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Recortes de uma noite

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Um conto erótico de Marido
Categoria: Heterossexual
Contém 1515 palavras
Data: 22/06/2026 11:05:45

Olá, este é um pequeno recorte de uma noite quente que, despretensiosamente, veio a ser o melhor (e primeiro) encontro da minha vida, com aquela à qual dedico todo o meu amor e tesão, em uma só pessoa!

Tudo começa em um sábado à tarde, ensolarado, um dia bem quente para combinar com o que viria a acontecer horas depois. Pois bem, dias atrás eu havia flertado com aquela mulher. Eu já sabia de sua existência, mas jamais imaginaria que poderia rolar algo entre nós dois, tão distantes, apesar de morarmos tão perto. Por surpresa, a encontrei em uma rede social e, ao ver suas fotos, tive um desejo quase instantâneo de beijar aquela boca e entendê-la, descobrir seus segredos e o que poderia rolar entre nós.

Coberto por aquele desejo de conhecê-la, em um momento de coragem, decidi chamá-la para conversar, como quem nada queria, cheio de graça, mas que na realidade estava disposto a tudo para prová-la naquela noite. Para minha surpresa, fui correspondido. A conversa fluiu rapidamente e conversamos por horas, até que então a chamei para sair… uma balada à noite, com alguns amigos em comum… CONVITE ACEITO!

Jamais conseguirei descrever o que se passava entre nós dois naquele momento. Nossa conversa tinha algo de diferente, algo que me fazia acreditar que nos conhecíamos há anos, diferente das poucas horas nas quais estávamos, de fato, nos falando. Combinamos o horário em que iria pegá-la e então paramos de nos falar, mas eu sabia, no fundo, que pela conversa a noite seria ótima. Iria descobrir o sabor daqueles lábios rosados (mal sabia quais seriam, rsrs).

Na hora combinada, saí para buscá-la, minha dama dos lábios de morango, kkk. Estava confiante, arrumado e bem perfumado; nada iria estragar aquela noite. Ao perguntar onde ela morava, fiquei surpreso: éramos quase vizinhos e, mesmo assim, nunca a tinha avistado antes, o que valorizou ainda mais a surpresa que tive naquele dia. Parei o carro na frente de sua casa e fiquei a esperando. Quando ela saiu, estava risonha. Meus olhos brilharam. Seu cabelo tinha mechas, ela era branquinha, estava muito cheirosa, mas o que não pude deixar de reparar foram suas coxas grossas, lindas, realçadas pelo short curto que estava usando.

Ela entrou no carro, nos cumprimentamos e, timidamente, começamos a conversar enquanto nos dirigíamos ao local combinado. O desejo só aumentava, eu precisava tomar uma atitude e dar o recado de que a queria… Foi quando, ao chegarmos, estacionei o carro e a beijei, sem dar avisos, sem dizer nada, só a beijei de surpresa… O beijo foi péssimo, kkkkk, não dá para negar, mas claramente consegui notar sua surpresa no que fiz. Ela curtiu a atitude e fingiu que nada aconteceu.

Pois bem, entramos no local, bebemos algo, nada demais, apenas curtimos a noite como bons amigos. Ao final, indo para o carro, quando ninguém mais nos via, a ataquei novamente: dei-lhe um beijo puxando pela cintura. Esse sim, que beijo! Ficamos ali por quase um minuto até decidirmos ir embora.

Ao entrar no carro, conversamos sobre como a noite tinha sido agradável, mas por dentro eu estava pegando fogo. Precisava prová-la e iria conseguir isso. Ao chegarmos na casa dela, parei o carro no portão, desliguei as luzes e então comecei a beijá-la. Acho que mais alguém estava pegando fogo; minhas mãos corriam por todo o seu corpo, eu alisava aquelas coxas tão macias e grossas, e meu pau estava pulsando.

Aquela noite, que parecia despretensiosa, começava a ganhar um enredo sexual inesquecível. A pouca resistência que ela apresentava cessou quando tirei sua blusa e, puxando a alça do seu body, coloquei seus seios em minha boca. Ela gemeu de prazer… Eles eram lindos, firmes, rosadinhos. Ali fiquei um bom tempo, mas eu queria ir adiante, queria colocar minha cabeça entre aquelas coxas, quando senti uma ponta de resistência da parte dela para irmos além.

Numa tentativa de demonstrar todo o tesão que estava sentindo, coloquei a mão dela sobre meu pau, que estava extremamente duro. Ela o segurou e o apertou em sua mão, mas nada feito; ela estava com medo, afinal, era a primeira vez que saíamos, nada de anormal. Mas eu não conseguia parar de beijar, chupar seus seios e demonstrar toda a minha vontade de comê-la pelo resto daquela noite. Cheguei inclusive a abrir seu short, só para alisar sua bucetinha… Quando pensei que nada mais iria rolar, a chamei novamente para entrarmos na casa dela, dessa vez só para sarrar naquela bunda gostosa, já que pelo jeito não iríamos adiante… Foi quando ela não resistiu mais e me chamou para entrar.

Quando passamos do portão, eu só sabia olhar para a sua bunda, que gostosa… Foi quando, ao nos aproximarmos da porta, a puxei pela cintura, a empurrei contra a parede e dei-lhe um beijo. Nesse momento, ela revirou os olhos e soltou um sutil gemido. Meu pau parecia que ia estourar da calça enquanto roçava naquela buceta e chupava sua língua… Ela já estava com o botão do short aberto quando me disse: “Venha, vamos entrar”.

Não deu outra. Ao entrarmos no quarto, a agarrei e coloquei a minha mão no meio de sua bunda. Eu estava louco para senti-la, uma delícia, minha mão não conseguia cobri-la toda. Enquanto isso, sentia que ela estava nervosa, mas não ia mais voltar atrás. Puxei seu short e pude então ver aquela linda bunda branca e aquele belo par de coxas; eu não via a hora de colocar minha cabeça entre elas.

A joguei na cama, só de body, e voltei a chupar seus seios. Os biquinhos grandes, deliciosos de chupar, pareciam tremer de tanto tesão. Eu não conseguia parar, sentia sua respiração ficar ofegante e perguntei: “Gostoso?”. Ela só me disse “aham”, mas de uma forma cheia de tesão, baixinho, como quem estava tentando dissarcar as emoções. Enquanto eu intercalava entre seus seios e sua boca, ela segurava minha cabeça e me prendia com suas pernas. Foi quando tirei meu short.

Minha cueca parecia que ia rasgar, meu pau estava latejando de tanto tesão e ela percebeu, voltando a acariciá-lo, mas sem o pôr para fora. Retribui o gesto e alisei sua bucetinha por cima de sua única peça de roupa. Senti que estava quente, certamente inflamada pelo tesão. Quando comecei a soltar os botões, finalmente iria chegar o meu momento: eu iria desfrutar daquela buceta.

Quando seu body finalmente caiu, eu não podia acreditar… Sua bucetinha era a coisa mais linda que já havia visto: branquinha, super lisinha, parecia brilhar… Eu só fiz cair de boca e a senti… Tão macia e melada, seu corpo não conseguia esconder o tesão que estava sentindo… Beijava suas coxas e sentia sua pele arrepiada… A cada vez que passava a língua em seu grelinho, ouvia seus gemidos… Não estava acreditando em como sua buceta era gostosa… Seu melzinho era doce… Literalmente me lambuzei… Eu precisava sentir meu pau entrar naquela bucetinha rosada…

Imediatamente comecei a esfregar a cabeça do meu pau na sua buceta… Pincelava seu grelinho e sentia o tesão… Naquela hora, a cabeça do meu pau já estava toda melada… Mas a provoquei até que implorasse para que socasse meu pau na sua pepeka. Meu autocontrole nunca foi tão testado… Eu sentia o tesão em seu corpo… E então ela me disse: “Meta”… Foi quando, vagarosamente, coloquei a cabeça do pau em sua bucetinha e me deleitava… Melada e tão apertada… Parecia abraçar meu membro. Assim segui até chegar ao fim de sua xota… Momento em que não nos seguramos mais e soltamos um alto e longo gemido de prazer… Nessa hora ela era, enfim, minha putinha.

Eu, por cima de seu corpo, socava vagarosamente a fim de sentir toda a sua bucetinha e desfrutar de todo aquele mel escorrendo por meu pau… Eu não queria parar, só sabia meter… As estocadas começaram a ficar mais fortes e mais rápidas, já não tinha mais o controle sobre o meu corpo. Ouvi-la gemendo enquanto eu metia forte era delicioso… E quando pensava que não iria melhorar, a senti apertando meu pau com sua bucetinha, como quem sabia o que estava fazendo… Que putinha gostosa… Eu não estava acreditando… Meu pau latejava cada vez mais enquanto socava todo naquela buceta… Aumentei a velocidade e, me segurando para não gozar, continuei metendo, cada vez mais forte, apreciando a doce melodia dos seus gemidos… Ela revirava os olhos, nada mais conseguia disfarçar aquele tesão que estava em nós…

Quando então abri suas pernas e me ergui, metendo incessantemente… A vejo tocando uma siririca… Certamente uma das coisas mais lindas que já vi… Meu pau iria explodir… Não aguentando mais, tirei meu pau e gozei por cima de sua barriga… A banhei… A porra quente e grossa escorria sobre seu corpo… Eu estava apaixonado pelo chá de buceta que ela havia me dado… Ela sorriu, como quem curtiu o seu leitinho, e então se levantou… Como se já estivesse satisfeita… Dormimos um pouco e, no outro dia… Mais coisas aconteceram… Mas isso fica para uma outra história… Assim como tantas outras que colecionamos.

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