos de sair juntos à noite pra um bar em Lapa.
Primeira saída com eles foi ótima. Fomos pra Lapa, bebemos cerveja, comemos petiscos, dançamos um pouco. O clima era leve, mas já tinha uma tensão sexual no ar. Ana dançava bem colada no Marcos, mas também roçava em mim de leve. Kelly dançava com Marcos e me olhava com aquele olhar safado que eu conhecia bem. Voltamos pro hotel rindo, nos despedimos no corredor e cada casal foi pro seu quarto. Eu e Kelly transamos pensando neles – contei pra ela como queria ver ela chupando o Marcos, e ela confessou que queria me ver comendo a Ana.
No dia seguinte (terça), fizemos o segundo passeio juntos. Fomos pro Jardim Botânico de manhã, depois almoçamos num restaurante com vista pro Cristo e à tarde fomos pra Santa Teresa de bondinho. O papo fluía cada vez melhor. Descobrimos que Marcos e Ana eram bem liberais – já tinham feito swing antes e curtiam experimentar coisas novas sem ciúmes. Kelly e eu nos entreolhamos e soubemos na hora que a noite ia ser quente.
Voltamos pro hotel por volta das 19h. Tomamos banho, jantamos juntos no restaurante do hotel e subimos pro quarto deles (era maior, com varanda). Começamos bebendo uma garrafa de vinho que eles trouxeram. O clima esquentou rápido. Ana beijou a Kelly primeiro, um beijo lento e molhado que me deixou louco. Eu e Marcos nos olhamos, sorrimos e também nos aproximamos.
Logo estávamos os quatro pelados na cama king size enorme. Kelly e Ana se beijavam com fome, mãos explorando os corpos uma da outra. Eu e Marcos assistíamos um pouco, pau duro latejando. Ana desceu beijando o corpo da Kelly, abriu as pernas dela e começou a chupar aquela bucetinha lisinha que eu tanto amava. Kelly gemia alto, segurando a cabeça loira da Ana.
— Caralho, que delícia… lambe meu clitóris, Ana…
Eu não aguentei só olhar. Me aproximei e comecei a chupar o pau do Marcos. Era grosso, veioso, um pouco maior que o meu. Ele gemeu surpreso mas gostou, segurando minha cabeça enquanto eu engolia o máximo que conseguia. Kelly olhou pra mim e sorriu safada, excitada com a cena.
Trocamos de casal várias vezes. Eu comi a Ana de quatro enquanto ela chupava a Kelly deitada. Marcos metia na Kelly por trás, os dois gemendo juntos. Depois as meninas se posicionaram em 69 perfeito – Ana por cima da Kelly, as duas lambendo buceta e cu uma da outra com vontade. Eu e Marcos ficamos de joelhos ao lado, batendo punheta e nos beijando enquanto assistíamos aquele espetáculo.
O ponto alto veio quando as meninas se deitaram lado a lado, bundas empinadas na beirada da cama. Eu me posicionei atrás da Ana, passei lubrificante (eles tinham um frasco na mala) e enfiei meu pau no cuzinho dela devagar. Ao mesmo tempo, Marcos metia no cu da Kelly. As duas gemiam alto, rostos colados, línguas se encontrando enquanto lambiam as bucetas molhadas uma da outra no 69 invertido.
— Isso, Marcos! Arromba o cu da minha maninha — eu dizia metendo forte na Ana.
— Fode ela, Thi! Quero ouvir ela gemendo enquanto como a buceta da Ana — respondia ele.
O quarto virou uma sinfonia de gemidos, tapas na bunda, pele batendo contra pele. Eu metia fundo no cu da Ana, sentindo ela apertar, enquanto via Marcos estocando a Kelly com força. As meninas gozavam sem parar, se lambendo e babando uma na outra. Eu gozei primeiro, enchendo o cu da Ana de porra quente. Marcos aguentou mais um pouco e gozou na bunda da Kelly, o sêmen escorrendo enquanto ela tremia de prazer.
Depois disso ainda rolou mais. Tomamos banho juntos os quatro, chupadas no chuveiro, e voltamos pra cama pra mais uma rodada – dessa vez com dupla penetração nas meninas (uma na buceta e outra no cu) enquanto elas se beijavam. Foi uma das noites mais intensas da minha vida.
Nos dias seguintes repetimos a dose algumas vezes, misturando turismo com muita safadeza no hotel. Voltamos pra São Paulo com a cabeça (e o corpo) cheia de memórias. A amizade com Marcos e Ana continuou, e a gente já planeja um novo encontro.