O beijo ficou cada vez mais urgente. Pamela gemia baixinho contra minha boca, o corpo jovem e quente tremendo de excitação. Minhas mãos desceram pelas costas dela, apertando sua bunda firme por cima da roupa. Eu inclinei o banco do passageiro para trás o máximo possível e a puxei para cima de mim.
— Ti… eu sou virgem — sussurrou ela, ofegante, mas com os olhos cheios de desejo.
— Eu sei — respondi, beijando seu pescoço. — Se você quiser parar, é só falar.
Ela negou com a cabeça e me beijou novamente, mais forte.
Eu tirei a blusa dela, revelando os seios médios, empinados e com bicos escuros já endurecidos. Chupei um deles com vontade, sugando e mordiscando enquanto minha mão descia entre suas pernas. Pamela estava encharcada. Eu esfreguei sua boceta por cima da calcinha, sentindo o tecido molhado, depois o puxei para o lado e enfiei um dedo devagar. Ela soltou um gemido agudo, apertando os ombros.
— Devagar… — pediu ela, tremendo.
Tirei a calcinha dela completamente. Pamela era lisinha, a boceta morena clara inchada de tesão. Eu posicionei o banco e a fiz sentar de frente para mim. Segurei meu pau duro e esfreguei a cabeça na entrada molhada dela, provocando.
— Vai doer um pouco no começo — avisei.
Pamela assentiu, mordendo o lábio. Eu segurei sua cintura e comecei a penetrá-la devagar. A cabeça do meu pau forçou a entrada apertada dela. Pamela soltou um gemido longo de dor e prazer quando a cabeça entrou. Eu parei, deixando ela se acostumar, depois empurrei mais um pouco. Centímetro por centímetro, sua boceta virgem ia se abrindo ao redor do meu pau de 18 cm. Ela estava absurdamente apertada, quente e molhada.
— Ai… Ti… está muito grande… — gemeu ela, cravando as unhas nos meus ombros.
Eu segurei firme e empurrei até o meio, sentindo a resistência do hímen. Com um último movimento, entrei completamente. Pamela soltou um grito abafado, o corpo inteiro tremendo. Fiquei imóvel por alguns segundos, sentindo sua boceta pulsar ao meu redor, se ajustando ao meu tamanho.
Depois comecei a mover devagar. Estocadas lentas e profundas. Pamela gemia alto a cada movimento, a dor aos poucos se misturando com prazer. Eu aumentei o ritmo aos poucos, segurando sua bunda e guiando ela para cima e para baixo no meu pau. O carro balançava levemente com nossos movimentos. O som molhado da boceta dela engolindo meu pau enchia o interior do carro.
— Isso… assim… você é tão apertadinha — grunhi, metendo mais fundo.
Pamela começou a quicar com mais vontade, os seios pulando na minha frente. Seus gemidos ficaram mais altos e descontrolados:
— Ti… ai meu Deus… está tão fundo… hmmm… continua…
Eu segurei sua cintura com mais força e meti com mais intensidade, estocando fundo enquanto ela rebolava no meu pau. O carro estava embaçado, cheirando a sexo. Pamela gozou pela primeira vez tremendo inteira, apertando meu pau com força dentro dela, soltando gemidos agudos.
Eu não parei. Continuei metendo até sentir que ia gozar. Puxei ela para baixo com força e gozei fundo dentro dela, enchendo sua boceta virgem com jatos grossos de porra.
Nós dois ficamos ali, ofegantes, suados, colados um no outro. Pamela encostou a testa na minha, respirando pesado, com um sorriso tímido e satisfeito.
Após o sexo, nós dois nos recompusemos como pudemos. Limpei ela com lenços de papel, ajudamos um ao outro a se vestir dentro do carro apertado e ainda demos alguns beijos mais calmos. Pamela estava com o rosto corado e um sorriso tímido.
— Você foi ótima — disse eu, acariciando seu rosto.
Ela me abraçou forte, encostando o corpo ainda quente no meu, e sussurrou:
— Ti… você é incrível.
Ficamos alguns segundos em silêncio, abraçados. Então completei:
— Depois da vingança, do divórcio e de tudo isso… eu vou me mudar para Cabo Verde. Recebi uma proposta de lá e vou aceitar. Quem sabe você não vem comigo? Seus pais moram no interior e você vive com seus irmãos… Eu gosto da sua companhia.
Pamela ficou em silêncio por um momento, olhando para baixo. Depois levantou o olhar e disse:
— Ti, eu preciso pensar. Eu quero te ajudar a se vingar deles… mas não quero fazer algo que destrua a vida de ninguém, principalmente dos meus irmãos.
Eu assenti, entendendo sua posição.
— Tudo bem, Pamela. Eu te entendo.
Liguei o carro e voltamos para a cidade. Deixei ela perto de casa e segui para a minha. O silêncio dentro do carro era pesado, cheio de pensamentos não ditos.
Em casa, decidi começar a organizar a festa de aniversário da Thais. Aluguei mesas, cadeiras, encomendei um bolo grande, salgados variados e bebidas. Liguei para ela e perguntei:
— Amor, você prefere churrasco ou almoço para seu aniversário?
— Churrasco, meu amor — respondeu ela animada.
— Ok, então vai ser churrasco.
Liguei para um açougueiro amigo meu e encomendei uma quantidade absurda de carne — o suficiente para alimentar um batalhão. Ele riu do outro lado da linha e disse que ia preparar tudo.
Enquanto organizava os detalhes, minha mente não saía da vingança. Eu já tinha os vídeos e as mensagens na palma da mão. Tinha também o contato da mãe de Sandra, aquela senhora religiosa e conservadora. Mas ainda faltava decidir exatamente o que fazer com Douglas e Rômulo.
Não podia magoar a Pamela. Ela estava me ajudando, tinha se entregado para mim e, apesar de tudo, ainda amava os irmãos. Eu precisava encontrar um jeito de destruir os dois sem destruir a vida dela também.
Fiquei sentado no escritório, olhando para o vazio, a cabeça trabalhando sem parar em possíveis planos.
Olhei o relógio e vi que já era o horário de Thais sair do trabalho. Abri as câmeras da loja e fui direto para a sala de mercadorias. O que vi me deixou paralisado.
Thais já estava completamente nua, os seios médios arrepiados, a boceta brilhando. Douglas e Rômulo estavam na frente dela, também nus. Ela olhava para os dois com desejo explícito e disse com a voz rouca:
— Eu quero os dois agora… só nós três. A Sandra está fora hoje.
Douglas sorriu e puxou ela para si, beijando-a com fome enquanto Rômulo se aproximava por trás, apertando os seios dela e esfregando o pau grosso contra sua bunda. Thais gemia entre os dois, o corpo tremendo de antecipação.
Eles não perderam tempo. Douglas sentou em cima de umas caixas e puxou Thais para cima dele. Ela sentou devagar no pau enorme de 23 cm, soltando um gemido longo e profundo enquanto descia, sendo aberta centímetro por centímetro.
— Aaaahh… que delícia… — gemeu ela, rebolando devagar para se acostumar com o tamanho.
Rômulo se posicionou na frente dela e enfiou o pau grosso de 19 cm na boca da minha esposa. Thais agora era fodida pelos dois ao mesmo tempo: quicando no pau de Douglas enquanto chupava Rômulo com vontade, babando bastante, os olhos lacrimejando de tesão.
Eles aceleraram o ritmo. Douglas segurava a bunda dela e metia para cima com força, estocando fundo. Rômulo segurava a cabeça dela e fodia sua boca com estocadas curtas e profundas. Thais gemia abafada, o corpo suado brilhando sob as luzes da sala.
Eles trocaram de posição. Rômulo deitou no chão e Thais sentou nele de frente, cavalgando com força enquanto Douglas se ajoelhava atrás dela e enfiava o pau no cuzinho dela. Thais soltou um grito de prazer e dor quando o segundo pau entrou:
— Aaaaiii… meu Deus… os dois… me arrombando… hnnnggg!!!
Os dois começaram a fodê-la com força ao mesmo tempo. Douglas metia no cu dela enquanto Rômulo estocava na boceta. Thais estava completamente preenchida, gemendo como uma puta descontrolada, o corpo tremendo entre os dois irmãos.
— Isso… me fode… me fode com esses paus grandes… aaaahhh… eu sou de vocês… — gemia ela, completamente entregue.
Eles revezavam buracos, viravam ela de todos os jeitos, estapeavam sua bunda, puxavam seus cabelos. Thais gozou várias vezes, o corpo convulsionando, a boceta e o cu apertando os paus deles. No final, Douglas e Rômulo gozaram quase juntos: um enchendo a boceta dela e o outro gozando na cara e nos seios da minha esposa.
Thais ficou caída no chão da sala de mercadorias, exausta, coberta de porra, boceta e cu vermelhos e abertos, respirando com dificuldade.
Eu assisti tudo sem piscar, com o estômago revirado e o ódio queimando ainda mais forte dentro de mim.
Após o sexo, Thais se arrumou rapidamente na sala de mercadorias, limpou o corpo como pôde e saiu da loja. Pouco tempo depois, ela chegou em casa.
Assim que entrou, veio até mim carinhosa, me abraçou forte e me deu um beijo na boca:
— Você é foda, meu amor.
Eu respondi seco, sem conseguir disfarçar o tom:
— Faz a lista dos convidados para a festa.
Thais me olhou por um segundo e perguntou:
— Já decidiu se vai ser no sítio ou aqui em casa?
Eu fiquei nervoso e respondi rapidamente:
— Não resolvo isso depois.
Ela saiu da sala visivelmente chateada. No fundo, eu ainda tinha sentimentos por ela. Não se apaga anos de relacionamento em tão pouco tempo. Suspirei, fui atrás dela e me desculpei:
— Desculpa, amor. Estou um pouco estressado com o trabalho.
Thais me olhou com cara de mágoa, mas acabou cedendo:
— Eu te entendo…
Depois, com um sorriso mais suave, ela disse:
— Vem tomar banho comigo?
Eu a segui até o banheiro. Enquanto a água caía, tentei iniciar algo, passando as mãos no corpo dela e beijando seu pescoço. Thais me afastou com delicadeza e disse:
— Agora não, amor… estou cansada.
Eu sabia exatamente o motivo. Ela tinha acabado de dar para os dois. Provavelmente ainda estava dolorida, cheia de porra deles e sem forças para mais uma transa. Mesmo assim, não disse nada.
Saímos do banho juntos, nos secamos e fomos para o quarto em silêncio.
À noite, dormi surpreendentemente bem, mesmo com tudo que estava acontecendo martelando na minha cabeça o tempo inteiro.
Na manhã seguinte, levei Thais até a loja. No caminho, perguntei:
— A Sandra não dormiu em casa?
— Não, amor — respondeu ela.
— Ela voltou com o Hugo?
— Não — disse Thais simplesmente.
Eu apenas assenti com a cabeça, sem insistir.
Chegando na loja, vi Douglas conversando com um homem desconhecido num canto. Rômulo nos recebeu com um sorriso largo. Ele abraçou Thais demoradamente e depois se virou para mim:
— Thiago, você por aqui? Entra, cara. As roupas daqui são boas.
Ele continuou:
— Soubemos que você quer fazer o aniversário da Thais. Eu e o Douglas conversamos e o sítio vai ser nosso presente. Não aceitamos não como resposta.
Eu respondi, tentando disfarçar o desconforto:
— Claro que não vamos negar… já que é um presente.
Nesse momento, Douglas se despediu do homem com quem conversava e veio até nós, já dizendo:
— Vocês vão aceitar nosso presente, né?
Thais respondeu antes de mim, animada:
— Não vamos não!
Douglas sorriu satisfeito:
— Ótimo! Hoje é sexta. Vamos todos passar esse fim de semana lá para conhecer o local.
Thais me abraçou pelo braço, empolgada:
— Sim, vamos adorar, né amor?
Eu forcei um sorriso e respondi:
— Claro.
Eles me olharam e completaram:
— Beleza então, Thiago. Às 22 horas nós partimos.
Saí da loja com a necessidade urgente de falar com Pamela. Assim que entrei no carro, liguei para ela:
— Pamela, Douglas e Rômulo convidaram a gente para passar o fim de semana no sítio deles.
Ela ficou animada do outro lado da linha:
— Ótimo! Quer dizer que nós vamos passar o primeiro fim de semana juntos no mesmo lugar…
— Você vai? — perguntei.
— Claro que vou. Vou ligar pra ele e jogar um verde. Ele vai abrir a boca e eu me convido. Ele nunca vai negar.
Eu continuei:
— Preciso da sua ajuda. Quero colocar câmeras lá também.
Pamela riu baixinho e disse com voz maliciosa:
— Você quer colocar câmeras lá… nós vamos dar um jeito de transar lá, Ti, e você vai ver tudo depois?
Na hora meu pau endureceu dentro da calça. Ela continuou:
— Me pega em casa. Nós vamos lá, instalamos as câmeras e voltamos antes do expediente deles acabar.
Liguei para o trabalho e avisei que não iria hoje. Peguei Pamela em casa e seguimos para o sítio. A cidade ficava a cerca de uma hora de Belo Horizonte, um lugar simples de interior. Enquanto andávamos pela rua principal, as pessoas olhavam para nós. Não me conheciam, mas acenavam para Pamela com familiaridade. Ela sorriu e disse:
— Adoro aqui…
Eu e Pamela entramos numa estrada de terra esburacada. O carro sacolejava bastante, levantando poeira vermelha por todos os lados. Depois de alguns minutos, chegamos ao sítio.
O lugar era grande e bonito. A casa principal era uma construção ampla, estilo fazenda, com varanda na frente e um quintal enorme nos fundos. Tinha 6 quartos bem espaçosos (dois com suíte), uma sala de estar grande com lareira, uma sala de TV, uma cozinha ampla e rústica com fogão a lenha, uma copa grande, dois banheiros sociais e uma área de lazer com churrasqueira, piscina e uma piscina menor para crianças. Havia ainda um galpão nos fundos e alguns quartos de empregados mais simples.
Nós dois entramos rápido e instalamos as câmeras nos pontos estratégicos: sala de estar, cozinha, varanda, área da piscina e, principalmente, nos 6 quartos (escondidas de forma discreta). Colocamos também uma no corredor principal. Tudo ficou funcionando perfeitamente.
Já era de tarde quando terminamos. Voltamos para a cidade. Parei o carro num lava jato para tirar toda a terra vermelha que havia acumulado na estrada. Depois fomos arrumar nossas malas em nossas casas.
Após trinta minutos a campainha tocou era Pamela , Pamela me olhou com um sorriso safado e disse:
— Liguei para o Douglas mais cedo. Perguntei se ele tinha planos pro fim de semana e ele me contou sobre a ida ao sítio. Eu me convidei na hora. Ele não disse nada, só riu. Então tá confirmado.
Antes de sair, ela me deu um beijo demorado no portão de casa e sussurrou:
— Eu e você vamos transar lá, pode ter certeza. Minhas amigas mal acreditaram quando contei da nossa primeira vez, Ti…
Ela piscou, sorriu e foi embora. Fiquei ali parado no portão, sorrindo e com o pau duro latejando dentro da calça.
Após arrumar as malas, fiquei esperando Thais chegar. Antes disso, liguei para um advogado amigo meu e contei toda a verdade: a traição, as gravações, as mensagens, o plano de vingança. Ele me ouviu em silêncio e depois explicou os riscos:
— Thiago, Thais e Sandra podem entrar na justiça alegando humilhação pública. Douglas e Rômulo também podem dar queixa na polícia por invasão de câmeras. Isso pode complicar bastante as coisas.
Mesmo assim, decidi manter a vingança em prática. Ele continuou:
— Pelo menos você não vai precisar pagar pensão, já que foi traído. A única coisa que terá que fazer é dividir o valor da venda da casa e do carro.
— Ok — respondi. — Pode apressar os trâmites o máximo possível.
Thais chegou em casa. Assim que entrou, me abraçou e perguntou:
— Já arrumou as malas?
— Sim — respondi.
Ela foi tomar banho. Eram quase 20 horas. Enquanto ela se arrumava e terminava de organizar suas coisas, eu disse:
— Vou colocar gasolina no carro e já volto. Fica pronta que está quase na hora de irmos.
Saí de casa e voltei por volta das 21 horas.
Nós dois colocamos nossas malas no carro. Foi então que Douglas e Rômulo apareceram na garagem carregando várias coisas e disseram:
— Podemos colocar essas coisas no carro de vocês? São utensílios de cozinha, roupa de cama e galões de água. Lá no sítio acostuma faltar água de vez em quando.
Eles completaram:
— Nosso carro está lotado. A Sandra vai conosco, mas a Pamela não cabe. Ela pode ir com vocês?
— Claro — respondi seco.
Pamela apareceu pouco depois e me lançou um olhar safado e cúmplice quando ninguém estava prestando atenção.
Partimos. Douglas e Rômulo na frente, no carro deles, e nós seguindo logo atrás. A viagem foi tranquila, e chegamos ao sítio faltando cinco minutos para as 23 horas.
Thais estava animada, me mostrando a casa e falando sobre como queria organizar tudo para o aniversário. Cada um foi se acomodando nos quartos. Eu e Thais ficamos em uma das duas suítes, que era bem ampla e confortável.
Estávamos terminando de arrumar as coisas quando Douglas apareceu na porta do quarto e disse com um sorriso:
— Vamos acender uma fogueira? Vamos lá!
Eu respondi, mantendo a fachada:
— Vamos agora.
Chegamos ao quintal enorme do sítio. A fogueira já estava acesa, crepitando alto e iluminando o lugar com chamas alaranjadas. Nos sentamos ao redor dela e começamos a conversar sobre a vida.
Douglas se abriu mais do que o normal. Contou que ele e o irmão começaram o negócio das lojas endividados, depois de um bar que abriram e faliu. Assumiram todas as dívidas e pegaram um empréstimo alto no banco para abrir a primeira loja. Depois, ele revelou algo que chamou minha atenção:
— Na verdade, todas as lojas estão no nome da Pamela.
Pamela, que estava sentada ao meu lado, ficou surpresa e perguntou:
— No meu nome?
Rômulo confirmou, rindo:
— Foi ideia do pai. Como você era menor de idade na época, ele tomava conta de tudo.
Naquele momento, minha mente deu um estalo. Eu já sabia exatamente o que fazer para a vingança.
Sorri por dentro, mantendo a expressão neutra. Ficamos mais alguns minutos conversando ao redor da fogueira até que fomos para os quartos.
Assim que entramos na suíte, Thais fechou a porta, me olhou com olhos brilhantes e disse baixinho:
— Amor… quero transar com você.
Thais me empurrou com força contra a cama, os olhos azuis brilhando de tesão. Ela subiu em cima de mim e disse com a voz rouca:
— Estou doida pra transar com você, amor…
Eu não resisti. Segurei sua cintura e a beijei com fome, quase com raiva. Nossas línguas se enroscaram enquanto ela tirava minha camisa e eu arrancava o vestido dela. Thais estava sem sutiã. Seus seios médios estavam arrepiados, os bicos rosados duros. Eu os agarrei, chupando um com força enquanto apertava o outro. Ela gemeu alto, rebolando no meu colo.
Tirei sua calcinha rapidamente. Thais estava encharcada. Eu enfiei dois dedos nela enquanto continuava chupando seus seios. Ela gemia descontrolada, cavalgando minha mão. Depois desceu, abriu minha calça e puxou meu pau para fora. Sem dizer nada, engoliu meu pau de 18 cm até o fundo, chupando com vontade, babando bastante enquanto me olhava nos olhos.
— Isso… chupa gostoso — grunhi, segurando seus cabelos loiros.
Thais mamava com fome, subindo e descendo a cabeça rápido, a saliva escorrendo pelo queixo. Eu não aguentei. Puxei ela para cima, virei de quatro e meti de uma vez na boceta molhada. Ela soltou um gemido alto:
— Aaaahh… que delícia, amor!
Eu comecei a foder com força, batendo fundo, segurando firme sua cintura. O som molhado das estocadas enchia o quarto. Thais empinava a bunda, pedindo mais. Eu metia com raiva e desejo, estocando como se quisesse marcar território, como se quisesse apagar as marcas dos outros dois.
Virei ela de costas, abri suas pernas e meti novamente, olhando nos olhos dela enquanto socava fundo. Thais cravava as unhas nas minhas costas, gemendo alto:
— Mais forte… me fode mais forte… aaaahh!
Eu acelerei, metendo com tudo, o corpo dela tremendo embaixo de mim. Depois a coloquei de lado, levantei uma perna dela e continuei estocando fundo, apertando seus seios e mordendo seu pescoço. Thais gozou primeiro, o corpo convulsionando, a boceta apertando meu pau com força enquanto ela gritava de prazer.
Eu não parei. Continuei metendo até sentir que ia gozar. Segurei firme a bunda dela e explodi dentro, enchendo sua boceta com jatos grossos e quentes de porra. Thais gemeu meu nome, tremendo novamente.
Caímos exaustos na cama, suados e ofegantes. Enquanto recuperava o fôlego, eu pensava: “Ela é uma vadia mais ainda sim e minha esposa uma gostosa "
Eu e ela nos abraçamos apertado na cama, nossos corpos ainda suados e entrelaçados. Thais encostou o rosto no meu peito, respirando devagar, aparentemente satisfeita. Enquanto acariciava seus cabelos loiros, eu disse a mim mesmo, em silêncio, na minha mente:
“Esse fim de semana estava apenas começando.”